Jornalismo é oposição, o resto são secos e molhados. Ensinou Millôr Fernandes.
Tô me coçando pra começar nesse exercício saudável, onde a língua apimentada deixa a vida alheia de lado e cuida de sarrafar o poder público.
Poder público que vive a fazer uso da privada.
Pois bem. Não me surpreende governo ruim. Nem aqui nem no Planalto.
Difícil é governo bom, ou melhor, dificílimo. Ou melhor, raríssimo.
No caso dos atuais, pra nós daqui, temos uma boa e prazerosa tarefa de baixar o sarrafo. Quem for petista vai cuidar de escrachar Bolsonaro. Anti-petista vai descascar Fátima.
Quem não é petista nem anti-petista, tipo esse locutor que vos fala, vô-lo digo: Tô afiando a língua, ansioso pra não entrar no comércio da cantina. Secos e molhados? Não é meu ramo.
Tomara que acertem.
Se acredito no acerto?
Olha, tem dia que acredito até na mãe-da-lua. Mas ela anda sumida…
Se eu tivesse uma bodega não venderia fiado nem a um lado nem ao outro.
Responderia para os portadores de Bolsonaro ou Fátima: Rasguei a caderneta.
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