terça-feira - 07/05/2019 - 14:46h
Brasil

Maluquice, ignorância ou safadeza?

Por François Silvestre

Esse troca-troca de acusações, agressões e desrespeito público a que chegou o “governo” Jair Bolsonaro (PSL) mostra de forma clara que essa gente não tinha preparo nem pra dirigir um time de futebol. Ou uma escola de samba.

A história nos mostra que o centro-direita é um conjunto ideólogo de defesa do laissez-faire, liberdade de mercado, liberalismo econômico. Possui no seu histórico nomes da mais elevada condição humana. Social democracia no capitalismo.

Mostra-nos também que o centro-esquerda é a fatia ideóloga da generosidade, da repartição, da promoção humana. Resume-se pela denominação de socialismo.

Ainda nos mostra que o centro é a ideologia da esperteza, fiel de uma balança que pesa o oportunismo. Mas, faz parte do jogo e cumpre suas regras.

Os extremos de direita e esquerda se encontram nas duas pontas do círculo, no centésimo octogésimo grau. De antagônicos na pregação, na verdade são vizinhos e cúmplices. Compõem a negação das ideias, pois o fanatismo não agasalha o pensar.

É onde estamos. Um governo eleito com o aval de um povo crédulo, ingênuo e deseducado. Que esperava milagres, desses que os evangélicos da modernidade vendem a torto e a direito. Quando se falava em democracia, na campanha, alguém respondia: “pela ordem”.

Era a palavra mágica da promessa contra a violência. Contra a violência, corrupção, desemprego, insegurança. Nenhum passo foi dado, sequer sinalizado, de que alguma coisa esteja sendo feita nesse rumo.

Só essa zorra ideologizada pelo viés da estupidez. Briga de cães. Pitbulls ou dálmatas enrustidos?

E somos os culpados. Ou como se dizia, no sertão: Quem pariu os maus teus que os balance.

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Categoria(s): Artigo
quarta-feira - 24/04/2019 - 10:30h
Gestão

Tudo está nas mãos de Brasília; RN segue quase parado

A governadora Fátima Bezerra  (PT) resolveu torcer para que tudo se resolva mesmo em Brasília, para tentar salvar sua gestão e o RN da insolvência.

No que poderia agir em relação à Previdência Social do RN, por exemplo, não o faz.

Quanto à tomada de medidas mais austeras para conter o déficit na folha e a alargar a microscópica margem para investimentos/custeio, quase nada foi feito.

A economia é mesmo de ponta de lenço, como ela mesmo já admitiu (veja AQUI).

Brasília é sua tábua de salvação.

O presidente Jair Bolsonaro e o Congresso Nacional.

É muita fé.

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terça-feira - 02/04/2019 - 23:48h
Congresso

Rogério admite mudanças na previdência por força parlamentar

Do G1

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta terça-feira (2) que o governo pode debater eventuais mudanças no texto da proposta de reforma previdenciária na comissão especial que será criada para debater o assunto, e não neste momento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Marinho sabe a força congressual e sente movimento contrário a pontos polêmicos (Foto: Marcelo Camargo)

Principal comissão da Câmara, a CCJ é responsável pela análise de admissibilidade, ou seja, apontar à Casa se a proposta é constitucional.

“Treze partidos já se posicionaram contra esses dois itens [BPC-Benefício de Prestação Continuada e aposentadoria rural], mas nós vamos continuar a debatê-los e, se a maioria assim entender, os itens serão suprimidos até porque o papel do parlamento é aperfeiçoar o projeto, apresentar propostas que de alguma forma consigam melhora o texto que foi apresentado pelo Executivo, como sempre foi na história do parlamento”, disse Marinho a jornalistas nesta terça-feira.

Os 13 partidos são: PSDB, DEM, PP, PR, PRB, PSD, PTB, SD, MDB, Podemos, Cidadania, PROS e Patriota. Juntas, essas bancadas somam 291 dos 513 deputados.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – Nitidamente o governo perdeu forças e poder de pressão/negociação no Congresso Nacional. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem perdido muito tempo e energia com factoides.

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segunda-feira - 18/02/2019 - 22:20h
Reforma da Previdência

Após ruína nas urnas, Rogério Marinho está em alta

Marinho: prestígio (Foto: Agência Brasil)

Ex-presidente da Câmara Municipal de Natal e ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB), secretário especial de Previdência e Trabalho da União, consolida-se como homem estratégico do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Foi ele, por exemplo, quem confirmou à imprensa nacional que o presidente da República irá ao Congresso Nacional entregar a proposta da reforma da Previdência nesta quarta-feira (20).

Na última quinta-feira (14), coube a Rogério Marinho adiantar alguns pontos da proposta, que prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres dos setores público e privado, com 12 anos de transição para quem está próximo dessas idades.

Por ter relatado o projeto da Reforma Trabalhista no Governo Michel Temer (MDB), ele enfrentou corrosiva pregação satanizando seu nome. Não se reelegeu, mas começa novo governo em alta.

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Categoria(s): Política
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segunda-feira - 03/12/2018 - 16:41h
Governo Bolsonaro

Rogério Marinho é cotado para Trabalho e Previdência

O jornal Folha de São Paulo noticia nesta segunda-feira  (3), que o deputado federal não-reeleito Rogério Marinho (PSDB-RN), é nome cotadíssimo para compor equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Rogério não conseguiu se reeleger (Foto: Alex Ferreira)

“Com a extinção e partilha do Ministério do Trabalho, anunciada nesta segunda (3), o relator da reforma trabalhista, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), é cotado para ocupar o cargo de secretário adjunto na Secretaria de Trabalho e Previdência. A secretaria ficará dentro do superministério da Economia, que está sendo criado na gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro”, assinalou a Folha.

Marinho é o preferido pelo futuro titular da pasta, o economista Paulo Guedes. Pelo organograma em estudo, Trabalho e Previdência ficam dentro da Secretaria da Receita, que será comandada por Marcos Cintra.

O relatório de Marinho, aprovado pelos deputados em abril do ano passado, alterou cerca de cem pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), atendendo a pleitos históricos do empresariado.

Fim do Ministério do Trabalho

A nova lei criou, por exemplo, a figura do trabalhador intermitente –sem garantia de jornada fixa– e reforçou a terceirização da atividade-fim das empresas.

Personagem importante do governo Temer, Marinho recebeu recursos de vários empresários (arrecadou  R$ 1,6 milhão) durante a campanha eleitoral deste ano, mas não conseguiu se reeleger.

O futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou em entrevista nesta segunda que o governo de Jair Bolsonaro vai extinguir o Ministério do Trabalho.

Segundo Onyx, as atribuições da pasta serão divididas entre Economia, Cidadania e Justiça.

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