quarta-feira - 23/09/2015 - 18:14h
Suavizando a dor

De “readequação” à “reordenação” nós vamos vivendo no RN

A palavra “reordenação” é o eufemismo da vez. Passou a ser adotado pelo Governo Robinson Faria (PSD) para suavizar o pior.

No projeto enviado hoje à Assembleia Legislativa, com medidas que estabelecem mais arrochos, como aumento de imposto, a reordenação está por lá.

Na gestão anterior, de Rosalba Ciarlini, o vocábulo que virou sinônimo de atraso é coisa alguma, foi “readequação”.

Com essa palavrinha, diversos projetos ficaram parados ou quase parando.

Enfim, o resto o webleitor já sabe.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 13/01/2015 - 22:50h
Estado

Auditoria e situação fiscal começam a ser vistas

O titular da Secretaria de Planejamento e das Finanças e secretário interino da Secretaria de Administração e dos Recursos Humanos (SEARH), Gustavo Nogueira, esteve reunido na manhã desta terça-feira, (13), com técnicos do RN Sustentável, da SEARH (Administração), e diretoria da Delloite, empresa responsável pela auditoria da folha de pagamento do Estado.

Na ocasião, os executivos da empresa apresentaram o projeto e o cronograma de ações da auditoria da folha de pagamento do estado do RN, que teve início hoje (13).

“Daqui a 20 dias já será entregue o plano de ação com o cronograma detalhado do trabalho; em 60 dias será entregue o primeiro relatório elaborado pela auditoria”, disse.

Situação

Nesta quarta-feira (14), secretários de Estado da administração direta e indireta estarão reunidos para uma apresentação do atual panorama fiscal do estado.

A reunião, comandada pelo Governador Robinson Faria, será realizada na Escola de Governo, às 16h, oportunidade na qual serão traçadas metas quanto ao equilíbrio das contas públicas estaduais.

Ainda na reunião, os gestores deverão apresentar relatório sobre a situação em que encontraram as respectivas pastas ou órgãos, e apresentar projetos para execução no exercício 2015.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Estado.

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sexta-feira - 27/09/2013 - 06:14h
RN Sem Sorte

Da agonia ao sepulcro

Depois do “Agosto da agonia”, Rosalba Ciarlini (DEM) reservou para o RN o “Setembro da histeria”.

Pior é que depois poderemos ter o “Outubro do sepulcro”.

Pobre RN Sem Sorte!

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quinta-feira - 12/09/2013 - 19:05h
Justiça

“Sinal Fechado” será julgado até final deste ano

Do Blog Panorama Político

O processo da Sinal Fechado, envolvendo o Governo Iberê Ferreira (PSB)/Wilma de Faria (PSB) será julgado até o final deste ano, conforme determina a meta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A atenção do Tribunal de Justiça em cumprir a Meta 18 do CNJ é tanta que a Comissão de Improbidade Administrativa, designada para fazer o mutirão no julgamento das sentenças, designou um juiz para se dedicar exclusivamente à sentença do Sinal Fechado.

O escolhido foi o Cleanto Pantaleão.

Nota do Blog – A Operação Sinal Fechado diz respeito à investigação em torno do Consórcio Inspar, contrato que implantaria a inspeção veicular no estado, via Detran.

O caso respingou na gestão Rosalba Ciarlini (DEM), que por recomendação do Ministério Público suspendeu o contrato e chegou a demitir um diretor do Detran.

Saiba mais AQUI.

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quinta-feira - 23/05/2013 - 12:40h
Fazendo acontecer

Tarcísio Maia tem mais distorções a serem apuradas

A descoberta da ex-deputada estadual e ex-vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) como funcionária fantasma, com direito a plantões inexistentes, não é fato isolado no Hospital Regional Tarcísio Maia (DEM).

Existem outras aberrações funcionais no HRTM, que a sindicância que a Secretaria Estadual da Saúde Pública (SESAP) resolveu instalar, não deve encontrar.

Por isso, mais uma vez o Ministério Público deverá agir, para que o resto da “boiada” não escape.

A sindicância da Sesap surge para justamente tentar evitar escândalo maior.

A estratégia é a mesma usada no caso do Hospital da Mulher.

Hospital da Mulher está sob intervenção judicial, pois o Governo do Estado se mostrou incapaz de administrá-lo e conter a corrupção.

Alertado pelo MP de que existiam irregularidades, o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) tentou dar resposta com uma auditoria especial que duraria 30 dias. Mais de seis meses após instalada, a auditoria tinha conteúdo desconhecido, pois existiam campanhas eleitorais que podiam ser afetadas pelo resultado.

A ordem foi segurar o trabalho.

Sabe-se, ainda de forma superficial, que mais de 5o% de R$ 16 milhões aplicados no hospital foram desviados. Não existe ninguém preso – nem será. Também não será devolvido sequer um centavo.

E os responsáveis vão continuar posando de honestos.

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quarta-feira - 01/05/2013 - 22:25h
Crise

Demissão amplia fosso entre PMDB e governo

A exoneração da médica Lígia Torres da direção do hospital de São Paulo do Potengi é mais combustível para amplificar o difícil relacionamento entre PMDB e o Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

“Presto minha solidariedade à toda a família Torres, e quero dizer que sua demissão pela governadora Rosalba é um grande decepção para todos nós”, disse o deputado estadual peemedebista Walter Alves.

Ela é filha do ex-prefeito de Caicó e ex-deputado estadual Manoel Torres (já falecido), peemedebista emblemático.

O presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), foi igualmente duro:

– Constrangimento no PMDB com a demissão sumária da servidora Lígia Torres, diretora do hospital de SP Potengi. Pela sua competência e ética. Um erro.

Em entrevista à jornalista Thaísa Galvão, Lígia disse que o secretário da Saúde, Luiz Roberto Fonseca, pediu o cargo. Com repercussão negativa, tentou remendar a situação.

Fonseca e Rosalba ligaram para ela, pedindo-lhe para ficar. Lígia cansou do governo e do seu jeito confuso de administrar. Não tem interesse em continuar.

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  • Repet
quinta-feira - 31/01/2013 - 10:23h
Hobin-hood pelo avesso

Governo tenta outra vez saquear o “barnabé”

Em junho de 2011, primeiro ano do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), o então secretário-chefe do Gabinete Civil da governadora, advogado Paulo de Tarso Fernandes, afirmou textualmente que eram ilegais todos (isso mesmo) os projetos de lei que tratavam de reajustes em salários de servidores do Estado.

Os projetos foram aprovados na gestão Iberê Ferreira (PSB), com o endosso da Assembleia Legislativa, logicamente. Muitos dos deputados de então, hoje são governistas. Novamente, lógico.

Vale ser lembrado um detalhe: Paulo de Tarso era assessor da Assembleia Legislativa no período de aprovação dos projetos, auxiliando o então presidente Robinson Faria (PSD), que passou a ser vice-governador de Rosalba. Hoje, dissidente.

Paulo deu aceno favorável à aprovação. De todos (sem exceção) os projetos.

Agora, o governo tem um espasmo de legalismo ou pseudolegalismo e garante que vai arguir no Supremo Tribunal Federal (STF) a inconstitucionalidade de 15 planos de cargos e salários que desaguaram na atual gestão. Todos (isso mesmo) estariam na ilegalidade, em face de não terem previsão orçamentária à sua materialização.

Prevaricação

O Blog, à época da entrevista de Paulo de Tarso, questionou o porquê do Governo do Estado não provocar o STF. Ouviu um silêncio ensurdecedor.

No mínimo, consciente da ilegalidade, o governismo estaria prevaricando (faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé).

“Se for o caso, os tribunais serão chamados para declarar a inconstitucionalidade”, afirmou o secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes. Falou assim, textualmente, à Tribuna do Norte, num domingo (12 de junho de 2011).

Já outro secretário, José Anselmo de Carvalho Júnior, que na ocasião era titular da pasta de Administração e Recursos Humanos, desmentiu Paulo no mesmo dia, noutra entrevista, dessa feita ao jornal O Mossoroense:

– O governo não cogita isso (questionar a suposta ilegalidade dos aumentos salariais). E acrescentou: “O governo não contesta nem irá contestar a existência dos planos (que proporcionam reajustes salariais a diversas categorias)”.

Num primeiro momento de crise com os servidores, o Governo Rosalba Ciarlini não fechava acordo ou mesmo sequer dialogava com as categorias do funcionalismo, por conta da falta de recursos. Culpava os governos Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira; depois devido a limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Agora, exuma a tese de ilegalidade das leis aprovadas pela Assembleia Legislativa para esvaziar o bolso dos barnabés. Age como um Hobin-hood pelo avesso: tira dos pobres para encher as contas dos ricos. Falta-lhe a mesma coragem para combater os supersalários e incorporações graciosas de categorias engravatadas.

A gestão continua patinhando em seus próprios erros e mentiras. Uma patranha vai sendo substituída por outra e mais outra…

Nota do Blog – Outra vez o Governo Rosalba Ciarlini entra num “oito”. Como ocorreu em 2011, não sabe o que faz. Sem rumo e sem prumo. Tem sempre dois a três enredos para o mesmo tema. É mitômano (hábito de soltar mentiras de forma desenfreada).

Comete, ainda, um gravíssimo erro político. Poderia ter comprado essa briga lá atrás, ou não.

Resolve agora partir para um confronto em que pode até encher o erário – mas ganhará uma multidão enfurecida contra si, envolvendo servidores e seus familiares. Coisa aí de 500 a 600 mil pessoas.

Habilidade de um elefante em loja de critais.

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segunda-feira - 07/01/2013 - 21:58h
Surreal

Estado é obrigado a fornecer remédio a hospitais

O Estado volta a ser pressionado pela Justiça, para cumprir uma obrigação que deveria ser elementar: abastecer seus hospitais com remédio.

O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, Airton Pinheiro, determinou o bloqueio de valores da conta do Estado para o abastecimento emergencial d e vários hospitais públicos.

O O Ministério Público do RN (MPRN) é autor da ação civil pública.

A tutela antecipada obtida obriga o bloqueio para repasse de recursos aos seguintes hospitais: Hospital Walfredo Gurgel/Clóvis Sarinho (R$ 455.398,10), Santa Catarina ( R$ 90.862,430) Ruy Pereira (R$ 240.135,86), João Machado (R$ 42.539,41) e Deoclécio Marques de Lucena (R$ 77.290,43).

Nota do Blog – A que ponto nós chegamos. O governo obrigado a fornecer remédios a seus hospitais, para que milhares de vidas sejam salvas.

É o mesmo governo que torrou R$ 300 mil em foguetório no reveillon de Natal.

Não falta dinheiro, mas real prioridade.

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  • Repet
segunda-feira - 15/08/2011 - 23:12h
Dificuldade adiante

Massa de insatisfeitos pode dar resposta nas urnas

Crise na relação com servidor, do Governo Rosalba, deve refletir nas contendas municipais em 2012

É notório que o desgaste do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) no meio funcional, do estado, vai desaguar nas campanhas municipais em todo o Rio Grande do Norte. A profundidade dessa erosão? Não sabemos.

Quem vai se capitalizar com essa situação, também é uma incógnita. Pelo menos por enquanto, lógico.

Larissa: "voto útil" em 2012 (Jefferson Lira)

Podemos fazer algumas conjecturas.

No caso de Mossoró, por exemplo, a pré-candidata Larissa Rosado (PSB), deputada estadual que já tentou duas vezes chegar à prefeitura (2004 e 2008), tem a dianteira em todas as pesquisas. É oposição ao sistema municipal, entronizado pela influência de Rosalba em 2004 e reiterado em 2008, em duas vitórias da enfermeira “Fafá” Rosado (DEM).

Mas surge agora, o professor Josivan Barbosa, reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), que através do PT, pode galvanizar essa insatisfação coletiva.

A própria atmosfera da campanha, caso os dois marchem em faixas próprias, mostrará o comportamento desse eleitor magoado.

Uma parcela pode apostar em Larissa, por vê-la como mais viável apenas para derrotar o governo municipal; outra tende a se bandear para Josivan na ânsia de dar uma resposta com teor ideológico, anti-oligárquico.

Ao mesmo tempo não deve ser descartado o fenômeno recorrente do “voto útil”: a massa inclina-se para aquele candidato com maior chance de derrotar o que ela quer combater.

Exceções

Esse contingente de professores e outros funcionários públicos amuados, certamente olhará de soslaio qualquer candidato indicado pela governadora, saído das entranhas da Prefeitura de Mossoró. Porém essa não é uma medida fechada nos 100%, pois sempre existem as exceções.

O webleitor pode perguntar: “E não existe chance do Governo Rosalba se recuperar, dando uma reviravolta em plena campanha de 2012?”

É pouco provável, apesar de possível.

O grande erro que o Governo Rosalba Ciarlini tem cometido, é no modus operandi, a forma de agir, e não no fato de resistir às cobranças de melhorias salariais de cerca de 15 categorias.

A crise, este Blog tem repetido há vários meses, é de método e mentalidade.

Greve existiram nos governos anteriores, algumas paralisações foram até esticadas, mas nada se compara ao jeito frio, às vezes grosseiro e intolerante, das relações que o atual governo criou com o funcionalismo.

Josivan e o voto anti-oligárquico (Cézar Alves)

O ranço, o mal-estar, o sentimento menor, já se instalaram. Estão inoculados nos servidores. E isso não sai por decreto ou com anúncio de boa nova salarial.

Qualquer estudioso das relações humanas, nas corporações, nas instituições públicas ou no simples contato interpessoal avulso, sabe que um “não” pode ser dito de várias formas. É um monossílabo que incomoda em qualquer circunstância, mas não precisa necessariamente humilhar e insultar.

O Governo Rosalba Ciarlini, infelizmente, usa-o da pior forma possível.

A lição que a história oferece, veja-se o caso da gestão Geraldo Melo (1987-1990), não foi aprendida. E olhe que Geraldo chegou ao poder com muito mais cacife político, carisma pessoal e respaldo popular do que Rosalba.

Veja AQUI reportagem especial sobre o assunto, para melhor entendimento dessa situação delicada.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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