“Em política, não se perdoa nem se esquece nada. Quem fez uma, paga; creia que a vingança é um prazer” .
Machado de Assis, em Quincas Borba, com o personagem Doutor Camacho.
Atento ao movimento pós-eleições 2020 no âmago dos Rosados, percebo quão viva permanece essa abordagem machadiana.
Nosso cronista, romancista e excelente observador político que nunca deixa de estar atual, parece antecipar em muitas décadas o que veremos um pouco adiante.
Aquela “união” familiar em nome “dos interesses de Mossoró” e “para reconstruir Mossoró”, propagada em 2016, não se sustenta até hoje. Sempre foi uma grande farsa.
E cantamos a ‘pedra’, claro, sem qualquer esforço de futurismo ou genialidade: União Rosado junta interesses, mas não une família. Essa postagem é de 6 de setembro de 2016, um dia após os grupos de Sandra Rosado (PSB hoje no PSDB) e Rosalba Ciarlini Rosado (PP) anunciarem o acerto após décadas de arengas (que não pararam mesmo assim).
As próprias eleições municipais de 2016, a estadual de 2018 e as mais recentes em 2020, mostraram que a banda Rosado de Rosalba soube subjugar e anular o grupo da prima Sandra. Uma usou a outra, que apenas subsistiu.
É isso, por enquanto.
Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.
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