Arquivo da tag: Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo)

Sobrinho de Flávio e neto de Nevaldo Rocha não se elege

Neto de Nevaldo Rocha e sobrinho de Flávio Rocha, respectivamente criador e principal executivo do Grupo Riachuelo, o administrador de empresas Gabriel Kanner não conseguiu se eleger à Câmara Federal no pleito de domingo (7).

Gabriel Kanner e Flavio Rocha na mansão do empresário. Sobrinho e tio juntos na política (Alexandre Battibugli-Veja SP)

Paulistano, ele foi candidato pelo PRB e obteve 27.324 votos (0,13%).

Kanner acompanhou de perto o projeto de Flávio Rocha para se viabilizar com candidatura própria à Presidência da República pelo PRB. Ganhou entusiasmo e, apesar da desistência do tio, resolveu empinar postulação que acabou não tendo êxito.

Segundo dados da Justiça Eleitoral, a sua campanha teve gasto de R$ 2,5 milhões.

O vozão que não tem fama de ser mão aberta, acabou doando R$ 2 milhões.

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MPF/RN tenta ampliar pena do empresário Flávio Rocha

Flávio Rocha: sentença (Foto: O Globo)

O Ministério Público Federal (MPF) apelou da condenação do empresário Flávio Gurgel Rocha, sentenciado em primeira instância ao pagamento de R$ 93.700 pelo crime de injúria contra a procuradora do trabalho Ileana Neiva Mousinho, além de R$ 60 mil a título de ressarcimento dos danos provocados a ela.

O recurso tem o objetivo de aumentar o valor desse ressarcimento e obter a condenação do empresário também por calúnia e coação no curso do processo.

“Ileana e mais oito membros do Ministério Público do Trabalho (MPT) moveram uma ação contra a empresa da qual o empresário é vice-presidente – a Guararapes Confecções SA (Grupo Riachuelo) – e, após tomar conhecimento da ação, ele divulgou postagens caluniosas em suas redes sociais e incentivou um protesto em frente ao local de trabalho da procuradora, prejudicando até mesmo a rotina dos parentes da vítima”, relata o MPF do RN.

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Flávio Rocha conhece indústria que gera emprego no sertão

“Empregado e empregador unidos”. Com essa frase impressa numa faixa e discursos em defesa do trabalho, do emprego e da renda, o empresário e executivo do Grupo Riachuelo, Flávio Rocha, falou para expressivo público em Parelhas nesse sábado (10). Ele conheceu no município seridoense unidades do projeto Pro-Sertão.

Caravana reuniu público expressivo em Parelhas nesse sábado conhecendo Pró-Sertão (Foto: cedida)

Presente à visita e ao evento, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) lembrou que foi ele que criou o projeto Pró-Sertão em 2013, quando era secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte. Na época, contou justamente com a parceria decisiva de Flávio Rocha e a Guararapes, além da Fiern, Senai e Sebrae.

Atualmente, são mais de 5 mil empregos diretos gerados pelo projeto. E a expectativa desde o início do programa era aumentar em até quatro vezes esse número.

Comunidade rural

Antes do evento público, Rogério, Flávio e dezenas de pessoas visitaram uma das fábricas que participam do projeto, na Comunidade Cachoeira, zona rural de Parelhas

O evento contou com as presenças dos prefeitos Batata Araújo (Caicó), Sérgio Fernandes (Serra Negra do Norte), Alexandre Petronilo (Parelhas), Sueleide Araújo (Tenente Laurentino Cruz), Amazan (Jardim do Seridó), Hudson Brito (Santana do Seridó), Polion Maia (São Fernando), Lusimar Porfírio (São Francisco do Oeste), Lydice Araújo (São João do Sabugi), Noeide Sabino (Equador), Jodoval Pontes (Japi), Maria Dalva Miúda (São José do Seridó), Iracema Pereira (São Vicente), Maria das Graças (Cerro Corá), Isaías Cabral (Acari) e Sally (Cruzeta).

Também estiveram presentes muitos vereadores e lideranças empresariais e políticas da região e de outras áreas do estado, como o ex-candidato a prefeito de Mossoró e empresário Tião Couto (PSDB).

Duelo contra o MPT

Ano passado, uma polêmica em torno da multa de mais de R$ 37,7 milhões aplicada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), colocou a empresa Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo) no centro de discussões e embate jurídico acalorados.

O MPT acossou o grupo com denúncias de supostas irregularidades trabalhistas em facções têxteis espalhadas principalmente pelo interior do estado.

Também partiu pro campo pessoa, abrindo demanda judicial coletiva contra o próprio Flávio Rocha.

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Fiern se solidariza com empresários Flávio e Nevaldo Rocha

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), divulgou nesta terça-feira, 17, nota pública e oficial de solidariedade aos empresários potiguares Flávio Rocha e Nevaldo Rocha.

Assinada por seu presidente, Amaro Sales de Araújo, a nota destaca a importância dos dois empreendedores para o Rio Grande do Norte, considera equivocada a apresentação de ações judiciais contra a Guararapes e contra Flávio Rocha e apresenta irrestrita solidariedade aos dois empreendedores.

Leia abaixo a íntegra da nota:

Flávio Rocha é um dos mais importantes empreendedores brasileiros e, destacadamente, um dos mais relevantes da história do Rio Grande do Norte. Ao sair em defesa da indústria Guararapes Confecções e do Pró-Sertão, o fez legitimamente na salvaguarda de sua empresa e de um projeto, cuja iniciativa gera milhares de empregos formais no interior potiguar.

O Ministério Público do Trabalho merece o respeito de todos nós, mas não podemos nos calar diante da apresentação equivocada de ações judiciais contra a Guararapes e, agora, diretamente contra o líder empresarial Flávio Rocha. Assim sendo, é devida a irrestrita e pública solidariedade da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte a Flávio e a Nevaldo Rocha, além de um apelo para que, mesmo diante de tais circunstâncias, continuem trabalhando e investindo no Rio Grande do Norte.

A injustiça e a insensibilidade de alguns não diminuem a estima e o respeito que a maioria reconhece dever aos líderes e aos colaboradores do Grupo Guararapes, merecedores do nosso apoio e aplauso.

Amaro Sales de Araújo – Presidente do Sistema FIERN

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Sim, o Brasil tem jeito

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte levou exatamente 24 dias para formular uma denúncia contra o empresário Flávio Rocha, do Grupo Riachuelo.

Do suposto fato delituoso cometido por ele, ao protocolo de ação na Justiça Federal, foi esse o tempo gasto à produção da peça denunciatória por supostos ataques à honra de dez procuradores federais da Justiça do Trabalho.

Se houver a mesma destreza do MPF (e congêneres) na defesa dos interesses do cidadão comum e da coletividade, como para escudar a corporação, mudo minha opinião sobre o Brasil e seu futuro próximo.

Sim, o Brasil tem jeito.

Pode ter jeito, sim.

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Dez procuradores do trabalho ajuízam ação contra Flávio Rocha

Procuradora Ileana Mousinho e mais 9 (Foto: TN)

O Ministério Público Federal no RN (MPF/RN) protocolou na quarta-feira (11) denúncia contra o empresário Flávio Gurgel Rocha pela prática dos crimes de coação no curso do processo, calúnia e injúria. Os crimes teriam sido praticados contra a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva Mousinho, no exercício da função.

Ileana Neiva e outros 9 procuradores do Trabalho ajuizaram, em 19 de maio, ação civil pública contra a empresa Guararapes Confecções S/A, Grupo Riachuelho (Ação Civil Pública nº 000694-45.2017.5.21.0007), da qual Flávio Rocha é vice-presidente.

Perseguição

Em 17 de setembro, no perfil que possui na rede social Facebook, que conta mais de 24 mil seguidores, o empresário postou uma carta dirigida à procuradora a quem acusou ser autora de sistemática perseguição veiculada por denúncias infundadas à Delegacia do Trabalho, animadas exclusivamente por sentimento de ódio e para favorecer seus concorrentes.

Para o MPF, a ação civil pública movida pelo grupo de procuradores do qual a procuradora Ileana Neiva Mousinho é integrante deve ter como arena própria de debate o processo judicial. Além disso, ressalta que não é contrário a qualquer forma de manifestação de liberdade de expressão, entretanto, o empresário teria transbordado os limites constitucionais, atingindo deliberadamente a honra de servidora pública no exercício da função.

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Fiern leva imprensa para conhecer facções têxteis no Seridó

A Federação das Indústrias Estado do RN (FIERN) convidou veículos de comunicação e jornalistas para que conheçam o funcionamento das facções têxteis no Seridó.

Será amanhã (quinta-feira, 5).

Facções têxteis são o centro de uma intensa polêmica há algumas semanas (Foto: Web)

Os jornalistas vão conversar com empresários faccionistas, trabalhadores, comerciante e população em geral. No centro da abordagem, a polêmica em torno da multa de mais de R$ 37,7 milhões aplicada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), atribuindo à empresa Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), responsabilidade por supostas irregularidades trabalhistas em facções têxteis espalhadas principalmente pelo interior do estado.

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A saída de Natal será às 5 horas. O Café da manhã  em São Jose do Seridó. Após entrevistas, a comitiva seguirá para Parelhas, onde ocorrerá igual atividade jornalística e almoço. Às 16h30 haverá retorno à capital.

As Federações  do Comércio, Transporte, Agricultura, FCDLs e Associação Comercial), além do Sebrae, apoiam a iniciativa e darão suporte próprio à sua realização e cobertura institucional.

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Entidades de auditores fiscais dão apoio ao MPT/RN

Diversas entidades de auditores fiscais emitiram “Nota de Apoio” à atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), em relação à multa que aplicou à empresa Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), de mais de R$ 37,7 milhões, por supostas irregularidades trabalhistas na relação com facções têxteis que atuam no estado.

Veja a nota na íntegra abaixo:

As entidades signatárias dessa nota vêm a público manifestar apoio ao Ministério Público do Trabalho e a seus membros, diante das ofensas sofridas em virtude do cumprimento de sua missão constitucional com a propositura de Ação Civil Pública contra a empresa GUARARAPES CONFECÇÕES.

O Ministério Público do Trabalho faz parte de um conjunto de instituições típicas de Estado que, no âmbito de suas competências, são essenciais à sua manutenção e sustentação e, por consequência, indispensáveis aos regimes democráticos.

Destaque-se que, no nosso ordenamento jurídico, cabe ao Poder Judiciário a função jurisdicional de solucionar os conflitos e, portanto, a tentativa de intimidação de Agentes Públicos investidos no exercício de suas atribuições constitucionais e legais constitui uma séria ameaça ao Estado Democrático de Direto.

ADPF – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal – Diretoria Regional do RN

ANFIP – Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil

ASAN – Associação dos Auditores do Tesouro Municipal de Natal

FEBRAFITE – Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais

FENAFISCO – Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital

FONACATE – Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado

SINAIT – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho – DS/RN

SINDIFISCO NACIONAL – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil – DS/RN

SINFAM – RN – Sindicato dos Fazendários Municipais do RN

SINPRFRN – Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do RN”.

Nota do Blog – Hoje, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades fizeram manifestação de apoio ao MPT/RN em frente à sede do órgão em Natal (veja AQUI).

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Audiência pública vai discutir crise que atinge facções têxteis

A celeuma envolvendo as relações de trabalho das facções têxteis com as indústrias do setor e entendimentos do Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) estará no centro do debate da audiência pública convocada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

“Diálogo é a palavra de ordem”, conclama Ezequiel Ferreira, para que todos os atores envolvido na temática se façam presentes na próxima segunda-feira, dia 02 de outubro, às 9h30, no auditório da Casa Legislativa. para esse evento.

Multa do MPT/RN à empresa Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), que passa dos R$ 37,7 milhões, foi o estopim dessa crise que ameaça milhares de empregos – principalmente no interior do estado, nas facções têxteis que atuam para grandes marcas de confecções do pais.

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Informações divulgadas como “fake” satanizam Guararapes

O Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) já emitiu uma Nota de Esclarecimento (veja AQUI) sobre a Ação Civil Pública contra a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), em que expõe o porquê de impingir multa de mais de R$ 37,7 milhões contra a empresa.

Simplificando, na ótica do MPT/RN a Guararapes é responsável pelas condições de trabalho e eventuais supressões de direitos que trabalhadores de facções têxteis que funcionam em vários municípios do estado, produzindo para ela.

Uma publicação mais recente – que é pulverizada nas redes sociais – tenta didaticamente sustentar essa tese, contida na Ação Civil Pública 0000694-45.2017.5.21.0007. Além de considerar que o grupo tem meios para pagar a multa, com sobras. Mas não tem identificação quanto à sua origem (fake, ou seja, sem origem segura e oficial).

Na página do MPT/RN não consta esse material.

Veja acima, nesta postagem, o seu conteúdo.

Leia também: III Grito do Emprego repete sucesso de eventos anteriores AQUI.

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Aquele 1% de bom senso que falta

O impasse entre a Guararapes Confecções (Grupo Riachuelo) e o Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), em torno das facções têxteis que estão pulverizadas por municípios do interior do Rio Grande do Norte, consegue uma proeza.

Junta empresários e trabalhadores em torno de uma causa única. Algo raríssimo.

O fenômeno é que partidos de esquerdas e sindicatos de trabalhadores se auto-excluíram das discussões. Uns por omissão capciosa mesmo, que se diga.

Ou participam ‘por fora’, com críticas veladas ou catequese infrutífera em cima do velho discurso de capital x trabalho, patrão contra empregado.

Falta a alguns aquele 1% de bom senso para discutir o caso num patamar mais racional e elevado.

Leia também: III Grito do Emprego repete sucesso de eventos anteriores AQUI.

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III Grito do Emprego repete sucesso de eventos anteriores

O III Grito do Emprego foi igualmente expressivo em termos de presença de público. Ocorreu nesse sábado (23) em Parelhas, na região Seridó.

Como os anteriores (São José do Seridó, dia 16, e em Natal na última quinta-feira, 21), o movimento reuniu grande número de manifestantes, microempresários, políticos e população em geral do município e de outras localidades.

Evento juntou trabalhadores, políticos, microempresários e vários segmentos da população em Parelhas (Foto: cedida)

Outra vez levaram falta partidos de esquerda, políticos dessa tendência e sindicatos de trabalhadores.

A movimentação faz parte do protesto crescente contra multa imposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) contra a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo), superior a R$ 37,7 milhões, pelo descumprimento de supostos compromissos com mão-de-obra que trabalha em facções têxteis em vários municípios do estado.

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A mobilização também contou com a participação do governador Robinson Faria (PSD), dos deputados estaduais Hermano Morais (PMDB), Nélter Queiroz (PMDB) e Carlos Augusto Maia (PSD), do deputado federal Rogério Marinho (PSDB, além de muitos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças da região.

Antes da audiência pública, os manifestantes realizaram uma caminhada pelas ruas da cidade. Mais uma vez, faccionistas e costureiros de vários municípios da região estiveram presentes.

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“Grito do Emprego”mobiliza expressivo número de pessoas

Manifestação foi pacífica apesar de escaramuças com sindicatos (Foto: TN)

Mais de cinco mil  pessoas compareceram à manifestação denominada de “Grito do Emprego”, ao final da tarde de hoje (quinta-feira, 21) em Natal, diante da sede do Ministério Público do Trabalho (MPT/RN).

O protesto contra suposta perseguição desse órgão fiscalizador a Guararapes Confecções, empresa do Grupo Riachuelo, foi defendida e convocada pelo CEO desse conglomerado empresarial, Flávio Rocha.

Maciçamente, trabalhadores da própria Guararapes compareceram à movimentação. Antes, reunidos na fábrica, deram-se as mãos e fizeram oração religiosa, seguindo em marcha ao local da movimentação.

Além de criticarem o MPT/RN, os manifestantes também satanizaram sindicatos de trabalhadores “pelegos”. Segundo relatos de setores da imprensa, houve tentativa de obstrução da marcha deles até o local do protesto (Rua Dr. Poty Nóbrega, 1941 – Lagoa Nova).

Sindicalistas justificavam o enfrentamento, dizendo que queriam “esclarecer” os trabalhadores têxteis de que o MPT/RN estava em defesa deles, censurando a classe patronal.

Apesar disso, o expressivo número de manifestantes cumpriu seu trajeto e revelou seu desabafo, de forma pacífica.

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Não faltou também infiltração de correntes políticas oportunistas na mobilização, como defensores do pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro e o Movimento Brasil Livre (MBL). Porém não tiveram maior acolhida.

A próxima manifestação está marcada para o sábado, 23, em Parelhas, na região Seridó. No sábado passado, dia 16, o primeiro Grito do Emprego ocorreu em São José do Seridó.

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Protesto está marcado para ocorrer hoje em frente ao MPT/RN

Flávio: mobilização (Foto: Web)

É hoje (quinta-feira, 21), às 17 horas, em frente à sede do Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), em Natal (Rua Dr. Poty Nóbrega, 1941 – Lagoa Nova), mais um “Grito do Emprego”.

O CEO (diretor executivo) do conflomerado Guararapes Confecções S/A (Riachuelo), Flávio Rocha, faz essa convocação desde o início da semana, revoltado com o que considera “perseguição” do MPT/RN – que aplicou multa de mais de R$ 37,7 milhões ao grupo.

No sábado (16), aconteceu mobilização em São José do Seridó, com participação de delegações de facções têxteis que trabalham na produção terceirizada para a Guararapes, em vários municípios do RN.

Expectativa é de que mais de cinco mil trabalhadores, microempresários, empresários e lideranças empresariais compareçam ao evento.

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Garibaldi apela para conciliação entre empresa e o MPT/RN

Em “Nota” aberta à sociedade, o senador Garibaldi Filho (PMDB) defende o diálogo e um acordo conciliador entre a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo) e o Ministério Público do Trabalho (MPT/RN), que recrudesceu nos últimos dias, devido multa imposta por esse órgão à empresa, superior a R$ 37,7 milhões.

“Neste momento em que assistimos tanta radicalização em diversos setores do nosso e de outros países, quero externar uma palavra de conciliação e um pedido de que seja negociado um acordo entre o Ministério Público do Trabalho e a Guararapes Confecções. O Rio Grande do Norte não pode desperdiçar os valiosos empregos que a companhia oferece, ao mesmo tempo em que os trabalhadores devem ter respeitados os seus direitos”, disse Garibaldi Filho.

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MPT promete recrudescer a relação com Guararapes

Ronaldo Curado Fleury avisou recrudescimento (Foto: cedida)

Do Portal Noar e Blog Carlos Santos

O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, veio  a Natal, na manhã desta quarta-feira(20), para anunciar, em entrevista coletiva, a formação de um grupo especial que vai se somar ao caso que a procuradora Ileana Mousinho iniciou contra a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo).

O Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) impôs multa superior a R$ 37,7 milhões ao grupo empresarial de origem potiguar, por supostas supressões de direitos trabalhistas no uso de facções têxteis no interior do estado.

Arrocho no RN

“Temos um grupo trabalho para todo o pais e estamos criando um, especificamente, para o Rio Grande do Norte”, anunciou Ronaldo Curado.

Ele ainda justificou que o Ministério Público do Trabalho atua de acordo com o que determina a lei e que a reação exagerada contra a atuação do órgão reflete a boa argumentação da ação de seu trabalho.

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“Não admitiremos ataques pessoais à pessoa de procuradores, confundindo a instituição com as pessoas que a compõe. Isso não será tolerado”, afirmou.

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Facção têxtil de Antônio Martins é vista como caso de sucesso

Carlos Santos, bom dia.

Sobre a postagem do cidadão chamado Freire, o convido para visitar a empresa têxtil no município de Antônio Martins (região Oeste do RN).

A mesma presta serviços a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo) e está inclusa no programa Pró-Sertão.

Fábrica Fênix de Antonio Martins (Foto: Web)

Está em atividade desde 2011, no início produzindo apenas para a Hering do Brasil, atualmente para a Guararapes também. Se não fosse a Guararapes, nenhuma empresa têxtil do interior estaria em atividade, isto porque somente ela atualmente fornece peças suficientes para as pequenas empresas, de modo que posam ter receita mensal para honrar seus compromissos.

Organização

Outro ponto: produzir para a Guararapes, em especial, exige extrema organização, uma vez que periodicamente a mesma faz auditoria a fim de verificar as condições de trabalho, exigências que embora existam por parte das outras companhias, mas bem menores.

Portanto, caro, nos visite, conheça, veja também nossa página em rede sociais (Fábrica Fênix de Antonio Martins AQUI), antes de comentar algo que foge ao seu conhecimento.

O MPT (Ministério Público do Trabalho não está tendo bom senso.

César Amorim – Webleitor

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