Alguns mossoroenses e amigos seus que desembarcam na cidade, curiosos pelas histórias e lendas do cangaço, não entendem por que a Capela de São Vicente não fica aberta a visitações, em horários comerciais.
Eu, também não.
Subaproveitamos um tema tão intrigante e que mexe com o imaginário popular. Em qualquer parte do mundo que profissionalizou o turismo, o que temos ensejaria números milionárias.
Mossoró poderia ter receitas consideráveis com essa modalidade de turismo, mas quase nada acontece.
Isso é uma mistura de falta de visão com desleixo.
A prefeita Cláudia Regina (DEM) e o secretário Gustavo Rosado (Cultura) precisam se mexer. Num momento em que se fala tanto em encolhimento do meio circulante, abalo na economia do município, o turismo associado à saga dos mossoroenses que combateram Lampião, não pode ser tratado com tamanho desdém.
Fica a proposta. Mais uma, desta página.



































