sexta-feira - 27/12/2019 - 07:22h
Sucessão municipal

Nomes e favoritismo na corrida eleitoral de Mossoró

Três mulheres são claramente pré-candidatas a prefeito de Mossoró. Tudo decidido. Resolvido e irreversível.

Rosalba Ciarlini (PP), pré-candidata à reeleição;

Isolda Dantas (PT), deputada estadual;

Telma Gurgel (PSOL), professora aposentada da Universidade do Estado do RN (UERN) e ex-vereadora.

Nomes como o empresário Jorge do Rosário (PL) e Tião Couto (PL), que foram respectivamente candidatos a vice e a prefeito numa mesma chapa em 2016, não se pronunciaram quanto ao pleito 2020. Fazem parte da oposição e de lá não devem sair. Não estão por fora ou de fora das atuais conversações.

O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) também é citado como hipotético candidato, mas em momento algum afirmou ou insinuou que estaria pré-candidato. Reitera que trabalha por uma “chapa viável e competitiva na oposição”.

O médico psiquiatra Daniel Sampaio (sem partido, ex-PSL) já foi anunciado como pré-candidato, mas pode mesmo descambar para disputa a vereador com uma nominata que viabilize sua eleição.

Gutemberg Dias (PCdoB), ex-candidato a prefeito em 2016 foi apresentado por seu partido como pré-candidato a prefeito, por uma questão estratégica. Não o será. Deverá concorrer à vaga à Câmara Municipal.

Talvez algum partido microscópico ainda lance candidatura até o próximo ano, mas nada a surpreender ou somar/subtrair.

Daí sairá, provavelmente, o próximo prefeito (a).

Favorito (a)? Sim, claro.

Rosalba Ciarlini.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 18/12/2019 - 18:31h
Petróleo

Redepetro/RN mostra números da retomada do emprego

Após registrar o primeiro saldo positivo de empregos em três anos no Rio Grande do Norte, o setor de petróleo deve obter desempenho ainda melhor em 2020. A expectativa foi apresentada pela Redepetro RN, no evento denominado de 38º Seminário Motores do Desenvolvimento, nesta quarta-feira (18), em Natal, na Casa da Indústria.

Gutemberg falou que há um efeito multiplicador com empregos indiretos (Foto: divulgação)

Soma-se ao saldo de 104 empregos entre janeiro e julho no Estado – e perspectiva de ampliação no fechamento de 2019 –1.116 contratações no onshore brasileiro (produção em terra) este ano, conforme consulta da Redepetro em 48 empresas associadas no RN e outros Estados.

Os dados foram compartilhados pelo presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, no painel “Novas Perspectivas da cadeia produtiva de petróleo e gás no Rio Grande do Norte”, que dissecou o momento considerado histórico de abertura do mercado de petróleo e gás no RN.

“É fundamental atenção máxima no Rio Grande do Norte à cadeia de petróleo e gás, a qual pode gerar até oito empregos indiretos para cada emprego direto”, reforça o presidente da Redepetro – associação que congrega empresas de bens e serviços do segmento no Estado.

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Categoria(s): Economia
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domingo - 08/12/2019 - 06:38h

Frente Ampla é a única chance de vitória da oposição em 2020

Por Gutemberg Dias

A oposição em Mossoró tem tudo para fazer um gol de placa nas próximas eleições. Mas, a lentidão em se tomar uma decisão quanto a convergência num projeto único que, aparentemente é claro para todos, está, digamos assim, longe de acontecer.

Eu enquanto pré-candidato a prefeito de Mossoró pelo PCdoB, venho de entrevista em entrevista, de conversa em conversa com os outros pré-candidatos, mantendo a ladainha que a oposição dividida garante a reeleição da atual prefeita. O povo que quer uma mudança na gestão local já viu isso e propaga pelos quatro cantos essa mesma certeza.Estamos preste a entrar no ano eleitoral. E ao entrarmos em 2020, a efervescência política tende a dar aos pré-candidatos mais gás e, como sempre acontece, a racionalidade dá lugar a emoção e depois disso não preciso contar a história. Cada um será impreterivelmente o prefeito ou prefeita da cidade.

Temos personalidades fortes no âmbito da oposição com vistas a disputa da prefeitura. Personagens que tem capital eleitoral, mandatos e o desejo de mudar a forma de administrar essa cidade. Mas, é importante que entendam ou entendamos que só isso não será suficiente para garantir uma vitória nas urnas.

Por isso que continuo acreditando que a unificação da oposição num único projeto é a melhor resposta que podemos dar ao povo de Mossoró que quer ver a mudança real.

Dizem que a esperança é a única que morre. Continuo com ela muito viva dentro de mim. Mas, o tempo começa a ficar curto. Digo isso, com muita tranquilidade, pois sei que qualquer um que possa representar a oposição, não logrará êxito algum se for posto nessa tarefa aos 45 minutos do segundo tempo como é de praxe nesses projetos aqui na nossa cidade.

Se realmente, nós que fazermos a oposição, quisermos ocupar o poder central em Mossoró, temos que decidir pela unificação o quanto antes. Caso contrário cada um de nós que enveredar por seguir o sonho solitário de disputar a prefeitura em faixa própria, será um grande apoiador da reeleição da atual prefeita.

Faço um chamamento para construímos o mais rápido possível essa Frente Ampla e na sequência decidir o nome que irá enfrentar o pleito eleitoral capitaneando, dessa forma, esse projeto. Não dá mais para só tirarmos fotos, elas são necessárias, principalmente quando estivermos nas ruas apresentando nosso projeto de mudança para o povo de nossa cidade.

Nesse momento precisamos de fatos concretos.

Agora é hora de centrar esforço na unificação e na construção de um projeto para Mossoró que tenha a contribuição dos partidos e da sociedade. Projeto que precisa pensar a modernização da estrutura administrativa, a redução dos custos, a forma de cuidar dos servidores, como melhorar os serviços essenciais (saúde, educação e desenvolvimento social), bem como, transformar Mossoró numa cidade inteligente e sustentável.

Volto a repetir. Eu acredito que se estivermos unidos iremos ganhar as eleições de 2020 no âmbito do município e, certamente, pela qualidade dos quadros que essa Frente Ampla dispõe, será possível montar uma equipe técnica para administrar Mossoró capaz de mudar o rumo dessa tão rica cidade.

Que venha a unificação e a Frente Ampla.

Gutemberg Dias é empresário, professor e pré-candidato a prefeito de Mossoró pelo PCdoB.

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Categoria(s): Artigo
domingo - 10/11/2019 - 07:48h
Conversando com... Gutemberg Dias

Economia do RN pode ser retomada com indústria petrolífera

Por Sandra Monteiro (Agência .COM Comunicação)

Gutemberg Dias é dirigente da Associação Redepetro/RN. Está à frente de um dos mais importantes eventos da área econômica do RN, com amplitude além das fronteiras do estado. É o Mossoró Oil & Gas Expo, que acontecerá entre os dias 26, 27 e 28 no Expocenter.

Dias possui Mestrado em Recursos Naturais pela Universidade do Estado do RN (UERN), graduação em Geografia também por essa instituição e curso técnico em Geologia pela antiga Escola Técnica Federal do RN (ETFRN).

É atualmente é Diretor Executivo da empresa Projetos Geológicos Ltda (PROGEL), Conselheiro do Conselho Curador da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e professor assistente na Uern. Tem experiência na área técnica em Geociências, com ênfase em geologia e geografia, atuando principalmente nos seguintes temas: meio ambiente, prospecção geológica de rochas carbonáticas, geoprocessamento, geografia urbana e geografia da saúde. Na área administrativa tem experiência em gestão de negócios e planejamento estratégico.

Nessa entrevista, o bate-papo com ele está focado no Mossoró Oil & Gas Expo. Em sua ótica, “2020 será o marco para essa retomada da produção” petrolífera em terra.

Gutemberg Dias aponta números iniciais da retomada de investimentos no setor no RN (Foto: Marcelo Bento)

Por que 2020 é considerado por especialistas o ano da virada da produção de petróleo e gás em terra (onshore) no Brasil?

Gutemberg Dias – O Ministério de Minas e Energia lançou, dia 22 de agosto deste ano, em Brasília, o Reate 2020, que é o Programa de Revitalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE). No lastro do Reate 2020, a meta do governo é quase duplicar a produção onshore (em terra) no país, dos atuais 270 mil barris de óleo equivalente por dia para 500 mil barris até 2030. Essa meta pode ser atingida, e acredita-se que até em menos tempo. E 2020 será o marco para essa retomada, para a virada do onshore. Sem contar que existe uma convergência muito forte de todo o setor.

Mas, 2020 já se avizinha. Existem ações práticas nesse sentido?

Gutemberg Dias – Sim, e exemplifico o Rio Grande do Norte, outrora líder nacional da produção onshore, que está sendo protagonista para essa retomada. A mudança já começou, novas empresas estão entrando no Estado em duas frentes: uma é a partir das aquisições dos ativos da Petrobras em função do programa de desinvestimento dela, no Projeto Topázio. A outra, é a partir da aquisição de blocos exploratórios por empresas em leilão da Oferta Permanente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Poderia detalhar um pouco esses negócios?

Gutemberg Dias – Na venda dos ativos da Petrobras no Estado, o Polo Riacho da Forquilha, na Região Oeste, foi comprado pela Potiguar E&P, dia 31 de maio de 2019; o Polo Macau foi adquirido pela SPE 3R Petroleum, dia 9 de agosto deste ano, e os campos Ponta do Mel e Redonda foi comprado pela Central Resources do Brasil Produção de Petróleo Ltda., mais recentemente. Já no leilão da Oferta Permanente da  ANP, 19 blocos no Rio Grande do Norte foram arrematados pela Phoenix, Geopark, Imetame e Petro-Victory, último dia 10 de setembro. E outras áreas na bacia potiguar deverão ser arrematadas em novos leilões, que a ANP já está preparando. Ainda, destaco a venda do polo de Fazenda Belém, no estado do Ceará, que já está fase vinculante, ou seja, esperando apenas o aporte financeiro do comprador para fechamento do negócio por parte da Petrobras.

Na prática, o que essa movimentação pode produzir para o Rio Grande do Norte?

Gutemberg Dias – Com essas políticas de incentivo, nossa produção poderá dobrar nos próximos cinco anos, garantindo a retomada da economia do estado, a partir da indústria petrolífera. E isso é algo extremamente necessário, porque no passado chegamos a produzir mais de 100 mil barris/dia e hoje nossa produção é menos da metade, ou seja, 38 mil barris. É um cenário muito promissor para o Rio Grande do Norte e, sobretudo, para a cadeia de fornecimento, que vem sofrendo bastante nos últimos quatro anos. Um dado importante que merece muita atenção é o volume de recursos que serão aplicados nos próximos anos que superarão 1 bilhão de reais.

Dias: Reate reforça trabalho (Foto: Marcelo Bento)

Então, será em um momento bem oportuno que Mossoró receberá o maior evento do onshore do país…

Gutemberg Dias – Não tenho dúvida. Toda a cadeia onshore está mobilizada e, certamente, estará em Mossoró para esse evento que é genuinamente potiguar. O Mossoró Oil & Gas Expo, será realizado dias 26 e 27 deste mês, no Expocenter e é uma parceria da Redepetro RN e SEBRAE. Posso afirmar que é um evento estratégico para o onshore brasileiro. Nele, será apresentado o Plano de Ações do Reate 2020. Esse plano foi concluído na última reunião nacional do Reate, em Vitória (ES), da qual também participamos.

Qual a dimensão desse evento?

Gutemberg Dias – O Mossoró Oil & Gas – IV Fórum Onshore Potiguar mobilizará aproximadamente 150 reuniões de negócios, 80 estandes de empresas, mil visitantes, e ainda programação científica e conferências. Mais informações podem ser obtidas no site do evento (//mossorooilgas.com.br/). Para se ter ideia da relevância desse evento, todos os estandes já foram negociados e hoje já podemos dizer que é a maior feira de negócios de Mossoró e a maior feira de petróleo onshore do Brasil.

E em termos de emprego, o que essa virada do onshore representa para o Rio Grande do Norte e, especialmente, para a região de Mossoró, que tantas vagas no segmento perdeu nos últimos anos?

Gutemberg Dias – Quanto mais se produz óleo, mais se demanda mão de obra. Um recente levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPETRO) mostra que, para cada emprego gerado direto na indústria do petróleo, outros dois são induzidos na cadeia de fornecimento e mais oito postos são gerados pelo efeito renda. Isso em um cenário em que os salários na indústria petrolífera chegam a ser três vezes maiores que os demais segmentos industriais. Portanto, é inegável a importância do reaquecimento do setor para o emprego e a economia da região. Mossoró já começou a sentir esse reaquecimento, com a chegada da Potiguar E&P empresas fornecedoras da cadeia já iniciaram novas contratações para atender as demandas, um exemplo claro é minha empresa que ampliou recentemente cinco novos postos de trabalho.

É um momento como há alguns anos não se via no setor…

Gutemberg Dias – Todo esse contexto cria a ambiência favorável, que há tempos a cadeia produtiva de petróleo e gás ansiava. Para esse setor, é a garantia de geração de novos negócios e, consequentemente, retomada do processo de contratação de pessoal especializado e reaquecimento da economia de um modo geral, já que grande parte das compras dessas empresas será de forma localizada. E a Associação Redepetro RN vem participando ativamente desse processo, presente em reuniões, visitas técnicas, lançamentos, enfim, em todos os eventos relacionados, acompanhando de perto toda a movimentação. Por estar in loco, ouvindo autoridades, especialistas e empresários, posso garantir que todo o segmento considera 2020 o ano da virada do onshore brasileiro.

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segunda-feira - 04/11/2019 - 12:08h
Oposição

PSL justifica presença em Encontro Regional do Solidariedade

Daniel Sampaio do PSL esteve ao lado de Gutemberg, do PCdoB, no Encontro Regional: civilidade (Foto: Facebook)

Em postagem em suas redes sociais, o presidente do PSL mossoroense e pré-candidato a prefeito Daniel Sampaio justificou sua presença no Encontro Regional do Solidariedade (veja AQUI), em Mossoró, na última sexta-feira (1º).

“Esclareço que não há nenhuma possibilidade de aliança política com partidos de esquerda e de oposição ao nosso presidente”, simplificou ele.

“Recebi o convite do deputado Alysson Bezerra (Solidariedade) para prestigiar o evento, assim como ele prestigiou o nosso encontro Regional do PSL, no último dia 25. Algo semelhante aconteceu durante encontro do PL, onde fomos convidados pelo empresário Jorge do Rosário”, relatou.

Mudanças

“Entendemos que Mossoró exige mudanças. Essas mudanças se darão a partir de um entendimento entre parte desse grupo de oposição”, apontou.

Nota do Blog – No próprio estatuto do PSL está posto restrição à aliança com partidos de esquerda. Nem por isso, Daniel foi deselegante ao convite nem em sua oratória no evento.

“Mossoró não vai mudar porque alguém aqui quer ser prefeito, vai mudar porque a paciência do povo esgotou”, disparou ele em discurso no evento, em que estavam nomes como o ex-candidato a prefeito Gutemberg Dias (PCdoB) e a deputada estadual Isolda Dantas (PT).

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terça-feira - 29/10/2019 - 08:42h
Petróleo e Gás

Mossoró Oil&Gas Expo fechará ciclo de eventos do Reate 2020

O Ministério de Minas e Energia (MME) concluiu, nesta sexta-feira (25), em Vitória (ES), a última fase de construção do Plano de Ação do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE 2020).

Com a reunião desta sexta-feira em Vitória, o próximo passo será apresentação do Plano de Ações do Reate 2020, no Mossoró Oil&Gas Expo, dias 26 e 27 de novembro, em Mossoró. O evento será realizado pela Redepetro e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com apoio de organismos públicos e privados.

O Plano de Ação reúne os encaminhamentos dos encontros nacionais do Reate 2020 em Brasília (DF), Salvador (BA) e Vitória.

Redepetro/RN

O Mossoró Oil&Gas Expo, aliás, foi apresentado no Encontro do Reate 2020 no Espírito Santo pelo presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias.

Mobilizará aproximadamente 150 reuniões de negócios, 80 estandes de empresas, mil visitantes, com programação científica e conferências, no Expocenter Mossoró (Av. Jorge Coelho de Andrade, bairro Costa e Silva). Mais informações clique AQUI.

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domingo - 20/10/2019 - 21:28h
Eleições 2020

Começa a se formar “congestionamento” de pré-candidatos

Seguindo a rotina de toda pré-campanha em Mossoró, começa a se formar um “congestionamento” de pré-candidatos a prefeito. Com o afunilamento do processo, claro que haverá um enxugamento.

A época é mesmo de balões-de-ensaio e jogo de cena.

Daniel Sampaio (PSL), Gutemberg Dias (PCdoB) e Telma Gurgel (Psol) apresentam-se como pré-candidatos à municipalidade.

A atual prefeita Rosalba Ciarlini (PP) trabalha há tempos seu projeto de reeleição.

Jorge do Rosário (PL) poderá ser, mas não confirma sequer a pré-candidatura.

O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) tem defendido união em torno de um nome em ampla aliança de oposição (veja AQUI), mas nunca se colocou como pré-candidato.

A também deputada estadual Isolda Dantas (PT) é opção do governismo estadual, com postulação defendida por setores do partido, entretanto tem sido cautelosa em se definir como tal.

Nas eleições passadas (2016), Rosalba venceu o pleito (veja AQUI) e conquistou seu quarto mandato municipal. Disputou conta Tião Couto (PSDB, hoje no PL), Gutemberg Dias e Josué Moreira (PSDC, hoje no PSL), além do então prefeito Francisco José Júnior (PSD). Esse último começou campanha, mas desistiu semanas depois. (veja AQUI).

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domingo - 20/10/2019 - 20:10h
Sucessão municipal

PCdoB garante que candidatura a prefeito “está firme e forte”

Dias e Tokarski: PCdoB (Fotos: cedidas)

“A pré-candidatura a prefeito está firme e forte”.

Essa a posição que o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) reiterou em sua Conferência Municipal nessa sexta-feira (18), em Mossoró, segundo comenta o professor Gutemberg Dias, que faz essa declaração ao Blog Carlos Santos. Ele já concorrera em 2016, ficando em terceiro lugar.

“Não é uma decisão irremovível e irreversível, pois ela depende também do desfecho de discussões com outros partidos de oposição, que estão mantendo diálogo para fechamento de uma ampla frente política às eleições do próximo ano”, complementa.

Na quinta-feira (17), Gutemberg Dias esteve no Encontro Regional do PL e PL Mulher em Mossoró (veja AQUI AQUI).

Quem acompanhou a Conferência Municipal do PCdoB no Hotel Sabino Palace (Mossoró), foi o secretário nacional de Organização do PCdoB, Fábio Tokarski. O vice-governador Antenor Roberto também participou do evento.

Tokarski ainda esteve nas conferências em Apodi, Pau dos Ferros e Caicó no sábado (19).

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Categoria(s): Política
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sábado - 19/10/2019 - 23:42h
Sucessão municipal

Oposição “vira a chave” e coloca governismo em alerta

O Encontro Estadual do Partido Liberal (PL) em Mossoró na última quinta-feira (17) – veja AQUI – parece ter sido divisor de águas no processo sucessório municipal.

Vereadores da oposição, deputados estaduais Allyson Bezerra (Solidariedade) e Isolda Dantas (PT), ex-candidato a vice-prefeito Jorge do Rosário (PL), ex-candidato a prefeito Gutemberg Dias (PCdoB), ex-vice-prefeita Cláudia Regina (DEM) e o ex-candidato a federal Lawrence Amorim (Solidariedade) são alguns nomes na moldura que reforçaram evento (Foto: Net)

A oposição “virou a chave” para o modo “ligado”.

Qualquer dúvida, basta acompanhar a reação quase instantânea do governismo e sua militância na imprensa alinhada e aliada, redes sociais e páginas apócrifas a seu serviço.

Houve pulverização de memes, registros depreciativos, desqualificações pessoais, fake news, fomentos à cizânia e argumentações toscas que procuraram achatar o e seus principais participantes.

Acusaram o golpe.

Os oposicionistas não têm do que reclamar.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 11/10/2019 - 09:24h
Eleições 2020

Jorge do Rosário deixa claro que é e continuará oposição

Ex-candidato a vice-prefeito informa que oposição conversa e trabalha uma chapa sem personalismo

O empresário Jorge do Rosário (PL) gracejou com a versão lembrada pelo jornalista Vonúvio Praxedes, no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró-TCM-Telecom) dessa quinta-feira (10), que seu nome é citado como “vice” da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

– Essa conversa existe faz tempo, desde a campanha passada – disse sorrindo e relaxando ainda mais na cadeira.

Jorge dá o tom e o ritmo da oposição, sem pressa ou personalismo, mas com ideias e união (Foto: Assessoria)

Ex-candidato a vice-prefeito de Tião Couto (PSDB, hoje no PL também) em 2016, além de ex-candidato a deputado estadual ano passado, Jorge do Rosário dissipou qualquer dúvida quanto ao lado em que estará na campanha 2020. Será oposição.

Também não tergiversou quanto à prioridade: unir a oposição em torno de um projeto sustentável para a municipalidade e Mossoró, exorcizando o personalismo e a fulanização da disputa.

– Eu não tenho o que esconder (…). Pessoalmente não tenho nenhuma dificuldade de conversar com ninguém e não aceito que ninguém venha me impor que não converse com qualquer pessoa. Sou liberal – deixou claro.

“Eu não me coloco como pré-candidato”

Listou que tem dialogado com a deputada estadual Isolda Dantas (PT), da mesma forma que tem se reunido com o também deputado estadual Allyson Bezerra, Daniel Sampaio (PSL), Gutemberg Dias (PCdoB) e outros políticos e partidos.

– O PL vai participar do pleito. Eu não me coloco como pré-candidato, pois não tomei essa decisão e não serei candidato por escolha pessoal, de mim mesmo.

– Quem vai ser candidato, quem vai estar com quem, naturalmente com o tempo isso vai acontecendo, as convergências vão surgindo – avaliou.

Para ele, até as convenções partidárias (até julho de 2020) ou bem antes disso, os nomes e possível chapa de consenso vão surgir. “O candidato será aquele com maior capacidade de juntar e conduzir um projeto para Mossoró, sem vaidade pessoal à frente”, definiu.

O Cenário Político é apresentado por Vonúvio Praxedes e pela jornalista Carol Ribeiro.

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Categoria(s): Política
  • Repet
sábado - 28/09/2019 - 20:28h
RN

Setor de petróleo tem apoio para retomada do “onshore”

A Associação Redepetro RN, que congrega empresas do setor, obteve do Governo do Estado compromisso de apoio à luta pela retomada da produção de petróleo em terra (onshore) no RN, em reunião com a governadora Fátima Bezerra (PT). O encontro de trabalho ocorreu nessa sexta-feira (27).

Gutemberg Dias e Fátima Bezerra alinharam estratégias para fortalecimento do setor (Foto: Sandro Menezes)

A reunião ocorreu em meio ao anúncio da primeira alta nos últimos anos na geração de empregos no setor de petróleo e gás no RN, que acumulou déficit de 185 e 41 vagas em 2016/2017 e 2018, respectivamente, mas registrou saldo positivo de 104 postos de trabalho, entre janeiro e julho de 2019, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM).

O repasse de campos maduros à iniciativa privada é o indutor desse processo.

Ações

Entre as ações político-governamentais, a chefe do Executivo se comprometeu em mobilizar as bancadas estadual e federal em prol de alinhamento único, com vistas à atração de investimentos para o setor petrolífero potiguar.

Outras autoridades políticas, técnicos do Governo do Estado, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (SEBRAE/RN), Potigás, Universidade do Estado do RN (UERN) e empresários, entre outros, participaram da reunião.

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Categoria(s): Economia / Política
domingo - 22/09/2019 - 08:10h

A virada do onshore brasileiro e os reflexos no RN

Por Gutemberg Dias

O segmento de petróleo e gás onshore brasileiro, que há muito tempo vinha numa retração enorme, começa a dar sinais claros que entrará num ciclo de ascendência, com perspectivas de investimentos novos a curto prazo.

A ambiência de mudanças no cenário se estabeleceu, a partir do lançamento do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE), encabeçado pelo Ministério de Minas e Energia, especificamente, pela Secretaria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, que tinha como secretário o senhor Márcio Félix. Esse programa teve sua primeira fase iniciada em 2017, e agora, em 2019, foi reeditado com o nome REATE 2020, tendo como lema a “Virada do Onshore”.

A grande aposta é numa virada da produção terrestre com abertura para setor privado (Foto: divulgação)

O programa estabelece ações para garantir a retomada das atividades, por meio de políticas que fomentem cenário para atração de investimentos, com meta para atingir a produção de 500 mil barris/dia de óleo equivalente até 2030. Temas como a inovação e regulação, institucionalização da indústria, gás, multiplicação das companhias e promoção da livre concorrência estão na pauta do programa e seguem sendo discutidos por profissionais e entidades que atuam no setor.

Para o Rio Grande do Norte, o REATE 2020 tem uma importância excepcional, haja vista que no passado chegamos a produzir mais de 100 mil barris/dia e hoje nossa produção é menos da metade, ou seja, 38 mil barris. Com as políticas de incentivo, nossa produção poderá dobrar nos próximos cinco anos, garantindo a retomada da economia do estado, a partir da indústria petrolífera.

Como acreditar nesse novo cenário para o onshore potiguar? Bem fácil. De novembro de 2018 até hoje, temos sinais muito positivos. Primeiro, pela consolidação do projeto Topázio da Petrobras, que já garantiu a transferência dos polos Riacho da Forquilha, com produção de seis mil barris/dia, e o polo de Macau, com produção próxima aos três mil barris/dia, que serão operados, respectivamente, pela Potiguar E&P e a 3R Petroleum.

Ainda se soma a isso a perspectiva de vendas do polo Fazenda Belém e o sucesso do leilão da Oferta Permanente, que teve 19 blocos arrematados na Bacia Potiguar. Para o próximo leilão, espera-se uma demanda ainda maior de blocos na Bacia Potiguar pelos operadores.

Em termos de movimentação financeira, o polo Riacho da Forquilha foi comprado por US$ 384 milhões, com expectativa da Potiguar E&P investir outros US$ 150 milhões nos próximos cinco anos, com estimativa de dobrar a produção. Já a 3R Petroleum desembolsou algo próximo a US$ 191,1 milhões para a compra do polo Macau e deve fazer investimentos na ordem de US$ 80 milhões para, também, dobrar a sua produção.

Com o leilão da Oferta Permanente, outros US$ 4,8 milhões deverão ser injetados na economia do Estado para garantir o Programa Mínimo de Investimento das empresas nos blocos arrematados.

No geral, os investimentos anunciados pelos operadores independentes nesse novo cenário do onshore potiguar giram em torno de US$ 234,7 milhões ou R$ 957 milhões, com dólar cotado a R$ 4,08. Não estão contabilizados outros já consolidados ou anunciados pela Petrobras e demais operadores para os campos que estão em exploração.

Portanto, o cenário para o Rio Grande do Norte é promissor e, sobretudo, para a cadeia de fornecimento, que vem sofrendo bastante nos últimos quatro anos.

Para esse setor, é a garantia de geração de novos negócios e, consequentemente, retomada do processo de contratação de pessoal especializado e reaquecimento da economia de um modo geral, já que grande parte das compras dessas empresas será de forma localizada.

Está dada outra chance à economia do Estado e dos municípios produtores de óleo e gás no que concerne ao planejamento de futuro. Resta agora que o dever de casa seja bem feito para garantir que essa retomada das atividades projete novos horizontes econômicos para esses entes federativos. Que as empresas, em conjunto com os trabalhadores e a sociedade, sejam os grandes beneficiados de todo esse processo.

Gutemberg Dias é presidente da Redepetro RN e professor do Departamento de Geografia da UERN

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quarta-feira - 11/09/2019 - 21:18h
Economia

Empresas arrematam novos blocos de petróleo no estado do RN

A retomada da produção de petróleo no Rio Grande do Norte, pela iniciativa privada, avançou ainda nessa terça-feira (10), no 1º Leilão de Oferta Permanente de Petróleo e Gás. O Oeste Potiguar foi destaque no certame, realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Leilão foi considerado um sucesso, proporcionando novo avanço na retomada dos investimentos (Foto: ANP)

Mais da metade dos blocos arrematados (57%) ficam na região – 19 dos 33 blocos adquiridos por quatro empresas.

A compra das áreas se soma à aquisição de outros dois campos vendidos pela Petrobras na Bacia Potiguar, este ano: o Polo Riacho da Forquilha, também na Região Oeste, adquirido pela Potiguar E&P dia 31 de maio, e o Polo Macau, adquirido pela SPE 3R Petroleum, dia 9 de agosto.

Empresas

Três das quatro empresas que arremataram os blocos potiguares (Phoenix, Geopark e Imetame) já atuam no Rio Grande do Norte. A quarta (Petro-Victory), que comprou maior número de blocos, deverá se instalar na região de Mossoró nos próximos meses.

O leilão da ANP movimentou mais de R$ 22 milhões e estima investimentos em mais de R$ 320 milhões.

“Na prática, isso representará o reaquecimento do setor petrolífero potiguar, seguindo a retomada do petróleo onshore (em terra) não só no Rio Grande do Norte, mas em outros Estados por empresas privadas, em substituição à Petrobras”, comenta o presidente da Redepetro RN, que congrega empresas da cadeia de petróleo e gás.

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quinta-feira - 05/09/2019 - 05:04h
Eleições 2020

A força do não voto e o decisivo papel da catequese eleitoral

Políticos têm pré-campanha e campanha pela frente para convencimento de uma multidão decisiva

Banido da Presidência da República após comandar um longo regime de exceção denominado de Estado Novo”, Getúlio Vargas mantinha postura de equidistância das eleições presidenciais de 1945. Contudo acabou sendo cabo eleitoral decisivo de um candidato na reta final da campanha: seu ex-ministro da Guerra – general Eurico Gaspar Dutra (PSD).

No dia 27 de novembro de 1945, cinco dias antes do pleito, ele pronunciou-se e defendeu o voto útil em favor de Dutra: “A abstenção é um erro. Não se vence sem luta, nem se participa da vitória ficando neutro”, resumiu em pronunciamento que contribuiu à vitória contra o principal adversário, o brigadeiro Eduardo Gomes (UDN).Noutro momento e num espaço geopolítico completamente diferente, a lição de Vargas segue valendo. Pode ser capaz de decidir os rumos das eleições sucessórias municipais em Mossoró, no próximo ano.

O não voto (abstenção/branco/nulo) é um contingente capaz de promover a vitória de um e a derrota de outro candidato, em face do tamanho de sua representatividade. Caso seja convertido para o modo ativo (voto válido), é uma massa poderosíssima.

Numa observação mesmo superficial e até simplista dos números das últimas eleições municipais (2016), em que houve vitória de Rosalba Ciarlini (PP), logo se contata que o não voto (ou alienação eleitoral) foi indiretamente importante à conquista dela. Bom número de eleitores não se identificou com ninguém e o capital próprio que a candidata possuía foi suficiente para fazê-la ganhar.

Dos 167.120 mil votantes habilitados, 131.988 tiveram votos validados. O não voto somou 35.073, sendo 22.683 (13,59%) de abstenções, 2.974 (2,06%) de votos em branco e 9.416 (6,54%) de votos anulados.

Eleições 2016

– Rosalba Ciarlini (PP) – 67.476 (51,12%)
– Tião Couto (PSDB) – 51.990 (39,39%)
– Gutemberg Dias (PCdoB) – 11.152 (8,45%)
– Josué Moreira (PSDC) –  1.370 (1,04%)
– Francisco José Júnior (PSD) – 602 (Votos inválidos)
– Branco – 2.974 (2,06%)
– Nulo – 9.416 (6,54%)
– Abstenção – 22.683 (13,59%)
– Válidos – 131.988
– Eleitores Aptos – 167.120
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 15.486 (11,73%).

A maioria de Rosalba Ciarlini sobre seu principal adversário, Tião Couto (PSDB à época), foi de 15.486 votos (11,73%). Mas quando se somam os votos de todos os seus quatro adversários (um deles desistente, o então prefeito Francisco José Júnior-PSD), sua vantagem cai para apenas 2.362 votos (1,74%).

Tião Couto, Gutemberg Dias (PCdoB), Josué Moreira (PSDC) e Francisco José Júnior totalizaram 65.114 votos (49,38%), contra 67.476 (51,12%) de Rosalba.

Caminho pro vencedor

Da pré-campanha à campanha do próximo ano, as forças políticas envolvidas na disputa mossoroense não podem desconsiderar esses números e ignorar o poder decisivo do não voto. Identificar o porquê do alheamento e convencer parte dessa multidão a refletir sobre seu papel, deixando de ser um peso “neutro”, como identificou Getúlio Vargas, é uma missão arrojada que pode abrir caminho pro vencedor.

Há alguns meses, mesmo de forma tímida e desarticulada, algumas vozes oposicionistas passaram a defender a realização de uma campanha de esclarecimento para convencer milhares de eleitores que residem em Mossoró, mas que votam noutros municípios, a formalizarem domicílio eleitoral no município.

Eleitores aptos em Mossoró (10 Eleições Municipais)

2016 – 167.120

2014 – 164.940 (pleito suplementar)

2012 – 164.975

2008 – 153.027

2004 – 143.235

2000 – 127.894

1996 – 114.218

1992 – 99.623.

1988 – 80.397

1982 – 67.041

A esperança é de que possam provocar realização de um segundo turno, com alcance de 200 mil eleitores já no próximo ano. Trata-se de  um atalho complexo, baseado em desconhecimento mínimo dessa situação. Nas eleições estaduais do ano passado, o eleitorado em Mossoró foi de 174.189.

Poucas variações

Em relação ao pleito municipal de 2016, o aumento foi de 7.069 novos eleitores. Mas daí a saltar para 200 mil em tão  poucos meses, é puro delírio. Há uma estrada mais curta, apesar de acidentada, para se aproximar de um sucesso eleitoral.

Se há insatisfação, se existe indignação com o que se testemunha, não existe outra saída. O caminho não é sair da cidade ou se homiziar em casa. O remédio é ir às urnas. A classe política que se vire para ser convincente na catequese, até porque o não voto é um comportamento historicamente minoritário, com poucas variações de eleição para eleição, mas de suma importância na soma final.

Basta lembrar de Vargas.

Leia também: Conheça resultados e história de quase 50 anos de eleições municipais.

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sexta-feira - 23/08/2019 - 14:42h
Mossoró

Rosalba está à frente em pesquisa; mas reprovação é alta

O Blog do BG publica nesta sexta-feira (23) pesquisa do Instituto Seta, ambientado em Mossoró, em que identifica o pensamento popular local sobre aspectos políticos e administrativos.A sondagem quis saber dos mossoroenses a intenção de voto deles para prefeito de forma Estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos pré-candidatos, e, nesse cenário, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) é a primeira com 27,9%.

Em segundo aparece o deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) com 8,7%; em terceiro aparecem empatadas a deputada estadual Isolda Dantas (PT) e a ex-deputada Larissa Rosado (PSDB), ambas com 5,1%; e o empresário Jorge do Rosário (PR) vem depois com 3,8% das intenções de voto.

Os demais nomes não ficaram acima da margem de erro. O total de indecisos foi de 12,8% e o de brancos, nulos e abstenções ficou em 33,2%.

Espontânea

Na disputa pela Prefeitura, de forma Espontânea, ou seja, com os entrevistados falando o primeiro nome que lhes vêm à cabeça, sem acesso a nomes, a prefeita Rosalba Ciarlini lidera a corrida com 16,4% das intenções de voto.

A ex-deputada estadual Larissa Rosado aparece em segundo com 2,3% da preferência dos eleitores. Ela é seguida pela deputada estadual Isolda Dantas com 1,9% das intenções de voto. Os demais nomes citados não somaram 1%, cada.

O total de brancos, nulos e abstenções foi de 34,5%.

Reprovação de Rosalba

Na parte da pesquisa administrativa, 43,8% dos mossoroenses disseram que Desaprovam a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini e 31,5% disseram que aprovam a forma como ela vem conduzindo os trabalhos da Prefeitura de Mossoró.

Outros 24,7% não responderam ou não souberam responder.Para a pesquisa do Instituto Seta, em parceria com o Blog do BG, foram entrevistadas 350 pessoas entre os dias 17 e 18 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

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quinta-feira - 22/08/2019 - 21:32h
Reate 2020

Programa para revitalizar petróleo em terra é lançado

Lançado nesta quinta-feira (22) em Brasília (DF), pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Programa de Revitalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE) 2020 é recebido positivamente pela cadeia produtiva no Rio Grande do Norte. A meta do governo federal é quase duplicar a produção em terra (onshore).

Cerimônia de lançamento foi em Brasília e vai ter ponto alto em Mossoró (Foto: divulgação)

O plano é saltar dos atuais 270 mil barris de óleo por dia para 500 mil barris até 2030. O RN já foi líder nacional na produção de petróleo em terra.

Presente ao lançamento do Reate 2020, a Associação Redepetro RN compartilha do otimismo. “Essa meta pode ser atingida, e acredita-se que até em menos tempo. O Reate 2020 desponta como a virada do onshore no Brasil”, avalia o presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, que participou do lançamento com o vice-presidente da associação, Criste Jones.

Protagonismo

Mossoró sediará apresentação do Plano de Ações do Reate 2020, dias 26 e 27 de novembro, no Mossoró Oil & Gas Expo, conforme anunciou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, na cerimônia desta quinta-feira.

O município é um dos berços dessa revitalização, com a futura exploração de 34 campos maduros pela Potiguar E&P. Além disso, o Rio Grande do Norte está entre os 14 estados, onde a Agência Nacional do Petróleo (ANP) selecionou 726 áreas terrestres, 712 blocos exploratórios onshore, para colocar em oferta permanente.

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domingo - 18/08/2019 - 15:46h
Perda

Falece em Natal a dermatologista Márcia Célia

Márcia: cirurgia cardíaca (Foto: cedida)

A dermatologista Márcia Célia Freitas de Souza faleceu neste domingo (18) em Natal, após intercorrências oriundas de uma cirurgia cardíaca.

O velório será na Capela do Perpétuo do Socorro (Centro de Mossoró), com previsão para começar às 19 horas.

O sepultamento ocorrerá amanhã no Cemitério São Sebastião (Centro de Mossoró), às 11h.

Márcia era médica dermatologista formada pela Universidade Federal do RN (UFRN).

Foi casada com o empresário e professor Gutemberg Dias e deixa dois filhos: Maria Alice e Marcelo Henrique.

Nota do Blog – Conheci Márcia. Era filha do doutor Osias de Souza (já falecido), dermatologista com uma história de vida belíssima.

Que descanse em paz.

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sexta-feira - 09/08/2019 - 10:20h
Economia

Setor de petróleo e gás revela otimismo com campos maduros

Dias fez exposição sobre potencial do RN (Foto: cedida)

Lideranças nacionais do petróleo e gás conheceram nessa quinta-feira (8), o cenário apontado como “promissor”, do segmento na região de Mossoró, com iminente exploração de campos maduros da Petrobras pela iniciativa privada. Esse panorama otimista foi apresentado em café da manhã, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

O encontro, organizado pela Associação Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), lançou o Mossoró Oil & Gas Expo, que será realizado de 26 a 28 de novembro, no Expocenter Mossoró. Faz parte de uma série de reuniões e programa que aposta no soerguimento da produção de petróleo em terra (onshore) no Rio Grande do Norte e país.

O evento é uma parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE),  com a Associação Redepetro RN.

Participante ao lançamento, o presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, conta que a reunião na Firjan colocou o Mossoró Oil & Gas Expo no radar de expoentes da cadeia petrolífera do Rio de Janeiro, gigante nacional em matéria de petróleo e gás. “Foi um gol de placa. Acredito que muita gente do Estado irá a Mossoró participar do evento”, comenta.

Leia também: Mossoró sediará reunião nacional sobre petróleo e gás.

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domingo - 04/08/2019 - 10:42h
Economia

Produção de petróleo em terra cai 50%

Ao priorizar o pré-sal, Petrobrás reduz extração 'onshore' de 209 mil para 107 mil barris diários em 20 anos; áreas como do RN atraem empresas menores para a produção que não interessam mais à estatal

Por Cristian Favaro (O Estado de São Paulo)

A capacidade da Petrobrás na exploração no mar, somada à crise da petroleira, colocou em segundo plano a produção de petróleo em terra firme. Recentemente, a empresa oficializou seu objetivo de atuar em águas profundas e colocou à venda centenas de áreas de produção. O efeito, entretanto, já havia sido sentido: a produção de petróleo em terra do Brasil, o chamado onshore, caiu pela metade entre 2000 e 2019.

A exploração em terra é concentrada sobretudo no Nordeste, que abriga mais de 80% das reservas provadas do Brasil e 70% da produção. Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que a produção desse segmento caiu da média de 209,1 mil barris de petróleo por dia, no ano 2000, para 107,4 mil barris diários, em 2019 (média de 12 meses até maio).

Na direção oposta, alavancada pelo pré-sal, a produção total brasileira mais do que dobrou no mesmo período, de 1,2 milhão de barris para 2,6 milhões de barris por dia.

“O Rio Grande do Norte chegou a produzir 60 mil barris por dia”, diz Gutemberg Dias, presidente da Redepetro RN, entidade com sede em Mossoró que reúne empresas da cadeia produtiva do petróleo no Estado.

“Hoje, são 38 mil barris. Infelizmente, várias empresas fecharam as portas.”

Segundo a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), se a estatal tivesse o mesmo ritmo de crescimento dos concorrentes privados nas bacias de Recôncavo, Sergipe/Alagoas, Potiguar e Espírito Santo, ela teria produzido 311,8 milhões de barris em terra a mais, em quase duas décadas.

Carência

Para a entidade, ter colocado a exploração em terra firme em segundo plano tirou R$ 11,8 bilhões em investimentos na região, o que poderia ter gerado até R$ 1,2 bilhão em royalties a municípios do interior nordestino.

A estimativa indica que 386 mil postos de trabalho poderiam ter sido criados.

Segundo Anabal Santos Júnior, secretário executivo da Abpip, a posição praticamente monopolista da Petrobrás é a razão para a derrocada do petróleo em terra firme.

Para ele, o Brasil tem um grande potencial a ser explorado, já que o País concentra uma das maiores áreas em bacias sedimentares do mundo.

A escolha da Petrobrás pelo mar, porém, pode ser explicada em números. Em média, um poço em terra produz 15 barris por dia no Brasil.

No pré-sal, o volume diário alcança 40 mil. Ou seja: um único poço em águas profundas produz mais que toda a extração onshore da Bahia ou do Rio Grande do Norte.

Competição

A menor produtividade, porém, não inviabiliza a produção em solo firme – e a atividade se mostra particularmente atraente a empresas menores. Enquanto o petróleo é encontrado a poucas centenas de metros em terra, no mar os poços podem superar seis quilômetros de profundidade.

Mais barata, a extração onshore é um negócio que atrai pequenas e médias empresas. Seu potencial de gerar receita cresce com a escala. Enquanto o Brasil tem cerca de 23 mil poços perfurados em terra, nos Estados Unidos o número está na casa dos 2 milhões. Diante de medidas de incentivo ao setor, há poços viáveis e lucrativos com produção de apenas um barril por dia nos EUA, algo difícil no Brasil por causa da legislação, segundo especialistas.

A demanda para que campos terrestres da Petrobrás sejam oferecidos a operadores privados é uma briga antiga da Abpip.

Em 2016, a estatal divulgou a inclusão de bacias terrestres maduras dentro do seu programa de vendas. Três anos e diversas prorrogações depois, a meta ganhou velocidade apenas após setembro, quando a ANP selecionou 254 campos para que a Petrobrás decidisse se voltaria a investir ou se devolveria para serem vendidos à iniciativa privada. A Petrobrás decidiu ficar com 71 e vender 183.

Procurada, a Petrobrás apenas confirmou o processo de venda de 183 concessões e disse que “essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”.

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quarta-feira - 31/07/2019 - 23:34h
Pré-candidaturas

Projeto político-eleitoral para 2020 começa a ser traçado

O PCdoB reuniu à noite desta quarta-feira (31) os pré-candidatos a prefeito e vereador para dar início ao processo de montagem do projeto político-eleitoral para as eleições de 2020 em Mossoró.

Reunião aconteceu à noite de hoje e é considerada um "marco zero" para 2020 (Foto: cedida)

A reunião foi comandada pelo Grupo de Trabalho Eleitor (GTE), coordenado pelo professor Neto Vale. “Teve o objetivo de apresentar as linhas gerais projeto político do PCdoB em Mossoró e, também, estabelecer um cronograma de atividades para construção de um programa de governo que tenha foco numa “cidade humana e inteligente”, informou o coordenador.

Para o pré-candidato a prefeito, professor e empresário Gutemberg Dias, a reunião é o “marco zero” na construção do projeto político do PCdoB para as eleições municipais de 2020.

Uma nova reunião com os pré-candidatos está agendada para meados de agosto.

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sábado - 27/07/2019 - 16:10h
Majoritária

Pré-campanha reforça uso de tática do quanto maior, melhor

Busca-se uma maior pulverização de candidatos a vereador e reforço no tempo de rádio e televisão

A pré-campanha municipal de Mossoró tem silenciosa mas intensa movimentação, mesmo com o pleito estando tão distante: será apenas em outubro de 2020. Uma das preocupações prioritárias de partidos e grupos políticos é formação de nominatas a vereador.

Das menores às maiores legendas, é obsessiva a atração de nomes que possam somar corrida a vereador.

Francisco José Júnior teve 14 partidos ao seu lado; Rosalba contou com a metade e venceu (Fotomontagem)

Contudo também estão em jogo o controle de vários partidos (direta e indiretamente) e atração de siglas à montagem de coligação majoritária . É uma lógica política que a cada eleição se revela mais questionável quanto ao resultado final, mas segue tendo peso.

Leva-se em conta o tempo em rádio e televisão para utilização em programas eleitorais, bem como a quantidade de candidatos ao legislativo pregando votos do candidato (a) a prefeito. Porém nada funciona de forma tão simples assim.

Um exemplo dessa fragilidade, é que a Coligação Liderados pelo Povo formada em 2016, com 14 legendas, subdividida em três alianças a vereador, não conseguiu sustentar a candidatura à reeleição do então prefeito Francisco José Júnior (PSD à época). Em relação a tempo dos programas em rádio e televisão, até ficou inferiorizado (veja AQUI), com 2min 08seg, o terceiro entre os cinco candidatos à municipalidade.

Coligações

Quatorze legendas formaram alianças internas na Coligação Liderados pelo Povo e assim mesmo ele desistiu do pleito.

Fizeram fila com ele o PSD, PEN, PMB, PMN, PPL, PPS, PRB, PROS, PRTB, PSC, PTC, SDD, PTN e PV. Seu tempo em rádio e TV foi de

A segunda candidatura com maior acervo de partidos e candidatos foi da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), com a Coligação Força do Povo, que acabou eleita. Estiveram com ela o total de sete partidos: PP, PSB, PDT, PMDB, PTB, PTdoB e PHS.

Atrás de ambos apareceu o candidato a prefeito Tião Couto (PSDB), na “Coligação Unidos Por uma Mossoró Melhor”, com cinco partidos. Com ele estiveram PSDB, PR, DEM, PSL e PRP.

A candidatura de Gutemberg Dias (PCdoB) na “Frente Mossoró Tem Jeito” tinha a sua sigla e o PT.

Josué Moreira (na ocasião no PSDC) foi candidato a prefeito na “Coligação Mossoró é do Povo”, com a companhia do Psol.

Já o PSTU terá apenas chapa proporcional, com três candidatos a vereador e sem apoiar ou apresentar qualquer nome a prefeito.

Veja AQUI a relação dos 33 partidos atualmente registrados na Justiça Eleitoral.

Leia também: Disputa a vereador será desafio bem mais difícil em 2020.

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sexta-feira - 14/06/2019 - 12:39h
Por enquanto

Três pré-candidatos a prefeito

Por enquanto, Mossoró já soma três pré-candidatos a prefeitos.

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP), nome à reeleição;

A deputada estadual Isolda Dantas (PT);

O ex-candidato a prefeito Gutemberg Dias (PCdoB).

Por enquanto.

Tudo normal, normalíssimo.

Até porque, as eleições serão apenas em outubro do próximo ano.

Só lembrando.

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