segunda-feira - 15/07/2013 - 12:21h
Política

Dois casamentos de destaque

Por Mônica Bergamo (Folha de São Paulo)

BRINDE
E o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), vai se casar em setembro. Há dois anos, ele ficou noivo da blogueira potiguar Laurita Arruda Câmara.

*

Na festa de aniversário dela, colocou uma aliança Cartier dentro de uma taça de champanhe para fazer surpresa na hora do brinde.

BRINDE 2

Outro parlamentar do Rio Grande do Norte que está com casamento marcado é Felipe Maia (DEM-RN), filho do senador José Agripino Maia, presidente do DEM. Ele mandou fechar o resort Txai, na Bahia, para a festa. Seus convidados ficarão nos 40 bangalôs e suítes do lugar, onde já se hospedaram, por exemplo, o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy e sua mulher, Carla Bruni.

BRINDE 3

Cada noite num bangalô do Txai sai por R$ 2.120, mais 15% de taxa de serviço. No apartamento mais simples, a diária é de R$ 1.140.

 

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domingo - 14/07/2013 - 12:33h

Dias de Vidraça

Por Laurita Arruda (Blog Território Livre)

Dez dias se passaram do episódio que quase trouxe abaixo este Território Livre. Questionamentos não faltaram; “por que não falar nas caronas do avião da FAB, que levou o presidente da Câmara ao Rio de Janeiro?”

Resposta simples: não haveria como tratar o assunto com  a isenção e distanciamento praxe deste blog. De estilingue à vidraça, a escolha pelo silêncio.

Este espaço – ainda que livre e democrático –  não poderia se transformar em palco de ataques, defesas, teses e pontos de vista de um tema tratado por quem de direito na esfera adequada: o deputado Henrique Eduardo Alves.

Podendo agora voltar a falar como  jornalista,  cabe  a mim compartilhar experiência e aprendizado de ser mira. Um novo olhar como profissional, leitora e mais importante: ser humano.

Às críticas bem fundamentadas, coerentes e respeitosas dos colegas mais contundentes,  minha admiração. À solidariedade verdadeira e acolhedora de outros tantos, nem se fala, minha eterna gratidão. Aos que sempre esperaram – e torceram – por uma razão para jogar a primeira pedra, a compreensão ao exagero inconsistente, sem disfarce.

E aos que se esconderam atrás de perfis falsos na grande rede? A esses meu eterno desprezo e piedade por não conseguirem assumir suas próprias opiniões e sentimentos.

Fakes não me calaram no passado, agora muito menos. Para eles,  vou aguardar as consequências inexoráveis dos crimes praticados. Mesmo os já identificados, com motivações tão mesquinhas. Ah,  as reveladoras frustrações…

Nos dias de vidraça silenciosa, fiz faxina com lupa sobre os dias mais polêmicos no passado deste TL . De resultado, a certeza que o respeito à verdade e à intimidade de cada um jamais foi violado. Agora, a consciência maior que as falhas são inerentes ao gênero humano. Com imagem pública, inclusive.

A palmatória do mundo finalmente guardada no porão. Aliás, de onde nunca deveria ter saído,  pelo simples fato de não ser boa conselheira.  Seja bem-vinda, experiência curtida na dor!

Nos dias de vidraça mais embaçada, escutei de Antônio (10) a solução perfeita à jornalista que não conseguia escrever:

–  ”Mãe, você queria mesmo era uma máquina do tempo, né?”

Sem dúvida. Para fazer diferente e voltar à rotina e ao conforto do estilingue em punho.

Escutei ainda que a saída para minha dor de vidraça seria assumir essa condição imposta pelo destino como escolha excludente à paixão profissional: –  “São incompatíveis..!”

Não discordei, nem tampouco me convenci. Como deixar a vocação maior, a motivação de vida por convenções impostas sabe-se lá com quais e reais interesses?

Resolvi continuar. Decisão que passa por essa Conversa de Domingo.  Hoje quase uma catarse. A verdade.  Sempre!

Sim, esteTerritório Livreé escrito por uma jornalista que ama, acerta e erra, que tem família, filhos, pai, mãe e irmãos.

Laços reais,  claros e transparentes. Os nós, aqui e acolá,  de quem vive a vida simplesmente, porém com a tranquilidade de quem não tem  amarras de quaisquer outra natureza.

Esse sempre nosso maior compromisso e por isso mesmo a credibilidade conquistada  dia a dia, post post durante cinco anos com responsabilidade e a interatividade própria do meio.

* Quanto a  Antônio, hoje posso responder a ele com tranquilidade, que  máquinas do tempo não existem. Que a vida nos traz surpresas e dissabores para aprendermos e valorizarmos o aconchego da família, dos amigos verdadeiros e da realidade de quem sempre pautou suas atitudes em princípios inabaláveis. Isso não há quem apague. Nem as grandes e reais turbulências.

Última certeza que, com humildade, tenho. E afirmo. Hoje, melhor do que ontem…

Laurita Arruda é jornalista

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quarta-feira - 03/07/2013 - 20:07h
Copa das Confederações

Henrique diz que errou ao “dar carona” em avião oficial

Por Márcio Falcão (Folha de São Paulo)

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse hoje que errou ao permitir que sete parentes pegassem carona em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para assistir ao jogo da seleção no Maracanã, no fim de semana.

Eduardo Alves disse que determinou que sua assessoria avalie o mais rápido possível o valor das passagens do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro para reembolsar à União da Câmara decide pagar por carona de parentes em avião da FAB.

A Folha de S.Paulo revelou que pegaram carona com o deputado sete pessoas: sua noiva, Laurita Arruda, dois filhos e um irmão dela, o publicitário Arturo Arruda, com a mulher Larissa, além de um filho do presidente da Câmara. Um amigo de Arturo entrou no voo de volta.

“Meu erro, e aqui eu reconheço, foi ter permitido que pessoas me acompanhassem pegando carona nesse voo para o Rio de Janeiro. Por esse erro, estou aqui reconhecendo e já mandei ressarcir o valor de cada passagem correspondente”, disse ao chegar na Câmara.

Alves negou que estivesse em uma agenda de turismo no Rio. Segundo o deputado, ele foi recebido pelo prefeito da cidade, Eduardo Paes, na residência oficial, na Gávea Pequena, para discutir o cenário político do país. A reunião, no entanto, não foi divulgada na agenda oficial dos dois políticos.

“Houve uma agenda previamente divulgada com o prefeito Eduardo Paes, que me recebeu para um almoço na Gávea Pequena, onde conversamos sábado pela manha”, disse. Alves não respondeu a pergunta da Folha se a medida não provoca mais desgastes à Casa diante das manifestações que sacudiram o país nas últimas semanas.

Veja matéria completa AQUI.

 

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quarta-feira - 03/07/2013 - 10:25h
Copa das Confederações

Henrique passeia com família e amigos em avião oficial

Por Leandro Colon (Folha de São Paulo)

Alves: avião da "Força Aérea Familiar"

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), usou um avião da Força Aérea Brasileira para levar a noiva, parentes dela, enteados e um filho ao jogo da seleção no Maracanã no domingo.

Um jato C-99 da FAB foi buscar a turma em Natal, terra do deputado. Decolou às 19h30 de sexta-feira rumo ao Rio de Janeiro e retornou no domingo, às 23h, após o jogo.

Ao pedir o avião, Alves informou que 14 passageiros poderiam viajar. Pegaram carona com o deputado sete pessoas: sua noiva, Laurita Arruda, dois filhos e um irmão dela, o publicitário Arturo Arruda, com a mulher Larissa, além de um filho do presidente da Câmara. Um amigo de Arturo entrou no voo de volta.

Todos aproveitaram para passear no Rio no sábado e, no dia seguinte, foram à final da Copa das Confederações, vencida pelo Brasil.

O deputado e seus convidados usaram cadeiras destinadas a torcedores, e não às autoridades. Eles postaram fotos em redes sociais de dentro do estádio. No Twitter, Alves comemorou: “BRASIL, seleção nota 10! E a torcida tb, nota 10! O campeão voltou!!”

Sua noiva também: “O campeão voltou… Rouquidão de hoje compensada”. Se tivessem que pagar pela viagem de Natal ao Rio, ida e volta, cada passageiro gastaria pelo menos R$ 1,5 mil.

Ele disse, por meio da assessoria, que “solicitou” o avião porque tinha encontro com o prefeito Eduardo Paes (PMDB), no sábado.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – O deputado pisou na bola, sem trocadilho. Existe explicação, mas nenhuma justificativa para o acinte.

A postura mais adequada agora, é pedir desculpas e ressarcir o erário pelo gasto.

Lamentável, lamentável.

 

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quinta-feira - 27/06/2013 - 19:02h
Boa notícia

Oiticica ganha prioridade no Ministério da Integração

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), recebeu do ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional, portaria publicada no Diário Oficial da União incluindo a barragem de Oiticica, em Jucurutu, entre os empreendimentos do Rio Grande do Norte com prioridade para receberem recursos para obras e serviços de engenharia destinados à prevenção e ao enfrentamento de desastres naturais.

A portaria também é assinada pela ministra Miriam Belchior, do Planejamento, Orçamento e Gestão. A portaria que adicionou a barragem de Oiticica entre as obras emergenciais está em consonância com outra portaria dos ministérios da Integração, Orçamento, Cidades e Saúde.

A portaria anterior, de número 130, de abril deste ano, inicialmente, instruiu a inclusão de 15 projetos do Rio Grande do Norte, a maioria deles na área de abastecimento de água.

Além da barragem de Oiticica, os projetos já contemplados na portaria anterior são os seguintes: no Ministério das Cidades foram autorizados dois sistemas de abastecimento de água para Assu e Caicó.

Saúde

Entre os municípios beneficiados com ampliação dos atuais sistemas de abastecimento de água estão Porto do Mangue e comunidade do Rosado, Caraúbas, São João do Sabugi, Encanto, Jardim de Piranhas, Portalegre  e Pendências, todos com projetos no Ministério da Saúde.

Já o Ministério da Integração Nacional aprovou o projeto da barragem de Umarizeiro e da subadutora de Governador Dix-sept Rosado, partindo do sistema adutor Apodi-Mossoró.

As comunidades que estão às margens da barragem de Santa Cruz , em Apodi, também tiveram seus sistemas de abastecimentos selecionados pelo ministério da Integração. A adutora de Umari, em Campo Grande, e uma adutora integrada ligando Pendências, Macau, Guamaré e Baixa do Meio, fazem parte da seleção de projetos já publicados pelo ministério da Integração.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enviou portaria ao deputado Henrique Eduardo Alves autorizando o repasse de R$ 750 mil para os serviços de média e alta complexidade do Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal.

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quarta-feira - 26/06/2013 - 18:34h
Henrique Alves afirma

Deputado deve perder mandato e ser preso

Por Felipe Patury (Revista Época On Line)

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não tem dúvidas: o deputado Natan Donadon (PMDB-RO) deve perder o mandato e ser preso. O parlamentar foi condenado em 2010 a 13 anos, 4 meses e 10 dias em regime fechado pelos crimes de peculato e formação de quadrilha.

Ele aguardava o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do último recurso contra a sua condenação.

A mesa da Câmara ainda não recebeu oficialmente a decisão do Supremo, mas Alves se antecipou e solicitou à Comissão de Constituição e Justiça para nomear um relator que tratará da perda de mandado do deputado.

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terça-feira - 25/06/2013 - 09:40h
Entrevista ao Blog

Henrique Alves sabe de dificuldade para reforma

No dia 4 de agosto do ano passado, o editor deste Blog recebeu ligação do deputado federal Henrique Alves (PMDB). Estava em Mossoró, à ocasião, para participar da campanha à prefeitura da candidata Cláudia Regina (DEM).

Henrique e o editor deste Blog: constituinte para mais à frente

Desse contato saiu um encontro que gerou entrevista especial para o Blog Carlos Santos, publicada no dia 5 de agosto (um domingo), o dia seguinte.

Nesse bate-papo, o Blog indagou sobre vários assuntos, como a necessária e sempre adiada reforma política. A ideia de uma Constituinte (reunião de congressistas para alteração ou feitura de nova Constituição) As impressões do parlamentar precisam ser exumadas para hoje, em face da crise política que afeta o poder no país, deflagrada por movimento popular nas ruas do Brasil.

“Só se fará uma reforma que seja aplicada duas eleições à frente”, estimou Henrique.

Veja abaixo, o que era dissertado por Henrique, hoje presidente da Câmara Federal:

Quando finalmente sairá a reforma política cantada em prosa e verso há tempos? Henrique reconhece que esse é um parto difícil, porque os próprios congressistas têm interesses distintos. O olhar pro próprio umbigo termina embaciando a necessidade sempre urgente de mudança.

“Só se fará uma reforma que seja aplicada duas eleições à frente”, calcula. Porém, de antemão, podem ser providenciadas duas modificações que em seu entendimento ajudariam muito: a coincidência de datas das eleições, pois eleições a cada dois anos comprometem a própria governabilidade; o fim das coligações à chapa proporcional. “Temos 30 partidos e essa quantidade não ajuda no processo democrático”, compreende.

O financiamento público de campanha poderá ser adotado algum dia. Mas Henrique Alves acha que não existe atmosfera favorável para adoção desse instrumento legal, para irrigação estatal de todas as disputas eleitorais.

Lembrado pelo Blog que o então presidente Lula da Silva (PT) chegou a levantar a tese de constituição de um parlamento especial, pela via eleitoral, para especificamente realizar uma reforma política, o deputado contesta parcialmente a ideia.

Ele acredita que possa existir outra saída. Seria a instituição de uma comissão parlamentar, sem uso de qualquer instrumento infraconstitucional, com a finalidade específica de formatar projeto de reforma.

“Esses deputados e senadores seriam escolhidos pelos partidos e fariam apenas esse trabalho”, argumenta.

Veja AQUI entrevista completa que foi publicada por esta página, ano passado.

Nota do Blog – O brado das urnas é contra o sistema partidário, contra o poder constituído, mas não na intenção de derrubar governo. O que parece existir, é desejo de filtragem e enxugamento.

Mesmo com a legitimidade do voto direto (à exceção dos senadores biônicos, que chegaram ao plenário sem serem votados) , os congressistas não são vistos com bons olhos pela maioria da população.

O próprio Henrique admitiu à época a dificuldade de uma reforma para ter validade imediata. “Só se fará uma reforma que seja aplicada duas eleições à frente”, estimou nessa entrevista.

Será que pensa da mesma forma hoje? Pouco provável. Povo, impaciente, não parece querer jogar para frente o que pode ser feito logo.

 

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domingo - 16/06/2013 - 12:03h
Faz-de-conta

Conselho Político cumpre missão de não ser nada

Uma das maiores fraudes políticas do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) é o seu “Conselho Político”. Não existe, nunca existiu, nem vai existir.

Foi criado teoricamente para servir de colegiado de apoio às decisões do governo, mas na prática nunca funcionou ou sequer conseguiu se reunir com todos os seus membros. Um grupo de característica centralizadora e que não tem hábito de ouvir “súditos”, não ia mudar seu jeito de ser em fase outonal de existência.

Carlos (centro) com João e Henrique: conselho de mentirinha

O conselho foi formado em Brasília no início do ano passado (25 de abril), com participação da própria governadora, presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Motta (PP), bem como lideranças como os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR), além dos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB).

Atuando nos intramuros do poder à época como o “governador de fato”, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) ganhou legitimidade política para circular e falar em nome da governadora, ao integrar o grupo.  Em mais de um ano de “funcionamento”, o Conselho Político virou um grosseiro faz-de-conta.

Veja no boxe abaixo o que este Blog veiculou em postagem no dia 27 de abril de 2012, diagnosticando qual seria o papel do Conselho Político. Não erramos uma linha:

O Conselho Político, em si, não existe como parte da engrenagem orgânica do poder. Não está no organograma do Estado.

É um ‘nome de fantasia’ à construção de uma imagem pública que pretende melhorar o perfil do governo, lhe dando um caráter mais democrático, descentralizador e arejado. Assim, passa a supostamente legitimar a própria  presença e intervenção de Carlos Augusto Rosado, lhe ofertando corpo naquilo que antes era apenas um espectro, já tratado pela sociedade e setores da mídia como um estorvo.

Como se vê, os próprios aliados do governo terminaram sendo usados para esse propósito cosmético.

“É pouco provável que o Conselho Político tenha efeito prático como a propaganda oficial propaga”, acrescentamos na mesma matéria analítica.

Enfim, é tudo de mentirinha.

Veja AQUI.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 16/06/2013 - 11:21h
Conversando com... Henrique Alves

Aliança PMDB-Rosalba só terá definição em 2014

Por Aldemar Freire e Anna Ruth Dantas (Tribuna do Norte)

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), é muito cauteloso ao responder sobre o pleito de 2014. Ele defende que o momento é da união da classe política do Rio Grande do Norte e afirma que, no final deste ano, devem ser abertas as discussões sobre o cenário eleitoral. Embora com ponderação, o deputado admite que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) pode ser candidata natural à reeleição.

No entanto, observa que a definição do candidato a governador do grupo virá a partir de critérios objetivos, com pesquisa qualitativa, análise sobre avaliação do Governo junto à população e perspectiva de vitória.

Henrique diz que Governo Rosalba tem gerado muita insatisfação (Edu Barboza)

Para Henrique Eduardo, julho será o momento de uma nova reunião do Conselho Político do Governo do Estado. “Acho que a modificação que ocorreu em recursos hídricos, na saúde e na agricultura, já foi um passo a favor”, observa.

O presidente estadual do PMDB afirma que não pretende disputar o Governo em 2014, porque o projeto é concorrer à reeleição e, assim, continuar na Câmara dos Deputados. Sobre o recente encontro com a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, Henrique Eduardo afirma que os canais foram desobstruídos.

Já sobre uma possível sinalização de aproximação com o prefeito Carlos Eduardo, ele afirma que a intenção é ajudar à cidade de Natal. Acompanhe a entrevista com o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Henrique Eduardo Alves.

Como o senhor avalia o cenário para o pleito de 2014?

Acho que é muito cedo. Qualquer visão que se insista em ter agora não é a que vai acontecer, não é a verdadeira. Como falta muito tempo, a realidade vai se impor de forma diferente. É inútil discutir agora cenários que poderão não ser verdadeiros. É uma questão apenas de enxergar diferente.

Mas há quem esteja conversando sobre 2014…

Eu acho que esse é um ano muito importante para o Rio Grande do Norte. É o momento de juntar as energias, buscar vitórias para o nosso Estado. Se você tratar essa questão eleitoral e radicalizar, começa a ter olhares atravessados dos interessados. E quero que nessa hora todos olhem para o presente e o futuro do Rio Grande do Norte.

O senhor acha que caminha para uma aliança com o PT? Os petistas colocam como pré-condição não ter o DEM no palanque. Será possível uma aproximação dada essa condição?

O PMDB não defende e nem participará de nenhuma solução radicalizada. A história mostra que esse radicalismo não leva aos melhores resultados. Nenhuma solução radical imposta terá a melhor compreensão do PMDB. E digo mais: a questão hoje colocada é que o PMDB é parceiro, sim, da governadora Rosalba. Não adianta querer tapar o sol com a peneira. O PMDB faz parte da base de apoio da governadora. Eu tenho muita autoridade para falar sobre isso porque não a apoiei para governadora na eleição de 2010.

Na ocasião havia posicionamentos diferentes no PMDB…

Eu apoiei Iberê Ferreira, mas, como perdi a eleição e Garibaldi Filho, nesta linha, ganhou, ou ele vinha para cá ou eu ia para lá. Como eu sei ganhar e sei perder, e perdi, para reunificar o PMDB, somei no apoio à governadora. Quem construiu a realidade de hoje foi a liderança vitoriosa do senador Garibaldi junto à candidata Rosalba. Eu me adaptei a essa realidade. O PMDB faz, sim, parte da base da governadora Rosalba, ao lado do PR, do PP e de outros partidos. Esse é o quadro de hoje. Se será o de 2014, até lá saberemos.

O PMDB havia marcado reunião para maio onde discutiria a relação com o Governo Rosalba Ciarlini. Por que desmarcou? Receio de divisão no partido?

Eu marquei essa reunião lá atrás, mas havia possibilidade de uma coincidência de estar aqui a presidenta Dilma. Para não ter que desmarcar na véspera, eu adiei. Mas aproveitei também, porque senti que o clima estava sendo contaminado e aqui ou acolá poderia conduzir a uma radicalização do processo para lançamento de candidatura de governador. Não era a reunião que eu queria ter para programar encontros regionais, discutir o Rio Grande do Norte, ter esse papel de construção do qual o PMDB quer ser protagonista.

Isso não obstruiu o debate no partido?

Não. Há instrumentos que possibilitam ao PMDB essa posição. Hoje o partido tem o ministro de Estado, o presidente da Câmara. Então eu tenho obrigação de pensar assim. Quando eu vi que a coisa poderia ser meramente eleitoral e radicalizada nesse sentido, aproveitei e não realizei mais. Não quero uma reunião do PMDB para discutir quem vai ser governador, lançar candidatura, radicalizar o processo. Não é hora para isso. Estamos vivendo um momento único no Rio Grande do Norte. Eu não sei quando vai se repetir. Se começarmos agora a nos dividindo, ir para lá ou ir para cá, termina a sinergia se perdendo. Essa é a hora do Rio Grande do Norte atrair investimentos para imensos desafios que precisamos superar.

Mas alguns parâmetros já são possíveis vislumbrar para 2014? Por exemplo, o PMDB terá candidato próprio ao Governo?

Hoje não teria motivo para uma definição. Fazemos parte da base de um Governo, que vai discutir na época, entre seus participantes, que rumo tomar. Então, não poderia afirmar, hoje, se haverá candidatura própria do  PMDB. Veja, se nós estamos integrando um sistema político com vários partidos, essa decisão deverá ser conjunta. Na época, vamos ver o quadro e, com muito realismo, identificar, as tendências, sentir o que o povo quer. Na época certa, portanto, poderemos aferir.

Mas adiar essa definição não seria prejudicial ao partido?

Não gostaria que fosse uma posição isolada. Lógico que todos pensam em candidatura própria para presidente da República, para o Governo do Estado. Essa é uma vontade de qualquer partido. Mas na hora em que você integra um sistema político com outros partidos, não pode ter esse egoísmo como ponto principal. Você tem que participar dessa articulação conjunta até porque uma andorinha só não faz verão.

Ninguém pense que sozinho vai ganhar uma eleição por mais forte que possa estar. Temos que buscar parceiros, construir aliança. Se fazemos parte de um grupo, com alianças políticas, acho que no final do ano ou início de 2014, vamos nos sentar, examinar o quadro, com uma grande pesquisa qualitativa que nos oriente, e saber qual a vontade do povo do Rio Grande do Norte. 

Pelo fato da governadora Rosalba Ciarlini ter o direito de ser candidata à reeleição, isso quer dizer que no grupo político, do qual o PMDB faz parte, ela é a preferencial para concorrer?

Na hora em que ela tem o direito de ser candidata, como Garibaldi Filho teve, e outros tiveram, acho que é a preferência natural. O que precisa saber é se o direito da governadora será exercido ou não por ela. Nessa avaliação terá que se fazer também com dados objetivos, reais.

O que se deve levar em consideração para definir se a governadora concorrerá à reeleição?

Como estará sua posição administrativa, como estará avaliado o seu governo e a expectativa de vitória eleitoral. Mas a primeira avaliação será para saber se a solução natural da reeleição estará viável política e eleitoralmente. Esse será o primeiro dado a ser colhido com o qual poderemos concordar ou não. Mas na hora certa, na hora própria e de forma muito leal.

O senhor se sente motivado a ter o nome cogitado nessas discussões que vão ter para uma chapa majoritária?

Não. Minha motivação é continuar na Câmara Federal. Acho que tenho papel importante a desempenhar no quadro nacional. Uma saída minha, neste momento da conjuntura nacional, deixaria um vácuo importante. O Rio Grande do Norte precisa manter (essa posição) até para ajudar o governador. Meu projeto, sim, é uma reeleição para deputado federal.

Na próxima legislatura, o senhor poderia ser reconduzido a presidente da Câmara?

Aí é o sonho dos sonhos. O sonho já realizei. O ‘sonho dos sonhos’ que pode acontecer ou não, dependerá do resultado da eleição, do tamanho da bancada, do entendimento com o PT e com outros partidos…

Mas esse sonho, como definido pelo senhor, faz parte do seu projeto?

Estou muito envolvido, e concentrado, no atual mandato. Está começando ainda, não quero atropelar as coisas. Não tenho o direito de atropelar. Na hora em que você adquire uma experiência, como adquiri, tem que saber que todo dia é a sua agonia ou todo dia sua alegria. É construir passo a passo o caminho.

Mas descarta a possibilidade de uma candidatura ao governo?

Para uma candidatura a governador eu não ofereço o meu nome, porque estou em um projeto nacional que é muito importante para o Rio Grande do Norte.

O nome do ministro da Previdência Garibaldi Filho para o Governo é uma possibilidade no PMDB?

Sim, poderia ser, porque acho que em qualquer pesquisa que se realize, o nome de Garibaldi vai pontuar em primeiro lugar tranquilamente. Mas é um direito dele também (concorrer ou não). Garibaldi está em um bom momento, é ministro da Previdência. Com a reeleição da Dilma, ele, certamente, continuará ministro nesta ou em outra pasta. É um espaço que o Rio Grande do Norte também não pode jogar fora.

Embora o senhor fale em alinhamento do PMDB com o Governo Rosalba, o próprio ministro, em declarações à imprensa, não mostra descontentamento com a administração estadual?

Eu reconheço que o Governo Rosalba não tem atendido as expectativas do PMDB como um todo. Tanto é assim que provocou aquela reunião de Brasília. Mas aconteceram mudanças. Acho que a modificação que ocorreu em recursos hídricos, na saúde e na agricultura, já foi um passo a favor. Se poderemos ter outro nessa direção, isso a gente poderá avaliar. Agora, a insatisfação é evidente. O Governo passa por dificuldades. Mas eu acho que o PMDB  tem o dever e, eu aprendi isso com o meu pai (Aluízio Alves), de ajudar. Não pode dizer: “Na hora em que está tudo bem, serei governo. Na hora em que as coisas não estão bem, largarei o barco”. Não é assim. Tem que ajudar a melhorar, a corrigir. Foi isso que aprendi com meu pai.

A deputada Fátima Bezerra confirmou que tem o nome dela posto para o Senado. O PMDB admite discutir isso?

Não sei, porque na formação de aliança não pode se discutir só o Senado. Essa será uma eleição que envolve governador, senador, bancadas federal e estadual. A aliança precisa se construída coletivamente e ver também o que é melhor para eleger deputados estaduais, como é melhor para eleger uma forte bancada federal. Vamos discutir esse assunto, na época própria, coletivamente.

Há quem fale em um desconforto do PR no Governo Rosalba Ciarlini. O senhor conversou sobre o assunto com o deputado João Maia?

Não. Eu estou cuidando do PMDB, o que já é muito. O deputado João Maia tem muita competência, experiência, é um líder forte partidariamente. Sabe conduzir. Mas eu não tenho a menor dúvida, está na hora de outro conselho político daquele se reunir para avaliar o que foi feito de lá para cá, se as mudanças aconteceram. Eu ainda acho o Governo muito preso nas suas decisões. Ainda acho que não está interagindo como deveria.

O que está travando esse Governo? O que acontece que a governadora não consegue reverter os índices de desaprovação?

Primeiro, as medidas econômicas e de investimento que vão gerar um melhor futuro para o Rio Grande do Norte são a longo prazo. Agora mesmo temos um exemplo importante. A presidenta Dilma esteve aqui e destinou, em várias vertentes, quase R$ 2 bilhões para investimentos no Rio Grande do Norte. Essas coisas precisam acontecer para mostrar ao cidadão que o Estado está se desenvolvendo, crescendo e isso pode melhorar a análise do desempenho dos Governos Federal e Estadual.

Vamos ver se isso acontece e se vai ser suficiente para recuperar também a posição do governadora Rosalba Ciarlini ou se é preciso um pouco mais. De qualquer modo, o Governo precisa ainda conversar mais, interagir. Mas há também limitações financeiras, que têm levado o Governo a dizer muito “não” àqueles que precisam. Vamos ver se essa é uma questão financeira ou de ordem gerencial, de competência. Essa análise precisa ser feita logo para saber se as circunstâncias melhoram do ponto de vista político e administrativo.

O vice-governador Robinson Faria, em declaração recente, disse que os partidos que estão na oposição não devem mais esperar o PMDB. Como o senhor viu essa afirmação?

O PMDB nunca pediu a ninguém para esperar.  Pelo contrário, estamos dizendo que, a meu ver, não é hora do PMDB discutir política eleitoral. Quem achar que nesta hora vai conversar eleição 2014 com o PMDB , ajustando chapa, candidaturas, vai cometer um erro. Essa não é a hora para isso.

Por quê?

Eu fico imaginando o cidadão norte-rio-grandense, preocupado com a segurança, com a saúde pública… Não passa pela cabeça dele quem será o governador eleito em outubro de 2014. Quem discute isso agora são mais os atores políticos, em nível estadual, municipal. O cidadão não está preocupado em saber quem vai tentar melhorar a sua vida a partir de janeiro de 2015. Quer saber as medidas que serão adotadas neste momento. O PMDB não vai, no que depender da minha condução, mas não mando no partido, precipitar um processo eleitoral. Apenas os que já são candidatos pensam nisso 24 horas por dia. Não é o caso, a meu ver, de ninguém do PMDB.

Quem lança candidatura agora ao Governo e Senado está cometendo um erro estratégico?

Pode ser que pense: “Quem é coxo, parte cedo”. Talvez alguém acha que precisa começar a viabilizar o nome, porque não tem uma estrutura partidária maior para dar suporte na hora da decisão. Respeito muito. Mas o PMDB não está nesse cenário e, se depender de mim, não estará até o final do ano.

Houve desobstrução no diálogo do PMDB com o PSB?

Acho que houve e  eu vi com muito bons olhos o gesto da ex-governadora Wilma em vir aqui à minha casa por iniciativa dela. Eu agradeci e ela foi muito correta. Não discutimos candidatura de 2014. Foi apenas o recomeço de uma relação. Eu tinha uma relação com a ex-governadora muito boa. Foi um gesto político interessante dela que eu registrei.

O senhor também tem dado sinais de reaproximação com o prefeito de Natal, Carlos Eduardo?

O prefeito Carlos Eduardo foi eleito e todos nós sabemos que Natal hoje está deteriorada, carente de serviços públicos, de cidadania. O prefeito terá em mim, 24 horas por dia, toda a disposição e apoio para ajudar. Já as questões políticas, o tempo dirá.

Se o senhor não oferece o seu nome para ser candidato a governador, se o ministro Garibaldi Filho também já disse que não oferece, o PMDB tem como apresentar candidatura própria?

É impressionante como vocês querem falar sobre esse assunto. Não é hora de discutir isso. Veja, os leitores podem observar, quero registrar, como perguntam sobre esse assunto. Mas não é o momento. Precisamos pensar no Rio Grande do Norte. Temos imensos desafios. O novo porto, o transporte leve sobre trilho, a necessidade de modernizar nosso Estado. Não vou discutir política eleitoral agora.

Há uma expectativa do Rio Grande do Norte com senhor na presidência da Câmara dos Deputados. Teme frustrar essa expectativa?

Não. Não vou frustrar, até porque eu penso nisso 24 horas por dia. O meu sonho — pessoal, emocional e político — já realizei. Um deputado de um Estado pequeno, que tem a menor bancada, de oito deputados, foi representante da bancada do PMDB e consegue pelo seu partido se eleger presidente da Câmara, que tem 513 parlamentares. Essa realização pessoal, da minha vida pública, da minha coerência, eu já realizei na hora que sentei ali. Agora, a partir dali, eu quero realizar outro: ser um grande presidente da Câmara para o Brasil e para o Rio Grande do Norte. Vou lutar por isso no que eu puder.

O senhor confirma o edital de licitação da Reta Tabajara para o dia 20?

Vão sair os dois dia 20 (o edital de licitação da Reta Tabajara e do projeto da duplicação da BR 304). A gente espera começar em dezembro a obra da BR 304. Isso porque vai ser pelo RDCI que é mais rápido. Pelo RDCI (Regime Diferenciado Integrado de Construção), a empresa faz o projeto e vai construir a obra. O ganhador do projeto, nesse edital, que eu espero até dezembro estar realizado, fica com a construção também.

Esse (a duplicação da BR-304) é o projeto mais importante para esse período no qual o senhor estará na presidência da Câmara?

Não. A gente quer conquistar para o Estado, que é urgente, o novo porto. Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco, estrangularam um pouco o nosso porto, que perde competitividade e espaços. Temos que construir o novo porto. E podemos também tentar ampliar a refinaria Clara Camarão, em Guamaré. Ela era para ser maior. Esse é um dos objetivos que a gente poderia traçar. Tem vários projetos que o Estado precisa viabilizar e, para isso, deve ter unidade.

Como viabilizar a conquista desses projetos?

Não é só Henrique na Câmara porque uma andorinha só não faz verão. Eu sou forte se eu conseguir unir a bancada, com a Assembleia, com o Governo, aí sim nos apresentaremos unidos e fortes perante o Governo Federal. Há uma questão que também me preocupa muito e precisa de ações urgentes. É a saúde pública.

Precisamos de ações que fortaleçam os hospitais regionais e assim diminua o inchaço que há em Natal, com pacientes vindos do interior. A segurança pública também é outro aspecto muito importante. Hoje o que temos é a insegurança pública. É necessário o envolvimento de todos para o reforço dos segmentos que envolvem a segurança com o apoio do Governo Federal.

Veja AQUI a entrevista na própria página on line da Tribuna do Norte.

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quarta-feira - 12/06/2013 - 20:47h
Pedro Fernandes

Reitor eleito apresenta pleitos a Henrique Alves

O reitor eleito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pedro Fernandes, foi recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), nesta quarta-feira (12), em Brasília.

“O deputado foi sempre muito atuante nas questões da educação. Por isso viemos nos apresentar e pedir o apoio dele para a nossa instituição”, disse o reitor.

Ele vai tomar posse no dia 27 de setembro.

Pleitos

O presidente não só reconheceu a importância da Uern para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, como assegurou o apoio dele, como parlamentar e presidente da Câmara, para os projetos da universidade. Um deles, já em tramitação no ministério das Comunicações, é a FM Universitária de Mossoró.

O reitor também conversou com o deputado sobre a proposta da Frente Parlamentar da Educação, em tramitação no Congresso Nacional, que inclui no Plano Nacional de Educação (PNE) orçamento para custeio e manutenção das universidades públicas estaduais e municipais.

Segundo o reitor, se a proposta for aprovada no PNE, cada universidade pública vai receber R$  2 mil por ano por cada aluno matriculado regularmente.

A Uern,  com 11 mil alunos, receberia R$ 22 milhões por ano para custeio e manutenção. Esse aporte corresponde a cerca de 10% do orçamento de 2013 da universidade no valor de R$ 215 milhões.

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terça-feira - 11/06/2013 - 09:44h
Com Henrique Alves

Rosalba e Carlos Augusto fazem “visita de cortesia”

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) disse ter aproveitado a visita de cortesia que fez, ontem, ao presidente da República em exercício, Henrique Eduardo Alves (PMDB), para repassar os pleitos do RN junto ao governo da União. Assinalou que “Henrique tem sido um parceiro de todas as horas, sempre ligado a tudo que diz respeito ao Rio Grande do Norte”.

Carlos, Rosalba e Henrique: só pensam... naquilo! (Foto J. Batista)

– Fiz uma visita apenas de cortesia. Até porque, pela responsabilidade do cargo que ele está assumindo nesta segunda-feira, este não era o momento de trazer novas reivindicações. Passamos em revista as últimas decisões anunciadas pela presidenta Dilma quando de sua mais recente visita a Natal – destacou a governadora.

E enumerou: 1) A complementação da duplicação da BR-101 entre Natal e Parnamirim; 2) A implantação do complexo viário do Gancho, em Igapó, ligando a BR-101 ao Aeroporto de São Gonçalo; 3) A barragem de Oiticica; 4) A duplicação da Reta Tabajara e ampliação da BR-304 até a divisa com o Ceará; 5) A reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal; 6) A implantação do Museu da Aviação, na Rampa, em Natal.

A governadora veio ao gabinete presidencial, no Palácio do Planalto, acompanhada pelo chefe da Casa Civil do RN, Carlos Augusto Rosado (DEM). Ao sair do gabinete, a governadora afirmou considerar uma honra para o Estado ver novamente um potiguar chegar à Presidência da República, mesmo na condição de interinidade.

No caso de Henrique, assinalou que, como um deputado federal que cumpre o seu 11º mandato popular, constitui, sem dúvida, o coroamento de uma vida pública integralmente dedicada ao Rio Grande do Norte e ao Brasil. O primeiro norte rio-grandense a assumir a Presidência da República foi Café Filho, em 1954.

Nota do Blog – Rosalba e Carlos só pensam… naquilo.

O apoio de Henrique e do PMDB, à reeleição da  governadora, é imprescindível, fundamental e desesperadoramente necessário.

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domingo - 09/06/2013 - 08:36h
Crônica política

Henrique Alves, presidente da República

Por Geraldo Melo

Fui buscar no velho baú essa imagem. Tancredo Neves, Henrique Eduardo e eu, em nossa casa.

Ambos olhávamos para Tancredo como o nosso Presidente, o instrumento que os brasileiros estavam usando para reinaugurar a nossa democracia. Não podia imaginar que, diante de mim, estava alguém mais, que um dia se sentaria — mesmo que brevemente — na cadeira de Presidente da República.

Tancredo Neves ao centro, ladeado por Geraldo Melo e Henrique Alves no início dos anos 80 (Arquivo Geraldo Melo)

Não encontrei as palavras adequadas para descrever a emoção que nos causou — a Edinólia e a mim — este momento da vida de Henrique. Não pude deixar de rever daqui, da minha distância e do meu recolhimento, os caminhos que percorremos juntos, as mãos que juntos apertamos, os abraços que juntos recebemos, as casas humildes que visitamos, as estradas, as avenidas e os becos, o grande itinerário de vidas que tiveram grandes momentos lado a lado, que sonharam juntos com o Brasil, com o Rio Grande do Norte, com a liberdade que por alguns anos perdemos, com a prosperidade para o nosso povo, com o desafio da miséria e da injustiça a ser enfrentado.

Fico pensando em Aluizio, em Ivone. Se, como diria Camões, “lá no assento etéreo onde subiram, memória desta vida se consente”, imagino o que estarão sentindo.

Sei que “ninguém é profeta em sua terra”, mas, quem sabe, agora comecem a fazer justiça a Henrique.

Geraldo Melo é ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Norte.

* Texto e foto originalmente publicados em endereço próprio do autor no Facebook.

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sábado - 08/06/2013 - 10:41h
Presidência da República

Henrique tem posse antecipada por Dilma

– A presidente Dilma Rousseff (PT)antecipa viagem e embarca às 14 hrs para Portugal. Assumiremos, na Base Aérea, protocolarmente a Presidência da Republica.

Essa mensagem acima foi postada há poucos minutos pelo presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), que assumirá interinamente a Presidência da República.

Ele fez o comunicado através do seu endereço próprio na rede de microblogs Twitter.

Acompanhe o Twitter do Blog Carlos Santos clicando AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública
sábado - 08/06/2013 - 09:23h
No Planalto

Rosalba marca audiência com o “presidente” Henrique

Do Blog Panorama Político

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) terá audiência, na próxima segunda-feira, com o presidente em exercício da República, Henrique Eduardo Alves. Ontem, a chefe do Executivo embarcou na aeronave oficial que levou o parlamentar potiguar a Brasília.

Na segunda-feira, a governadora apresentará ao presidente em exercício o pleito de agilidade para aprovação do empréstimo de 540 milhões de dólares do Governo do Rio Grande do Norte ao Banco Mundial.

O processo ainda aguarda tramitar no Senado Federal.

 

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sábado - 08/06/2013 - 09:10h
Brasília

Henrique Alves assume Presidência da República hoje

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), presidente da Câmara dos Deputados, assume hoje (8) interinamente a Presidência da República. Sua ascensão decorre de viagem da presidente Dilma Rousseff para Portugal.

Dilma viaja à noite, mas antes passa o cargo para o presidente da Câmara.

Henrique cancelou viagem oficial à Rússia para assumir a Presidência da República.

O vice-presidente Michel Termer (PMDB) , que naturalmente assumirá o cargo, está em viagem ao exterior. Henrique é o segundo na linha de sucessão da presidente Dilma.

Esta é a primeira interinidade de Henrique Eduardo Alves.

Antes dele, quem esteve na Presidência da República, como representante político do Rio Grande do Norte, foi Café Filho. Eleito vice-presidente da República em 1050, passou à titularidade com o suicídio de Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954.

Café filho era natural de Natal.

 

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segunda-feira - 03/06/2013 - 20:39h
Política

Henrique diz que o RN é e será grato à Dilma Rousseff

No discurso em que saudou a presidente Dilma Rousseff (PT), em visita hoje ao Rio Grande do Norte (veja postagem mais abaixo), o presidente da Câmara Federal – Henrique Alves (PMDB) – conclamou os presentes a, de pé, aplaudirem a governante.

Henrique afirmou em seguida:

– A senhora vai ter, agora e no futuro, o nosso apoio e a nossa solidariedade, porque a senhora está governando bem, de forma republicana, como atesta a parceria estabelecida com a governadora do RN, Rosalba Ciarlini (DEM), que é do DEM”.

E assinalou que além de tudo o que foi anunciado nesta segunda-feira, o RN ainda será contemplado com investimentos da ordem de R$ 30 milhões para reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal.

Rosalba Ciarlini fez sua parte. Não se afastou da presidente.

Ela sabe que seu governo simplesmente não existiria se houvesse um simples boicote politiqueiro do Governo Dilma.

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segunda-feira - 03/06/2013 - 20:09h
Presença

Dilma garante mais de R$ 1,7 bilhão para o RN

A presidenta Dilma Roussef (PT) anunciou, hoje, em Natal, que estabeleceu parcerias com o governo do RN e vários municípios assegurando investimentos superiores R$ 1,7 bilhão em obras estruturantes destinadas a aumentar a competitividade da economia do Estado.

Ela agradeceu ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), pela parceria e determinação na busca, sempre, em qualquer oportunidade, em qualquer situação, de reivindicações para o Rio Grande do Norte.

Henrique, Dilma e Rosalba em dia especial, de boas notícias (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Na solenidade realizada na Escola de Governo Cardeal Eugênio de Araújo Sales, no Centro Administrativo, a presidenta falou após ser ovacionada de pé por todo auditório, durante um minuto, atendendo convocação do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. Para Henrique, esta seria a forma “diferente” da população potiguar e suas lideranças dizerem “muito obrigado” à Presidenta pelas boas notícias que ela transmitiu:

Benefícios

1) O edital de licitação para a duplicação da BR-304 até a divisão com o Ceará, incluindo os 26,7 quilômetros da Reta Tabajara será publicado no dia 20 deste mês. Só essa duplicação custará mais de 1 bilhão de reais;

2) Complementação da Duplicação da BR-101, entre Natal e Parnamirim, incluindo a implantação de marginais, serviços de drenagem e dois viadutos;

3) Autorização de realização das obras do Gancho de Igapó, compreendendo a implantação do sistema de viadutos e túneis ligando a BR-101 ao Aeroporto Internacional de São Gonçalo;

4) Autorização de execução das obras de duplicação da pista de ligação à Praia de Pipa, no município de Tibau do Sul.

Oiticica

PAC – Pouco antes desses anúncios, a presidenta Dilma assinara, com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o ministro dos Transportes, César Borges, a Ordem de Serviço para o início das obras da Barragem de Oiticica, estimadas em 320 milhões de reais, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.

O deputado chamou a atenção para outras duas importantes providências efetivadas diante da Presidente da República: A assinatura de convênio entre o Governadora do RN, Rosalba Ciarlini, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), integrando as três esferas de governo ao programa “Brasil mais seguro”; e a assinatura de convênio entre a governadora Rosalba e o ministro do Turismo, Gastão Vieira, para a implantação do Museu da Aviação e do Memorial do Aviador, na rampa em Natal.

Seca

Durante sua presença em Natal, a presidenta fez questão de anunciar que o Governo Federal está elaborando um “plano safra” específico para a região do semi-árido Nordestino, ao mesmo tempo em que assegurou aos pequenos e médios produtores rurais que também estão para ser divulgadas “boas notícias” em relação aos seus débitos junto aos bancos oficiais.

Foi exatamente com um ato voltado para socorrer os 149 municípios do Rio Grande do Norte que se encontram em situação de emergência em virtude do atual período de seca que a presidenta Dilma iniciou sua programação desta segunda-feira em Natal. Ela fez questão de entregar a cada um dos prefeitos desses municípios,  as chaves de 101 retroescavadeiras e 70 motoniveladoras.

Acompanharam a presidenta Dilma em sua viagem ao Rio Grande do Norte os ministros do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas; dos Transportes, César Borges; da Justiça, José Eduardo Cardoso; do turismo, Gastão Vieira; da Previdência Social, Garibaldi Filho (PMDB); e Helena Chagas, da Comunicação Social.

Houve presença ainda de integrantes da bancada federal do RN: o senador Paulo Davim (PV) e os deputados federais Fátima Bezerra (PT), Fábio Faria (PSD), Sandra Rosado (PSB), João Maia (PR) e Betinho Rosado (DEM).

 

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segunda-feira - 03/06/2013 - 19:35h
No Planalto

Henrique Alves assumirá Presidência da República

Do Radar de Lauro Jardim (Com mais informações do Blog Território Livre)

Henrique Alves assumirá a Presidência do Brasil neste fim de semana – e somente no fim de semana. Dilma e Michel Temer, naturalmente, estarão viajando.

Aliás, Alves também tinha viagem marcada para fora do Brasil. Nem pestanejou e desmarcou.

TL  CONTA MAIS: A viagem de Dilma a Europa e a de Temer a Israel deverá ser até o 11 de junho, terça-feira. Henrique Alves cancelou a missão Legislativa que levaria ao Parlamento russo na próxima semana.

Do contrário, seria a segunda vez que delegaria à Presidência da República ao Senador Renan Calheiros.

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segunda-feira - 03/06/2013 - 07:40h
Anúncio de benefícios

Presidente Dilma chega às 10h30 ao RN

A presidenta Dilma Rousseff (PT) deve desembarcar no Aeroporto Internacional Augusto Severo (Parnamirim) às 10h50 de hoje (segunda-feira, 3), seguindo direto para o Centro Administrativo – bairro de Lagoa Nova em Natal.

Acompanhada da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e outras autoridades, ela irá entregar equipamentos pesados para 149 prefeitos do Rio Grande do Norte.

Em seguida, a presidenta da República seguirá para o auditório da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio Salles, local em que fará discurso.

Além da cerimônia de entrega, também há a previsão dos seguintes atos: lançamento do edital de licitação das obras complementares da duplicação da BR-101/RN referentes às obras remanescentes que incluem vias marginais, drenagem e dois viadutos; assinatura do acordo de cooperação do programa Brasil Mais Seguro entre o Ministério da Justiça e o Governo do Estado; assinatura da ordem de serviço das obras de construção do Museu da Rampa e do Memorial do Aviador e; anúncio de liberação de recursos para reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal.

Oiticica

Agora há pouco no programa “Bom Dia RN” da InterTV Cabugi, o presidente da Câmara Federal – Henrique Alves (PMDB) – anunciou também que a presidente anunciará retomada da construção da Barragem de Oiticica (Jucurutu/São Fernando e Caicó). Será assinada ordem de serviço.

Está parada desde o início dos anos 90. São quase 20 anos de história.

Oiticica poderá armazenar até 560 milhões de metros cúbicos de água.

Será o terceiro maior reservatório do estado – atrás apenas de Santa Cruz (Apodi) e Armando Ribeiro Gonçalves (Vale do Açu).

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quarta-feira - 29/05/2013 - 16:51h
Em Brasília

Henrique questiona BNB sobre dificuldades de produtores

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), recebeu a visita do presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Ary Joel Lazarin, que lhe fez uma exposição das ações do banco diante do agravamento da seca no Nordeste. Lazarin comprometeu-se em ir ao Rio Grande do Norte no dia 21 de junho.

O objetivo de sua estada em solo potiguar é o de ter um encontro com produtores rurais e clientes do BNB que se queixam das execuções judiciais aplicadas em plena seca.

“Vivemos um drama social gravíssimo. Nossa economia rural está desequilibrada e precisamos do apoio do banco para amenizar essa clima de tensão e desespero”,  ponderou o deputado.

A aprovação da Medida Provisória que permite novos empréstimos para quem renegociou as dívidas rurais do período da seca, criou a linha de crédito especial “FNE/Estiagem”, com o objetivo de manter a atividade agrícola e produtiva no meio rural. Segundo o presidente do Banco do Nordeste, no Rio Grande do Norte já foram aplicados R$ 202 milhões.

O presidente da Câmara questionou o presidente do banco sobre um detalhe: “Dos 27 mil empréstimos, somente dois mil foram contraídos pelos pequenos e médios produtores. Os demais foram do Pronaf”, argumentou Henrique Eduardo Aves. O presidente do BNB justificou que para os beneficiados  pelo Pronaf não há risco para o banco.

Produtores quebrados

“Dos demais produtores são exigidas garantias que não são asseguradas pelo Tesouro Nacional”, explicou Ary Joel Lazarin.

As  dívidas de 2012 e as parcelas que ainda vão se vencer em 2013 e 2014, para quem já renegociou com o BNB, serão pagas em 10 anos, com até três de carência e juros de 1% ao ano. Os pronafianos só começam a pagar as parcelas em 2016 e os demais produtores em 2015. Já as dívidas anteriores a 2006, até R$ 35 mil, terão 85% de desconto, ou seja, quem deve R$ 10 mil ao banco, por exemplo, pagará R$ 1,5 mil.

Mais uma vez Henrique Alves argumentou que os produtores fora do Pronaf normalmente devem além do teto de R$ 35 mil. “A classe média rural do meu Estado e os pequenos produtores estão quebrados”, alertou o deputado. Joel Lazarin disse ainda que não haverá perdão total de dívidas antigas e que todas as condições especiais de pagamento e renegociação serão detalhadas durante o encontro em Natal no próximo mês.

O presidente do BNB adiantou que, até o dia 24 deste mês, 18.446 contratos já haviam sido renegociados no Rio Grande do Norte, totalizando R$ 169 milhões. Os produtores devem procurar os sindicatos rurais, onde não houver agência do BNB, para aderirem à renegociação das dívidas e terem acesso às novas condições de crédito rural para a região da seca. “Ninguém ficará impedido de pegar novos créditos”, concluiu.

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quarta-feira - 29/05/2013 - 08:23h
Eleições 2014

“Boiada” do PMDB aguarda passagem de Dilma

Depois da passagem da presidente Dilma Roussef (PT) pelo Rio Grande do Norte, na próxima segunda-feira (3), o PMDB ficará insustentável.

O PMDB do Rio Grande do Norte, de suas bases à representação na Assembleia Legislativa, está indócil com o Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

Existem duas vontades que se interligam: rompimento do apoio ao DEM e candidatura própria à sucessão de Rosalba.

Há algumas semanas, o líder peemedebista Henrique Alves conseguiu conter esse movimento, justificando que à época a presidente Dilma estaria no Estado.

Agora, pós-passagem de Dilma, Henrique vai precisar de mais argumentos para segurar a “boiada”.

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sábado - 18/05/2013 - 09:18h
Em Natal

Vaias para Henrique Alves sob testemunho de Temer

O presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), recebeu uma chuva de vaias nessa sexta-feira (17) em Natal. Tudo sob o testemunho do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Henrique compôs mesa de evento de direito na capital do Estado. Na mesa, ao seu lado, o primo e prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

O palco desse tititi foi o Congresso Internacional de Direito Constitucional (visto como bastante desorganizado) no Centro de Convenções.

Michel Temer foi um dos palestrantes.

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