segunda-feira - 11/02/2013 - 08:39h
Henrique e Garibaldi

Depois de separados, primos devem tomar rumo comum

Principal defensor de apoio do PMDB à candidatura da então senadora Rosalba Ciarlini (DEM) ao governo estadual em 2010, o hoje ministro e senador licenciado Garibaldi Filho (PMDB) cumpre agora papel inverso nessa ‘advocacia’ política.

No momento, para Garibaldi, o partido demora em não tomar uma posição de afastamento do epicentro do poder no Rio Grande do Norte. Ele quer e empenha-se pelo rompimento.

Na campanha de 2010, o deputado federal Henrique Alves (PMDB), primo de Garibaldi e presidente do partido, trabalhou para que o PMDB ficasse – até por coerência – com o governismo, o que pessoalmente fez: apoiou a candidatura à reeleição do governador Iberê Ferreira (PSB).

A situação é teoricamente confusa.

Henrique – “puxado” por Garibaldi – levou o PMDB inteiro para o Governo Rosalba. Disse, a propósito, que nunca mais ficaria separado do primo. As decisões, a partir da aglutinação política, passariam a ser conjuntas entre ambos.

Com nítida queda livre na imagem e na gestão de Rosalba, poucos são os que pretendem continuar no governismo. Garibaldi é um. Henrique transborda em queixas.

Falta o quê?

Um dia para se anunciar a ruptura ou um agrado para se justificar o “dia do fico?”

 

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sexta-feira - 08/02/2013 - 07:31h
Henrique Alves

Discurso ajustado para a presidência

Tudo beleza. Uma das primeiras visitas do novo presidente da Câmara Federal – deputado federal Henrique Alves (PMDB) -, logo após eleito para esse cargo, foi ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa.

Ele afirmou que, depois de o STF encerrar o processo do mensalão, a análise do caso pela Câmara será rápida.

Negou divergências entre os poderes.

Durante sua campanha e pré-campanha para ser presidente, Henrique tinha um discurso mais contundente e em cima da autonomia dos poderes. Ajustou-o agora.

Compreensível.

Ele trabalhava para ter votos à presidência e não era interessante se mostrar frágil perante seus pares.

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terça-feira - 05/02/2013 - 16:01h
Câmara Federal

Henrique apura origem de livreto contra ele

Blog Coluna Esplanada (Leandro Mazzini)

Aberta a cortina do espetáculo parlamentar do novo Ano Legislativo, o primeiro ato:

Mal assumiu e o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), pediu à Polícia Legislativa e recebe hoje os vídeos que podem revelar quem encomendou o livreto apócrifo contra ele. A priori, suspeita-se de um colega do Centro-Oeste.

Os seguranças da Câmara notaram: no Domingo, às 22h30, um Gol vermelho parou na Chapelaria – a principal porta do Congresso – e dele foram descarregadas dezenas de pacotes. Pela manhã, os livretos com relatórios sobre denúncias contra Alves apareceram em todos os gabinetes dos Anexos 3 e 4.

Foi um trabalho de madrugada a minuciosa distribuição do livreto, por baixo das portas de mais de 400 gabinetes. Alves acredita que os vídeos vão identificar o caminho dos pacotes, o remetente e o escrete.

No discurso antes da eleição que o consagrou ontem, em plenário, o presidente previu uma tempestade que só ele pode controlar: sei quem é, mas o fogo amigo vai sucumbir às chuvas de verão. Se descobrir, só Alves dirá se vai revelar a artimanha do algoz ou vai guardar o vídeo como trunfo para a próxima cena.

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terça-feira - 05/02/2013 - 09:00h
Apoio ou adeus?

PMDB tem Governo Rosalba em suas mãos

Rosalba Ciarlini (DEM) virou refém do PMDB de Henrique Alves.

Na verdade, já era. Agora está sacramentado.

Com a eleição de Henrique Alves para presidente da Câmara Federal, essa dependência está oficializada. Não precisa de registro em cartório ou nos anais governistas, para ser mais translúcida.

Num antigo programa de televisão que a memória não me garante identificar, com segurança, o apresentador bradava um bordão para o concorrente de certa gincana: “Para ou continua?”

A pergunta segue sem resposta em termos de apoio do PMDB ao Governo Rosalba Ciarlini até a campanha e eleições de 2014.

Particularmente, não acredito que cheguem juntos até lá, observando o cenário contemporâneo.

Em março, o partido deverá ter ampla reunião de diretório estadual para definir sua posição, com uma carta na manga: a própria eleição de Henrique.

Antes desse acontecimento, era temerário assumir uma cizânia de forma oficial.

Declarações e escaramuças estão espalhadas ao longo dos últimos meses por Henrique e seu primo e ministro-senador Garibaldi Filho (PMDB).

Se é beiço para terminar de escalpar a “vítima”, veremos depois.

Se é prelúdio do adeus, também adiante saberemos.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

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segunda-feira - 04/02/2013 - 23:15h
Henrique Alves

Hora de emoção com família e desabafo em choro

Do Blog Panorama  Político

Após a eleição para presidente da Câmara, o deputado federal Henrique Eduardo Alves foi almoçar com a família no restaurante Porcão.

Quando chegou ao restaurante, onde já estavam a noiva dele, Laurita Arruda, e os filhos do parlamentar, Henrique Eduardo se abraçou e chorou.

Na mesa ao lado, um grande grupo de políticos potiguares, como o ministro da Previdência Garibaldi Filho, que é o aniversariante do dia.

À noite, Henrique ainda programou recepção na residência oficial da Presidência da Câmara Federal à comitiva de políticos potiguares que prestigiaram hoje a sua eleição.

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segunda-feira - 04/02/2013 - 20:25h
Câmara Federal

Revista apócrifa será objeto de investigação

A revista apócrifa que foi distribuída hoje em gabinetes e outros compartimentos da Câmara dos Deputados, antes da eleição para presidente desse poder, será objeto de investigação.

O caso é tratado como procedimento criminoso. A informação foi passada agora à noite pelo Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão.

O impresso é um dossiê com uma série de denúncias e agressões ao deputado Henrique Alves (PMDB), que horas depois foi eleito presidente da Câmara dos Deputados.

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segunda-feira - 04/02/2013 - 15:33h
DEM

O futuro ao PMDB pertence no RN

Façam suas apostas. Todos já podem se manifestar.

A partir da eleição presidencial de Henrique Alves (PMDB), o PMDB continuará aliado ao DEM no Rio Grande do Norte, até às eleições de 2014?

A sorte está lançada.

Façam suas apostas.

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segunda-feira - 04/02/2013 - 14:06h
Brasília

Henrique é eleito presidente da Câmara Federal

Do portal G1

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi eleito nesta segunda-feira (4), com 271 votos, presidente da Câmara. O mandato termina em fevereiro de 2015 e ele ficará no cargo, portanto, até o final do atual mandato da presidente Dilma Rousseff, que termina no fim de 2014.

Dossiê apócrifo foi distribuído

Favorito na disputa, Alves teve o apoio do PT e do governo. O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi eleito nesta segunda-feira (4), com 271 votos, presidente da Câmara.

Alves substituirá o deputado Marco Maia (PT-RS) no posto, tornando-se o segundo na linha de sucessão da Presidência da República, atrás apenas do vice-presidente da República.

Ao deixar o cargo, Maia desejou “boa sorte” ao novo presidente.

Antes do início da eleição foi distribuída anonimamente nos gabinetes dos 513 deputados uma publicação com um compilado de sentenças judiciais e matérias jornalísticas que trazem denúncias contra Henrique Eduardo Alves.

Foi mais uma tentativa de impedir sua eleição.

Henrique enfrentou uma cruzada feroz contra sua postulação, que se sustentou sobretudo na chamada Grande Imprensa situada entre Rio-São Paulo-Brasília.

Veja ampla reportagem AQUI.

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segunda-feira - 04/02/2013 - 07:01h
É hoje

Henrique Alves em dia de presidente da Câmara Federal

Com a candidatura registrada e os últimos apoios consolidados, o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), no exercício do 11º mandato, com mais de 42 anos de legislativo, disputa a presidência da Câmara dos Deputados pela 1ª vez.

A sessão para eleição da nova Mesa Diretora da Casa está marcada para as 10h desta segunda-feira (04). Na reta final da campanha, na última sexta-feira (01), o PTB, com 20 deputados, formalizou apoio à candidatura de Henrique Alves.

O deputado iniciou uma rodada de encontros e conversas com todas as bancadas da Casa e consolidou sua candidatura com o apoio de 13 partidos e um bloco (PMDB; PT; PP; PSD; PDT; PSC; PSDB; DEM; PPS; PCdoB; PRB; PMN; PTB e o bloco PR, PT do B, PRP, PHS, PTC, PSL, PRTB ). Esse apoio, segundo o candidato, foi decorrência deste amplo debate com os deputados e os líderes partidários: “ouvi todas as sugestões e idéias dos deputados para fortalecermos a Câmara e aproximá-la ainda mais da sociedade brasileira”, ressalta.

Henrique: Onze mandatos e a presidência

Em mais de 42 anos como parlamentar, o deputado Henrique Eduardo Alves, que venceu onze eleições consecutivas para a Câmara Federal, fez mais de mil intervenções em plenário entre discursos, apartes, apresentação de relatórios e de projetos, além de encaminhamentos de votações. Até a véspera de deixar a liderança do PMDB na Casa, Henrique Alves havia apresentado 672 proposições entre projetos de lei, Propostas de Emendas à Constituição (PECs), emendas à diversas propostas e requerimentos.

Ao longo dos 11 mandatos o deputado potiguar foi relator de 57 matérias.

Entre as mais importantes, destacam-se: As Medidas Provisórias que criaram o programa Minha Casa, Minha Vida; o regime tributário, cambial e administrativo das Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs); o projeto sobre o regime de partilha da produção de petróleo do pré-sal (royalties); a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a participação do capital estrangeiro nas empresas de comunicação; o projeto sobre a criação de 400 varas da justiça federal em todo o País, inclusive de juizado especial federal; a matéria que instituiu a tarifa social de telefonia para consumidores residenciais de baixa renda e a proposta da lei orçamentária de 1974. Várias matérias apresentadas, cerca de 200 proposições, são projetos de lei. Muitos deles em coautoria com outros parlamentares. Durante a Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988) o deputado apresentou 31 propostas e sugestões de artigos para a nova Carta, além de apoiar dezenas de emendas de outros constituintes.

Influência

A atuação de Henrique Alves como articulador e líder partidário foi decisiva nas discussões e votações das duas matérias sobre o Novo Código Florestal Brasileiro. As qualidades de negociador e articulador de Henrique Alves é reconhecida pela pesquisa do DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.

Os levantamentos do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) posicionam o deputado entre os parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. A escolha é feita pelos deputados e senadores, através de uma pesquisa anual. Ele aparece entre os primeiros colocados na pesquisa ao longo de 13 edições consecutivas do levantamento.

Em 2012 Henrique Alves foi considerado por seus pares o 3° parlamentar mais influente do Congresso Nacional.

Henrique Alves ocupou a liderança da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados por seis anos consecutivos, desde 2007. O novo líder será escolhido pela bancada do PMDB neste domingo (03). A reunião dos79 deputados do PMDB está marcada para as 18h, no Plenário da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Três deputados disputam a liderança do partido: Eduardo cunha (RJ), Sandro Mabel (GO) e Osmar Terra (RS).

Em seu folder de campanha, o deputado Henrique Eduardo Alves faz uma apresentação da candidatura e enumera seus compromissos para a Câmara Federal:

“Ingressei na Casa do Povo brasileiro aos 22 anos de idade, em 1970, sob as bênçãos e a orientação do meu pai, Aluízio Alves, cassado pelo AI-5 de 1969, e a motivação para juntar minhas energias ao esforço coletivo pela redemocratização do País”, relatou..

Com informações do PMDB nacional.

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Categoria(s): Política
domingo - 03/02/2013 - 21:30h
Eduardo Cunha

PMDB elege seu novo líder em Brasília

O deputado Eduardo Cunha (RJ) é o novo líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados. Ele foi eleito, em 2º turno, com 46 votos. Em 2º lugar ficou o deputado Sandro Mabel (GO) com 32 votos. Dois deputados votaram em branco. Oitenta deputados participaram da votação.

Um terceiro candidato disputou a liderança do partido.Osmar Terra (RS) obteve 13 votos no 1º turno. Na primeira votação, Cunha e Mabel tiveram, respectivamente, 40 e 26 votos. Um deputado votou em branco.

A reunião, na noite deste domingo (03), foi o último encontro da bancada do PMDB sob a coordenação do deputado Henrique Eduardo Alves (RN). Ele liderou o partido na Câmara ao longo de seis anos consecutivos. Ainda como líder, Henrique Alves apelou aos candidatos que, apesar da disputa, o eleito mantivesse a bancada unida.

Durante a reunião todos os candidatos ressaltaram o mérito de Henrique Alves como o líder que uniu o PMDB nas principais votações e decisões do partido na Câmara dos Deputados. A atuação do líder resultou em cinco reconduções à liderança do PMDB por aclamação. Apenas a primeira escolha, em 2007, foi por meio de votação.

Nesta segunda-feira (04), Henrique Eduardo Alves disputa a presidência da Câmara dos Deputados com outros três candidatos que se inscreveram para a eleição da nova Mesa Diretora da Casa. Henrique Alves exerce o 11º mandato consecutivo. O deputado potiguar é o mais antigo da Casa com 42 anos de experiência no legislativo. A sessão está marcada para as 10h.

Com informações do PMDB

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sexta-feira - 01/02/2013 - 09:08h
Poder menor

Sinal dos tempos para a velha Grande Imprensa

A velha e Grande Imprensa não é mais a mesma em influência e repercussão. Sinal dos tempos.

Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Alves (PMDB-RN) serão eleitos para o Senado e Câmara Federal, respectivamente, apesar de campanhas ostensivas e dilacerantes contra ambos.

É, sinal dos tempos.

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quinta-feira - 31/01/2013 - 18:11h
Degradação

A rendição do Congresso ao chiqueiro da política

Editorial do portal Congresso em Foco

chiqueiro (sentido figurado)casa ou lugar imundo”

Sintomático que o presidente do Senado, José Sarney, tenha proibido a manifestação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), convocada por várias entidades e apoiada pelo Congresso em Foco.

Os manifestantes pretendiam fazer ontem a lavagem simbólica da rampa do Senado para expressar a indignação que levou, até o momento em que é publicado este texto, mais de 250  mil brasileiros a subscrever o abaixo-assinado contra a volta de Renan à presidência do Senado.

O problema é que limpeza é algo que não combina muito com o Congresso. Nas  últimas duas décadas, ele proporcionou seguidas demonstrações de afronta aos cidadãos que custeiam suas bilionárias despesas (perto de R$ 8 bilhões no ano passado): escândalo do orçamento em 1993, compra de votos para aprovar a emenda da reeleição em 1997, violação do painel em 2001, mensalão em 2005, sanguessugas em 2006, farra das passagens e atos secretos em 2009… a lista é infindável.

Mas sempre pode ser enriquecida, aumentando o tamanho dos golpes contra a cidadania, prova agora o processo em curso de eleição das Mesas do Senado e da Câmara. Estamos diante de uma daquelas tristes situações que nos levam a constatar que, em se tratando do Congresso brasileiro, sempre é possível piorar.

Exemplar é o caso de Renan. Na iminência de receber a maioria folgada de votos dos seus pares, foi até agora incapaz de esclarecer as denúncias que, seis anos atrás, o obrigaram a renunciar à presidência do Senado para preservar o mandato de senador.

Reconduzir Renan ao posto, antes de eliminar todas as dúvidas quanto à sua conduta, põe sob suspeita todo o Legislativo. Um poder que já apresenta um gigantesco passivo no que se refere ao “controle interno” dos seus integrantes e das suas ações. E daí? O Congresso, que tem um terço de seus parlamentares às voltas com acusações criminais, continua a dar sinais de preferir a imundície dos chiqueiros ao asseio das normas impostas por aquilo que, algo pomposamente, poderíamos chamar de moralidade pública.

Com menos pompa, poderíamos dizer que se espera atenção a pelo menos duas normas básicas: não roubar o dinheiro dos contribuintes e investigar ou colaborar com a investigação de crimes contra a administração pública, sobretudo quando os acusados forem deputados e senadores.

Oposta é a regra que prevalece no Congresso. Ali, cidadãos sob suspeita gozam de proteção oficial, tapinhas solidários nas costas, carro e despesas pagas pelo erário, e abusam da paciência de um povo que demonstra excessiva complacência em relação a políticos bandidos.

Desfilam pelos corredores do Legislativo desde políticos condenados a prisão até a espantosa figura de Paulo Maluf, alvo de um mandado da Interpol que lhe impede de pisar em qualquer outro país do mundo, sem ir imediatamente para a cadeia, mas que pode, legalmente, ser deputado no Brasil.

A precária mobilização popular, muito aquém do tamanho dos desaforos que o Parlamento tem metido pela goela abaixo da sociedade, contribui para o escárnio não ter fim.

Apoiado por todos os grandes partidos, inclusive da oposição, é dado como favorito na disputa da presidência da Câmara outro político sob fortes suspeitas, o atual líder peemedebista, Henrique Eduardo Alves (RN).

Questionados sobre possíveis desvios de conduta, ele e Renan reagem de modo semelhante. Ignoram a denúncia, ao mesmo tempo em que instruem adversários a atribuir os graves questionamentos que lhes são feitos a meros preconceitos contra nordestinos. Esta, aliás, é uma das imbecilidades preferidas da meia dúzia de militantes pró-Renan que nos últimos dias tenta infestar este Congresso em Foco com centenas de comentários, invariavelmente usando nomes falsos e termos ofensivos.

Como não há limites para o abismo moral, o PMDB, outrora valente combatente da ditadura e hoje confortável abrigo para novos e velhos suspeitos, prepara-se para eleger como líder outro parlamentar sob investigação, Eduardo Cunha (RJ). Também deve explicações à Justiça seu rival na disputa, Sandro Mabel (GO).

Em comum a Renan, Henrique, Eduardo Cunha e Mabel, a facilidade com que se aliam aos governos de plantão, sempre multiplicando os instrumentos a serviço de um tipo de política que, definitivamente, não cheira bem.

O Congresso em Foco sente-se no dever de manifestar perplexidade diante de tudo isso e se colocar à disposição dos brasileiros que pretendem ver um Congresso radicalmente diferente. Afinal, fazemos jornalismo na esperança de contribuir para as coisas mudarem para melhor – não para pior.

Veja postagem original clicando AQUI.

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quarta-feira - 30/01/2013 - 10:27h
Pesquisa Consult

Wilma e Fátima têm melhores números ao Senado

A pesquisa do Instituto Consult, realizada entre os dias 25 e 28 deste mês, em 58 municípios do Rio Grande do Norte, ouvindo 1.700 pessoas, sobre a realidade político-administrativa do estado, também faz simulações quanto à disputa ao Senado.

Veja abaixo, os vários cenários postos.

Fátima Bezerra (PT)  Henrique Alves (PMDB):

Fátima Bezerra – 43.59%

Henrique Alves – 28.71%

Nenhum – 13.53%

Não Sabe Dizer – 14.18%

Wilma de Faria (PSB) X Robinson Faria (PSD):

Wilma de Faria – 43.00%

Robinson Faria – 21.88%

Nenhum – 20.06%

Não Sabe Dizer – 15.06%

Fátima Bezerra X Wilma de Faria:

Wilma de Faria – 37.47%

Fátima Bezerra – 35.35%

Nenhuma – 14.12%

Não Sabe Dizer – 13.06%

Henrique Alves X Robinson Faria:

Henrique Alves – 35.71%

Robinson Faria – 21.12%

Nenhum – 24.88%

Não Sabe Dizer – 18.29%

Wilma de Faria X Henrique Alves:

Wilma de Faria – 40.41%

Henrique Alves – 28.88%

Nenhum – 17.94%

Não Sabe Dizer – 12.76%

Fátima Bezerra X Robinson Faria:

Fátima Bezerra – 48.06%

Robinson Faria – 20.82%

Nenhum – 15.47%

Não Sabe Dizer – 15.65%.

Nota do Blog – Ainda hoje o Blog faz uma análise sobre o cenário político-eleitoral, com vistas às eleições de 2014, com base nos números prospectados pelo Consult.

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segunda-feira - 28/01/2013 - 16:25h
Brasília

Denúncias esquentam eleições no Congresso

Do Congresso em Foco

O Congresso Nacional entra na última semana antes das eleições para as Mesas Diretoras das duas Casas com intensas articulações. Como acontece em quase toda disputa eleitoral, uma série de denúncias contra os principais candidatos movimenta a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado.

Nos últimos dois dias, o clima esquentou mesmo por causa do senador Renan Calheiros (PMDB-AP), favorito para dirigir o Senado. Em 2007, ele renunciou ao cargo por causa de um escândalo amoroso que lhe rendeu, por tabela, seis representações no Conselho de Ética.

Como revelou o Congresso em Foco no último sábado (26), o Ministério Público Federal denunciou Renan pelos mesmos fatos, a uma semana da eleição que pode marcar a volta do senador à presidência da Casa.

No Senado, ninguém se inscreveu oficialmente. Favorito, Renan, só anunciou publicamente sua candidatura no sábado à noite, depois da reportagem do Congresso em Foco. Além dele, também devem disputar  Randolfe Rodrigues (Psol-AP) e Pedro Taques (PDT-MT).

Os dois são aliados e planejam entrar na corrida eleitoral para forçar a realização de um segundo turno.

O pedido da Procuradoria-Geral da República deve embalar os discursos pela moralidade e transparência, característicos de Randolfe e Taques, na disputa contra o peemedebista.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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quinta-feira - 24/01/2013 - 09:46h
Henrique e Renan

Aplausos, que eles merecem

O articulista de a Folha de São Paulo e portal UOL, Jânio de Freitas, escreve um duro artigo hoje contra as candidaturas à presidência da Câmara Federal e do Senado, respectivamente dos peemedebistas Henrique Alves e Renan Calheiros.

“Onde estão as ‘pessoas de bem’ dotadas de poderes para reagir à esperada entrega do Poder Legislativo do país ao aviltamento escancarado? Onde estão a OAB nacional e suas seções regionais, que não movem sua autoridade histórica e seu patrimônio de conhecimento para ativar e liderar a defesa da sociedade civil? Acomodar-se no imobilismo e no silêncio permissivos é associar-se ao que merece reação. Os intelectuais, os artistas, os estudantes, onde pararam?” – escancara o colunista

“Antes daqueles todos, e até pelo nome que ostenta, deveria estar o Ministério Público fazendo a representação ativa da população desprovida de conhecimento e de meios para reagir às traições dos seus eleitos. Mas Renan Calheiros e Henrique Alves estão pendurados há anos em processos criminais que o Ministério Público, pela Procuradoria-Geral da República, guarda com zelo, para evitar que se movam até de uma gaveta a outra. Tal como fez em benefício de Carlos Cachoeira e seus companheiros do PSDB e do DEM” – sequencia.

Ele ainda arremessa: “Não é preciso refletir muito para admitir que os renans de todos os calibres têm razão. Se fazem o que fazem, são o que são, e têm êxito, aí está a evidência de contarem com consentimento amplo, geral e irrestrito. A indiferença e o silêncio que os acompanham são formas de aprovação. Ou de aplauso, mesmo.”

Veja o texto na íntegra clicando AQUI.

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terça-feira - 22/01/2013 - 18:10h
Eduardo Campos

Henrique tem apoio de governador para ser presidente

– Acabamos de visitar o governador Eduardo Campos (PSB-PE). Ja tínhamos conversado em maio do ano passado. Agora com vários deputados, o mesmo tom. E correção.

A declaração acima, postada há poucos minutos em seu endereço próprio no Twitter, foi dada pelo deputado federal Henrique Alves (PMDB), pré-candidato à presidência da Câmara Federal.

– O governador segue a regra correta da proporcionalidade no Parlamento. Mas não se envolve na disputa por entendê-la da Câmara Federal.Nao dará uma palavra. Todo respeito – acrescentou Henrique.

Ele segue uma maratona de reuniões e contatos políticos em vários estados da federação, cabalando apoios à sua postulação.

Paralelamente, o parlamentar potiguar sai ziguezagueando em meio à enxurrada de denúncias e acusações despejadas por setores da imprensa nacional, quanto à sua atividade política. É uma corrida de obstáculos, corredor polonês.

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domingo - 20/01/2013 - 11:43h

Oportunismo mais do que estratégico da mídia brasileira

Por Ulisses Reis

Não é segredo para ninguém que o monopólio midiático brasileiro é propriedade das grandes famílias ligadas diretamente aos representantes políticos ou (pior ainda) dos empresários responsáveis por dar sustentação à aludida classe. Muitas vezes mal utilizados, a televisão, o rádio, o jornal e, atualmente, o meio digital, servem apenas para incitar momentaneamente a população contra determinada pessoa.

Exemplo gritante veio à tona em notícia divulgada no último sábado (12/01/2013), com o seguinte título dado pela Revista VEJA: “Henrique Eduardo Alves contrata empresa de laranja” (//veja.abril.com.br/noticia/brasil/favorito-e-enrolado).

Sendo Deputado Federal há 42 (quarenta e dois anos), era mesmo de se esperar que Henrique Alves contivesse algum tipo de mancha em seu currículo, dadas as práticas corriqueiras desta classe. Contudo, o que estranha é o oportunismo pelo qual veio à tona a informação em destaque.

Competentes como são, os repórteres da ‘Veja’ de certeza possuíam acesso a tais informações há mais tempo.

Pior ainda, mesmo que assim não fosse, tinham plenas condições de obtê-las, visto que, apesar de ser ela notícia quente, trata de fatos frios. Ou seja, o que mais me realçou a vista não foi o teor da improbidade em si, mas a conveniência de sua divulgação justamente quando Henrique Alves postula o cargo de Presidente da Câmara dos Deputados.

Isso tudo mostra, mais uma vez, como a grande maioria dos empresários da mídia trata o povo brasileiro (para bom entendedor, risco é Francisco: massa de manobra). A informação em si, no caso tratado, vale menos que o oportunismo estratégico do momento de sua divulgação.

Se fosse ela divulgada há meio ano, quando Henrique servia apenas para falar mal da cor utilizada pela coligação da oposição mossoroense ao pleito municipal, pouco impacto teria no imaginário popular. Sendo manifestada agora, quando o distinto senhor é candidato a cargo de tamanha importância, pode fazer com que afundem os navios de sua esperança.

Henrique nem de longe é santo, isso é fato. Contudo, neste momento, está sendo vítima da arma com a qual galgou toda a sua trajetória, a articulação política.

Ulisses Reis é advogado

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sexta-feira - 18/01/2013 - 07:22h
Canhoneio

Henrique Alves ainda está na alça de mira

Por Lauro Jardim (Radar On line, Veja)

Por uma dessas ironias da política, alguns peemedebistas que apoiam a candidatura de Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves no Senado e na Câmara têm avaliado que o grande risco ao projeto da dupla não está nas intrigas de aliados da base governista.

Está, na verdade, no passado de Alves e Renan impresso nos arquivos de órgãos do governo – os ministérios da Agricultura e do Turismo, por exemplo –, que agora poderão ser abertos facilmente pelos pedidos de informação realizados com base na lei de transparência.

Em suma, a qualquer momento virá mais chumbo grosso por aí.

Ainda Lauro Jardim, em nova postagem. Leia abaixo:

Henrique Eduardo Alves desembarcou no Rio de Janeiro no início da semana para uma conversa a sós com João Roberto Marinho. Renan Calheiros fez o mesmo.

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quinta-feira - 17/01/2013 - 08:33h
Jogo bruto

Henrique Alves diz que já esclareceu denúncias

Folha On Line

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), favorito na disputa pela presidência da Câmara, disse nesta quarta-feira (16) que as acusações sobre a empresa de um ex-assessor que recebia verbas de emendas suas são “assunto resolvido”.

“É um questionamento que eu esclareci. Da minha parte o que me compete eu falei. Esse assunto está resolvido”, afirmou, após audiência com o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), e deputados federais da bancada mineira em Belo Horizonte.

O deputado disse que não há acusações contra ele, apenas “questionamentos naturais” no processo eleitoral.

“Meu dever será sempre angariar recursos para o meu Estado, então isso eu faço. A partir daí, como vai se desenvolver, órgãos que vão aplicar esses recursos, licitação que vai ser feita por esse ou aquele órgão, quem vai fiscalizar, CGU [Controladoria-Geral da União], Tribunal de Contas, isso não me compete”, acrescentou.

Nota do Blog – Claro que o deputado tem o dever de dar respostas sobre sua vida pública à sociedade e aos órgãos fiscalizadores.

Por outro lado, é nítido que a chamada Grande Imprensa está sendo alimentada por operadores de uma conspiração que tenta desestabilizar a postulação de Henrique à Presidência da Câmara Federal, um dos cargos mais importantes da República. Em meio ao “caos programado”, há notícia requentada e “retemperada”

Em jogo, interesses pessoais, de grupos, partidos e trustes empresariais. Se o presidente da Casa for um deputado de São Paulo, claro que ele – naturalmente, usará sua influência para favorecimento do seu estado.

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segunda-feira - 14/01/2013 - 15:25h
Câmara Federal

Henrique Alves é vítima de “fogo amigo”

Jornal O Globo

A sucessão de denúncias contra o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), surgidas no fim de semana, expõe um racha no partido, na avaliação de políticos peemedebistas, e é fruto de “fogo amigo”. Henrique Alves é candidato a presidir a Câmara dos Deputados a partir de fevereiro.

As denúncias, na avaliação desses peemedebistas, também agradariam ao PT e ao grupo palaciano, que enxergam na fritura de Henrique Alves a justificativa para romper o acordo de elegê-lo e lançar um nome próprio — Arlindo Chinaglia (PT-SP) é o mais cotado — para suceder a Marco Maia (PT-RS).

A denúncia que mais compromete Henrique Alves, publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”, revela que parte das emendas parlamentares do líder do PMDB beneficiou Aluizio Dutra de Almeida, tesoureiro do partido no Rio Grande do Norte e assessor do deputado na Câmara desde 1998. Almeida é sócio da Bonacci Engenharia e Comércio, empresa contratada para fazer pelo menos três obras no estado nordestino financiadas por emendas do líder do PMDB.

Em 2009, o deputado destinou recursos do Ministério do Turismo para a construção de praça em Campo Grande (RN), no valor de R$ 200 mil. Do Ministério das Cidades, Henrique Alves mandou R$ 192 mil para São Gonçalo do Amarante e R$ 137 mil para Brejinhos, ambos para pavimentação de ruas. Essas obras foram tocadas pela Bonacci. Almeida disse à “Folha” que a empresa participou de licitações e ganhou.

Já a revista “Veja” informou que Henrique Alves alugou carros da empresa Global Transportes, do Distrito Federal, que teria por trás o ex-assessor do PMDB César Cunha. A empresa está registrada no nome da ex-vendedora de tapetes Viviane dos Santos, que disse ter emprestado o nome à tia Kelen Gomes, responsável por emitir as notas para o gabinete do líder do PMDB.

“Aí tem fogo, e é fogo amigo”

Em nota, a assessoria de imprensa do líder informa que, apesar de a Global Transporte estar legalmente constituída e haver apresentado toda a documentação exigida para fornecer o serviço, o deputado determinou “a apuração rigorosa da existência de possíveis irregularidades”.

— Quem era para estar apanhando era Renan (Calheiros, que disputa a presidência do Senado), mas, de repente, o mundo de Henrique é que desabou. Aí tem fogo, e é fogo amigo. Quem ia saber de emendas e locação de carros de Henrique? Geddel e Henrique nunca se bicaram, e ele, como ministro, sabia de todo o trâmite de emendas do PMDB — avalia um dos interlocutores de Henrique Alves, relacionando as denúncias à guerra que se trava no partido pela liderança, envolvendo o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com apoio do grupo de Geddel Vieira Lima.

— O PMDB está unido no mesmo propósito e não faria fogo amigo contra o Henrique. O mais provável é que seja fogo contra o PMDB. Talvez de quem não quer o PMDB no comando das duas Casas — afirmou Eduardo Cunha, jogando a suspeita para o PT, onde setores do partido nunca esconderam uma articulação para lançar Chinaglia.

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segunda-feira - 14/01/2013 - 15:03h
Câmara Federal

Candidatura de Henrique está adernando

Pelo visto, a candidatura Henrique Alves (PMDB) à presidência da Câmara Federal está adernando. Àgua, abundante, inunda os porões do seu galeão.

Fogo-amigo?

Não importa de onde vem, é fato que existe e qualquer neófito em política sabia que isso ocorreria.

Há canhoneio cerrado.

O resultado final dessa batalha terá reflexos diretos na política estadual do Rio Grande do Norte.

Aguarde novidades.

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segunda-feira - 14/01/2013 - 14:51h
Vale tudo

Legislativo tem dura campanha fora de Brasília

Por Felipe Patury (Revsita Època)

No Senado, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), faz questão de realizar uma campanha quase secreta pela presidência do Congresso, falando apenas o necessário e somente pessoalmente com os colegas. Também ajuda na empreitada para impedir as candidaturas de novatos Randolfe Rodrigues (PSol-AP) ou Pedro Taques (PDT-MT).  Assustado com as denúncias sobre a formação do seu patrimônio e o pagamento das despesas de uma filha por uma empreiteira quando foi obrigado a renunciar à presidência do Senado em dezembro de 2007, Renan quer uma campanha curta e sem debates.

Na Câmara, os candidatos se acotovelam para mostrar prestígio entre os governadores na esperança de influenciar deputados. Na manhã desta segunda-feira, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) se antecipou ao concorrente Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e visitou o governador mineiro, Antônio Anastasia.

O governador ficou assustado com a voracidade do deputado Fábio Ramalho (PV-MG) que, para ajudar Alves, convidou os colegas da bancada mineira para a audiência do candidato do PMDB com Anastasia sem avisá-lo. A concorrente Rose de Freitas (PMDB-ES) faz campanha pelo telefone. Ela chega em Brasília nesta segunda.

Depois das visitas, a campanha pela direção do Legislativo entra em fase mais dura, com troca de acusações.

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