quarta-feira - 29/11/2017 - 14:50h
Mais uma

Henrique, Cunha e Funaro são denunciados por MPF/RN

Do UOL

O MPF-RN (Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte) denunciou os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e outras seis pessoas pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No grupo de denunciados está o ex-operador do PMDB, Lúcio Funaro e outras cinco pessoas ligadas a Henrique Eduardo Alves.

Henrique e Eduardo Cunha: mais problemas - (Foto de Fábio Rodrigues Pozzebom)

A denúncia se refere ao repasse de pelo menos R$ 4,2 milhões para a campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014. Segundo o MPF, o dinheiro seria resultado do esquema que cobrava propina de empresas que buscavam financiamentos na Caixa Econômica Federal (CEF).

A denúncia foi protocolada na Justiça Federal do Rio Grande do Norte na última terça-feira (28).

Se a Justiça Federal do Estado aceitar a denúncia, eles viram réus. A denúncia é resultado da Operação Manus, um desdobramento da Operação Lava Jato, que levou Henrique Alves à prisão em julho deste ano.

Colaboração

Segundo os procuradores, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves pediram e receberam propina paga por empresários e repassada à campanha pelo então operador do PMDB, Lúcio Funaro, que firmou acordo de colaboração premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e detalhou o esquema.

Cunha foi denunciado por lavagem de dinheiro, enquanto Henrique Eduardo Alves foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lúcio Funaro foi denunciado por lavagem de dinheiro, mas os procuradores pediram que as penas previstas pelo crime fossem substituídas pelas que foram acordadas por ele e pela PGR em seu acordo de delação premiada.

As penas de Cunha podem chegar a dez anos de prisão. Se condenado, Henrique Alves pode ser punido com penas que vão de três a 12 anos de prisão.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 06/11/2017 - 09:12h
Hoje

Henrique Alves completa cinco meses de prisão

Hoje (segunda-feira, 6), faz cinco meses que o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) está preso numa sala da Academia de Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em Natal.

Ele teve contra si dois mandados de prisão no dia 6 de junho deste ano, nas operações Manus e Sepsis.

Suas tentativas de habeas corpus até aqui fracassaram.

Os desdobramentos de investigações até aqui só complicam sua vida.

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segunda-feira - 06/11/2017 - 08:52h
Delação

Fred Queiroz detalha fluxo de dinheiro em campanha

Por Dinarte Assunção (Do Blog do BG)

Às 19h48 de 18 de agosto deste ano, uma notificação surgiu no sistema do processo judicial da 14ª Vara da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN). Nela, o procurador da República Rodrigo Telles, atualizava os autos da “Operação Manus” (que resultou na prisão do ex-deputado federal Henrique Alves e outras pessoas, no dia 6 de junho deste ano) com uma certidão de oito tópicos, onde dava ciência ao juiz Eduardo Guimarães, sobre a junção dos termos de colaboração premiada da família Queiroz.

Fred Queiroz foi alcançado pela Operação Manus e transformou-se em importante fonte (Foto: Arquivo)

Quase tudo que está lá descrito chegou recortado à imprensa 11 dias depois, quando repórteres colocaram as mãos em reproduções de trechos dos documentos. Um item da certidão de Rodrigo Telles, no entanto, ainda não foi revelado: grafado como último tópico, o documento do procurador é encerrado com a indicação de que se juntam aos autos “Documentos anexos referentes à Campanha de 2014 de Henrique Alves” ao governo estadual, que o Blog do BG revela agora com exclusividade.

O calhamaço de elementos juntados para sustentar as alegações de Fred Queiroz são amplos e devem ser encarados, antes de tudo, como documentos resultado de transações eleitorais. Caberá, ao fim do processo, à Justiça decidir o que foi ilegal ou não. Fred Queiroz antecipou o que sabia ser ilegal.

Resumo

O conjunto de elementos que sustentam a delação de Fred é aberto com um resumo de todas as circunstâncias entregues por ele, com um organograma onde são apontados os responsáveis pela execução da campanha de 2014.

O que vem na sequência é o relato de situações que se dividem entre a descrição de crimes, a operacionalização da campanha e circunstância da Prefeitura de Natal.

São citados nesse resumo, o deputado federal Rogério Marinho, o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulinho da Habitação, os deputados estaduais Kelps Lima (Solidariedade) e Ricardo Motta (PROS, hoje no PSB), o vereador Paulinho Freire, o presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), Benes Leocádio (PMDB), e auxiliares de Henrique Eduardo Alves.

É importante destacar que as situações descritas por Fred Queiroz são de contexto eleitoral, não sendo possível afirmar que todos os nomes citados incorreram em ilícito.

Os tópicos descrevem a articulação do que parece ser a compra de votos. Isso porque o delator cita diretamente o uso de recursos em cash sem aparante declaração à Justiça eleitoral, além de mencionar explicitamente empresas como a JBS e a Odebrecht.

O relato vai da bonança à dificuldade, quando o delator detalha que Henrique Alves chegou a distribuir cheques com a promessa de cobri-los depois para garantir o apoio de lideranças.

Recursos para o interior x JBS

Arturo

Dinheiro em SP

Aluísio Dutra

Cheques de Henrique

Recursos extras

Ramalho Moreira (aqui, Fred descreve supostos desvios em obra da Prefeitura de Natal)

Vereadores e Deputados

Secretaria de Turismo

Secretaria de Obras

Veja AQUI íntegra do relato;

Veja AQUI cópias de comprovantes de depósitos e transferências, além de planilhas relacionadas a lideranças do interior;

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sábado - 04/11/2017 - 09:20h
Folha de São Paulo

‘Terra arrasada’ coloca em xeque caciques do RN

Por João Pedro Pitombo (Do jornal Folha de São Paulo)

Com o governador investigado e o seu principal adversário atrás das grades, o Rio Grande o Norte vive um cenário de “terra arrasada” para as eleições de 2018.

Se há três anos Robinson Faria (PSD) e Henrique Eduardo Alves (PMDB) duelavam em uma das disputas mais acirradas do país, hoje ambos enfrentam reveses que devem mudar completamente o quadro eleitoral no Estado, tradicionalmente dominado por quatro clãs: os Alves, os Maia, os Rosado e os Faria.

Henrique Alves está preso desde o dia 6 de junho em Natal numa situação inusitada à política do RN (Foto: arquivo)

Eleito em 2014, Robinson Faria vive seu momento mais difícil: foi denunciado pela Procuradoria Geral da República por suspeita de obstrução de Justiça no âmbito da Operação Dama de Espadas, que investigou fraudes na Assembleia Legislativa.

No campo administrativo, enfrenta uma grave crise financeira que resultou em atrasos no pagamento aos servidores – os salários de setembro terminarão de ser pagos apenas em novembro. “A questão eleitoral se tornou acessória diante das adversidades da crise que o governo enfrenta”, diz o vice-governador Fábio Dantas (PC do B).

Desgastado, o governador terá dificuldades até em formar uma chapa e pode não disputar a reeleição caso se torne réu no Superior Tribunal de Justiça. Se esse cenário se concretizar, será a segunda eleição seguida na qual o governador não vai para a reeleição –em 2014, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ficou fora da disputa.

Na oposição, a prisão de Henrique Eduardo Alves em desdobramento da Operação Lava Jato desestruturou o grupo capitaneado pelo PMDB. O ex-deputado costumava ser o principal articular político, fazendo o contato com prefeitos e coordenando campanhas.

Senadores terão reeleição difícil

Também investigados na Lava Jato, os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e Agripino Maia (DEM) terão uma eleição difícil para renovar seus mandatos no próximo ano.

O nome natural do grupo para ao governo é o do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), primo de Henrique Alves e Garibaldi Alves. Mas o sobrenome que costumava ser um trunfo é encarado como a principal dificuldade do prefeito, que tem trajetória política própria e chegou a ser adversário dos primos em outras eleições.

Diante do desgaste dos sobrenomes tradicionais, nomes de fora dos grupos familiares têm sido cogitados para a disputa de 2018. Dono da rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha aparece como principal opção, assim como do dono da distribuidora de combustíveis Ale, Marcelo Alecrim.

“São dois nomes que pacificariam a nossa base. São empresários bem-sucedidos, mas que sempre tiveram bom trânsito na política”, afirma Agripino Maia.

Outro cotado ao governo é o ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Cláudio Santos, que deve se aposentar no início do próximo ano.

Nos últimos meses, ele intensificou críticas ao governo de Robinson Faria e tem participado de solenidades e eventos por todo o Estado. Procurado pela Folha, classificou como “especulação” a hipótese de candidatura.

Terceira via

Entre os dois principais grupos políticos do Estado, a senadora petista Fátima Bezerra aparece como uma terceira via na disputa pelo governo. Ligada à educação e com forte inserção no interior do Estado, é uma das principais apostas do PT para ampliar sua presença no Nordeste.

Para garantir um palanque forte, o partido conta com a presença do ex-presidente Lula como candidato a presidente ou como cabo eleitoral. E tem buscado potenciais aliados para compor a chapa uma chapa competitiva. Uma das prováveis candidatas ao Senado na chapa deve vir de uma das famílias mais tradicionais do RN: a deputada federal Zenaide Maia (PR).

Caso confirme sua candidatura, ela deverá enfrentar o primo Agripino Maia nas urnas.

Para o cargo de vice-governador, o PT busca o nome de um empresário. A ideia é reeditar uma chapa nos moldes da formada por Lula e José Alencar em 2002 e 2006.

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quarta-feira - 01/11/2017 - 07:22h
Operação Lavat

Assessores de Henrique Alves têm preventiva determinada

Presos no último dia 26 na “Operação Lavat”, pessoas ligadas ao ex-deputado federal e ex-ministro Henrique Alves (PMDB) tiveram prisões temporárias convertidas em preventivas nessa terça-feira (31). Decisão da Justiça Federal.

O que isso significa: não há prazo para eles ganharem habeas corpus.

Aluísio Henrique Dutra de Almeida (assessor de Henrique Alves) e Norton Domingues Masera (ex-chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Turismo) foram alcançados pela decisão.

Henrique foi preso no dia 6 de junho, através de dois mandados de prisão, como desdobramento da Operação Lava Jato, nas operações Manus e Sepsis.

Completará cinco meses de prisão na Academia da Polícia Militar do RN em Natal.

Leia também: PF cumpre mandados em cinco municípios do RN e Brasília AQUI;

Leia também: Polícia Federal prende assessores de Henrique até em ministério AQUI;

Leia também: A boa vida do operador de Henrique Alves em Brasília AQUI.

O outro preso na Operação Lavat no último dia 26 foi José Geraldo Moura Fonseca Júnior, que não teve prisão preventiva determinada.

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quinta-feira - 26/10/2017 - 20:36h
Operação Lavat

PF suspeita que Henrique Alves teria usado atestado falso

Henrique está preso desde o dia 6 de junho (Foto: Arquivo)

Do G1 e Blog Carlos Santos

O ex-ministro Henrique Eduardo Alves teria usado um atestado falso para evitar sua transferência de Natal, onde está preso, para Brasília. A informação está na decisão que autorizou a Operação Lavat, deflagrada na manhã desta quinta-feira (26) no RN e no Distrito Federal. A defesa de Henrique Alves nega e classifica como “infâmia” a acusação.

De acordo com o que alega a Polícia Federal, com base em escutas autorizadas pela Justiça, a esposa do ex-ministro, Laurita Arruda, seria a responsável por conseguir o atestado médico fajuto. Em uma conversa gravada, um empregado de Henrique Alves teria dito à filha dele que os problemas médicos pelos quais o ex-ministro estava passando eram uma mentira “criada com o propósito de ‘botar pressão”.

“Essa conversa revela que Laurita Arruda buscou médico para obter atestado falso a fim de impedir a transferência de seu marido, Henrique Alves, para Brasília”, afirma a PF no relatório.

O advogado Marcelo Leal, que defende Henrique Alves, emitiu nota desmentindo a versão de que a mulher de Henrique estivesse fazendo esse tipo de operação.

Nota de Marcelo Leal refuta versão e informações passadas pela Polícia Federal sobre mulher e filha de Henrique

Marcelo Leal também contesta que Andressa Steimann, filha do ex-deputado federal e ex-ministro, estivesse participando de alguma trama para lavagem de dinheiro.

Preso

Henrique Eduardo Alves permanece preso na Academia de Polícia Militar do Rio Grande do Norte, desde a deflagração da Operação Manus, que investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal.

Leia também: Mulher e filha de Henrique são alvos de buscas da PF AQUI.

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quinta-feira - 26/10/2017 - 08:38h
Operação Lavat

Federal prende assessores de Henrique até em ministério

G1, Rede Globo, Blog Carlos Santos

A Polícia Federal prendeu três pessoas nesta quinta-feira (26) em operação contra a lavagem de dinheiro no Rio Grande do Norte. É desdobramento da Operação Manus, que em junho levou à prisão o ex-deputado federal e ex-ministro Henrique Alves (PMDB).

Norton: preso em Brasília (Foto: IstoÉ)

Hoje, os principais presos e alvos de condução coercitiva são assessores de Henrique, que está preso em Natal desde 6 de junho último.

Foram presos: Aluísio Henrique Dutra de Almeida (assessor de Henrique Alves), José Geraldo Moura Fonseca Júnior e Norton Domingues Masera (chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Turismo).

Foram alvos de condução coercitiva (quando o investigado é levado até a delegacia para prestar depoimento): Domiciniano Fernandes da Silva e Fernando Leitão de Moraes Júnior.

Inter TV Cabugi

Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido na sede da Inter TV Cabugi, em Natal, mas a emissora não é alvo da operação. As buscas foram feitas na sala de Herman Ledebour, assessor de Henrique Alves.

Em nota, a direção da TV informou que Herman é procurador e representante de Henrique, que é sócio minoritário da emissora.

Leia também: PF cumpre mandados em 5 municípios do RN e Brasília AQUI.

* Veja adiante, postagens que mostram quadro de influência que torna situação de Henrique ainda mais delicada.

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quinta-feira - 26/10/2017 - 06:36h
Operação Lavat

PF cumpre mandados em 5 municípios do RN e Brasília

Do G1RN e MPF/RN

Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta (26) a Operação Lavat, destinada a desarticular uma organização criminosa investigada na Operação Manus – que prendeu no dia 6 de junho deste ano o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Ele está preso em Natal desde então. Na ocasião, o ex-deputado Eduardo Cunha também foi alvo de mandado de prisão preventiva.

Cerca de 110 policiais federais cumprem 27 mandados judiciais, sendo 22 mandados de busca e apreensão, 3 de prisão temporária e 2 de condução coercitiva em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta, São José de Mipibu, Angicos e Brasília/DF – no Ministério do Turismo, que chegou a ser ocupado por Henrique Alves.

As medidas foram determinadas pela 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte e têm como alvo assessores e familiares do ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves.

Arena

Durante a análise do material apreendido da Operação Manus, deflagrada em junho deste ano, foram identificadas fortes evidências quanto à atuação de outras pessoas pertencentes a organização criminosa, que continuou praticando crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de valores para o chefe do grupo.

Foi identificado também esquema criminoso que fraudava licitações em diversos municípios do Estado visando obter contratos públicos, que somados alcançam cerca de 5,5 milhões de reais, para alimentar a campanha ao governo do estado de 2014.

O nome da operação ainda é referência ao provérbio latino “Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat”, cujo significado é: uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra.

A operação tem relação direta com desvios estimados em R$ 77 milhões na construção do Arena das Dunas.

Leia também: Henrique Alves é preso em desdobramento da Lava Jato AQUI.

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terça-feira - 24/10/2017 - 09:28h
Sem destino

RN caminha para outra “eleição por exclusão”

Caminhamos para outra eleição estadual “por exclusão”, como ocorreu em 2014.

O eleitor disse nas urnas que não queria Henrique Alves (PMDB) como governador.

Excluiu-o votando em Robinson Faria (PSD).

Para 2018, o cenário nebuloso que se forma tem o mesmo formato, tamanhã a esqualidez de nomes, ausência de espírito público e inexistência de propostas palpáveis.

Pobre RN Sem Sorte!

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sexta-feira - 20/10/2017 - 08:40h
Hoje

Garibaldi Filho assume comando do PMDB no estado

O PMDB do Rio Grande do Norte realiza convenção estadual protocolar (cartorial) no dia de hoje.

Começa às 9 horas na sede da legenda, Avenida Everton Dantas Cortês, 1440, no Tirol, em Natal.

O senador Garibaldi Filho será conduzido à presidência.

Garibaldi substitui Henrique Alves (PMDB), ex-deputado federal e ex-ministro que está preso desde o dia 6 de junho, por envolvimento em supostos casos de corrupção no rastro da Operação Lava Jato.

Até o momento, o deputado federal Walter Alves – vice-presidente – estava dirigindo o partido.

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terça-feira - 17/10/2017 - 18:22h
RN

Garibaldi vai presidir o PMDB; convenção é sexta

O PMDB do Rio Grande do Norte realiza na próxima sexta-feira, dia 20, a partir das 9 horas, a sua convenção estadual. Na ocasião, o senador Garibaldi Filho será aclamado o novo presidente da agremiação. A reunião será realizada na sede do partido, na avenida Everton Dantas Corês, 1440, no Tirol, em Natal.

Na pauta, a escolha do novo diretório, da comissão executiva e dos delegados que representarão o RN na convenção nacional de novembro, em Brasília.

“Uma das prioridades da minha gestão será a revitalização do PMDB no Rio Grande do Norte. Vamos promover uma campanha de filiação para que cada vez mais a população potiguar possa manifestar suas ideias e posições através da nossa legenda”, disse o senador.

Atuação

A presidência estava com o ex-deputado federal Henrique Alves, preso desde o dia 6 de junho. Quem assumiu em seu lugar foi o vice, deputado federal Walter Alves, filho de Garibaldi, atual vice-presidente.

“Queremos ampliar nossa atuação como caixa de ressonância do eleitor. Nesse momento em que o Brasil vive importantes transformações, o PMDB está preparado para dar sua parcela de contribuição para o aperfeiçoamento de nossas instituições”, afirmou Garibaldi Filho.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 12:23h
Comunicação

Concretizada venda do Tribuna do Norte e Rádio Cabugi

Camargo controla grupo (Foto: arquivo)

Por Thaísa Galvão

Concretizada a venda do jornal Tribuna do Norte e rádio Globo/Cabugi ao grupo do empresário Fernando Camargo, que já domina a InterTV Cabugi.

Henrique Alves permanece no grupo com 14%.

Ricardo Gobat, que continuarà como gestor, tem 4%.

Os demais ‘Alves’ que tinham participação no grupo, venderam suas cotas

Fernando Camargo também comprou o prédio onde funciona o Memorial Aluízio Alves, em frente à InterTV.

Leia também: Empresas de comunicação do grupo Alves são vendidas AQUI;

Leia também: Grupo fecha ciclo de demissões AQUI.

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sexta-feira - 06/10/2017 - 17:10h
Saúde

Estado de ânimo de Garibaldi Filho preocupa amigos e família

O senador Garibaldi Filho (PMDB) anda sorumbático.

Estado de ânimo tem uma razão de ser.

A prisão do primo e irmão-siamês na política, ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB), o abala profundamente.

Falta-lhe ímpeto para o próprio exercício político.

Amigos e familiares andam preocupado com o congressista.

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quarta-feira - 04/10/2017 - 15:56h
Mossoró

Larissa Rosado e Robinson dialogam sobre união política

O jornalista Bruno Barreto, da FM 95.7 e TV Cabo Mossoró (TCM), resumiu em conversa com o Blog Carlos Santos, diálogo que teve hoje à tarde num restaurante da cidade, à mesa de almoço, com o governador Robinson Faria (PSD) e deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

Dá mostras de que o caminho está pavimentado para entendimento entre o grupo de Robinson e da parlamentar. Há necessidade mútua de conjunção de forças.

Robinson tem companhia de Larissa (Foto: cedida)

Resumo da conversa:

Bruno: “Está pintando uma aliança governador?”

Robinson: “Se depender de mim, sim.”

Bruno: “É verdade que Larissa vai assumir o PSD (Informação dada em primeira mão por Carol Ribeiro hoje no Meio-Dia Mossoró da FM 95.7)?”

Robinson: “Já fiz o convite (seguido de um largo sorriso)”.

Bruno: “E aí, Larissa!? Vai trocar o B (PSB) pelo D (PSD)?”

Larissa: (após risos) “Isso é brincadeira de Robinson.”

Cá com meus botões não tenho dúvidas que Larissa e Robinson não só reataram a velha amizade como estão politicamente realinhados.

Nota do Blog Carlos Santos – Estava escrito. Desde o ano passado que o grupo de Larissa e de sua mãe e vereadora Sandra Rosado (PSB) tem um acordo firmado (veja AQUI) com o PMDB dos Alves, para retorno pro peemedebismo e parcerias para pleito de 2018.

Mas a prisão do ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) produz outra realidade e elas buscam uma saída para a nova salvação eleitoral.

Henrique tem problemas maiores para sanar. Elas, os próprios.

Leia também: Grupo de Sandra ‘cola’ em Robinson à cata de saída eleitoral AQUI;

Leia também: Grupo Rosado e Robinson precisam um do outro em Mossoró AQUI.

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terça-feira - 26/09/2017 - 04:12h
Robinson Faria

Uma maré de sorte em meio a tantos infortúnios

Nos meios político e jurídico do Rio Grande do Norte, opinião corrente sustenta que o governador Robinson Faria (PSD) está numa maré de sorte, não obstante tantos infortúnios judiciais que se encorpam em seu entorno.

Não fosse o cargo de governador e o foro privilegiado, o seu destino seria a companhia do ex-deputado Henrique Alves (PMDB) na Academia de Polícia Militar do RN, em Natal.

Faz sentido.

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segunda-feira - 18/09/2017 - 21:32h
Justiça

Henrique oferece garantia para ter desbloqueio de contas

Por Marcelo Rocha (Expresso Época, revista Época)

Henrique: R$ 1 milhão (Foto: José Cruz/ Agência Brasil)

A defesa do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), preso desde de junho, ofereceu ao juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, bens em garantia no valor equivalente a R$ 1 milhão para que as contas do peemedebista possam ser movimentadas pela família. Alves recebe os rendimentos de suas empresas nessas contas, mas elas foram bloqueadas por determinação de Oliveira.

O ex-ministro alega que seus familiares precisam dos recursos para custear despesas básicas. O juiz consultou o Ministério Público Federal sobre o pedido.

Alves é réu da Operação Sépsis, que investiga corrupção envolvendo a liberação de recursos do FI-FGTS, administrados pela Caixa.

O advogado Marcelo Leal, que defende o político potiguar, pediu à 10ª Vara que a delação do corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro seja anexada aos autos – a defesa de Funaro fez o mesmo. Sem a delação, avalia Leal, ficam inviabilizados interrogatórios dos acusados previstos para esta semana.

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domingo - 17/09/2017 - 10:02h
Raquel Dodge

Um fio de esperança para Henrique Alves

Dodge: posse amanhã (Foto: Web)

Nos intramuros do grupo Alves, há incontida esperança de que o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) possa ter flexibilizada sua prisão.

Expectativa é de que seja convertida em cárcere domiciliar.

Henrique está preso desde o dia 6 de junho numa sala de cerca de nove metros quadrados, na Academia de Polícia Militar, em Natal. Dois mandados de prisão preventiva, irrevogáveis até aqui, mantêm-no aprisionado.

A passagem da gestão do “Furacão Janot” e chegada da substituta Raquel Dodge na Procuradoria Geral da República (PGR) é um fio de esperança para Henrique.

Ela tomará posse amanhã  (segunda-feira, 17).

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quinta-feira - 14/09/2017 - 22:30h
Mais uma

Temer e mais 7 peemedebistas são denunciados por Janot

Do G1

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (14) uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer, desta vez pelos crimes de obstrução à Justiça e organização criminosa.

O STF somente poderá analisar a denúncia contra Temer se a Câmara autorizar. Em agosto, a Câmara rejeitou a primeira denúncia de Janot contra Temer, por corrupção passiva.

Outras oito pessoas são alvos da mesma denúncia – dois ministros, dois ex-ministros, dois ex-deputados, um empresário e um executivo (saiba o que disseram os denunciados). De acordo com o procurador, os políticos denunciados (todos do PMDB) arrecadaram mais de R$ 587 milhões em propina.

O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e o executivo Ricardo Saud, ambos delatores da Operação Lava Jato, estão entre os denunciados, mas somente pelo crime de obstrução de Justiça.

Além de Temer, Joesley e Saud, também foram denunciados nesta quinta:

  • ELISEU PADILHA (PMDB-RS), ministro da Casa Civil
  • MOREIRA FRANCO (PMDB-RJ), ministro da Secretaria-Geral
  • EDUARDO CUNHA (PMDB-RJ), ex-deputado
  • HENRIQUE ALVES (PMDB-RN), ex-deputado e ex-ministro
  • GEDDEL VIEIRA LIMA (PMDB-BA), ex-ministro
  • RODRIGO ROCHA LOURES (PMDB-PR), ex-deputado e ex-assessor de Temer

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segunda-feira - 11/09/2017 - 15:42h
Francisco Barros Dias

Juiz disciplina prisão de desembargador aposentado

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14ª Vara no Rio Grande do Norte, definiu o regime disciplinar a ser cumprido pelo preso e desembargador aposentado Francisco Barros Dias, investigado na Operação Alcmeon, deflagrada no dia 30 de agosto e que apura a prática dos delitos de corrupção passiva, exploração de prestígio, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

O magistrado determinou um regime semelhante ao aplicado para o réu e ex-deputado federal e ex-ministro Henrique Eduardo Lyra Alves (PMDB), na Operação Manus, inclusive com definição de horário para visita.

O descumprimento de qualquer das regras estipuladas poderá importar na aplicação de Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ou na remoção do preso para outra unidade, estadual ou federal, neste ou em outro Estado.

Leia também: Henrique pode ficar preso noutro estado se não cumprir regras AQUI;

Leia também: Desembargador aposentado Francisco Barros Dias é levado preso à PF AQUI.

Barros Dias está preso desde o último dia 30 no Comando Geral da Polícia Militar em Natal.

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segunda-feira - 11/09/2017 - 07:38h
Superfaturamento

‘Fantástico’ faz alarde e nada acrescenta sobre Arena das Dunas

A montanha pariu um rato. Durante a semana passada, a Rede Globo de Televisão repetiu várias chamadas em sua programação, prometendo revelações bombásticas sobre o Arena das Dunas, assinalando que teria ocorrido desvio em sua construção, da ordem de R$ 100 milhões.

No ar, a reportagem de pouco mais de 9 minutos à noite passada, dentro do programa “Fantástico – o show da vida”, não passou de assunto “requentado”, repetindo de forma pueril o que parte da imprensa do estado – incluindo esse Blog – já veiculou em maior profundidade e minudências.

“Até agora, a suspeita de corrupção está dando de seis a zero na Copa do Mundo de 2014. A construção e a reforma de seis dos 12 estádios do Mundial estão sob investigação. A Arena das Dunas, em Natal, está sendo investigada pelo superfaturamento de R$ 100 milhões”, anunciou o âncora do programa, jornalista Tadeu Schmidt.

“Foram cinco gols em quatro jogos da Copa de 2014. A Arena custará no valor atualizado mais de R$ 2 bilhões ao governo do estado. Então dá para dizer que cada gol na Arena das Dunas saiu por R$ 400 milhões! É a hora de o Repórter Secreto do Fantástico entrar em campo na capital do Rio Grande do Norte para saber Cadê o Dinheiro que Tava Aqui?” – acrescentou o mesmo jornalista, abrindo a reportagem.

Envolvidos

Em resumo, o quadro “Repórter Secreto” falou de apuração feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que terminam implicando como supostos envolvidos o senador José Agripino (DEM), ex-deputados federais Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB), além de Rosalba Ciarlini (PP) – governante à época de construção e inauguração do empreendimento.

A gestão Robinson Faria (PSD) também aparece na matéria, defendendo-se. Disse que enfrentou judicialmente a questão da exorbitância de valores, tendo redução no pagamento e restituição de R$ 38 milhões ao erário.

Governo estadual chegou a pagar R$ 11, 7 milhões/mês por esse compromisso que vai até 2031. Um dinheiro que faz falta à Saúde, à Educação, à Infraestrutura, à Segurança. Judicialmente, houve redução para cerca de R$ 9,5 milhões/mês.

Veja o vídeo da reportagem na íntegra, constante desta postagem.

Leia também: Henrique Alves é preso em desdobramento da Lava Jato AQUI;

Leia também: PF vê indícios de corrupção e lavagem de dinheiro de José Agripino AQUI;

Leia também: TCE envolve Rosalba em prejuízo do Arena das Dunas AQUI;

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quarta-feira - 30/08/2017 - 12:24h
Fred Queiroz

Delator cita prefeitos e ex-prefeitos que receberam dinheiro

Por Dinarte Assunção (Portal Noar)

Na colaboração que celebrou com o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Rio Grande do Norte, o empresário Fred Queiroz relacionou o nome de algumas lideranças que teriam recebido valores como forma de garantir apoio político à campanha ao Governo do Estado de Henrique Eduardo Alves (PMDB), em 2014.

Fred: dinheiro (Foto: arquivo)

De acordo com o relato, transferências bancárias foram feitas da conta das empresa Prátika Locações para as seguintes lideranças, no segundo turno da eleição de 2014:

Fabinho (ex-prefeito de Jandaíra);

Zeca Pantaleão (ex-prefeito de Carnaúba dos Dantas);

Flávio Azevedo (ex-prefeito de Nova Cruz);

Nilton Figueiredo (ex-prefeito de Pau dos Ferros);

Klaus Rego (ex-prefeito de Extremox);

Ivete Matias (prefeita de Brejinho);

Ivan Júnior (ex-prefeito de Assu);

Flávio Veras (ex-prefeito de Macau);

Osivan Queiroz (ex-prefeito de Lagoa Salgada);

Amaro Saturnino (ex-prefeito de Maxaranguape);

Aníbal (ex-prefeito de São João do Sabugi);

Felipe Muller (ex-porefeito de Caiçara do Rio do Vento)

Severino (ex-prefeito de Monte Alegre).

De acordo com Fred, as tratativas com essas lideranças eram feitas diretamente por Benes Leocádio, um dos coordenadores da campanha.

Os valores que tais pessoas teriam recebido não foram detalhados. Por ter informado que elas se beneficiaram a partir de transferências bancárias, Fred precisa dispor dos comprovantes de transferência para confirmar o que diz.

A reportagem tenta contato com os citados.

Leia também: Fred Queiroz detalha compra de apoios para Henrique Alves AQUI.

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terça-feira - 29/08/2017 - 10:38h
Réplica

Assessor de Henrique diz que delator Fred Queiroz é mentiroso

José Geraldo (centro) durante a campanha de Henrique para o governo do Rio Grande do Norte, em 2014 (Foto: Agora RN)

Do portal Agora RN

O assessor particular do ex-ministro Henrique Alves (PMDB), José Geraldo, disse desconhecer as situações narradas pelo ex-secretário de Obras de Natal, Fred Queiroz, ao Ministério Público do Rio Grande do Norte e à Procuradoria da República do Rio Grande do Norte, em delação que envolve seu nome e um esquema para repassar R$ 7 milhões em propina para políticos que apoiariam Henrique durante sua campanha ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

Em contato exclusivo com a reportagem do Portal Agora RN/Agora Jornal, José garantiu que tudo o que Fred contou em sua delação é mentira.

“Nada disso que ele falou é verdade. Nunca houve nada isso. Não procedem [as informações que constam na delação passada ao MPRN]. Está tudo totalmente errado, nada disso aconteceu. Ele é quem está dizendo isso. Não tenho a menor ideia do porquê dele falar essas coisas. Acho que ele não falou a verdade”, disse José Geraldo que, questionado acerca das investigações que recaem sobre o ex-ministro Henrique Alves, limitou-se a declarar que: “Não tenho o que dizer”.

Leia no link abaixo a postagem que deu origem à reação do assessor de Henrique Alves.

Leia também: Fred Queiroz detalha compra de apoios para Henrique Alves AQUI.

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