O resultado positivo da arrecadação estadual do Rio Grande do Norte em 2017 (veja AQUI) foi divulgado pelo Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (SINDIFERN), junto com uma explicação sobre a composição salarial da categoria. Foi uma resposta “às especulações” de que os auditores estaduais ganham salários iguais a de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O juiz de Execuções Penais do Natal, Henrique Baltazar, foi quem apontou o que ocorreria essa situação – usando as redes sociais nesse final de semana.
“A remuneração do Fisco estadual segue a média nacional e é resultado de uma política salarial de mérito, como estímulo ao crescimento da arrecadação própria. Todas as vantagens do fisco se limitam à remuneração dos desembargadores do Tribunal de Justiça do RN (TJRN). Ou seja, nosso teto é o subsídio dos desembargadores e não de ministros do STF”, alerta o presidente do Sindifern, Fernando Freitas.
Meritocracia
“Seguimos rigorosamente o que determina a Constituição Federal e a Estadual”, emendou.
“Como o Fisco é responsável pela arrecadação de todos os impostos próprios do Estado, implantar a meritocracia e incentivar a produtividade foi uma forma de garantir, também, crescimento das receitas próprias”, acrescentou
“A prova disso é o crescimento real das receitas, mesmo em períodos de crise financeira e econômica. Apesar do número de auditores estar bem reduzido, já que temos um quadro de 590, mas só estão na ativa atualmente 382, temos conseguido recordes sucessivos de arrecadação”, completou.
Veja destaque da Coluna do Herzog sobre declarações de Henrique Baltazar clicando AQUI).
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