domingo - 21/03/2021 - 18:08h
Covid-19

Fátima Bezerra anuncia mais 10 leitos para Mossoró

Fátima postou hoje à tarde (Reprodução BCS)

Fátima postou hoje à tarde (Reprodução BCS)

A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou agora à tarde (domingo, 21), a abertura de mais dez leitos Covid-19 em Mossoró.

Serão instalados a partir de tratativas com a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), ainda essa semana.

Atualmente, a rede pública de Mossoró tem 80 leitos-UTI sendo utilizados para atender a pessoas com essa doença. Com esses dez novos, a oferta passará para 90.

Capacidade instalada

Hospital São Luiz (hospital de campanha) – 50

Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) – 10

Hospital Rafael Fernandes (HRF) – 10

Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – 10.

Existem ainda 15 clínicos no Hospital São Luiz, 15 na Unidade de Pronto-Atendimento do Belo Horizonte (UPA), sete no HRTM, seis no HMAC e 21 no Hospital Rafael Fernandes, totalizando 64.

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Categoria(s): Saúde
segunda-feira - 15/03/2021 - 11:30h
Covid-19

Município de Mossoró tem alta capacidade de oxigênio medicinal

Uma das usinas da PMM em funcionamento (Foto: arquivo)

Uma das usinas da PMM em funcionamento (Foto: arquivo)

A situação em Mossoró em relação à capacidade instalada à produção de oxigênio medicinal-hospitalar, mesmo com sobrecarga no atendimento a doentes com a Covid-19, é diferenciada e bem favorável.

Prefeitura de Mossoró tem três usinas próprias, com duas na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte e outra na UPA do Santo Antônio.

“Mossoró é uma cidade preparada para essa situação. Não acredito que a gente vá passar por esse quadro ocorrido no Amazonas e que já se observa noutros estados”, disse a secretária municipal da Saúde, Morgana Dantas, pronunciando-se a pedido do Blog Carlos Santos.

Hospitais

O Hospital São Luiz (hospital de campanha) tem usina própria e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) dispõe de um tanque.

O Hospital Wilson Rosado (HWR) é outro com usina para esse item fundamental à sobrevivência de pacientes nas UTIs Covid-19.

Leia também: Prefeitura de Mossoró socorre Guamaré com oxigênio medicinal.

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segunda-feira - 28/12/2020 - 08:44h
Saúde Pública

Intervenção na Apamim deve dar vida à nova entidade

Processo vai dar à sociedade civil comando dessa instituição, mas sem presença de antigos integrantes

O juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, da Subseção de Mossoró, definiu o prazo de dois anos (até 2023) para conclusão da intervenção na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM). A decisão que noticiamos semana passada (veja AQUI), mas tomada dia 15 de dezembro, também assinalou que a partir de 5 de janeiro de 2021 começará a correr esse prazo.

Resumo fotográfico da visita do editor desta página ao HMAC em 25 de janeiro de 2017 (Fotos: BCS)

E o que acontecerá após o fim da intervenção iniciada em setembro de 2014, portanto há seis anos e três meses? Esse período relativamente longo para esse tipo de interveniência externa numa entidade autônoma e filantrópica, será ainda mais alongado, passando dos oito anos contínuos.

Ao fim desse processo, o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)/Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), que está no bojo da Apamim, não será extinto. Mas, tende a ganhar nova formação diretiva e denominação, além de elenco associativo inteiramente diferente do que era antes. Edital vai definir esse outro modelo, para que a instituição que vai nascer seja formada por membros da sociedade civil.

Com certeza, não poderão participar do quadro societário pessoas com vínculo de parentesco até 3 grau daqueles que faziam parte da sociedade até a intervenção. A Apamim era controlada pelo grupo político da atual vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB).

Tudo é acompanhado pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público do RN (MPRN).

Desmandos e má gestão

A intervenção federal aconteceu em face de denúncias de desmandos e má gestão em proporções gigantescas, paralelamente ao sucateamento de sua estrutura e asfixia de suas atividades, sobretudo no atendimento a parturientes e bebês. Denúncia foi desencadeada pelo Conselho Regional de Medicina do RN (CRM/RN), apontando desvios de recursos federais e estaduais, assim com atraso no pagamento de servidores da unidade de saúde.

Orlan Donato: decisivo (Foto: arquivo)

Na sentença do juiz Federal Orlan Donato lembrou que “o cenário fruto da ação foi arquitetado por uma administração desastrosa ao longo de anos, sendo que a situação caótica chegou ao ápice em abril de 2014, quando foi fechada uma das duas salas cirúrgicas pela clínica de anestesiologistas, por absoluta falta de condições de funcionamento, ante a ausência dos instrumentos necessários e imprescindíveis para a prática segura de tal especialidade, juntamente com isto a falta de medicamentos e materiais se tornou rotina, o que culminava suspendendo os procedimentos médicos à época. O atendimento ao público, quando chegava a ser realizado, era de forma extremamente precária e com a constante falta de medicamentos”.

Ele observou que a entidade apresentava dívidas de R$ 1,5 milhão em trabalhistas, R$ 2,2 milhões para fornecedores e outros R$ 9,2 milhões de passivos tributários e encargos.

Números

Em seis anos de intervenção foram realizados 38.644 partos. Foram 10% de bebês – 3,8 mil com baixo peso e 15% – 5 mil prematuros.

A maternidade funciona com 180 leitos. Deste total, veja abaixo como está distribuída hoje sua estrutura:

17 de UTI neonatal

15 de ucincO – Berçário

18 de UcincA – Canguru

9 de UTI adulto

25 de gravidez de alto risco

54 de alojamento conjunto

20 de Mãe Coruja

1 Laboratório

1 Centro Obstétrico

1 Centro Cirúrgico

1 Lavanderia

1 Farmácia

1 Esterilização

1 Nutrição

1 Equipe de manutenção

1 Equipe de Limpeza

1 Reforma.

Retenção de recursos

Como no passado, um dos principais problemas da Apamim é a retenção de recursos de entes públicos, sobretudo a Prefeitura Municipal de Mossoró. Há poucos dias, o mesmo juiz Orlan Donato bloqueou R$ 3.492.455,83 da gestão Rosalba Ciarlini (PP), dinheiro do Sistema Ùnico de Saúde (SUS) que seu governo não repassava há meses.

HMAC em foto de Manoelito em 1951

A interventoria, comandada pela bioquímica Larizza Queiroz, terá ainda ingente tarefa de debelar dívidas milionárias que nesse espaço de tempo não foram todas sanadas. Entretanto, o que foi desenvolvido até o momento é extremamente animador.

A Apamim de hoje é diametralmente oposta àquela que foi encontrada pelos interventores. E muito além do que foi seu nascedouro. O HMAC foi oficialmente inaugurado no dia 16 de outubro de 1947.

Os primeiros diretores foram os médicos João Marcelino e Maltez Fernandes. São mais de 73 anos de história.

Nota do Blog – Em janeiro de 2017 fizemos uma demorada visita às instalações do HMAC/CSDR, passeando por seu passado e conhecendo seu presente. Dessa estada veio a produção de uma série de reportagens e crônica. Veja AQUI.

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sexta-feira - 22/05/2020 - 10:18h
RN

Governo Federal habilita 251 leitos de UTI contra Covid-19

O Governo Federal habilito 251 leitos de UTI no RN para tratamento de pacientes com Covid-19. A publicação no Diário Oficial da União detalha essa providência.

Portaria detalha decisão governamental e outros aspectos legais da habilitação (Reprodução BCS)

Os municípios beneficiados são Natal, Mossoró, Caicó, Extremoz, Pau dos Ferros, Macaíba, João Câmara, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante.

Ao todo, há garantia de aporte financeiro no total de R$ 33,144 milhões para essa cobertura.

Em Natal, por exemplo, serão beneficiados os seguintes hospitais: Hospital Doutor João Machado, Hospital Municipal, Hospital Central Coronel Pedro Germano (Hospital da PM), Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e Hospital Doutor Luiz Antônio (Liga Norte-riograndense Contra o Câncer).

Portaria detalha quantos leitos e valores para cada hospital nos 9 municípios do RN (Reprodução BCS)

Em Mossoró são esses hospitais: Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), Hospital Rafael Fernandes, Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) e Centro Médico Rodolfo Fernandes.

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São 65 leitos de UTI somente para Mossoró.

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Categoria(s): Saúde
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quarta-feira - 13/05/2020 - 10:00h
Covid-19

Juiz determina fluxo de quase meio milhão para Apamim

Orlan Donato: prioridade máxima à saúde (Foto: arquivo)

O Juiz Federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal de Mossoró, determinou a transferência de R$ 488.055,50 para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM). Os valores são referentes a bloqueios/depósitos em ações de saúde que não foram reivindicados pelos entes políticos.

Na decisão, o magistrado chamou atenção para precariedade da rede pública de saúde no Rio Grande do Norte, que se agravou com a pandemia da Covid-19.

“As condições do Sistema Único de Saúde no estado do RN, que já não eram adequadas e suficientes para atender à população do Município de Mossoró e região, tendem a piorar bastante e até mesmo entrar em colapso, sendo incapaz de atender a todos que dele necessitem em uma proporção muito maior do que vemos de vez em quando em nosso estado, caso as medidas necessárias de aparelhamentos não sejam tomadas”, escreveu o Juiz Federal Orlan Donato.

TAC

Ele lembrou que os valores destinados à Apamim serão de grande valia para o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado recentemente.

“Destaque-se, ademais, que esses valores serão um auxílio significativo na consecução mais ágil do recente Termo de Ajustamento de Conduta celebrado entre o Ministério Público Estadual, o Ministério Público do Trabalho, o Município de Mossoró, o Governo do Estado do RN e a Apamim, no sentido de promover o incremento de leitos hospitalares destinados ao enfrentamento do COVID-19 no município de Mossoró, por meio da implantação de até 100 novos leitos sob a gestão da Apamim”, completou.

A APAMIM deverá prestar contas, no prazo de 30 dias, diretamente ao Judiciário Federal sobre o emprego do recurso. Essa instituição gestora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) está sob intervenção federal desde setembro de 2014, passando por uma revolução em termos de administração, estrutura e qualidade de serviços para pacientes e corpo funcional.

Nota do Blog – Decisão oportuna do doutor Orlan Donato, um magistrado que tem feito pela saúde pública de Mossoró muito mais do que muitos políticos que alardeiam feitos, inverídicos, em propagandas enganosas. Bravo, doutor.

Mossoró e região serão eternamente gratos por seus esforços e vigor judicante e humanista.

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segunda-feira - 04/05/2020 - 12:12h
Alta demanda

Hospital São Luiz tem rápida ocupação de leitos com Covid-19

O Hospital de Campanha de Mossoró, instalado no Hospital São Luiz (privado) está com crescente ocupação. Quem mostra essa preocupante demanda é o site Mossoró Hoje.

Mossoró Hoje acompanha o avanço da ocupação de leitos e necessidade de rápida abertura de outros

O São Luiz começou a funcionar com essa destinação específica de atendimento na sexta-feira (1º), com 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria – (veja AQUI. Mas nesta segunda-feira (4) já está com 18 pessoas sob tratamento, sendo que nove somente na UTI. Ou seja, só um leito disponível para situações mais urgentes.

O planejamento da gestão é que ao ocupar 90% dos leitos, passe logo a agilizar outros, até atingir seu teto – 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria.

Leia tambémMossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

A gestão do Hospital São Luiz nesse período de enfrentamento à Covid-19 é da bioquímica e interventora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC),, Larizza Queiroz, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Justiça Federal, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), além de Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do RN.

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sexta-feira - 01/05/2020 - 17:54h
Covid-19

Hospital São Luiz começa a receber os primeiros pacientes

O Hospital Sao Luiz – Hospital de Campanha em Mossoró para exclusivo atendimento a pacientes com Covid-19, por volta de 17 horas desta sexta-feira (1º) recebeu seu primeiro paciente.

Um veículo do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), com o médico Dixon Fradik, fez transferência de paciente que estava provisoriamente no Hospital Maternidade Almeida Castro  (HMAC).

Outros serão transportados de Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s), onde estão também de forma emergencial e em face de falhas na montagem de estruturas da municipalidade e governo estadual.

O Hospital de Campanha no São Luiz começa com 10 de UTI e 15 de enfermaria.

Quando tiver 90% ocupados, será agilizada a abertura de mais 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria, até chegar – a 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria.

Leia tambémMossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

A gestão do Hospital São Luiz nesse período de enfrentamento à Covid-19 é da bioquímica e interventora do HMAC, Larizza Queiroz, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Justiça Federal, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), além de Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do RN.

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Categoria(s): Saúde
sexta-feira - 01/05/2020 - 12:46h
Sexta-feira, 1º

Mossoró já vive saturação para atender pacientes da Covid-19

Mossoró chega a um momento delicado, com vidas em jogo e muito ainda a ser feito (Foto ilustrativa)

A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte em Mossoró está nesse momento com oito pacientes.

Aguardam abertura de leitos no Hospital de Campanha do Hospital São Luiz.

Um deles está intubado e o restante em clínica.

Mais quatro pacientes foram acomodados no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) desde o meio desde quarta-feira (29), também à espera de leitos no São Luiz.

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) está lotado nos leitos reservados a pessoas com Covid-19. A outra UTI de dez leitos deveria ter sido aberta no início da semana.

Realidade e propaganda

A UPA do Santo Antônio e a UPA do São Manoel também possuem um paciente, cada uma, que precisam ser remanejados ao atendimento hospitalar. Um deles é morador de rua (UPA do São Manoel).

Enfim, providências excepcionais estão sendo tomadas para que haja possibilidade de assistência e chances de vida a essas pessoas. Medidas prometidas por prefeitura e estado há semanas não avançam. A propaganda fantasiosa, sim.

Ainda hoje espera-se a abertura de 15 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 10 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) no São Luiz.

Nas UPA’s só existem dois respiradores funcionando, emprestados pelo HRTM. Outros três cedidos pelo HMAC ainda não foram instalados em salas vermelhas (obrigatórias) nas UPA’s.

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domingo - 22/03/2020 - 16:16h
HMAC

Hospital adota medidas preventivas contra o coronavírus

Do Mossoró Hoje

A equipe de intervenção judicial no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró-RN, está adotando uma série de medidas, seguindo orientações do Ministério da Saúde, para contribuir com o combate à transmissão do Coronavirus (Covid-19).

Os protocolos estão sendo formatados por setores nos diversos setores, como recepção, acolhimento, pré-parto, salas de parto e Centro Obstétrico, assim como no Alojamento Conjunto. O cuidado também se estende à lavanderia, à farmácia, o laboratório, a esterilização, a Nutrição e demais compartimentos da maternidade.

Ainda é imperioso lembrar das orientações ao pessoal da limpeza, da manutenção e da segurança. Vários protocolos já estão prontos e sendo aplicados. Em alguns, está sendo preciso mantê-los em aberto, e atualizá-los conforme as informações que chegam do Ministério da Saúde.

Cuidados especiais

Atenção especial está sendo dedicada pela equipe às unidades de UTI adulto, neonatal, UcincO, UcincA, onde estão internados pacientes que carecem de tratamento intensivo, tanto adulto quanto neonatal.

Em atenção à orientação do Ministério da Saúde, o HMAC está impondo restrições de acesso logo na porta. Visitas, por exemplo, estão suspensas até que a pandemia entre em declínio. Só entra a mulher e a acompanhante.

A diretora geral Larizza Queiroz e a coordenadora de enfermagem Patrícia Oliveira manifestam agradecimento à colaboração de todos os servidores e da população em geral, que precisam dos serviços do HMAC.

“Nesta guerra, agradecemos em especial ao servidor desta casa, que tem dedicado esforços até muito acima do normal para garantir o atendimento à população”, diz Larizza.

Nota do Blog Carlos Santos – As preocupações do HMAC estão ampliadas, depois da oficialização de que um de seus médicos, Inavan Lopes, está com coronavírus (veja AQUI). É um prédio de intensa circulação de pessoas das mais diversas camadas sociais e endereços no município e em dezenas de outros no RN e Ceará, também.

São vigilantes, faxineiros, enfermeiros, médicos, pacientes, acompanhantes, gente para prestar serviços em condicionadores de ar, energia, hidráulica, fornecedores de alimentos etc. Pode ser ponto de partida para expansão em escala geométrica e exponencial da doença.

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Categoria(s): Saúde
sábado - 25/01/2020 - 09:40h
No Facebook

Lembranças de Valentina, Arthur, Maria Eduarda e Ana Lívia

A rede social Facebook, onde raramente passamos os olhos, mas a mantemos para compartilhamento de links do Blog Carlos Santos, lembra uma postagem realizada há exatos três anos: dia 25 de janeiro de 2017.

Facebook lembra três anos de visita ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em janeiro de 2017 (Reprodução)

Nela, retratamos visita que fizemos ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Revimos o texto e rapidinho veio o rebobinamento do périplo que fizemos pelo HMAC. Difícil não nos emocionarmos novamente.

Abaixo, a postagem que fizemos à época, continuada em dias posteriores, sobre a realidade que encontramos. Testemunhamos o ressuscitamento de uma instituição que abre a vida para milhares de crianças e zela mães em seu momento mais sublime.

Por Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Passei algumas horas hoje no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró.

Tempo para muitas observações, conversas, questionamentos. Perguntas, perguntas, perguntas. Planilhas, números. Sobe e desce de escadas; entra e sai em salas, alas, corredores. Elevador para cima, para baixo.

Em seus escaninhos…novos, reformados, antigos, bem antigos, a tranquilidade que contrasta com o que eu vira no passado.

Ouvi, escutei: dirigentes, servidores, mães…

Captei o choro de bebês, vozes balbuciando palavras ininteligíveis.

Vai e vem de gente.

Em boa parcela desse tempo, optei por conhecer sua UTI Neonatal.

Sabia que ia me emocionar. Assim foi.

Fez-me bem.

Testemunhei bebês minúsculos, frágeis, brigando pela vida.

Nenhuma daquelas crianças era minha, nem devo conhecer seus pais; talvez nunca as veja – engatinhando, andando ou correndo por aí.

Mas é impossível não imaginá-las engatinhando, andando, correndo por aí.

Torço por cada uma, como se minha fosse.

Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Amém!

Leia série sobre o HMAC, postada após essa crônica acima:

Força-tarefa avança na salvação do Almeida Castro;

Do caos à vida, a nova situação do Hospital Maternidade Almeida Castro;

Salvação do Almeida Castro enfrenta interesses contrariados.

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Categoria(s): Gerais
  • Repet
terça-feira - 31/12/2019 - 09:24h
Feliz 2020

Rosalba ‘passa melada’ em médicos, cooperativas e Justiça

Prefeita de Mossoró assume compromisso para pagamentos, mas outra vez falta com a sua palavra

Do Mossoró Hoje

A prefeita Rosalba Ciarlini Rosado (PP), de Mossoró, enganou a Justiça Federal do  RN (JFRN) e dezenas de médicos. No dia 4 de novembro passado a Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 3.604,465,42 para pagar os valores em atraso devido aos profissionais da medicina, através de cooperativas.

Prefeita é reincidente contumaz em assumir compromissos e não cumprir, mesmo na Justiça (Foto: redes sociais)

A municipalidade pediu a JFRN para pagar 50% do valor bloqueado, assumindo compromisso em juízo – com aquiescência dos credores – que pagaria o restante no dia 15 de dezembro.

De boa-fé, judiciário e médicos avalizaram o acordo.

Entretanto a prefeita não pagou os outros 50%, conforme prometeu.

Os médicos das cooperativas NGO, NEo e CAM estão indignados. Quando a ação foi protocolada pelos interventores do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), onde elas atuam, os médicos já estavam sem receber há mais de três meses.

Agora há débito também dos meses de outubro e novembro e em breve também o mês de dezembro, se não houver saneamento de toda a dívida.

Nota do Blog Carlos Santos – Em nosso sertão bravio, entre crianças peraltas que estavam longe da era dos smartphones e tablets, esse comportamento era tratado como um movimento corporal lúdico, de destreza, em que alguém com habilidade de contorcionista se livrava de  concorrentes e adversários nas brincadeiras inocentes. Numa analogia, podemos afirmar que a prefeita “passou melada” em médicos e Justiça.

Isso, nos tempos remotos da criançada, era motivo de muitas gargalhadas e galhofas. O mesmo deve estar ocorrendo agora, sob espocar de champanhe. Feliz Ano Novo!

Os números da palavra não cumprida

R$ 584.196,95 – Cooperativa de Anestesiologia de Mossoró (CAM) – meses de julho, agosto e setembro, além de parcelamento de atrasados;

R$ 1.232,422,87 – Neo Clínica – Meses de julho, agosto e setembro;

R$ 769.300,00 – Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO) – meses de julho, agosto e setembro.

Leia também: Cacoete da mitomania marca Rosalba à porta de eleição

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Categoria(s): Política / Saúde
segunda-feira - 18/11/2019 - 17:04h
Prefeitura de Mossoró

Nota de Repúdio denuncia quatro meses sem pagamento

Médicos de várias especialidades dizem como município espezinha categoria e maltrata mães e bebês

A Neo Clínica SS divulga nesta segunda-feira (18) Nota de Repúdio contra os gestores da Saúde Municipal de Mossoró. Essa organização reúne médicos pediatras, neonatologistas e intensivistas pediátricos, dentre outras especialidades, com atuação em Mossoró, na prestação de serviço no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) e Hospital Wilson Rosado (HWR), pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Estão há quatro meses sem o pagamento por seus serviços, mesmo com acordos firmados, decisões judiciais favoráveis e outros argumentos que sustentam o “bom direito”. O fenômeno é tipicamente mossoroense, onde as leis parecem feitas apenas para punição dos mais fracos e indefesos (como parturientes e bebês).Leia abaixo:

Nota de repúdio à falta de comprometimento dos gestores públicos do Município de Mossoró-RN com serviços essenciais de saúde à população

A Neo Clínica SS, sociedade constituída por médicos pediatras, neonatologistas e intensivistas pediátricos, dentre outras especialidades, atua no atendimento a recém-nascidos em sala de parto, UTI Neonatal, Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal, além de UTI Pediátrica, a favor da população usuária do SUS, no âmbito das instalações do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) e Hospital Wilson Rosado (HWR), vem a público manifestar seu veemente repúdio a falta de comprometimento dos gestores da saúde municipal os quais deveriam agir com o mínimo de atenção com os serviços de saúde aqui descritos.

O primeiro fato que destacamos, e o mais grave, é com relação a fragilidade da manutenção desses serviços. Os gestores municipais não renovaram contratos licitatórios, não cumpriram mais de uma determinação judicial a qual os obriga realizar tal formalização e não dão qualquer informação ou esclarecimento sobre esses descumprimentos.

Hoje prestamos esses serviços à população, por força de intervenção judicial, recebendo do município de forma indenizatória e sem existir ao menos uma data definida para esses pagamentos.

A impontualidade dos pagamentos é uma constante, frequentemente realizados com mais de 60 dias após os serviços prestados e sem qualquer cronograma ou informação de quando estes ocorrerão. Atualmente todas as atividades médicas aqui mencionadas executadas durante os últimos 04 meses, não foram pagas.

A Justiça Federal em 06/11/2019, em mais uma tentativa de solucionar os problemas dos atrasos, concedeu 5 dias úteis para regularização de 50% dos débitos do município, e, novamente, os gestores municipais descumpriram o que foi determinado.

O prazo concedido pela justiça tem origem em proposta formal apresentada pelo próprio ente municipal que com isso demonstra, mais uma vez, a falta de planejamento, atenção e comprometimento com serviços essenciais de saúde oferecidos à população e lesando os profissionais que necessitam receber pelo que produziram.

Não é possível que profissionais que exercem seu trabalho com pontualidade, eficiência e, diversas vezes, com altruísmo sejam penalizados pela falta de atenção na gestão dos recursos públicos. Todo aquele que trabalha merece receber o que lhe é de direito. Não podemos aceitar que atrasos como esses sejam tomados como “naturais”.

Destacamos que tal atitude da gestão demonstra falta de respeito e compromisso com a categoria médica que precisa receber seus proventos, pois a remuneração desse trabalho é verba de caráter alimentar, acarretando a sua falta prejuízo ao sustento do profissional e de seus familiares.

A Neo Clínica SS presta serviços de fundamental importância para o Município de Mossoró e região, atendendo a um público superior a 1 milhão de habitantes, salvando a vida de muitos recém-nascidos e crianças que, na ausência desses serviços, estariam certamente fadadas a complicações e óbitos.

No ano de 2018, o HMAC foi o hospital com maior número de partos no Estado do Rio Grande do Norte, com 6.309 registros.

Na mesma maternidade e no mesmo ano, foram atendidos 375 RN’s na UTI neonatal e em 2019 já atinge 323 atendimentos até o dia 31/10/19, demonstrando a dimensão e importância do serviço prestado pela Neo Clínica SS para Mossoró e região.

Caberá agora apelar para os meios legais ou até mesmo para a sensibilidade daqueles que gerem os recursos públicos e que estes percebam, de uma vez por todas, a necessidade de tais pagamentos.

Mossoró, 18 de novembro de 2019.

Nota do Blog – Interessante é que na próxima campanha eleitoral, boa parcela dos prejudicados estará em “campo” dando uma “força” a seus algozes. É a servidão voluntária que nem Freud explica. Ou uma espécie de Síndrome de Estocolmo coletiva, com dezenas de homens e mulheres de branco louvando e associando-se a seus captores. Vá entender.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Repet
terça-feira - 05/11/2019 - 22:20h
Saúde pública

Prefeitura e Estado devem mais de R$ 7,7 milhões a hospital

Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Mossoró devem valores consideráveis à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

Números da "parceria" entre Estado e Prefeitura impressionam e revelam pouco caso com saúde (Foto: HMAC)

Esses débitos são relativos a serviços de cirurgias/exames realizado pelo Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que faz parte desse sistema de saúde.

A gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) deve o total de R$ 3.067.523,80, contas de 2018 e 2019. Já o Governo Fátima Bezerra (PT) acumula R$ 2.646,962,77 ainda de 2018, com R$ 1.991,862,73 deste ano. Total: R$ 4.638.825,5‬0.

Os dois entes públicos devem R$ 7.706.349,3‬0.

Veja baixo levantamento desses números:

Estado – 2018

Janeiro 0000
Fevereiro – 214.633,06
Março – 257.134,96
Abril – 278.078,08
Maio – 271.979,47
Junho – 212.299,39
Julho – 270.110,41
Agosto – 179.568,25
Setembro – 318.427,91
Outubro – 279.819,50
Novembro – 209.730,14
Dezembro – 212.992,62
Total – 2.646.962,77

Estado – 2019

Janeiro – 216.170,30
Fevereiro – 257.864,80
Março – 235.201,13
Abril – 375.397,32
Maio – 281.602,30
Junho – 277.274,12
Julho- 188.247,50
Agosto – 160.105,26
Setembro
Outubro
Total – 1.991,862,73

Prefeitura – 2018

Janeiro- 0000
Fevereiro – 143.088,70
Março – 171.423,30
Abril – 185.385,38
Maio – 181.319,65
Junho – 141.532,93
Julho – 180.073,60
Agosto – 119.712, 16
Setembro – 212.285,27
Outubro – 186.546,33
Novembro – 139.820,09
Dezembro – 141.995,08
Total – 1.764.641,82

Prefeitura – 2019

Janeiro – 144.133,53 (pago)
Fevereiro – 171.909,87
Março – 156.800,75
Abril – 225.238,39
Maio – 187.734,86
Junho – 184.489,41
Julho – 125.498,33
Agosto – 106.736,84
Setembro – 0000
Outubro – 0000
Total – 1.302.881,98

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Categoria(s): Saúde
quarta-feira - 09/10/2019 - 17:02h
Juiz afirma:

Sentença sobre Apamim vai sair até o fim deste ano

Do Blog Saulo Vale

O juiz federal Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), deverá sentenciar, até o final deste ano, o processo sobre a intervenção judicial na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e a Infância de Mossoró (APAMIM), que administra o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Juiz federal Orlan Dantas é responsável direta por verdadeira revolução no HMAC (Foto: BSV)

A unidade está sob intervenção da Justiça desde 2014.

“É um processo complexo, que envolve Estado, Município, União, cooperativas médicas, funcionários, outras esferas da Justiça. Por isso, há esse tempo (longo) de intervenção (no hospital). Eu pretendo sentenciá-lo até o final do ano”, afirmou em entrevista ao Jornal da Tarde (Rádio Rural de Mossoró) desta quarta-feira (9).

Direção permanente

Nesse caso, com a sentença, ficará definida a situação da gestão do Hospital Maternidade Almeida Castro. “Sairia a [atual] administração provisória, através de uma Junta Interventora, e se permitiria que pessoas, através de um edital, se habilitasse para compor a diretoria e o conselho dessa entidade”, explica.

Ele ressalta que “o edital veda que antigos gestores ou parentes de até terceiro grau possam participar da diretoria ou dos respectivos conselhos da administração ou fiscal da Apamim”.

Nota do Blog – Impressiona a realidade atual do HMAC. É diametralmente oposta à anterior. Seus feitos seriam ainda mais exponenciais em prol da saúde pública de milhares de pessoas em Mossoró e vastíssima região, se não fosse nitidamente sabotada politicamente.

E esse êxito em boa parte se deve à coragem desse magistrado e à equipe interventora.

Aplausos, muitos aplausos.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • San Valle Rodape GIF
terça-feira - 01/10/2019 - 09:38h
Mossoró

Médicos reagem contra atrasos e acham inútil procurar Justiça

Sinmed diz que Governo Rosalba Ciarlini "é cruel" e age como "caloteiro contumaz", priorizando festa

A Delegacia Regional de Mossoró do Sindicato dos Médicos do RN (SINMED/RN) defende medida radical contra a Prefeitura Municipal de Mossoró. “O poder  de  destruição de uma administração que tudo faz para desvalorizar o trabalho médico deve ser combatido pela classe médica de forma enérgica  e proporcional ao tratamento recebido. Paralisação no mínimo. É inútil recorrer a chamada Justiça. A habilitação do Município de Mossoró – Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde –  deve ser cancelada, uma vez que ele não assume suas responsabilidades”, defende o Sinmed em e-mail enviado ao Blog Carlos Santos.

Assinado pelos médicos Ronaldo Fixina e Sóstenes de Holanda Paiva, a nota é intitulada “A inversão de prioridades e a saúde agonizante – Tempo de reagir de forma enérgica“, numa referência à gestão da prefeita e médica Rosalba Ciarlini (PP).

“A PMM tenta decretar a extinção da classe médica. No Hospital-Maternidade Almeida Castro (HMAC) sob Longa Intervenção Federal (desde 2014) existem débitos dos plantões de Janeiro e Fevereiro de ( 2017 – pasmem ), de março, de julho, agosto e setembro ( 2019 ). Os médicos exigem respeito. Os pacientes, as gestantes,  pedem socorro. Os  gestores da saúde estão anestesiados”, assinala o Sinmed/RN.

“A sequência crônica e proposital  de equívocos administrativos,  coloca em risco a vida de muitos pacientes, principalmente gestantes”, aponta.

Atrasos planejados

Na ótica da entidade, “sem nenhuma justificativa a PMM atrasa propositalmente o pagamento dos plantões (salários) por mais de 90 dias. E não há nenhuma sanção jurídica. A poderosa PMM descumpre Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com Justiça Federal, sem nenhuma consequência (…).  A P M M faz chacota com os médicos, com a ‘justiça’ e principalmente com os pacientes”.

Os médicos consideram um “artificio ridículo e esdrúxulo pagar (quando paga) uma última nota fiscal  (para convencer somente os bajuladores) de que paga em dia. É cruel e típico de caloteiro contumaz”.

Também critica a prioridade do festim, em meio ao caos na saúde pública. “Anunciar com irresponsabilidade e pompa o Mossoró Cidade Junina 2020 (MCJ-2020) é um enorme desrespeito à população . Enquanto isso, no teatro da saúde muitos pacientes  ‘aguardam sequelas’ por falta de cirurgia eletiva e tantos outros mendigam exames, cirurgias. Outros desencarnam.  As denominadas cirurgias eletivas em breve serão paralisadas. A Saúde Pública não  é questão  levada a serio em Mossoró. Acreditamos que as  intituladas autoridades tratam esta situação como se fosse normal. Brioche e festa”.

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Categoria(s): Política / Saúde
quinta-feira - 12/09/2019 - 19:12h
O mesmo de sempre

Hospitais esperam pagamento de dívidas de cirurgias eletivas

Cirurgias até hoje não atendem promessas (Foto ilustrativa)

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), Hospital Wilson Rosado (HWR) e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) ainda aguardam repasses do Governo Fátima Bezerra (PT) e gestão Rosalba Ciarlini (PP) relativos às cirurgias eletivas que já realizaram.

O “prego” acumula-se desde março, além de dívidas remanescentes de 2018.

À semana passada, o secretário de Estado da Saúde Pública (SESAP), Cipriano Vasconcelos Maia, passou como um raio pela cidade (veja AQUI) e criou expectativa de que haveria pagamento de pelo menos parte dos débitos esta semana.

Até aqui, nadica de nada.

Cooperação

O Estado é responsável por 60 por cento do custo das cirurgias e o município responde por 40%. Segue Termo de Cooperação Entre Entes Públicos (TCEEP), aprovado pelo Conselho Estadual de Saúde (CES) dia 15 de agosto de 2017 (veja AQUI), a partir de protocolo de intenções anteriormente firmado pelo então governador Robinson Faria (PSD) e prefeita Rosalba Ciarlini (PP) em fevereiro daquele ano.

A municipalidade chegou a prometer a realização de pelo menos 400 cirurgias por mês, sobretudo ortopédicas, o que nunca aconteceu. Centenas de pessoas seguem sofrendo, com ameaça de sequelas irreversíveis e até mesmo a morte.

Leia também: Prefeitura anuncia para hoje inicio de cirurgias, sabendo que não as realizará.

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Categoria(s): Saúde
  • Repet
sexta-feira - 23/08/2019 - 08:02h
De novo, outra vez...

Cirurgias ortopédicas são suspensas por falta de pagamento

Do Blog Saulo Vale

O Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) suspendeu a realização de cirurgias ortopédicas eletivas.

O motivo é a falta de repasses.

A dívida é de R$ 2.014.883,40 (dois milhões, quatorze mil, oitocentos e oitenta e três reais e quarenta centavos), sendo 40% desse valor de responsabilidade da Prefeitura de Mossoró e 60% do Governo do RN.

A Prefeitura ainda acumula entorno de R$ 3 milhões de dívidas, referentes a procedimentos cirúrgicos eletivos feitos em 2018.

A unidade hospitalar pode paralisar as demais cirurgias eletivas (gerais e ortopédicas), caso não haja repasse desses valores em atraso.

É o retrato da sofrida saúde pública de Mossoró.

Nota do Blog – Parece sem fim esse lengalenga. O HMAC executa um trabalho de excelência desde que entrou em processo de gestão sob interventoria, em 2014. Pena que o poder público insista em sabotar, por má-fé ou negligência, o que funciona e tem qualidade.

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 06/08/2019 - 14:56h
Saúde Pública

Duas ações pedem bloqueio de contas de prefeitura

Do Blog Saulo Vale

A Junta Interventora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) pediu judicialmente o bloqueio nas contas da Prefeitura.

Centenas de vidas sob comprometimento aguardam decisão judicial para cobertura de dívidas (Foto: arquivo)

O motivo é a dívida que a Municipalidade acumula com os serviços neonatal e de pediatria, prestados pela Neoclínica. A dívida chega a R$ 678 mil e é refente aos meses de abril, maio e junho deste ano.

A decisão deve ser tomada pela 8ª Vara da Justiça Federal, com sede em Mossoró.

Assim, pelo menos dois pedidos diferentes de bloqueio de contas da Prefeitura estão protocolados judicialmente, devido dívidas com entidades médicas: um feito pela Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), no valor de pouco mais de R$ 400 mil, e esse outro do HMAC, em favor da Neoclínica.

Nota do Blog Carlos Santos – Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?

Incrível como a gestão Rosalba Ciarlini (PP) é o espelho do antecessor Francisco José Júnior. O filme é repetido, o enredo é o mesmo, mas tem uma grande diferença: o comportamento da opinião pública, dos insatisfeitos e “revoltados” das redes sociais, além dos próprios prejudicados diretamente, como setores médicos.

Parece existir um consórcio entre medrosos e coniventes. Na época de Francisco José, não. Todo mundo era valente, aguerrido, na luta à melhoria da Saúde Pública e de outros serviços públicos. Estranho, muito estranho mesmo.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • San Valle Rodape GIF
quinta-feira - 13/06/2019 - 10:24h
Dívidas milionárias

Estado e Prefeitura são cúmplices em descaso com saúde

Prefeitura de Mossoró e Governo do Estado são parceiros e cúmplices numa tragédia anunciada e continuada na Saúde de Mossoró.

O problema não é de hoje, que se diga. Segue rotina de anos, governo após governo (municipal e estadual).

Descumprem compromissos com entidades e hospitais em somas de muitos milhões, que afetam milhares de pessoas.

Cerca de R$ 16 milhões é o valor que a Prefeitura de Mossoró e o Governo do RN deve ao Hospital Wilson Rosado (HWR), sendo 40% do ente municipal e 60% de responsabilidade do Estado, por cirurgias eletivas, cardíacas e UTI Pediátrica que salvam vidas.Serviços poderão parar. Veja AQUI.

Do montante de uma dívida de R$ 7,5 milhões com a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), a Prefeitura deve 40% desse valor e o Governo 60%.

Atendimento chegou ao limite, ameaçando muitas vidas. Veja AQUI.

Descredenciamento

A relação com o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)/Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) é a mesma. A dupla de entes públicos segue com atrasos que vão levar a paralisação de cirurgias eletivas a partir de segunda-feira (17).

Montante devido não foi revelado.

Importante assinalar, que vários prestadores de serviços da Saúde Pública começam a pedir descredenciamento, cansados de tantos atrasos e descaso.

Está ruim? Pode piorar.

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Categoria(s): Política / Saúde
terça-feira - 07/05/2019 - 20:26h
Saúde

Rosalba visitará pela primeira vez hospital sob intervenção

Resumo fotográfico da visita do editor desta página ao HMAC em 25 de janeiro de 2017 (Fotos: BCS)

Do Blog Saulo Vale

A prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) fará nesta quarta-feira (8) a sua primeira visita ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Desde que tomou posse (1º de janeiro de 2017), ela não fez uma única visita à unidade hospitalar, que está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

A visita está marcada para às 9 horas e foi mediada pela secretária municipal de Saúde, Saudade Azevedo, que contornou de maneira exitosa a tensão existente entre Maternidade e Prefeitura.

O hospital, que é uma entidade filantrópica, recebe recursos federais, estaduais e municipais.

Faz uma média de 20 partos/dia.

Nota do Blog Carlos Santos – Conheço o HMAC em sua nova fase. Acredito que a prefeita sofrerá o mesmo impacto (ou maior) que senti ao conhecer a verdadeira revolução promovida lá pela equipe interventora: veja AQUIAQUIAQUI e AQUI.

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Categoria(s): Política / Saúde
  • San Valle Rodape GIF
quarta-feira - 17/04/2019 - 19:05h
Saúde "pútrida"

Prefeitura e Estado mantêm atrasos e prejudicam hospital

HMAC e sua ala Neonatal (Foto: BCS arquivo)

Do Blog Carol Ribeiro

Os plantões dos médicos que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) referentes a janeiro, fevereiro e março ainda não foram repassados pela Prefeitura de Mossoró e Governo do RN.

O Executivo Municipal deve um valor médio de R$ 620 mil às cooperativas Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e a Cooperativa de Neonatologia (NEO).

Já a dívida da gestão estadual é de R$ 780 mil, com as cooperativas CAM, NGO, NEO e a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

A diretora-interventora da Maternidade, Larizza Queiroz, conta que tem tentado diálogo com os dois entes pela via administrativa. Após reunião realizada nesta terça-feira (17), a Prefeitura afirmou que tentará fazer o repasse na próxima segunda-feira (22).

O Governo do Estado, entretanto, não respondeu às solicitações.

Caso os repasses não sejam efetuados até a próxima semana, deverá ser solicitar o bloqueio das contas dos entes públicos por via judicial.

Nota do Blog – Enquanto uma turma que conhecemos não implodir o trabalho da interventoria, não estará satisfeita. Triste que milhares de vidas humanas inocentes sejam vítimas desse joguete. Gente sem escrúpulo algum. Mereciam uma surra de cipó verde de aroeira, em praça pública.

Argh!

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 26/02/2019 - 15:26h
TRF5

“Vício processual” anula sentença contra Sandra e outros réus

HMAC/CSDR é o foco da polêmica que virou processo anulado hoje no TRF5 em Recife (Foto: HMAC)

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, com sede Recife-PE, acaba de anular sentença condenatória contra a vereadora e ex-deputada federal mossoroense Sandra Rosado (PSDB) e outros quatro réus. A decisão foi à unanimidade, em sessão à tarde desta terça-feira (26).

Relator da matéria, o desembargador Lázaro Guimarães acolheu arrazoado da defesa que apontava para a existência de “vício processual” insanável na sentença em primeiro grau, prolatada pelo juiz da 8ª Vara Federal de Mossoró, Orlan Donato Rocha (veja AQUI), em 10 de maio de 2017. Houve “nulidade absoluta” da decisão anterior, ou seja, integralmente.

Lázaro Guimarães foi acompanhado no voto pelos demais componentes da Quarta Turma, desembargadores Rubens Canuto e Élio Siqueira.

A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) apontava que a partir de emenda orçamentária de Sandra Rosado na Câmara Federal, no exercício de 2002, teria ficado materializado “um conluio” para desvio de R$ 719.779,00 de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). A verba era destinada à Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) e Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), administrados pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) – controlada pelo grupo familiar da parlamentar.

Emenda em 2002

A defesa de Sandra e outros réus, feita pelo advogado Marcos Lanuce, já tinha assinalado na primeira instância (8ª Vara Federal) que ela não poderia ser tratada como ré. Apontara que à época do manejo da emenda, “a parlamentar tinha mandato na Assembleia Legislativa e não na Câmara Federal. Isso estava bastante claro”, comentou o advogado há poucos minutos em entrevista ao Blog Carlos Santos.

A emenda na verdade tinha sido alocada pelo então deputado federal Laíre Rosado (então no PMDB), marido de Sandra, que em 2002 não tentou a reeleição. Ele foi candidato a vice-governador na chapa de Fernando Freire (PPB), sendo derrotado pela chapa Wilma de Faria (PSB)-Antônio Jácome (PSB). Já Sandra concorreu à Câmara Federal, só assumindo mandato em fevereiro de 2003.

Sandra tinha sido condenada a nove anos e dois meses de prisão. Os demais condenados em primeira instância, que a exemplo dela foram beneficiados pelo julgamento de hoje, são Maria Goreti Melo Freitas Martins – 8 anos e 6 meses de prisão em regime fechado; Manuel Alves do Nascimento Filho – 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado; Cláudio Montenegro Coelho de Albuquerque – 7 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto; e Francisco de Andrade Silva Filho – 4 anos em regime aberto.

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Categoria(s): Política
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