sexta-feira - 15/02/2019 - 16:52h
Apamim

Juízes conhecem experiência vitoriosa de intervenção federal

Juízes viram avanços (Foto: JFRN)

Dez novos Juízes Federais do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) visitaram o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró, mantido pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM). O Juiz Federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara e autor da decisão que determinou a intervenção da unidade em setembro de 2014, expôs todo trabalho realizado no local a partir da determinação judicial.

Os Juízes Federais Marco Bruno Miranda Clementino, Diretor do Foro da Justiça Federal do RN (JFRN), Lauro Henrique Lobo Bandeira, Diretor da Subseção de Mossoró, e André Vieira de Lima, titular da 13ª Vara Federal, participaram também da visita.

O hospital traz grandes impactos na gestão e no atendimento a partir da intervenção promovida pela decisão judicial, processo nº 0800637-65.2014.4.05.8401, ainda em trâmite. Foi realizada uma ampla reforma física e a melhoria dos serviços de assistência materno-infantil é enaltecida pelos cidadãos.

Inclusive a intervenção na unidade já produziu outro projeto: convênio entre a entidade e a Universidade Federal Rural do Semiárido, contempla estágio obrigatório e ainda doação de equipamentos.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
quarta-feira - 12/12/2018 - 15:28h
Saúde

Ufersa firma importante convênio com a Apamim

Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) e a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) firmaram convênio que contempla estágio obrigatório cumulado com a doação de equipamentos. A formalização dessa comunhão de interesses foi acompanhada pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, Orlan Donato Rocha.

Ufersa e Apamim firmaram convênio sob o beneplácito de Orlan Donato (Foto: JFRN)

O convênio tem duração de dois semestres letivos, o que corresponde a um ano, podendo ser prorrogado mediante aditivo. A doação de equipamentos pela Universidade visa à reestruturação da assistência materno-infantil prestada pelo Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), ligado à Apamim na cidade de Mossoró.

O documento define que caberá a execução das atividades de estágio pelos estudantes, mediante acompanhamento de professores e/ou preceptores da Universidade. E pela Apamim o recebimento dos estudantes e professores de medicina.

Intervenção

Atualmente, o Hospital Maternidade Almeida Castro realiza mais de 10 mil atendimento/mês, com uma média de 700 partos. Ao todo, o hospital dispõe de 187 leitos, sendo 17 UTI’s neonatal, 08 UTI’s adulto e 08 salas de cirurgias.

Os demais leitos são alojamentos conjuntos. A grande maioria dos pacientes atendidos é da região oeste do Estado.

A Apamim/HMAC está sob intervenção federal desde setembro de 2014, decretada pelo próprio magistrado.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
sábado - 10/11/2018 - 18:49h
Mossoró

Prefeitura e Interventoria da Apamim têm guerra de ‘notas’

Prefeitura quer auditoria em contas de entidade, que reage garantindo que serviços são auditados

O duelo entre a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e a interventoria da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), onde se abriga o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró, parece longe do seu fim. O sábado é de novo tiroteio verbal e guerra de informações e contra-informações entre municipalidade e interventores.

HMAC, na ótica da municipalidade, precisa dar explicações quanto ao uso de muitos milhões (Foto: cedida)

A municipalidade que está sob mais um bloqueio judicial (veja AQUI) para pagar cooperativas médicas que atuam na instituição, agora sai da defesa para o ataque, cobrando uma auditoria na Apamim. Veja abaixo:

Nota da PMM

Sob intervenção judicial há mais de 4 anos, a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM) teve custo anual só em 2018 de R$ 7.975.041,58 (sete milhões, novecentos e setenta e cinco mil, quarenta e um reais e cinquenta e oito centavos).

Calculando o valor cobrado pela associação nos últimos três anos, o valor supera R$ 27 milhões de reais para pagamento de despesas médicas e hospitalares. A questão é que os repasses SUS de 2016, 2017 e 2018 são de pouco mais de R$ 16 milhões, gerando um déficit de cerca de R$ 11 milhões por ano.

A Procuradoria Geral do Município solicitou uma auditoria dos valores pagos em plantões e às cooperativas médicas. No entanto, a solicitação ainda não foi deferida pelo juiz. O objetivo é entender com clareza para onde estão sendo direcionados especificamente os investimentos repassados à APAMIM.

Gráfico tem exposição de números apresentados pela gestão Rosalba Ciarlini

Em um levantamento mensal deste ano, o valor cobrado pela associação é de R$ 996.880,20 (novecentos e noventa e seis mil, oitocentos e oitenta reais e vinte centavos), sendo que o SUS paga o equivalente a R$ 457.448,78 (quatrocentos e cinquenta e sete mil, quatrocentos e quarenta e oito reais e setenta e oito centavos).

Outra questão fundamental é o número de pacientes atendido de outras cidades da região. “O atendimento dos municípios circunvizinhos ultrapassa 56%. A pactuação existe, mas o repasse não está sendo feito. Com isso, a Prefeitura assume um custo alto sem qualquer colaboração para pagar essa conta”, informa Karina Ferreira, procuradora geral do Município.

Mesmo com receitas insuficientes para arcar com o alto investimento, a Prefeitura tem buscado honrar os pagamentos para evitar a interrupção no atendimento à população.

A Apamim/HMAC diz que recursos repassados são por serviços auditados

A Junta de Intervenção Judicial na Associação de Proteção a Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), a bem da verdade, emite nota de esclarecimento neste sábado, 10, a respeito da notícia enviada à imprensa pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró com dados distorcidos e apresentados fora do contexto real dos fatos.

Segue.

Primeiramente cabe destacar que o Hospital Maternidade Almeida Castro, da APAMIM, é referência para saúde materna, neonatal e infantil a três regiões do Rio Grande do Norte/RN. Os valores repassados pela Prefeitura de Mossoró a APAMIM, que vem do Sistema Único de Saúde (SUS), são auditados e devidamente autorizados mensalmente pelo gestor municipal.

Com relação aos valores pagos pela Prefeitura de Mossoró, referentes aos atendimentos feitos a pacientes de outras regiões, cabe lembrar que o gestor mossoroense pode utilizar de instrumento de pactuação para chamar os municípios de origem destes pacientes para que estes repassem a Prefeitura Mossoró os valores devidos por estes serviços, especialmente, levando em consideração o aumento do envio de pacientes destas regiões para Mossoró.

Números de atendimentos no HMAC impressionam e mostram dimensão de seus serviços (Foto: cedida)

O aumento no envio de parturientes para Mossoró, especificamente, à Maternidade Almeida Castro, deve-se ao fato da mesma ser a única da região Oeste do RN com estrutura adequada, profissionais capacitados e na quantidade necessária para realizar partos de alto risco, com suporte de apoio bem estruturado de 17 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), 13 leitos de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo) e 18 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), além de vários outros serviços complementares.

Com 8 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Adulto, o Hospital Maternidade Almeida Castro é também, referência materno infantil. Com esta estrutura, o Hospital Maternidade Almeida realizou, nos primeiros seis meses de 2018, uma média de 18,5 partos ao dia, sendo que 49% destes partos são do município de Mossoró e os demais de outros municípios. Média de 25% destes partos são prematuros (15%) e/ou baixo peso (10%), o que revela centenas de vidas salvas ao ano em função da estrutura montada pela a intervenção judicial, seguindo precisamente o que determinou o decreto Judicial de intervenção de setembro de 2014.

Dessa forma, vale salientar que a maternidade sobrevive dos recursos SUS, conforme foi preconizado pelo juízo interventor nas decisões iniciais (em setembro de 2014) e nas decisões subsequentes (em setembro de 2016 e março de 2017), tendo o município de Mossoró e o Governo do estado do Rio Grande do Norte, sido representado nestas audiências através de seus gestores devidamente acompanhados com assessores jurídicos.

Leia outras matérias que mostram esse confronto

Leia também: Prefeitura tenta explicar falta de pagamentos e é desmentida;

Leia tambémJustiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos;

Leia tambémJuiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

Leia tambémPediatras estão sem pagamento há quatro meses.

Importante relembrar ainda que o pagamento das cooperativas pela Prefeitura de Mossoró está previsto na decisão judicial de intervenção. Observando, principalmente, que esta obrigação da Prefeitura de Mossoró já existia de muito antes do decreto de intervenção judicial na APAMIM, em 2014. Com relação às cinco cooperativas médicas contratadas pelo Estado, estas foram inseridas no contexto da Maternidade Almeida Castro, em 2016, em audiência judicial, após o fim das atividades do Hospital da Mulher.

Quanto aos valores corretos repassados pela Prefeitura de Mossoró a APAMIM, os quais os interventores administram para pagar dívidas milionárias adquiridas antes da intervenção judicial em 2014 junto a bancos, fornecedores e servidores, bem como manter a estrutura funcionando com 180 leitos, e, ainda, investir na recuperação da estrutura física e compra de novos equipamentos, nesta segunda-feira, dia 12 de novembro, será emitido, no horário da tarde, uma nota detalhando a origem real destes recursos e o destino.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Gerais / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
sexta-feira - 09/11/2018 - 18:36h
No rumo incerto

Prefeitura tenta explicar falta de pagamentos e é desmentida

Apesar dos bloqueios contínuos (15 em 2017 e 8 em 2018), a Prefeitura de Mossoró segue com débitos

A Prefeitura Municipal de Mossoró, gestão Rosalba Ciarlini (PP), emitiu Nota sobre bloqueio de contas e atraso no pagamento a cooperativas médicas, através do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Mas a própria Junta de Intervenção do HMAC reagiu de pronto, desmentindo-a ponto a ponto.

Rosalba teve todas as informações desmentidas por Larizza (Fotos: Web)

Veja abaixo as duas notas divulgadas entre final da tarde início da noite de hoje (sexta-feira, 09):

Nota da PMM

A Prefeitura de Mossoró informa que está providenciando os repasses às cooperativas prestadoras de serviço da Associação de Assistência e Proteção a Maternidade e a Infância de Mossoró (APAMIM).

Em 2018, o Município já pagou o montante de R$ 2 milhões.

O Município ressalta que os repasses SUS, encaminhados pelo Governo Federal em favor da unidade, estão regularizados.

A produção do mês de setembro foi enviada pelo hospital na última segunda-feira (05) à Secretaria de Saúde e segue todos os trâmites legais para liberação financeira.

É importante ressaltar que o valor pago pela Prefeitura é superior a tabela SUS. Mesmo com as dificuldades financeiras, a Prefeitura vem se esforçando desde o início desta gestão para honrar o pagamento de todos os contratos firmados.

Nota de Esclarecimento (Junta Interventora do HMAC)

A Junta de Intervenção Judicial que administra a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) esclarece:

Em 2018, não houve nenhum pagamento da Prefeitura de Mossoró às cooperativas médicas que prestam serviços ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) por via administrativa. Todos os valores devidos pelos serviços prestados foram pagos mediantes bloqueios judiciais, diferente do que informa a Nota divulgada pela Assessoria da Prefeitura de Mossoró-RN.

Ao contrário do que informa a Nota da Prefeitura, os valores fixos enviados pelo SUS para o Hospital Maternidade Almeida Castro, em outubro, ainda não foram repassados, assim como não foram repassados os recursos referentes à produção de setembro de 2018.

Também não é verdade que a Prefeitura de Mossoró está repassando valores superiores a Tabela SUS (Sistema Único de Saúde) à Maternidade Almeida Castro.

“Tudo é preconizado pela tabela SUS”, ressalta a coordenadora da intervenção Larizza Queiroz.

Apesar dos bloqueios contínuos (15 em 2017 e 8 em 2018), a Prefeitura de Mossoró negligencia até o acordo com as cooperativas firmado no inicio de 2017 na Justiça Federal.

Neste caso, a Prefeitura parcelou em 15 meses o valor devido e não está pagando. Mesmo diante do fato da Prefeitura de Mossoró não efetuar o pagamento via administrativa, os médicos não paralisaram os serviços nas unidades de UTI Neonatal, Acolhimento, Alojamento Conjunto e Centro de Obstetrícia do Hospital Maternidade Almeida Castro, por acreditarem no compromisso firmado com a Justiça Federal de Mossoró-RN.

Leia também: Justiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos;

Leia tambémJuiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

Leia tambémPediatras estão sem pagamento há quatro meses.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 09/11/2018 - 18:14h
Prefeitura de Mossoró

Justiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos

Do Blog Saulo Vale

O juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal do RN, com sede em Mossoró, determinou nesta sexta-feira (9) o bloqueio imediato de R$ 2,5 milhões das contas da Prefeitura de Mossoró em favor do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). A unidade hospitalar está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

Mais um bloqueio que é rotina no governo municipal (Foto: web)

Foram bloqueados R$ 1.130.493,19 (um milhão, cento e trinta mil, quatrocentos e noventa e três reais e dezenove centavos), para pagamento dos repasses dos valores SUS.

Também foram bloqueados R$ 223.820 em favor da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), além de R$ 742.208,19 para Neoclínica e R$ 492.240 para o Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO). Essas três cooperativas médicas atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro.

Conduta desidiosa

“[…] Ademais, observa-se que o ente municipal já fora contemplado com o recebimento de valores repassados no referido mês [outubro] do corrente ano pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a existência de saldo para o pagamento dos valores pleiteados. Desta feita, não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde prestados à população de Mossoró”, escreveu o magistrado na sentença.

O juiz também afirmou que os recursos SUS não podem ser usados para outra finalidade. “Nota-se que a transferência de recursos financeiros fundo a fundo é o instrumento de descentralização, disciplinado em leis específicas de repasses de recursos federais para o Ministério da Saúde – MS para outras esferas do governo. Esse tipo de transferência é regular e automática, e se caracteriza pelo repasse de recursos, diretamente do Fundo Nacional de Saúde (FNS), para os fundos estaduais e municipais de saúde, de modo que devem ser usados exclusivamente, para a finalidade a que se destina, sob pena responsabilização do gestor municipal”, alertou.

Leia também: Juiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
sexta-feira - 09/11/2018 - 15:28h
Prefeitura de Mossoró

Juiz pode tomar decisão excepcional para pagar médicos

Juiz Orlan Donato: paciência por um triz (Foto: Web)

O juiz titular da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), Orlan Donato Rocha, poderá tomar medida mais austera para levar a Prefeitura Municipal de Mossoró a pagar dívida de mais de R$ 2 milhões com três cooperativas médicas vitais ao funcionamento do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Ninguém estranhe, por exemplo, se ele determinar “condução coercitiva” de alguma autoridade de alta patente da municipalidade.

Até aqui, o bloqueio de contas não tem conseguido muito êxito,

Foram 15 bloqueios no ano de 2017, sendo alguns contra o município e outros contra o Governo do Estado. Em alguns casos, foram contra o Estado e o município.

Este ano já são oito bloqueios, ou seja, um a cada 40 dias mais ou menos, em que municipalidade e estado são pressionados ao repasse de recursos retidos ilegalmente.

Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO), Clinica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) e Neoclínica são as cooperativas que estão com seus profissionais sem pagamento.

Ouvido ao chão como bom índio Cheyenne, Apache, Navajo, Cherokee, Sioux ou Comanche.

Leia também: Pediatras estão sem pagamento há quatro meses.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • San Valle Rodape GIF
quarta-feira - 07/11/2018 - 18:28h
Descaso

Pediatras estão sem pagamento há quatro meses

Desabafo de um médico pediatra com atuação em Mossoró, no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) ao Blog Carlos Santos, sobre o tratamento recebido da gestão atual da Prefeitura Municipal de Mossoró.

UTI Neonatal do HMAC é um símbolo da vida numa cidade que se acostumou em ignorá-la (Foto: arquivo)

Leia abaixo:

Carlos Santos:

É lastimável a conduta da prefeitura e de Rosalba que é pediatra com os pediatras que trabalham p pmm ( maternidade e Uti ). Último salário recebido foi junho. Isso mesmo: junho.

A gestão da prefeita Rosalba Ciarlini está devendo os meses de julho, agosto, setembro e outubro referentes aos serviços no HMAC,  em que está incluso também a UTI Neonatal e a UTI Pediátrica.

Os pagamentos estavam sendo feito por bloqueio judicial, mas a prefeitura nesse último está protelando mais ainda para ser pago.

É a realidade dos pediatras de Mossoró, que é administrada justamente por uma pediatra. Triste, triste demais.

Nota do Blog Carlos Santos – Se não me falha a memória, desde o início da administração Rosalba Ciarlini que aconteceram 14 bloqueios judiciais para pagamento de compromissos com o HMAC.

Lamentável demais.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
quarta-feira - 10/10/2018 - 07:10h
Projeto Flor de Lotus

Centro de apoio a crianças e adolescentes será implantado

HMAC dará assistência (Foto: divulgação)

Será oficialmente implantado nesta quarta-feira, dia 10, o Centro de Referência e Atendimento para Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Sexual, no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró. A solenidade está prevista para ser iniciada às 10 horas, no auditório da instituição.

As vítimas de violência sexual terão todos os atendimentos num só local.

Para a solenidade devem participar representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Delegacia Geral de Polícia Civil, Comando da Polícia Militar e a Delegacia da Mulher, entre outros representantes.

O centro de referência foi idealizado pelo Ministério Público do RN (MPRN) em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e acolhido pela Associação de Assistência e Proteção a Maternidade e a Infância de Mossoró (APAMIM).

O Projeto Flor de Lotus, como será chamado, consiste em um ambiente adequado e com profissionais especializados para, num só local, acolher, oferecer assistência de saúde, social e jurídica às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual na região de Mossoró.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 17/09/2018 - 08:52h
De novo, outra vez...

Prefeitura segura recursos de hospital e tem contas bloqueadas

Do Blog Saulo Vale

A Justiça Federal do RN (JFRN) determinou o bloqueio imediato de mais de R$ 2 milhões das contas da Prefeitura de Mossoró em favor da Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Orlan: mais uma ordem drástica (Foto: arquivo)

A decisão é do juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal do RN, datada da última terça-feira (11).

Foram bloqueados valores fixos do mês de julho, que não foram repassados pela Prefeitura à unidade hospitalar, e ainda a produção Sistema Único de Saúde (SUS) e serviços dos profissionais que atuam no local.

Bloqueio de acordo com o valor da dívida: R$ 2.114.264,38 (dois milhões, cento e quatorze mil, duzentos e sessenta e quatro reais e trinta e oito centavos).

Conduta desidiosa

“[…] não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde prestados à população de Mossoró. Assim, tendo em vista a manutenção dos serviços prestados pela entidade intervinda [Apamim], bem como o cumprimento das obrigações assumidas pela Junta [administração do hospital], é medida que se impõe o IMEDIATO BLOQUEIO nas contas do município de Mossoró para pagamento de repasse de valores SUS, quantificados em R$ 2.114.264,38”, escreveu o magistrado.

A decisão ainda determina multa de R$ 25 mil à Prefeitura de Mossoró por ter descumprido o acordo celebrado com a Justiça e com a Junta Interventora, no que se refere ao repasse desses valores em dia. Esse recurso também será repassado em favor da unidade hospitalar.

Nota do Blog Carlos Santos – Esse descompromisso parece insanável. O bloqueio não é o primeiro, nem o segundo ou terceiro. Outros vão acontecer.

Fora do controle político de grupos tradicionais locais, o HMAC é paradigma em saúde e poderia estar ainda melhor, se houvesse compromisso do poder público. Lamentável.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
domingo - 15/07/2018 - 19:31h
De novo

Prefeitura não repassa dinheiro a hospital; Justiça faz bloqueio

Do Blog Saulo Vale

A Justiça Federal determinou nesta sexta-feira (13) o bloqueio imediato das contas da Prefeitura de Mossoró para pagamento de dívidas ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). O bloqueio é no valor de R$ 2.217.431,17 (dois milhões, duzentos e dezessete mil, quatrocentos e trinta e um reais e dezessete centavos).

A decisão veio do juiz Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, instala em Mossoró.

De acordo com o magistrado “Não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde, prestados à população de Mossoró. Assim, tendo em vista a manutenção dos serviços prestados pela entidade intervinda, bem como o cumprimento das obrigações assumidas pela Junta, é medida que se impõe o IMEDIATO BLOQUEIO das contas do município de Mossoró para pagamento do repasse dos valores SUS”.

recém-nascidos e servidores sofrem (Foto: arquivo)

O magistrado afirma em outro techo que a Prefeitura já havia recebido esses recursos do Governo Federal, mas o dinheiro estava retido pelo próprio Poder Executivo Municipal. “Observa-se que o ente municipal já fora contemplado com os valores repassados nos referidos meses do corrente ao pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a existência de saldo pata pagamento dos valores pleiteados.

Na decisão, o juiz afirma ainda que não vai impor multas diárias pelo atraso no repasse “mas que nada impede que, em momento futuro, a depender da conduta do Município, seja aplicada multa diária incidente sobre o atraso do repasse nas produções”.

Retenção é recorrente

Em outubro de 2017, a 8ª Vara Federal do RN bloqueou R$ 3,4 milhões nas contas da Prefeitura de Mossoró, para pagamento ao Hospital Maternidade Almeida Castro.

À época, as dívidas se acumulavam há mais de três meses.

Nota do Blog Carlos Santos – Caso típico de apropriação indébita e ninguém é efetivamente punido. Prejudica principalmente servidores e pacientes. É algo escroque e desumano.

Sob outra ótica, passa a ideia de ser uma tentativa de sabotagem à interventoria, que colocou ordem nessa unidade hospitalar.

Ah, Mossoró sem jeito!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
quinta-feira - 15/03/2018 - 12:36h
Saúde

Central de Regulação mostra excelentes resultados

Diretor-geral do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, o odontólogo Jarbas Mariano comemora os resultados expressivos da Central de Regulação de Leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na cidade. “Economia gigantesca e maior agilidade e eficiência para salvarmos vidas”, atesta.

Audiência pública na Justiça Federal sobre Central de Regulação de Leitos de UTI (Foto: arquivo 24-08-17)

A Central de Regulação está na sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), parceria estado-município. Seu funcionamento 24h/dia tem acompanhamento paralelo da Justiça Federal e Ministério Público (Federal e Estadual).

No momento existem 62 leitos de UTI na regulação. Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), 8; Hospital Wilson Rosado (HWR), 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e mais 10 contratados pelo Estado; Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), 9; Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), 8. E ainda existem sete leitos à disposição no Hospital Regional de Pau dos Ferros.

Audiência pública e ação de juiz

A Central de Regulação é mais um desdobramento da Audiência Pública realizada em Mossoró, no auditório da Faculdade de Medicina, no dia 26 de maio do ano passado. Foi promovido pela Assembleia Legislativa, com proposição e presidência do deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”.

“Mas nossa luta é bem anterior” a esse ‘marco zero’ – destaca o diretor, assinalando a forma decisiva como o juiz da 8ª Vara Federal, Orlan Donato Rocha, conduziu o caso.

Até seu início em 3 de novembro de 2017 (veja AQUI), o governo estadual convivia com gastos superlativos e seguidas judicializações para contratação de leitos. “Não está ocorrendo mais ação judicial à procura de leito de UTI”, lembra Mariano.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
quinta-feira - 04/01/2018 - 08:59h
Saúde, ó

Prefeitura não paga anestesiologistas há quatro meses

Estado também tem débitos com profissionais que atuam no Hospital e Maternidade Almeida Castro

HMAC sofre com retenção de pagamentos (Foto: arquivo)

A Prefeitura Municipal de Mossoró não paga os plantões que a Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção da Justiça Federal desde setembro de 2014. Quem faz a cobrança é o diretor técnico-administrativo da CAM, anestesiologista Ronaldo Fixina Barreto.

“São apenas quatro meses de atraso: setembro, outubro, novembro e dezembro. Também não paga o parcelamento dos plantões de janeiro e fevereiro passados”, reforça.

Estado

“Salário é manutenção da família? Quem realiza um trabalho tem que receber!!! Quando ocorrer a paralisação, desta feita, quem vai solicitar a prisão dos anestesiologistas?”, provoca ele.

Fixina lembra ainda que o Governo do Estado também é devedor. “À guisa de ilustração, também não efetuou o pagamento dos plantões, na mesma maternidade sob Intervenção Federal, dos meses de novembro e dezembro!”

Em contato com o Blog Carlos Santos ele ironiza: “Será que a culpa é do Francisco? (ex-prefeito Francisco José Júnior)”.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 03/11/2017 - 11:56h
Mossoró

Centro Obstétrico amplia capacidade do Almeida Castro

Está prestes a entrar em funcionamento o novo Centro Obstétrico da antiga Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

O empreendimento ocupa área de 750 metros quadrados, com capacidade para fazer 650 partos/mês de forma confortável.

Centro Obstétrico do HMAC teve obras iniciadas em janeiro deste ano (Foto: Web)

São 8 leitos de pré parto, 3 salas equipadas e com as especificações adequadas para partos normais, farmácia satélite, três salas para cesárias, sala de recuperação anestésica com oito leitos e toda a estrutura de apoio.

A obra ensejou fixação de novo teto (o anterior estava desabando), além de rede elétrica, sistema hidráulico, equipamentos de ar e focos cirúrgicos, entre outros eletrônicos, todos novos.

Farmácias

Registre-se ainda, duas farmácias novas – uma satélite e a central.

Durante as obras, de janeiro a outubro de 2017, foram realizados 5.250 partos, média de 525/mês. Com o início das atividades da nova estrutura, que deve acontecer ainda esta semana, o HMAC duplica sua capacidade para também fazer cirurgias eletivas.

Antes, o Centro Obstétrico estava no Centro Cirúrgico, que agora fica exclusivo para as cirurgias eletivas.

O HMAC ainda dispõe de uma UTI Neonatal com 20 leitos e 17 ativos; Berçário com 13 leitos, ala Canguru com 18 leitos, UTI adulto com 8 leitos, 74 leitos de alojamento, Casa da Mãe Coruja com 20 leitos e taxa de ocupação média de 78%.

Nota do Blog – A gestão da interventoria do HMAC é um paradigma, exemplo a ser copiado e estudado em face de seus resultados expressivos e diferenciados em relação à gestão passada.

Merece aplausos e apoio da sociedade, sem que nos descuidemos da permanente vigilância, claro.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
terça-feira - 17/10/2017 - 09:20h
Saúde e propaganda

Após ‘alerta’ do Blog, prefeitura assina contrato para cirurgias

Após postagem do Blog Carlos Santos às 7h32 dessa segunda-feira (16), assegurando que não começariam as cirurgias eletivas em Mossoró, conforme noticiado pela gestão Rosalba Ciarlini (PP) no último dia 11, o governo municipal se apressou em agir. Convocou representantes de hospitais e clínicas que farão os procedimentos, para finalmente assinarem contratos à tarde de ontem.

Até então, existia apenas um “protocolo de intenções”, o que não dava qualquer garantia legal para a contratação dos serviços. A propaganda oficial, apesar disso, imprimia outra dimensão aos acontecimentos, longe da realidade.

Contrato só foi assinado à tarde de ontem, após Blog alertar que notícia da PMM era inverídica e não havia contrato algum

O secretário da Saúde do município, enfermeiro Benjamin Bento, assinou no início da tarde os contratos com o Hospital Wilson Rosado (HWR), Casa de Saúde Santa Luzia (CSSL), pertencente à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC); Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), ligado à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Clínica de Olhos Dr. Vasconcelos Neto, Clínica de Otorrinolaringologia de Mossoró e Hospital Geral de Oftalmologia.

Sem data para começar

Segundo o secretário, “a meta é que no máximo em três meses o município consiga reduzir significativamente a fila das cirurgias”, destacou Benjamin, que frisou também a necessidade do paciente passar por uma triagem.

“É preciso que o paciente passe pela triagem para que a cirurgia seja realizada. A expectativa é de que sejam realizadas 400 cirurgias ao mês”, disse.

Mas não informou quando, de verdade, efetivamente, na prática, materialmente, começarão as cirurgias. Ontem, não começou – como chegou a anunciar com alarde. Nem será hoje ou amanhã. Eis a questão.

Leia também: Prefeitura vai dizer por que não começou cirurgias eletivas AQUI;

Leia também: Prefeitura anuncia para hoje um serviço que não realizará AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 16/10/2017 - 06:40h
Saúde

Hospital Almeida Castro explica fluxo de recursos públicos

Bom dia, Carlos Santos.

Alguns esclarecimentos sobre recursos recebidos pela  APAMIM para administrar o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em face da publicação do artigo “Maternidade Municipal – um caminho a ser trilhado“, assinado pelo articulista Gutemberg Dias nesse domingo (16), no Blog Carlos Santos.

O governo do Estado paga R$ 900 mil a cinco cooperativas médicas, que prestavam serviços no Hospital da Mulher e o Governo do Estado as colocou à disposição do Hospital Maternidade Almeida Castro para atender alta complexidade, que é responsabilidade do Estado.

Em 25 de janeiro deste ano visitei por quase três horas o HMAC, uma outra realidade animadora que não pode parar

A Prefeitura de Mossoró paga, em média, R$ 750 mil as cooperativas médicas para completar a escola da Maternidade. Isto foi uma decisão judicial condenando a Prefeitura a fazer este pagamento, pois a Prefeitura é o ente responsável por média e baixa complexidade.

Como já transitou em julgado, não pode ser diferente.

Além deste valor, a Prefeitura paga salários de servidores cedidos a maternidade (ASG, bioquímico, técnico de laboratório, escala de Ultrasonografia). O valor pago pela prefeitura a estes servidores é de aproximadamente R$ 100 mil/mês.

Como a Intervenção está concluindo a estruturação de destes serviços, não vai mais precisar destes servidores. Já estão sendo devolvidos a Prefeitura de Mossoró. Até o final do ano, todos serão substituídos por servidores próprios da maternidade.

O Ministério da Saúde repassa para a Maternidade Almeida Castro o valor de R$ 1,8 milhão, referente aos serviços prestados, incentivos do Programa Rede Cegonha, Contratualização e Incentivos de Leitos instalados para dá mais conforto aos bebês e as mães.

Obs: os valores que a gestão municipal está retendo ilegalmente chegam a R$ 1,8 milhão.

Nota do Blog Carlos Santos – Estive por quase três horas no dia 25 de janeiro deste ano no HMAC. Uma outra realidade, um novo patamar em termos de estrutura, relação gestores-servidores, qualidade em favor de mães, bebês e outras pessoas que recebem atendimento.

Torço para que Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do RN (MPRN), Justiça Federal do RN (JFRN), Justiça do Trabalho e Justiça do RN possam continuar dando respostas à sociedade em favor desse equipamento indispensável à saúde local e regional.

Espero, também, que a politicalha não vença mais uma vez o interesse público nem asfixie as necessidades de quem realmente precisa de algo tão relevante.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
domingo - 15/10/2017 - 07:50h

Maternidade Municipal – um caminho a ser trilhado

Por Gutemberg Dias

Já escrevi nesse espaço sobre a saúde municipal de Mossoró. Como venho acompanhando mais uma novela em relação aos repasses do município para manter o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), cabe nova abordagem em outro viés.

Enquanto ocupei a Secretaria de Planejamento muncipal defendi que a gestão à época deveria estruturar um projeto para investimento numa maternidade municipal como tantos outros municípios tem feito no Brasil. Essa tese não vingou no âmbito da administração e o município continuou com os compromissos financeiros com a Apamim.

Você pode me perguntar por que defendo a criação de uma maternidade municipal se já existe o Hospital Maternidade Almeida Castro? A resposta é bem simples. Esse equipamento de saúde não é da prefeitura e acredito que seria possível gerir a maternidade municipal com maior eficiência e custos mais baixos quando comparado com os que a prefeitura assume na atualidade com a Apamim.

Fazendo uma rápida leitura no Portal da Transparência observa-se que em 2016, a Prefeitura Municipal de Mossoró teve uma despesa com a Apamim na ordem de R$ 14.827.000,06, tendo ficado em restos a pagar desse montante R$ 1.760.446,06. Esse ano, até o mês de outubro, já consta no portal despesas na ordem de R$ 13.273.794,71.

Ressalta-se que o desembolso com essa instituição equivale a quase 10% do orçamento de toda a saúde do munícipio num único exercício orçamentário.

Não quero aqui dizer que a Apamim recebe muito ou pouco para prestar o serviço à Prefeitura de Mossoró. Mas, os números mostram que é possível a municipalidade pensar num projeto de uma maternidade própria que tenha foco no atendimento das mulheres que moram na cidade de Mossoró.

Acredito que parte das despesas que a prefeitura tem com a Apamim deriva da pactuação de serviços com outros municípios que, por vezes, terminam por não cumprir os acordos estabelecidos quanto ao número de atendimentos, ou seja, os municípios contratam menos que a demanda deles. Dessa forma, sobra para a saúde de Mossoró pagar o grosso da conta.

Destaco que além desses repasses ainda existem outras despesas que o município assume com a contratação de cooperativas médicas para que os serviços médicos de pediatria, obstetrícia entre outros sejam mantidos nessa instituição.

Vale ressaltar que ainda existem as decisões judiciais que obrigam a municipalidade a assumir dívidas da instituição que pela lógica a prefeitura não teria nenhuma obrigação de quitá-las.

Sendo assim, falo sem medo de errar e com a consciência muito tranquila que a melhor saída para o município de Mossoró era investir num serviço próprio de maternidade.

Tenho a certeza que a gestão municipal teria menos problemas e maior controle sobre as despesas e investimentos que se façam necessário para deixar o serviço de maternidade com um alto padrão de qualidade.

A gestão poderia negociar com o governo do estado uma parceria quanto à ocupação de alguma estrutura hospitalar que esteja paralisada, dessa forma diminuindo os custos iniciais de investimento.

Essa é minha visão quanto a esse serviço que é de extrema importância ao município e, também, a região. Mas, que nas condições de temperatura e pressão atuais, o município de Mossoró já não tem o aporte financeiro para suportar a manutenção da Apamim como é hoje.

Porém é importante assinalar, que no atual contexto, sob intervenção pelo menos até o ano de 2021, a Apamim/HMAC passa por um visível e indubitável avanço, quadro bem diferente em relação à gestão anterior, que a sucateou e a levou à bancarrota.

Gutemberg Dias é graduado em geografia, empresário e ex-secretário de planejamento de Mossoró.

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo
  • San Valle Rodape GIF
quarta-feira - 11/10/2017 - 12:25h
Afirma juiz:

“Conduta do município fulmina dignidade da pessoa humana”

“A conduta do município fulmina a dignidade de qualquer pessoa humana”.

A frase foi construída pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, Lauro Henrique Lobo Bandeira, em seu despacho que determinou bloqueio de recursos da Prefeitura Municipal de Mossoró, para pagamento a médicos e Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

O magistrado assinou despacho que determinou o bloqueio imediato de R$ 3.419.046,92 nas contas da Prefeitura Municipal de Mossoró (veja AQUI).

Censurou a gestão Rosalba Ciarlini (PP) por segurar recursos federais, quando deveria repassá-los ao HMAC e médicos.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
quarta-feira - 11/10/2017 - 11:25h
Mossoró

Juiz vê má-fé e determina bloqueio de contas de prefeitura

Do Blog Saulo Vale

A 8ª Vara Federal do RN com sede em Mossoró determinou o bloqueio imediato de R$ 3.419.046,92 nas contas da Prefeitura Municipal de Mossoró. Deste montante, 1.601.309,74 será para pagamento de cooperativa médica e 1.817.737,18 será repassado para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), da qual faz parte o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Juiz Lauro Henrique Lobo Bandeira viu recursos federais indevidamente não repassados por prefeitura (Foto: arquivo)

A decisão, em desfavor da Prefeitura, se refere aos atrasos nos repasses SUS à Apamim (leia-se Hospital Maternidade Almeida Castro). De acordo com informações divulgadas pela unidade hospitalar e pelo sindicato dos servidores, a Prefeitura teria retido valores SUS referentes ao mês de setembro.

Dinheiro do SUS retido indevidamente

Já a dívida com a cooperativa médica Neoclínica, que atua no Hospital Maternidade Almeida Castro, chegava há três meses de atraso, sob ameaça de paralisação dos profissionais médicos.

Na decisão, o juiz federal Lauro Henrique Lobo Bandeira afirma que “Com efeito, não se pode admitir a frustração do acesso ao direito à saúde e ao respectivo tratamento adequado, causada para ilítica omissão do Poder Público Municipal de Mossoró, o que gera situação socialmente intolerável, juridicamente inadmissível e efetivamente inaceitável, sobretudo quando já verificado o efetivo repasse financeiro realizado pelo Ministério da Saúde em favor do Município, o qual funciona apenas como ‘meio’ dessa relação”.

Nota do Blog Carlos Santos – Parabéns ao magistrado. Medida exemplar e imprescindível.

Esse caso está com características que vão além do lengalenga financeiro. Há indícios de viés politiqueiro, para fragilizar e inviabilizar a gestão saneadora da interventoria do HMAC.

A PMM recebe repasse federal, mas não o repassa, como o próprio magistrado atesta em seu despacho. Má-fé, má-fé, má-fé. Ponto.

O braço da saúde sempre foi usado como fábrica de votos  em Mossoró.  Isso tem que ter um fim, para o próprio bem do cidadão comum, em especial aquele que mais precisa da saúde pública.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
terça-feira - 10/10/2017 - 23:26h
Mossoró

Médicos cobram prefeitura e ameaçam parar atividades

Do Blog da Chris

Os médicos pediatras, obstetras e anestesistas do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) paralisarão suas atividades na próxima segunda-feira, 16 de outubro, se a Prefeitura Municipal de Mossoró não realizar os pagamentos dos salários atrasados.

Desde julho que os profissionais não recebem seus vencimentos. São três meses sem ver a cor do dinheiro.

Os pagamentos referentes aos meses de julho e agosto a prefeitura ficou de fazer no último dia 06 de outubro, o que não aconteceu, descumprindo assim ordem judicial neste sentido.

HMAC presta relevantes serviços, mas é sitiado por cortes em pagamentos de seus profissionais (Foto: arquivo)

Já imaginaram o caos que se instalará, ainda mais, na saúde da cidade se os médicos que atendem no HMAC cruzarem os braços?

Esse é o Governo do faz de conta, maquiado, que não consegue cumprir nem o que promete, e pelo visto, nem ordens judiciais.

Ainda ficam os defensores desse desgoverno ‘entupindo’ as redes sociais de que está tudo bem, tudo certo, que a cidade está às mil maravilhas.

Pelas caridades…

Mas, vamos em frente, “A Rosa fez, a Rosa faz e a Rosa sabe fazer”.

Leia também: Falta de pagamentos compromete mais uma vez hospital AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
sábado - 07/10/2017 - 09:44h
Mossoró

Falta de pagamentos compromete mais uma vez hospital

A Prefeitura Municipal de Mossoró descumpre decisão judicial e os médicos ameaçam parar no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró. Além de não pagar os médicos há três meses, conforme decisão judicial existente para que o ente público cumprisse esse compromisso, também não fez o repasse do Sistema Único de Saúde (SUS).

HMAC sofre novamente com a falta de compromisso com a Saúde; prejuízo atinge bebês e mulheres pobres e indefesas (Foto: cedida)

O valor devido aos médicos não foi informado pelas cooperativas. Sabe-se apenas que são referentes aos meses de julho, agosto e setembro. Já com relação ao repasse do SUS para a maternidade, o valor retido ilegalmente desde o dia 10 de setembro é R$ 1,8 milhão.

Servidores

Por Lei, a Prefeitura deveria repassar num período de no máximo 5 dias para a Maternidade, mas, em juízo, acordou em repassar em 15 dias.

Segundo a interventora Larizza Queiroz, os recursos do SUS retidos na Prefeitura de Mossoró são para pagar os servidores (cerca de R$ 500.000,00), fornecimento de insumos, alimentos, medicamentos, parcelamento de débitos trabalhistas, entre outros gastos.

A informação é repassada pelo próprio HMAC.

Nota do Blog – Caso perdido. Parece que a lei por essas bandas só serve para exercer força desproporcional contra pobre, preto e puta.

Mossoró é realmente “um país” à parte, por sua excelência em impunidade, descalabro com a coisa pública e supressão de direitos basilares de populações carentes.

Respondo a mais de 30 processos por denunciar e ter opinião própria, apontando irregularidades, abusos e rapinagem na coisa pública. Cheguei a receber quatro citações judiciais num único dia; foram protocoladas 11 ações contra mim num único dia, pelos mesmos bandidos, moleques e canalhas que vivem de furtar bens públicos e ainda se apresentam como honoráveis cidadãos e políticos.

Todos os que demandaram contra mim estão implicados em questões por corrupção ou outros deslizes de ordem cível, criminal ou moral. Todos, sem exceção.

Ser condenado nessas demandas não me aflige. Meu temor seria estar ao lado desses calhordas, lixo humano que infesta e asfixia a atmosfera de Mossoró.

Todos soltos, lépidos e fagueiros e assim vão continuar.

Repito: Mossoró é um caso perdido. Terra sem lei, em que bebês e mulheres pobres vão continuar sofrendo e morrendo, inocentemente. Mesmo assim eu não vou me resignar nunca.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 25/09/2017 - 07:14h
Em Mossoró

Prefeitos conhecem e devem apoiar Liga contra o Câncer

Deputado Souza articula visita para que convênios facilitem atendimento e fortaleçam serviço regional

Por Cézar Alves (Do Mossoró Hoje)

O deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, convidou 16 prefeitos da região Oeste do Rio Grande do Norte para conhecer a estrutura e os serviços prestados nas Unidades I e II da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), de Mossoró-RN.

Ao final da visita, os gestores sinalizaram positivamente no sentido de  parcerias que agilizem exames e consequentemente o início do tratamento. “Este era o objetivo desta visita”, destaca o deputado Souza. Ele lembrou, que tem priorizado a Saúde em seu mandato, com emendas e articulações de apoio para a Liga, Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), pactuação da Saúde, leitos de UTI’s e integração de outras instituições estratégicas à saúde pública na região.

Souza e o prefeito Alan ouvem exposição sobre estrutura da Liga em Mossoró que serve à vasta região (Foto: Cézar Alves)

A LMECC, em suas duas unidades, faz atualmente uma média mensal de 700 aplicações de quimioterapia, cerca de 300 radioterapias e mais ou menos 150 cirurgia, atendendo a população de 64 municípios de três regionais de saúde do Oeste do Rio Grande do Norte, parte do Ceará e também da Paraíba.

A visita aconteceu nesta sexta-feira, 22. Os gestores e o deputado foram recebidos pelos diretores Wogel Sanges Oliveira, Flávio Luiz Santos, André Aleixo e Vanusa Brito. Eles conheceram o Hospital Santa Luzia (Unidade I) e no Hospital da Solidariedade (Unidade II).

“Muitos dos prefeitos da região, por desconhecimento, talvez, estão enviando seus munícipes para fazer o tratamento na Liga do Câncer, em Natal, quando este mesmo serviço é ofertada em Mossoró, que é mais perto, não tem fila e mais confortável para paciente”, diz o deputado.

Problema

Porém, os diretores da LMECC mostraram ao visitantes que existe um problema. Quando examinados nas unidades de I e II, em Mossoró, os pacientes são enviados de volta para pedir em suas cidades autorização para fazer os exames comprobatórios da doença.

Acelerador Linear: modernidade (Foto: Cézar Alves)

Segundo Flávio Luiz Santos, isto acontece porque as Prefeituras destas cidades referenciam estes tipos de exames para Natal e até para outras regiões, quando poderia serem feitos todos em Mossoró, levando mais conforto e principalmente agilidade para começar o tratamento.

Diante destes fatos e pensando no bem-estar da população, o deputado Souza convidou os prefeitos e/ou seus representantes de 16 municípios para conhecer a estrutura e os serviços prestados. A visita começou pela Unidade I, instalada no Hospital Santa Luzia, no Centro.

Equipamento moderno

Os prefeitos e secretários, após uma breve conversa com os diretores, visitaram a estrutura de ambulatório, internação e exames. Em seguida conheceram os equipamentos da Unidade II, instalados no Hospital da Solidariedade, no Abolição III, um dos mais modernos do País.

“Eu fiquei surpresa e feliz, porque não sabia que em Mossoró tem um dos equipamentos de radioterapia (acelerador linear) mais modernos do mundo. No Brasil só tem três aparelhos deste”, diz Girlene Ferreira, secretária de Saúde de Felipe Guerra.

“Já temos uma parceria de apoio aos pacientes de Apodi que fazem tratamento na oncologia em Mossoró, mas agora vejo que podemos ampliar, tornar o tratamento mais ágil, o que é muito importante, e mais humanizado”, assegura o prefeito Alan Silveira (PMDB), de Apodi.

A LMECC é uma entidade filantrópica, credenciada para prestar serviços custeados pelo SUS, que é referência neste atendimento nas três regionais de saúde do Oeste do Estado, que compreende mais de 60 municípios, ou seja, uma população de quase 1 milhão de habitantes.

“A intenção da Liga é se aproximar dos prefeitos para criar uma plataforma que permita que os pacientes sejam melhor assistidos, o tratamento mais ágil e eficaz e que, também, resulte numa otimização do custeio dos serviços de saúde para estes gestores”, finaliza o diretor geral da LMECC, professor Wogel Sanger, que assumiu o cargo há poucos dias e está confiante no crescimento do serviço.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política / Saúde
sexta-feira - 25/08/2017 - 08:32h
Mossoró

Regulação de Leitos de UTI’s deve começar dia 1º de novembro

A Central de Regulação de Leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Mossoró tem prazo para começar a funcionar. Foi estabelecido pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, Orlan Donato Rocha, que presidiu nessa quinta-feira (25) uma audiência pública sobre o tema.

Dia 1º de novembro deste ano a Central estará funcionando.

Reunião foi presencial e utilizou também recurso da videoconferência para dar solução a antigo problema (Foto: PMM)

Local, perfil das unidades hospitalares e formação das equipes já foram definidos, segundo garantiu o secretário municipal de Saúde Pública, Benjamin Bento, condutor dessa organização.

A Central vai funcionar na sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Somente o investimento com pessoal será da ordem de R$ 100 mil por mês. As equipes serão formadas por servidores da Prefeitura de Mossoró e Governo do Estado, que já foram selecionados e estão sendo capacitados. Licitação também será realizada no dia 28 de agosto para compra de equipamentos de informática para estruturar a Central, que funcionará 24 horas.

Participantes

A audiência contou com a participação presencial de representantes da Prefeitura de Mossoró, Defensoria Pública Federal, Procuradoria da República, Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern), Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), Hospital Wilson Rosado (HWR), Hospital São Luiz, Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC).

Por meio de videoconferência participaram também representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), Ministério da Saúde, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESAP).

Audiência pública e situação nebulosa

A questão é desdobramento de uma importante Audiência Pública realizada em Mossoró, no auditório da Faculdade de Medicina, no dia 26 de maio último. Foi promovido pela Assembleia Legislativa, com proposição e presidência do deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”.

Também é destacado o empenho da gestão municipal atual na busca de ordenamento desse caos quanto às necessidades e uso de leitos de UTI’s.

Audiência pública em Mossoró ocorreu em maio (Foto: AL)

Leitos de UTI’s há anos produzem um enredo nebuloso, próprio de submundo, em Mossoró.

O caso mescla deficiências, má-fé e interesses escusos, prejudicando a população que precisa desse tipo de serviço sempre em situação desesperadora.

Leia também: Audiência sinaliza com mais leitos de UTI e outros benefícios AQUI;

Leia também: Central de Regulação é discutida por secretários AQUI.

Com informações do Blog Carlos Santos, Prefeitura Municipal de Mossoró, Assembleia Legislativa e Justiça Federal.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.