domingo - 25/12/2016 - 12:58h
IDH

Parnamirim fica em 5º lugar entre melhores cidades do Nordeste

Natal aparece com sexta colocação e Mossoró desponta em 19ª, segundo reportagem da revista Veja

Em matéria assinada por Denise Chiarato, a revista Veja mostra a reportagem “As melhores cidades para morar em cada região do Brasil” (veja AQUI).

A publicação relata no “lead” (cabeça do texto) da matéria: No Sudeste, São Caetano do Sul é a cidade considerada a mais bem avaliada, de acordo com dados do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), referência usada para medição de qualidade de vida de uma região. Florianópolis, Brasília, Palmas e Fernando de Noronha também aparecem como as melhores em suas respectivas regiões.

Parnamirim, Natal e Mossoró aparecem nessa ordem como melhores cidades em termos de RN (Foto: Reprodução)

Em termos de Nordeste, entre as 20 melhores cidades, Parnamirim é a melhor colocada entre as cidades potiguares, em quinto lugar. Deixa Natal para trás, que aparece na sexta posição.

Mossoró é a 19ª em termos de qualidade de vida no Nordeste e a terceira no RN.

Entenda como é feito o levantamento e o que é o IDH em termos técnicos, a metodologia empregada, clicando AQUI.

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Categoria(s): Gerais
sábado - 08/12/2012 - 08:19h
Paradoxo

Vale do Açu é a região rica mais pobre do RN

Por Toni Martins (Blog do Toni Martins AQUI)

Isso já foi dito milhares de vezes… Custa nada repetir.

Pode até doer, mas não vai tirar pedaço de couro de ninguém.

O Vale do Açu que deveria ser um Texas em desenvolvimento pelo paraíso financeiro que dispõe. Falo com base em dados. Do sal que dá sabor as panelas do mundo ao ferro de Jucurutu exportado para a China a mais de 20 mil km, tudo nós temos.

Petróleo é sugado da terra dia e noite. Energia não falta. A Termoaçu é capaz de abastecer o RN.

A Eólica está pipocando na costa.

Nem precisa dizer que temos os melhores mananciais de água. E o solo? Segundo especialistas, é um dos melhores do planeta. Não necessita dizer mais nada do setor produtivo…

Eis que na contramão, o Vale se arrasta com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) baixíssimo, com o povo no “aperto”, sustentando-se no Bolsa família.

É cruel dizer: tem gente nessa rica várzea vivendo em condições iguais ao século 19, numa pobreza injusta.

O que falta então???

Gostaria que você opinasse sobre esse paradoxo. Concordando ou não com o exposto acima.

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Categoria(s): Artigo
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quinta-feira - 26/07/2012 - 09:55h
A real discussão

O fosso entre o teto e o mínimo no Brasil desigual

O ponto principal em torno da celeuma sobre altíssimos salários de muitos servidores públicos – no Brasil – tem sido ignorado: é a distância estelar desses ganhos para a renda mínima do trabalhador.

Não é o teto que importa ou deveria despertar nossa maior atenção, mas sua relação com o piso.

Em nenhuma parte do mundo moderno, de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) satisfatório, existe esse hiato abissal entre o mínimo e o máximo. É algo do Brasil das desigualdades.

O IDH do Brasil apareceu em 70º lugar em 2011 (0,807). O país melhor colocado, a Islândia, obteve 0,968. É quase um paraíso terrestre em termos de qualidade de vida. Pior é o Brasil ficar atrás de países como Panamá, Albânia e Costa Rica.

A mim não é agressivo um magistrado ganhar num único mês mais de R$ 156 mil. Injusto mesmo é que na mesma repartição alguém limpe o chão em que ele passeia, com seus sapatos italianos, para receber pouco mais de R$ 600/mês (brutos). É humilhante.

No campo político, por exemplo, o Brasil alcança o topo dos maiores salários para seus parlamentares. Acima do que ganham congêneres em países ricos como Estados Unidos, Japão, Inglaterra, Canadá e Alemanha. Enquanto um congressista nativo pode abocanhar de forma registrada e direta algo em torno de R$ 400 mil/ano, na Inglaterra não passa de R$ 180 mil.

Quando levamos os números para um parâmetro medido pelo “Coeficiente de Gini” (calcula desigualdade de renda), o Brasil tem o mais degradante índice do planeta. Os cidadãos que faturam mais estão a milhões de anos-luz de quem recebe menos. O índice chega a 56,7. Enquanto isso, na riquíssima Alemanha, é de apenas 27.

O que insulta, portanto, não é o máximo, mas é uma multidão famélica bancar a vida boa de uma minoria “iluminada”, tudo “dentro da lei”. Para justificar esse fosso não existe nenhum argumento plausível, por maior que seja o contorcionismo retórico do beneficiado. Tudo é sofisma.

Este país ainda vai cumprir seu ideal.

Nota do Blog:

* O IDH é calculado levando em conta a expectativa de vida, a educação e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita (por pessoa). Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o país.

* O Coeficiente de Gini é uma medida de desigualdade desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini, e publicada no documento “Variabilidade e mutabilidade”, em 1912. É comumente utilizada para calcular a desigualdade de distribuição de renda, mas pode ser usada para qualquer distribuição. Quanto maior o valor, mais desigual é o país.

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Categoria(s): Administração Pública / Opinião da Coluna do Herzog
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