Do Estado de São Paulo
Após ganhar espaço e confiança por seu papel crucial na articulação pela reforma que mudou o sistema de aposentadoria no Brasil, o secretario especial de Previdência e Trabalho Rogério Marinho se tornou personagem central de embates dentro do governo. Também virou “para-raios” de disputas paroquiais deflagradas num Congresso que começa a testar o terreno para a escolha de seus próximos presidentes.
Braço direito do ministro da Economia, Paulo Guedes, no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro, Marinho chegou a ser cotado para coordenar a articulação com o Congresso para a votação da reforma tributária , mas hoje vive um inferno astral.
As críticas generalizadas a decisão de taxar o seguro-desemprego e, agora, mais recentemente, a crise provocada pelas filas no INSS, órgão vinculado à sua secretaria, alimentaram o desconforto.
Por trás do desgaste está a disputa de lideranças partidárias pela vaga de Rodrigo Maia no comando da Câmara dos Deputados, a partir de 2021, e as eleições municipais deste ano.
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