quarta-feira - 06/09/2023 - 23:20h
Estudo

RN tem 11 “corredores” para exploração de energia eólica no mar

Auditório lotou para acompanhar exposição do estudo sobre áreas promissoras (Foto: Sandro Menezes)

Auditório lotou para acompanhar exposição do estudo sobre áreas promissoras (Foto: Sandro Menezes)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), e o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), apresentaram nesta quarta-feira (6) um estudo inédito no Brasil que aponta as áreas mais promissoras do estado para escoamento da energia dos futuros complexos eólicos offshore (no mar). A apresentação foi feita no auditório da Governadoria, na presença da governadora Fátima Bezerra (PT), com a participação de representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e representantes da academia e setor produtivo.

Foram identificados 11 grandes “corredores” no litoral do Estado, as “Zonas de Conexão”, para o desenvolvimento de infraestruturas, incluindo linhas de transmissão (LT) e subestações (SE), que permitirão a transição da transmissão offshore para o ambiente onshore, interligando a energia produzida pelos parques offshore ao Sistema Interligado Nacional – SIN. Outros estudos e análises por parte do Estado irão selecionar as zonas prioritárias de investimentos.

“Avaliação de estratégias locacionais para o desenvolvimento de infraestruturas de transmissão de energia no suporte ao setor eólico offshore do estado do Rio Grande do Norte” é o nome do estudo, que avaliou fatores técnicos, ambientais, econômicos e sociais relacionados à implantação e conexão da infraestrutura dos empreendimentos offshore à rede elétrica nacional.  Para realizar o projeto, o Governo do RN investiu R$ 264,5 mil em convênio com o Instituto.

Detalhes

Os detalhes foram apresentados pelo coordenador técnico de projetos de P&D do ISI-ER, Raniere Rodrigues Melo de Lima. “A ideia é a gente ser muito objetivo, disponibilizar esses dados para que universidades, outras entidades e investidores possam ter essas informações de maneira prática e passar a colaborar com esse projeto”, informou. O documento abrange um Mapa de Adequabilidade em Ambiente Offshore (mar); um Mapa de Adequabilidade em Ambiente Onshore (terra); e ainda a Sugestão de Zonas de Conexão Offshore/Onshore (Landfall).

O diretor regional do ISI-ER, Rodrigo Diniz de Mello, informou que “todos os aspectos estão na mão para que os senhores empresários e suas empresas tomem a decisão e ganhem tempo”, ao passo que o Governo Federal avança na regulação do setor.

A plataforma interativa e o documento com análises completas já estão disponíveis através do link: //webmapisi-er-production.up.railway.app/

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Categoria(s): Política
terça-feira - 05/09/2023 - 17:02h
Offshore (no mar)

Estado e Instituto Senai apresentarão estudo sobre eólica no RN

Produção de energia eólica off-shore é novo nicho econômico para o RN (Foto: ilustrativa)

Produção de energia eólica off-shore é novo nicho econômico para o RN (Foto: ilustrativa)

O governo do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), e o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) apresentam, nesta quarta-feira (06), o estudo “Avaliação de estratégias locacionais para o desenvolvimento de infraestruturas de transmissão de energia no suporte ao setor eólico offshore do estado do Rio Grande do Norte.” É um mapeamento inédito no Brasil que aponta  as áreas mais promissoras para escoamento da energia dos futuros complexos eólicos offshore (no mar).

O estudo será detalhado a partir das 14h no auditório da Governadoria. Os principais resultados serão disponibilizados ao público em uma plataforma online (//webmapisi-er.onrender.com/), que também será apresentada no evento.

A energia eólica offshore é a “energia dos ventos” gerada a partir de turbinas instaladas no mar. De acordo com informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), há, atualmente, 10 projetos cadastrados para o estado à espera de licenciamento.

Detalhamento

O estudo que será detalhado nesta quarta-feira considera fatores técnicos, ambientais, econômicos e sociais relacionados à implantação da infraestrutura necessária para que a energia prevista nesses empreendimentos consiga se conectar à rede e chegar ao público consumidor.

Em nota, os pesquisadores que atuam no projeto ressaltaram que o estudo é considerado chave para discussões e decisões relacionadas ao planejamento da infraestrutura energética do estado necessária à operação dos novos parques, assim como para o desenvolvimento de políticas públicas, para futuras análises de licenciamento e investimentos do setor. 

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segunda-feira - 04/09/2023 - 10:24h
Senai

RN inaugura laboratório que fará combustível sustentável de aviação

Amostra do combustível produzido em laboratório (Foto: Renata Moura)

Amostra do combustível produzido em laboratório (Foto: Renata Moura)

O Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) e a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável inauguram oficialmente nesta terça-feira (5), no Rio Grande do Norte, o Laboratório de Hidrogênio e Combustíveis Avançados (H2CA). É fruto de parceria firmada entre os dois países.

O evento será realizado a partir das 9h, na sede do Instituto Senai em Natal, à Avenida Capitão Mor
Gouveia, 2770 – Lagoa Nova.

A primeira planta piloto instalada no Brasil para produzir combustível sustentável de aviação (SAF, sigla em inglês para Sustainable Aviation Fuels), vai funcionar no Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do Serviço Nacional da Indústria (SENAI-RN), na capital, Natal, onde amplia e abre novos horizontes para a produção e terá, entre os principais objetivos, chegar a um combustível que ajude a reduzir as emissões de gases do efeito estufa no transporte aéreo brasileiro.

“Esta é uma planta piloto com maturidade industrial, que possibilita passarmos da escala de produção experimental que tínhamos até então para uma escala maior, piloto, permitindo o desenvolvimento de testes e de novos produtos em condições reais de operação industrial”, diz a pesquisadora doutora em Engenharia de Petróleo do Laboratório de Sustentabilidade do ISI, Fabiola Correia, coordenadora do projeto.

Saiba mais AQUI.

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