segunda-feira - 28/08/2023 - 06:46h
HMAC

O verdadeiro Hospital da Mulher de Mossoró e região

Hospital Maternidade Almeida Castro foi 'ressuscitado' em ciclo de intervenção (Foto: HMAC)

Hospital Maternidade Almeida Castro foi ‘ressuscitado’ em ciclo de intervenção (Foto: HMAC)

Fique ciente e certo: o verdadeiro Hospital da Mulher de Mossoró e região é o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), mantido com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), além de reforços do Governo do RN e Prefeitura de Mossoró.

Seus números são insofismáveis.

Enquanto no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, da estrutura do Governo do Estado, não nasceu uma única criança até hoje, apesar de inaugurado há quase oito meses, nem deverá nascer nos próximos meses ou mesmo anos, o HMAC é prodigioso nessa missão da natividade.

Partos realizados de janeiro a julho de 2023 no HMAC totalizaram 4.146 procedimentos.

Desses, 3.305 cesáreos; 796 foram normais, 652 de prematuros e 569 com baixo peso.

Dessa pequena multidão de bebês, 1.698 foram de Mossoró.

Já de outros municípios, os números são ainda mais espantosos: 2.403 crianças.

Temos ainda outra curiosidade: 22 partos ocorreram com nascimento de gêmeos.

A média aponta para 20 partos diários.

Mais de 70 municípios tiveram crianças nascendo no HMAC, muitos com mães oriundas do Ceará e até da Paraíba.

2022

Em 2022, em seus 365 dias, os números são impressionantes:

– 6.968 partos

– 5.358 cesáreos

– 1.535 partos normais

– 1.099 nascimentos prematuros

– 941 nascimentos com baixo peso

– 2.915 crianças de Mossoró

– 3.978 crianças de outras cidades

– 41 partos de gêmeos.

UTI Neonatal do HMAC dá uma chance excepcional à vida de incontáveis crianças (Foto: montagem)

Visita que o editor desta página fez em 25/01/2017 ao HMAC, vendo avanços em seus serviços (Fotos: BCS)

O HMAC é instituição de caráter filantrópico, que fazia parte do complexo denominado Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM). A entidade foi submetida à intervenção judicial federal desde 27 de setembro de 2014, sendo dissolvida em 2020. Porém, essa excepcionalidade longeva foi prorrogada até dezembro de 2024 (veja AQUI), tempo para transição a outro formato legal e gerencial.

Saiba mais

Veja como é a estrutura desse hospital:

– 200 leitos

– 10 leitos de UTI adulto

– 17 leitos de UTI neonatal

– 15 Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo)

– 18 Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa)

– 20 leitos de Gestação de Alto Risco

– 20 leitos de alojamento para as mães com bebês internados

– 70 leitos de alojamento conjunto (maternidade)

– 5 obstetras de plantão por dia

– Serviço de aleitamento materno realizado em parceria com o Banco de Leite do Governo do Estado e o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte

– Estrutura completa de centro obstétrico e três salas preparadas para partos normais

– Serviço de apoio de Lavanderia, Esterilização, Nutrição e Laboratório
Média de 800 servidores diretos para fazer a estrutura funcionar.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
sexta-feira - 05/01/2018 - 12:40h
Drama

Policial ocupa Governadoria, chora e pede intervenção no RN

“É preciso haver uma intervenção no estado, tem que tirar esse governo do poder”. O desabafo, emocionado, foi feito hoje pela manhã na Governadoria no Centro Administrativo em Natal, pelo Cabo Gonçalves – lotado no BPChoque, que tem 13 anos de Polícia Militar.

Ele adentrou a imóvel da Governadoria disposto a protestar contra humilhações e sofrimentos impostos a ele, à sua família, aos policiais e aos servidores.

Outros policiais chegaram a esboçar igual vontade de ocuparem o prédio, mas foram contidos pacificamente por outros colegas.

O incidente aconteceu por volta de 7 horas, como narra o jornal Tribunal do Norte online.

Muito dinheiro e omissos

Além de criticar o governador Robinson Faria (PSD), sua revolta também se voltou contra os ocupantes do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) “que ganham muito dinheiro” e os “deputados “omissos”.

A TV Ponta Negra botou no ar o desabafo do policial, que foi convencido a sair da Governadoria depois de cerca de duas horas no local, onde chegou a se inclinar de joelhos, sobre um sofá, chorando.

Ao sair, avisou que faria greve de fome.

* À noite passada, um policial aposentado cometeu ato extremo contra sua própria vida em Natal. Atribui-se o fato ao momento de desespero que vivia com sua família.”

Nota do Blog – O desfecho desse caos é imprevisível, mas não devem ser descartadas algumas tragédias insanáveis. A elite institucional do RN, não apenas seu governador, “brinca com fogo”. E não é “fogo amigo”. Perderam o respeito dos amigos fardados e armados há muito tempo.

O desespero se generaliza. Quem também chorou diante das câmeras, no último dia 3 (quarta-feira), foi um policial civil. Nilton Arruda, presidente do Sindicato dos Policiais Civis, não se conteve ao conviver até com a ameaça de ser preso por insubordinação.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
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quinta-feira - 04/01/2018 - 08:59h
Saúde, ó

Prefeitura não paga anestesiologistas há quatro meses

Estado também tem débitos com profissionais que atuam no Hospital e Maternidade Almeida Castro

HMAC sofre com retenção de pagamentos (Foto: arquivo)

A Prefeitura Municipal de Mossoró não paga os plantões que a Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção da Justiça Federal desde setembro de 2014. Quem faz a cobrança é o diretor técnico-administrativo da CAM, anestesiologista Ronaldo Fixina Barreto.

“São apenas quatro meses de atraso: setembro, outubro, novembro e dezembro. Também não paga o parcelamento dos plantões de janeiro e fevereiro passados”, reforça.

Estado

“Salário é manutenção da família? Quem realiza um trabalho tem que receber!!! Quando ocorrer a paralisação, desta feita, quem vai solicitar a prisão dos anestesiologistas?”, provoca ele.

Fixina lembra ainda que o Governo do Estado também é devedor. “À guisa de ilustração, também não efetuou o pagamento dos plantões, na mesma maternidade sob Intervenção Federal, dos meses de novembro e dezembro!”

Em contato com o Blog Carlos Santos ele ironiza: “Será que a culpa é do Francisco? (ex-prefeito Francisco José Júnior)”.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quarta-feira - 03/01/2018 - 10:27h
Situação extrema

O que falta para uma intervenção federal no estado do RN?

O que falta mais para o governador Robinson Faria (PSD) ser ejetado do poder?

Por que Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Movimento Articulado de Combate à Corrupção no RN (MARCCO) ou Assembleia Legislativa do RN não agem?

Por que não uma intervenção federal?

A intervenção federal é uma medida de caráter excepcional de supressão temporária da autonomia de um ente federativo. Tem por objetivo preservar a soberania do Estado e as autonomias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

É um instrumento condicionado a hipóteses previstas na Constituição Federal de 1988, como manter a integridade nacional, repelir invasão estrangeira, garantir a independência dos poderes, garantir a ordem pública, reordenar as finanças de um ente, prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial, entre outras.

O decreto de intervenção não implica necessariamente que o governo nomeie um interventor, mas essa é uma possibilidade. Caso isso venha acontecer, o governador do Estado é afastado provisoriamente – até que o problema seja solucionado -, e cabe à União especificar “a amplitude, o prazo e as condições de execução” (§ 1º. art. 36º) das funções do interventor.

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 14/03/2017 - 07:26h
Decisão

Contas são bloqueadas para pagamento de médicos e hospital

O juiz Orlan Donato, da 8ª Vara Federal, emitiu despacho determinando o bloqueio de contas do Governo do Estado do RN para pagar cooperativas médicas e também ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – em Mossoró.

Na mesma decisão, Donato ainda estabelece prazo de dez dias para a Prefeitura Municipal de Mossoró fazer a cobertura dos seus débitos relacionados às categorias médicas que atuam no HMAC.

O pedido de bloqueio foi feito pelos advogados Gustavo Lins e Lucas Moreira, que prestam serviços à Junta Interventora do hospital.

O Blog Carlos Santos noticiou o problema e denunciou o descaso de Prefeitura e Estado no final de semana (veja AQUI).

O HMAC está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

Veja clicando nesses links adiante uma série de reportagens sobre a história do HMAC, sua intervenção e ações para mantê-lo funcionando com dignidade e sem roubalheira: AQUIAQUIAQUI).

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
sexta-feira - 25/09/2015 - 23:56h
Mossoró

Anestesiologistas explicam nova paralisação na Saúde

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que abriga profissionais dessa especialidade no município, emitiu nota antecipando paralisação de serviços. Ao mesmo tempo, dá explicações sobre o caso, culpando gestores públicos.

Veja abaixo:

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) comunica aos usuários do SUS do Rio Grande do Norte (especialmente de Mossoró), que a ausência de plantonista na APAMIM ou Maternidade Almeida Castro (sob intervenção Federal), a  partir de 1° de Outubro e, a não realização de anestesias para exames como Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada,  além de todas as anestesias para cirurgias de baixa, média e alta complexidade (oncológicas) , é de responsabilidade dos Gestores da Saúde (Prefeitura e Estado – Artigo 196 – CF  ) e não dos anestesiologistas.

Atividade médica é tratada com desdém pelo poder gestor, considera a CAM (Foto: ilustrativa)

Antes a população acreditava que os responsáveis pelo caos na saúde eram os médicos, agora sabe que o caos ocorre em virtude de gestão.

Não há nenhuma iniciativa política para melhoria da Saúde Pública nesta cidade. Mossoró “ elegeu “ o Governador e um Deputado, que pela inércia,  esqueceram Mossoró ou estão anestesiados.

Há necessidade urgente  de somar esforços para melhorias nesta cidade polo, especialmente nos aspectos da assistência médica.

A Saúde Pública de Mossoró não se encontra muito bem em numerosos aspectos.  O problema crônico e grave relacionado com a deficitária capacidade instalada no município não diz respeito aos anestesiologistas (nem aos obstetras, pediatras, clínicos, etc, etc ). Tudo é competência  da Gestão Plena. A pactuação com outros Municípios é pura hipocrisia política e o  Cartão SUS  uma verdadeira farsa. O SUS é único.

Para alguns interesses somos chamados de profissionais essenciais e para outros somos mercenários, dispensáveis. Diariamente procuram médicos nômades ( lembram da Gang que invadiu Mossoró no caríssimo período da inauguração do Hospital da Mulher, sob a batuta de marginais. Que coisa asquerosa!) para atuar em Mossoró.

Essa semana, mesmo esta excelente prática administrativa foi utilizada. Uma caçada a procura de anestesista  para atuar na Maternidade da intervenção. Não funcionou. Sempre inovando com improvisação. A procura de profissionais sem vínculos ou compromissos com a cidade. Profissionais que jamais criam raízes ou  “ resistem”.

Vivemos uma época de insegurança jurídica e profissional.

Não vamos para o trabalho com orgulho, feliz, satisfeito, vamos para o embate.

Estranhamente, não há um cronograma ( calendário ) de pagamento. Nunca há uma previsão de recebimento de honorários que significa: sobrevivência, salário, manutenção da família e direito do trabalhador anestesiologista ( e outros médicos )

O mesmo desrespeito ocorria em tempos da inexistência de crises, agora usam a crise como justificativa de atraso nos repasses e da falta de um cronograma de pagamentos. Todavia, tem que haver prioridades.

Parece que o projeto é baixar a auto-estima , desmoralizar, denegrir, demonstrar poder, intimidar com a ameaça de judicializar o “ problema “ deles e não dos médicos. Quem sabe se a solução não seria um Decreto ( evidentemente que na câmara será aprovado ) com o retorno da Escravidão ( o mês é adequadíssimo ). Considerando que o salário será pago de 90/90 dias com prorrogação de mais 30 dias. A mesma medida deveria ser adotada para todos os secretários e comissionados.

Agressão

Recentemente, a CAM  participou de uma licitação ( chamamento público, concorrência, habilitação, assinatura de contrato e até divulgação no Jornal Oficial do Município-JOM ). Mas, em virtude da crise, existiu um desequilíbrio na previsão orçamentária para “ pagamento “ do custeio ( plantões na maternidade da intervenção vitalícia, cirurgias eletivas na CSDR, Wilson Rosado e Centro de Oncologia ).

Nenhuma categoria profissional suporta este tipo de agressão. Por menos até a Justiça Federal fez greve. Nenhum tipo de profissional da saúde tem tamanha capacidade de resignação. E sempre queremos acreditar nas pessoas, em mudanças que nunca chegam. Tudo tem um limite.

Com a situação fática do dia 1ª de outubro, poderá haver um impacto social, político e médico. A população é muito passiva e as autoridades são céleres e eficientes apenas contra os trabalhadores médicos. Os gestores da saúde devem ser responsabilizados pessoalmente com privação da liberdade e multas.

A Maternidade sob intervenção federal alardeia que é auto-sustentável, de forma que nada justifica a falta de um cronograma de repasses. Realizamos aproximadamente 250 anestesias/mês. É muito importante este trabalho. Será que ninguém compreende isso.

A intervenção é eterna ou temporária?  A instituição será municipalizada? È chagada a hora. E como existe superávit tem que haver inclusive transparência total. A maternidade é pública ou privada ?  A população tem que ter conhecimento da Relação dos médicos “ funcionários com carteira assinada “, anestesiologistas contratados como pessoa física, sem concurso e sem situações emergênciais.

A Prefeitura tem um contrato de prestação de serviço  com a CAM, composta por  16 profissionais, para assistência completa na intervenção e ainda tem “ gente contratada por fora ?” Não é para haver economia ?  O que é de responsabilidade, obrigações e custos da Prefeitura em relação a Maternidade auto – sustentável ? Não há nenhum projeto para solução do grave problema que se avizinha. Será que ninguém percebe o que significa a situação? Para obter recursos precisa ter projetos. Vamos esperar hospital de UFERSA, de UERN ?

Diuturnamento, os profissionais da CAM estiveram junto as grávidas usuárias do SUS, nos momentos mais críticos da assistência multidisciplinar ( anestesia, obstetrícia, neonatologia ) , oferecendo o melhor da prática anestésica.

Não estamos a mendigar migalhas, favores, etc, e sim exigindo respeito e valorização da arte de anestesiar.

Essa postura administrativa é um desrespeito a cidadania e é uma  violação de direitos.

CAM

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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terça-feira - 11/08/2015 - 16:10h
Fundação Hospitalar Dr. Carlindo Dantas

Hospital de Caicó sofre intervenção da Justiça Federal

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte decretou intervenção judicial na Fundação Hospitalar Dr. Carlindo Dantas, em Caicó. O prazo inicial é de 120 dias, prorrogável por igual período. A decisão liminar foi proferida pela Juíza Federal Sophia Nóbrega Câmara Lima, titular da 9ª Vara Federal.

O Governo do Estado e o Município de Caicó deverão indicar os integrantes da Junta Interventora.

Germano (à porta, camisa escura) em Mossoró (Foto cedida)

A Junta terá como trabalho promover a adoção de providências para a reestruturação e readequação do atendimento médico-hospitalar na unidade, além de fazer o levantamento da situação administrativa, financeira e patrimonial da entidade.

Em Mossoró

A magistrada determinou ainda que Estado e Prefeitura de Caicó assegurem recursos financeiros para a manutenção do serviço e ainda recursos extras para executar as benfeitorias necessárias na estrutura física do prédio, além do pagamento da equipe de recursos humanos e abastecimento adequado de material para unidade.

Há poucos dias, o prefeito de Caicó – Roberto Germano (PMDB) – esteve em Mossoró, conhecendo a gestão da comissão interventora da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR).

O modelo empregado na insolvente CSDR pode servir de parâmetro para trabalho em Caicó. Veja AQUI detalhes sobre a visita do prefeito.

 

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
domingo - 01/09/2013 - 07:27h
Cruel, muito cruel

Espadas sobre a cabeça de um governo acéfalo

Três espadas flutuam perigosamente sobre a cabeça do Governo Rosalba Ciarlini (DEM). Todas, fatais.

Uma: a espada da intervenção federal, por descumprimento de obrigações constitucionais, como pagamento de duodécimo ao Judiciário e Ministério Público;

Duas: a espada do impeachment, que pode desabar na Assembléia Legislativa, devido incapacidade administrativa. Oposição passa a ter maioria;

Três: a espada da inelegibilidade por oito anos, devido demanda judicial no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que associa Rosalba à campanha municipal de 2012 em Mossoró, como co-autora de supostos crimes eleitorais.

Todas afiadas e cruéis, muito cruéis, sobre um governo acéfalo (sem cabeça).

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Categoria(s): Política
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