Prezado Carlos Santos, Bom dia:
Como leitora assídua do seu Blog, escrevo este e-mail para relatar o descaso na marcação e realização de exames no Centro Clínico Professor Vingt-un Rosado (PAM do Bom Jardim).
Na última sexta-feira (27/09) vi de perto esse descaso quando fui acompanhar a senhora Antônia Peixoto da Silva (Toinha), diarista, que havia marcado uma ultrassonografia pélvica a ser realizada a partir das 13h (conforme a ficha de marcação de consultas em anexo).
Chegando ao PAM por volta das 13h, verifiquei que haviam cerca de 15 pessoas aguardando para o mesmo exame, e ainda não havia atendente ou qualquer outra pessoa que pudesse dar alguma informação. Na sala de espera haviam gestantes, idosos, pessoas de várias idades, muitas ainda em jejum, já que o exame a ser realizado, para alguns, exigia essa condição.
Outras pessoas que tinham que “encher a bexiga” para realizar o exame, e estavam tomando água de um bebedouro que não tinha a mínima condição de ser utilizado, seja pela limpeza e manutenção do equipamento, ou pela qualidade da água oferecida.
Por volta das 14h, chegou uma atendente informando que o Dr. Lenilson Marinho, médico responsável pelo exame, não iria atender aquela tarde, que ela iria remarcar o exame.
No rodapé da ficha de marcação, ela anotou a nova data e horário, 15 dias para frente, novamente, véspera de feriado, quando possivelmente acontecerá a mesma coisa, ou seja, o exame pode não ser realizado.
Dali saíram todos revoltados, pois há quanto tempo já havia marcado o exame para aquela data, e estavam muitos em jejum, tomando apenas água (a água do bebedouro sujo) desde cedo.
A Toinha está sentindo fortes dores abdominais, há vários dias, não tem mais como esperar, e graças a Deus tem pessoas que estão ajudando, e próxima semana fará o exame em uma clínica particular. Mas, como ficam aqueles que não tem quem ajude?
Aqueles que madrugam para realizar uma consulta ou exame e não são atendidos?
Essa é a Mossoró do futuro.
Iza Maria Costa Barbosa – Webleitora























