Por François Silvestre
O segundo turno será a disputa dos rejeitados. O Lula, que é tudo e todos no PT, cujo partido e individualidades não existem, só o divino Lula e seu acólito Zé Dirceu, o Mourão de Lula, contra os anti-petistas, que votariam em qualquer um contra essa divindade lulista.
Bolsonaro não é ninguém. É apenas o fantoche de uma rejeição monstruosa parida nesse maniqueísmo. Uma catarse que a ignorância oferece a um momento de culpa social. Uma penitência a purgar a sociedade pelos erros de escolha.
Muito triste.
Miserável tempo, que oferece saudade dos tempos de chumbo.
Eu nunca imaginei que teria essa saudade.
No meio da desgraça daquele tempo, o miasma do sangue coagulado nas vestes do torturado exalava um “estranho cheiro de súplica”.
Hoje, não há cheiro nenhum, só o fedor do suor de sovacos dos farsantes carregados por multidões de idiotas.
O preço por isso será cobrado antes e muito antes do que se espera.
Os vivos verão.
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