segunda-feira - 25/01/2016 - 08:55h
Dramático

Sangue doado não pode ser usado por falta de kit para exame

Uma fonte no Hemonorte (sede em Natal) adianta ao Blog que faltam kits para a sorologia no Hemocentro (sede em Mossoró). Em face disso, mesmo coletado o material de doadores, não pode haver liberação dos produtos para pacientes em necessidades urgentes ou cirurgias eletivas.

Tentamos conversar com a direção do Hemocentro à manhã de hoje. Ainda contactamos com a diretora administrativa Jamili Aguiar – pelo aplicativo WhatsApp -, mas ela não soube dar detalhes sobre a questão.

O diretor geral substituto Samuel Sávio estava com celular fora de área. A diretora geral, Arinete Fernandes, estaria de férias.

Cirurgias adiadas

Desde a semana passada a situação se agravou. Até o final desta semana, se não houver reparação dessa deficiência, o cenário da saúde pública de Mossoró poderá chegar a um nível nunca antes visto.

Cirurgias cardíacas previamente definidas (eletivas) hoje já não podem ser realizadas, em face da grande demanda de material necessário. Os estoques com garantia sanitária precisam ser resguardados para casos mais críticos.

Procedência e garantia

Como funciona o processo de atendimento do Hemocentro?

Vamos tentar simplificar o caminho percorrido pelo material doado. O sangue é coletado, rapidamente é extraída amostra para envio ao Hemonorte em Natal. Em média, o laudo sai em dois dias, garantindo ou não a boa procedência do produto doado.

O sangue pode propagar Hepatite, HIV, Sífilis, Doença de Chagas etc. Sem o kit, não há exame.

A partir da garantia de sua qualidade, é que pode ser liberado.

Sem o kit para se realizar esse trabalho, que está faltando no Hemonorte, podemos marchar para gravíssima situação em Mossoró, com pacientes indo a óbito por falta de sangue, mesmo havendo estoque.

Veja bastidores e notícias em primeira mão em nosso Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Saúde
terça-feira - 14/07/2015 - 07:42h
Flávio Tácito

Incidente com vereador vira Boletim de Ocorrência na Polícia

O arranca-rabo envolvendo o vereador Flávio Tácito (DEM), o “Flavinho”, e a chefe do Departamento Administrativo do Hemocentro de Mossoró, Jamili Cruz Aguiar Ellery, virou caso de polícia. Já se transformara num estresse político também, visto que ele ameaça romper politicamente com o governismo local e estadual.

Ontem, Jamili formalizou um Boletim de Ocorrência (BO) em que atestou suposta abordagem virulenta do vereador – via telefone. Teria ouvido vários impropérios do parlamentar governista, como a alcunha de “pilantra”.

Em gravações que foram disseminadas em redes sociais na Internet (veja AQUI) e em entrevista a Rádio Difusora de Mossoró (veja AQUI), Flavinho já confirmara sua disposição de “chutar o pau da barraca” e virar uma “cascavel”. Arguiu que saia em defesa de Arinete Fernandes Dantas de Amorim, diretora-geral do Hemocentro.

Em sua ótica, Jamili estaria causando embaraços à sua protegida, que chegou ao cargo também com endosso do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Passando por período de gravidez, Jamili enfrentou alterações emocionais após o incidente de ontem.

Sua nomeação passou por indicação do deputado estadual Galeno Torquato e aval direto do próprio governador Robinson Faria (PSD).

Veja bastidores da notícia em nosso TWITTER clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Política / Saúde
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.