segunda-feira - 27/01/2020 - 23:00h
Conversa de Alpendre

Isolda vê Mossoró estagnada; Rosalba confirma postulação

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) e a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) foram entrevistadas pelo programa “Conversa de Alpendre” da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), que foi ao ar na sexta-feira (24) e no domingo (26), no Canal 10.

Ambas falaram sobre gestão pública e eleições municipais.

– Qualquer pré-candidato ou pré-candidato a prefeito de Mossoró tem que pensar a cidade para as pessoas – disse Isolda.

– Mossoró está estagnada – acrescentou.

Rosalba deixou claro que não titubeia na hora de afirmar que será novamente candidata à reeleição:

– Irei em frente, decidida, para que possamos fazer mais por Mossoró.

A prefeita afirmou que está aberta ao diálogo e seu grupo tem conversado com nomes e partidos diversos, para que possam existir novas contribuições “novas ideias” à gestão municipal.

As duas pré-candidatas a prefeito de Mossoró foram entrevistadas pelos jornalistas Vonúvio Praxedes e Carol Ribeiro.

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Categoria(s): Política
domingo - 29/12/2019 - 10:10h

Por um financiamento público do jornalismo

Por Esdras Marchezan

Instrumento crucial à sobrevivência e fortalecimento da democracia em qualquer sociedade, o jornalismo é, acima de tudo, um serviço público compromissado com o bem informar à população, sobre fatos e acontecimentos que impactam no cotidiano, e sobre as consequências na vida de cada cidadão.

No modelo industrial adotado no Brasil, com o jornalismo vinculado e dependente de empresas interessadas na informação como mercadoria, este compromisso é, vez ou outra, atravessado por interesses e cenários econômicos e políticos, que vão definindo o tempo de vida deste perfil mercantilista do uso do jornalismo. Reféns de toda esta engrenagem: os jornalistas. Trabalhadores como qualquer um, que precisam de uma renda econômica para sobreviver.Chega de hipocrisia. Jornalismo sério se faz com amor. Mas custa caro, e alguém tem que pagar por isso.

As crises econômicas que sucederam-se nos últimos anos em diversos países, inclusive no Brasil, junto à quebra das estruturas econômicas promovida também pelo avanço da internet e de gigantes nascidas a partir dela, como Google e Facebook, jogaram os modelos tradicionais de negócio do jornalismo numa espécie de ostracismo.

Com isso, as pessoas passaram a contar com menos veículos estruturados de informação, e os jornalistas com menos oportunidades de emprego. Do outro lado, redes de notícias falsas se proliferam todos os dias nos grupos de Whatsapp. A epidemia cresce e falta investimento para fortalecer a vacina contra ela.

Enquanto as grandes corporações de mídia buscam uma reinvenção que caiba em suas receitas – muito reduzidas em comparação ao que faturavam há uma década – e demitem cada vez mais empregados, pequenos jornais, rádios e TVs fecham aos montes, principalmente no interior do país.

Numa trincheira de resistência, iniciativas independentes de jornalismo tentam se firmarem como novos modelos de negócio, mais próximos do jornalismo local, mas dependendo ainda de doações e assinaturas do público, de recursos de ONGs internacionais e também do tradicional modelo de verbas publicitárias.

Neste momento, cabe a pergunta: a quem interessa um jornalismo forte, justo e leal ao espírito público e democrático?
Eu responderia: ao povo. Povo, no sentido mais importante da palavra. Como representante e peça vital de uma nação democrática.

Neste aspecto, é chegada a hora de pensar num modelo de jornalismo público, financiado pelo Estado e pelas pessoas. Não apenas financiado, mas feito e fiscalizado também pela sociedade civil.

Aos que estranham a proposta, falamos aqui de um modelo já executado em algumas das principais democracias do mundo. Modelos como a BBC, mantida pelo estado e pelo povo britânico. Portugal, Alemanha e Suíça também têm suas experiências de êxito. No Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é nosso exemplo mais importante.

O debate não é novo, inclusive já tendo resultado numa proposta de Fundo Nacional de Comunicação Pública, na Câmara dos Deputados. Mas, estagnado, necessita de retomada.

Um debate que deve ser tratado em todas as esferas. No país, nos estados, e nos municípios. Nada impede que cada estado e município coloque a comunicação pública como pauta, independente do ritmo que esta discussão seja tratada na esfera federal. Comunicação pública, não comunicação estatal.

Numa cidade como Mossoró, com sua história diretamente ligada ao surgimento de importantes jornais, e com um cenário recente marcado pelo fechamento de quase todos eles, faz-se necessária esta discussão.

Num estado como o Rio Grande do Norte, com três cursos superiores de jornalismo (UERN/UFRN/UnP) formando uma gama de profissionais todos os anos, e tendo um dos cursos (Jornalismo/UERN) como o de melhor desempenho entre todas as universidades públicas do país na avaliação INEP/MEC 2018, é urgente este debate como política de Estado.

Ao povo cabe o direito a um jornalismo público, sério e bem feito, e o dever de cobrar que instrumentos públicos tornem isso possível. É preciso saber que não adianta cobrar por um jornalismo de qualidade se você não está disposto a lutar pela sobrevivência dele.

Esdras Marchezan é jornalista, professor do curso de Jornalismo da Uern e subchefe de Gabinete da Reitoria dessa mesma instituição

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Categoria(s): Artigo
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terça-feira - 17/12/2019 - 22:06h
Brasil

Jornalismo da Uern é o melhor entre faculdades públicas

Jornalismo: êxito (Foto: Uern)

O curso de Jornalismo da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) apresentou o segundo melhor desempenho do País entre os cursos de Jornalismo de universidades públicas e privadas, conforme os Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2018 divulgados na semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC).

Com um Conceito Preliminar de Curso (CPC) contínuo de 4,08, e nota 5 (máxima), o curso da Uern obteve a maior nota do País entre os cursos de universidades públicas.

Avaliação

Entre universidades públicas e privadas, o desempenho da Uern foi o segundo melhor, atrás apenas do curso de Jornalismo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) – Porto Alegre-RS.

No total, 282 instituições de ensino foram avaliadas. Este é o melhor resultado obtido pelo curso da Uern desde o início da avaliação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Comunicação / Educação
sexta-feira - 06/12/2019 - 18:16h
Reportagem

Jornalista da TCM-Telecom ganha prêmio da Fecomércio

Queiroz entregou prêmio a Lamonier (Foto: cedida)

Foi anunciado à tarde desta sexta-feira (6) em Natal, o elenco de vencedores do “Prêmio Fecomércio de Jornalismo 2019”. Com almoço servido à imprensa no Hotel Escola Barreira Roxa, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) exaltou a mídia potiguar com o certame que promoveu mais uma vez.

O jornalista Lamonier Araújo, repórter da TV Cabo Mossoró ((TCM-Telecom) foi o vencedor da categoria Telejornalismo, com a matéria “Fecomércio: o sol que aquece economia de Mossoró”.

O trabalho contou com imagens de Leonardo Melo, produção de Danielle Marques e Edição de Alexandre Fonseca.

Ao todo, o prêmio contou com 7 categorias e 37 matérias inscritas. A TCM foi o único veículo de comunicação do interior do RN a ser premiado este ano, que lembra os 70 anos da Fecomércio/RN, presidida por Marcelo Queiroz.

Os vencedores do Prêmio Fecomércio de Jornalismo 2019 em todas as categorias são estes:

Os vencedores foram:
Categoria estudante:
1º lugar – Voando alto
Autores: Felipe Salustrino da Silva e Maria Clara Nóbrega Pimentel
Veículo: Universitária FM

Categoria Fotojornalismo:
1º lugar: Economia do RN não seria a mesma sem a atuação do Sistema Fecomércio
Autor: Everton Dantas de Freitas
Veículo: Portal OP9

2º lugar: A nova vista da Rio Branco
Autor: Adriano Abreu dos Santos
Veículo: Tribuna do Norte

Categoria Ilustração:
Os trabalhos foram desclassificados por não obedecerem aos critérios mínimos previstos no Edital.

Categoria Jornalismo Impresso:
1º lugar: Programa do Senac já encaminhou mais de 12 mil alunos para o mercado de trabalho no RN
Autores: Tiago Domingos Rebolo e Rodrigo Eduardo Ferreira da Silva
Veículo: Agora RN

2º lugar: Mais cultura na Rio Branco
Autor: Tádzio Yuri França Silva
Veículo: Tribuna do Norte

Jornalismo Online:
1º lugar: Capacitação, qualificação e oportunidades: exemplos de um sistema que faz o RN dar certo
Autor: Anderson da Silva Simões Barbosa
Veículo: G1RN

2º lugar: Economia do RN não seria a mesma sem atuação do Sistema Fecomércio
Autor: Everton Dantas de Freitas
Veículo: Portal OP9

Radiojornalismo:
1º lugar: Carnaval na rota do desenvolvimento
Autor: Glynner Brandão; Pedro Henrique Dias, Felipe Peixoto e Demóstenes Cavalcante.
Veículo: FM Universitária

2º lugar: Série sobre Senac Empregabilidade
Autor: Marcos Alexandre Oliveira de Araújo
Veículo: Rádio 96 FM

Telejornalismo:
1º lugar: O sol que aquece a economia de Mossoró
Autor: Lamonier Charles de Souza Araújo
Veículo: TCM

2º lugar: Sesc Saúde Mulher
Autor: Roberta Caroça Seixas (Roberta Trindade)
Veículo: TV Tropical

Vencedor geral:
Capacitação, qualificação e oportunidades: exemplos de um sistema que faz o RN dar certo
Autor: Anderson da Silva Simões Barbosa
Veículo: G1RN

Saiba mais clicando AQUI.

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Categoria(s): Comunicação
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quarta-feira - 23/10/2019 - 20:23h
Lançamento

Alex Medeiros se apresenta com “Três por quatro”

O jornalista e escritor Alex Medeiros vai lançar novo livro. “É para comemorar meus 60 anos”, justifica ele em conversa com o Blog Carlos Santos.

O título “Três por quatro” será apresentado ao público entre 17 e 22 horas dessa quinta-feira (24) em Natal, no Restaurante Nemésio, Avenida Rodrigues Alves, 546, Tirol, em Natal.

“Durante o lançamento, os irmãos Babal, Galvão Filho e João Galvão farão um acústico só com hits dos Beatles. Ou seja, de novo 3 Por 4”, aponta o autor.

O livro traz 50 versos em haikai (gênero japonês), onde rimando português com inglês a última linha dos poemas é sempre o título de uma canção dos Beatles, daí o nome do livro, 3 Por 4 (três linhas pros quatro artistas).

O prefácio é de João Galvão, irmão de Babal, um beatlemaníaco desde anos 60. A edição é de Mário Ivo com projeto gráfico de Gustavo Lamartine.

Três por quatro é uma publicação da Editora Livros de Papel, com impressão da Offset Gráfica.

Nota do Blog – Guarde meu exemplar, meu caro. Não vou estar nesta quinta na capital, mas esbarro logo aí.

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Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 18/10/2019 - 07:52h
Potência instalada

Energia solar tem RN como o terceiro maior no Nordeste

A série “RN com toda energia” da TV Tropical de Natal, afiliada da Rede Record, chega à sua quinta reportagem especial sobre potencial energético do estado.

O foco agora é a energia solar.

A jornalista Mara Godeiro fala da energia limpa que mais se expande no mundo, com especial projeção no Nordeste brasileiro e no Rio Grande do Norte.

Ela desembarca no Vale do Açu, onde revela investimento da iniciativa privada num negócio que não para de crescer. O RN é o terceiro estado nordestino com maior potência instalada.

Veja as reportagens anteriores clicando AQUIAQUIAQUI e AQUI.

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Categoria(s): Comunicação / Economia
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quinta-feira - 03/10/2019 - 11:40h
RN com toda energia

Reportagem relata papel do IFRN para energias limpas

Nós reproduzimos nesta postagem o quarto vídeo da série “RN com toda energia”, que vem sendo exibido pela TV Tropical de Natal, afiliada da Rede Record.

A jornalista Mara Godeiro mostra que o Instituto Federal do RN (IFRN), em João Câmara, região do Mato Grande, tem papel importante na formação de mão de obra bastante especializada para atuação com energias limpas.

Veja as reportagens anteriores clicando AQUIAQUI e AQUI.

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Categoria(s): Comunicação / Educação / Gerais
segunda-feira - 23/09/2019 - 15:22h
Saúde

Odontologia e Ortodontia na Era Digital será tema de evento

Tecnologia é foco de evento (Foto: ilustrativa)

Na próxima quinta-feira (26/09), Natal sediará um evento que mesclará saúde e tecnologia: o “Odontologia e Ortodontia na Era Digital: uma visão clínica”, que é destinado aos profissionais e estudantes da área. Será realizado na sala de Convenções do CTC, na Amintas Barros, em Lagoa Nova, das 19h às 22h.

A dentista, especialista em Ortodontia pela USP, Fernanda Amorim, será a palestrante do curso, que visa a capacitação dos profissionais e a atualização de conhecimentos.

Entre os temas discutidos, a troca das moldagens tradicionais pelos escaneamentos digitais e o planejamento on-line.O evento é organizado pela C&M Produções e Eventos e as vagas são limitadas.

O participante receberá um certificado 4 horas/aula. Informações: (84) 99497.8725/ E-mail: contato@cemproducoes.com.br.

Inscrições pelo endereço eletrônico //www.cemproducoes.com.br/

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Categoria(s): Saúde
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quinta-feira - 12/09/2019 - 15:38h
Comunicação

Zenóbio Oliveira abre a grande angular do conhecimento

Zenóbio: muita experiência (Foto: arquivo)

Profissional de grande experiência no telejornalismo, além de formação acadêmica, o jornalista e repórter cinematográfico Zenóbio Oliveira prepara cursos dirigidos a um público diversificado. Alinha providências para anunciar em breve detalhes dessa iniciativa.

Segundo Zenóbio, a proposta é passar esse cabedal de conhecimentos a estudantes de Comunicação, pessoal de agências de propaganda e outros interessados na produção de vídeos para diversos fins, “desde aquele com conteúdo institucional à divulgação de profissionais liberais, além de filmetes para uso em redes sociais etc.”.

Ele trabalhará aspectos práticos e teóricos.

Qualidade

Quer passar como deve ser usada uma câmera, da mais amadora possível (num smartphone) a um equipamento de última geração. “Iluminação, filmagens externas e aéreas, shows, em ambientes fechados, edição, sonorização, produção de documentários e outros aspectos a gente pretende abordar de forma bastante didática”, comenta.

Com passagem pela Inter TV Cabugi e outras experiências profissionais vitoriosas, Zenóbio relata que a popularização de redes sociais e o surgimento de novas plataformas virtuais e variados equipamentos à filmagem/fotografia formam uma outra realidade. “Mas tudo pode ser melhor aproveitado e potencializado para atender aos interesses de cada um, do profissional ao amador que gosta de algo bem feito”, justifica.

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Categoria(s): Comunicação / Gerais
quarta-feira - 28/08/2019 - 23:34h
Natal

Nomes fortes do jornalismo vão estrear em FM

Do Blog da Chris

Aluísio Lacerda, Alex Medeiros, Ricardo Rosado e Vicente Serejo vão estrear um programa conjunto na FM 93.5 (FM Tribuna), do grupo Tribuna do Norte de Natal.

Aluísio, Alex, Ricardo e Vicente vão integrar programa jornalístico da Rádio Tribuna (Fotomontagem)

O programa deverá entrar no ar no final do mês de setembro, junto com a FM que já funciona em modo experimental.

Será um noticioso, com análises e opiniões jornalísticas.

Irá ao ar todos os dias, de segunda à sexta-feira, das 11h30 às 13h.

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Categoria(s): Comunicação
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sábado - 17/08/2019 - 19:20h
Imprensa

Vonúvio Praxedes será novo âncora do “Meio-dia Mossoró”

Caberá ao jornalista “da casa”, Vonúvio Praxedes, substituir na bancada de apresentadores do programa “Meio-dia Mossoró”, da FM 95.7 de Mossoró, o jornalista Bruno Barreto.

Praxedes: ascensão (Foto: divulgação)

Nessa última sexta-feira (16), Barreto participou de seu último programa (veja AQUI) como âncora, papel que dividia com a jornalista Carol Ribeiro. Pediu desligamento do grupo para apostar em novos projetos profissionais.

Vonúvio já divide com Carol a apresentação do programa “Cenário Político”, jornalístico noturno diário da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom).

FM 95.7 e TCM-Telecom (Canal 10) fazem parte do Sistema Oeste de Comunicação, criado pelo empresário Milton Marques de Medeiros, falecido no dia 22 de abril de 2017, em Fortaleza-CE.

Nota do Blog – Parabéns pela mais nova ascensão na carreira, caro “Praxedim”. Não tenho dúvidas de sua competência e perfil íntegro para ocupar esse espaço. Sucesso.

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Categoria(s): Comunicação
sábado - 17/08/2019 - 13:42h
Jornalismo

TV Cidade Oeste estreará “Viva Bem” com Iara Monteiro

Iara: estreia (Foto: Ricardo Lopes)

A TV Cidade Oeste segue em fase de expansão de sua grade própria de programação. Em setembro, o canal 172 da Brisanet (veja AQUI) estreará o programa semanal “Viva Bem”.

Será exibido toda quarta-feira, das 10h às 11h. Tratará de temas voltados à área da saúde.

Com apresentação da jornalista Iara Monteiro, “o Viva Bem terá viés essencialmente informativo e esclarecedor”, informa a emissora que fisicamente está situada no Conjunto Santa Delmira, em Mossoró.

Contará com abordagens de temáticas diversas, através de entrevistas com especialistas no estúdio, exibição de matérias e participação direta do telespectador.

“A ideia é levar ao telespectador muita informação sobre cuidados à saúde. Tratando temas complexos, com linguagem simples e direta, de modo a esclarecer e contribuir com a qualidade de vida das pessoas”, adianta Iara Monteiro.

Nota do Blog – Sucesso, Iarinha. Tudo de bom.

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sexta-feira - 16/08/2019 - 14:42h
Imprensa

Jornalista se despede de rádio e TV para fazer novas apostas

Barreto: missão cumprida (Foto: BB)

O jornalista Bruno Barreto despediu-se nesta sexta-feira (16) de atividades profissionais no Sistema Oeste de Comunicação – TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom)/FM 95. Foram quase quatro anos em rádio e televisão do grupo.

Foi seu último programa como âncora do programa “Meio-dia Mossoró da 95”, que dividia com a jornalista Carol Ribeiro, além de participação jornalística na TV Cabo Mossoró (Canal 10).

Pedira desligamento há algumas semanas para apostar em novos trabalhos.

Missão cumprida, como ele mesmo asseverou no ar e em sua página virtual própria, o Blog do Barreto.

E conte, se precisar, com o Blog Carlos Santos – pro que der e vier.

Sucesso, meu caro.

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Categoria(s): Comunicação
sábado - 03/08/2019 - 08:00h
Imprensa

Paulo Pinto volta ao ‘batente’ com coluna virtual

Repórter social de longo curso, Paulo Pinto tem data marcada para voltar ao “batente”, em endereço virtual.

Paulo Pinto recentemente lançou livro em Mossoró e Natal sobre o Diocesano Santa Luzia (Foto: cedida)

Ele vai estrear no próximo dia 15 coluna com seu nome próprio no Portal do RN, página fisicamente sediada em Mossoró.

Um pouco de tudo, falando sobre quase tudo, mas não necessariamente tudo – será a essência do espaço virtual de PP.

Este ano, Paulo Pinto lançou seu primeiro livro – “Diocesano, história que carrego comigo”. Publicação reúne dezenas de textos de ex-alunos do Colégio Diocesano Santa Luzia  (CDSL) de Mossoró.

Sucesso, meu caro.

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quinta-feira - 18/07/2019 - 09:10h
Comunicação

FM 96 de Natal aposta ainda mais no conceito Rádio-TV-Web

A primeira emissora de Frequência Modulada do Rio Grande do Norte, a 96 FM do Natal, dá novo e exponencial salto. Ela avança no conceito de Rádio-TV-Web, como o Blog Carlos Santos tinha antecipado em postagem no dia 16 de maio deste ano (veja AQUI).

Novo estúdio, equipamentos e retaguarda são apresentados em filmete já propagado em suas mídias virtuais. Mostra mostra novos investimentos à melhoria da proposta de uma “Rádio com imagem”.

A emissora comandada pelo jornalista Ênio Sinedino propõe-se a avançar mais ainda na produção de conteúdo próprio, no universo multimídia e convergência de plataformas.

A 96 iniciou suas transmissões em 1981 na frequência de 96,7 MHz, e se mantém entre as maiores do nordeste.

A Rádio tem uma programação voltada para músicas nacionais e regionais de sucesso, além de considerável fatia de radiojornalismo informativo e analítico-opinativo.

Nota do Blog – Bom demais, Ênio e demais componentes da 96. Botem mais água no cafezinho que depois esbarro por aí.

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Categoria(s): Comunicação
quarta-feira - 17/07/2019 - 23:50h
TV

Enfoque Político fala sobre Bolsonaro, Fátima e sucessão

Participamos nessa terça-feira (16) do programa comemorativo de um ano do “Enfoque Político”, da Super TV, Canal 173 (Brisanet), de Mossoró.

Veja na caixa de vídeo acima, conteúdo desse bate-papo com o jornalista Saulo Vale, âncora do programa, além do jornalista e professor de jornalismo Esdras Marchezan.

Oportunidade para falarmos sobre política nacional, gestão estadual e sucessão municipal.

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Categoria(s): Comunicação / Política
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terça-feira - 16/07/2019 - 13:56h
Enfoque Político

Programa aniversaria e Blog Carlos Santos participa de festa

O programa Enfoque Político da Super TV faz um ano de apresentação nesta terça-feira (16).

Saulo recebe o editor do Blog Carlos Santos e o jornalista-professor Esdras Marchezan (Foto: arquivo)

A gente foi convidado à comemoração ao vivo, ao lado do âncora – jornalista Saulo Vale, além do jornalista e professor Esdras Marchezan, da Universidade do Estado do RN (UERN).

Será às 18h45 na Super TV,  Canal 14.1 aberta em Mossoró, 2 em Pau dos Ferros e 13 em Baraúna.

Também pelo 173 do sistema cabo Brisanet e da Fanpage Super TV (AQUI).

Até lá, meu caros. Merece comemoração demais. Uma festa.

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domingo - 14/07/2019 - 09:16h
Mídia

Internet não pode ser vista como uma ameaça para a imprensa

O professor Jeff Jarvis, guru do futuro do jornalismo, admite dificuldades mas enxerga fortalecimento

Por Jordi Pérez (El País)

O professor Jeff Jarvis tem um dos trabalhos mais infelizes do mundo: guru do futuro do jornalismo. A longa crise do ofício resiste por enquanto a todos os tipos de profecias. Mas Jarvis, professor da City University de Nova York, continua sugerindo novas ideias apesar de previsões erradas anteriores. Seu entusiasmo é contagiante: a Internet mudou tudo, mas continua existindo demanda de informação.

Continuamos em uma transição que talvez dure mais uma década. Nos Estados Unidos, com mais de 3.000 demissões, esse ano ruma para ser o pior para jornalistas em uma década: e isso porque entre 2009 e 2017 as redações norte-americanas já perderam 23% de seus repórteres. Jarvis, pelo visto, acha que deve ser mais radical.

Falou com o EL PAÍS em sua passagem por Madri para o encontro da Associação Internacional de Pesquisa de Imprensa e Comunicação (IAMCR na sigla em inglês), realizado na Faculdade de Ciências da Informação da Universidade Complutense de Madri.

O professor Jeff Jarvis em entrevista ao El País em Madrid tenta enxergar um futuro ainda muito confuso (Foto Carlos Rosillo)

Pergunta. O senhor está há mais de 10 anos tentando adivinhar como será o jornalismo do futuro.

Resposta. Não fui bem-sucedido.

P. Nesses 10 anos ocorreram histórias de sucesso: New York TimesWashington PostGuardian. Mas jornais menores e países e regiões com audiências menores continuam sofrendo.

R. Isso acontece por serem negócios fantásticos. Em muitas cidades dos Estados unidos eram monopólios. Existiam jornais que no ano 2000 ganhavam 40 milhões de dólares (150 milhões de reais) somente com anúncios classificados. E puf, tudo desapareceu. É muito difícil se desmembrar e se recompor. É difícil abandonar algo que deseja que continue sempre assim.

P. Há anos o senhor tenta encontrar soluções que desmoronam.

R. Posso ser um farsante. Não defendo que eu tenha razão.

P. O jornalismo empreendedor, por exemplo.

R. Sim, acreditava que os blogues superlocais seriam um pilar do ecossistema do futuro. Mas é muito difícil e arriscado. Os jornalistas não querem vender e tocar um negócio. Eu me enganei. Não é um pilar. Também existem coisas interessantes em jornalismo sem fins lucrativos: Texas TribuneThe City em Nova York, Propublica. É excitante, mas não há financiamento suficiente para resolver todo o problema.

P. A solução é um mistério, mas e o problema?

R. A evidência é clara: precisamos mudar. Há muitas oportunidades. Enquanto enxergarmos a Internet como uma ameaça, ficaremos incomodados. Se olharmos a Internet como a base para mudar nossa relação com o público, há base para algo. Na verdade, acho que não fui radical o bastante.

P. Mas sem dúvida é o mais radical.

R. Não fui radical o suficiente com o futuro. Agora penso assim: precisamos repensar para que serve o jornalismo em uma sociedade, começar a enfrentar os problemas e aprender com outras disciplinas. Se estamos muito polarizados e as comunidades não se entendem entre si, é preciso construir pontes. Temos também que aprender com os antropólogos e perguntar a eles como entender uma comunidade, como escutá-la, como conseguir evidência, como se conectar. Há também uma crise de Inteligência: como é possível que 40% dos americanos achem que Donald Trump vale a pena? Precisamos olhar a neurociência. O que diz a ciência sobre o fato das pessoas se enganarem sobre seus melhores interesses?

P. O senhor usa uma metáfora sobre uma casa em chamas. Enquanto ela queima, a indústria deve construir uma nova moradia diferente em outro lugar. Mas não é mais correto dizer que estamos reconstruindo a mesma casa enquanto queima?

R. Sim. As empresas continuam dependendo do volume: os anúncios do papel, os cliques, a publicidade programática online. Estão fechadas em um ciclo. Não podem reconstruir a casa em chamas e ao mesmo tempo criar mais chamas.

P. É difícil se libertar?

R. Olhamos o Google e o Facebook, vemos seu alcance e queremos ser como eles. Continuamos no negócio das massas. É um problema fundamental. Temos que aprender a personalizar, temos que aprender valor. Devemos repensar nossa economia ao redor da variável usuário valioso. O Telegraph optou por um muro de pagamento (pay wall), o Guardian por ter membros, mas os dois passaram por um processo de redução do conteúdo. Antes só produziam páginas visualizadas.

P. O problema é onde cortar.

R. Um, deixe de copiar os outros. Seja único. Não faça notícias baratas, comuns. Algumas devem ser feitas, mas não gaste dinheiro nisso. Dois, procure valor. O que é valioso na vida das pessoas? O que posso fazer que elas realmente irão usar? Isso inclui jornalismo investigativo, inclui agir como vigilantes do poder. Mas não falo de oferecer somente jornalismo. Tenho uma posição única no mercado. Um jornal de Seattle está premiando os jornalistas pela quantidade de assinaturas que conseguirem com seus artigos. Também não irá funcionar. Porque, primeiro, acontece só uma vez. Segundo, é mais uma métrica, mas há algo que cause retenção? Precisamos de novas métricas sobre valor. É necessário inventar algo novo.

P. O negócio do jornalismo era o conteúdo.

R. Já não pode ser a única recompensa. É preciso oferecer acesso a membros de uma comunidade, a contatos com jornalistas, a eventos, descontos, educação.

P. É fácil imaginar jornalistas lendo isso e pensando ‘que complicado’.

R. Sim. Mas com um muro de pagamento você limita as conversas, separa seus leitores. Os que gostarem muito de você, pagarão. Mas limita sua influência.

P. Os muros de pagamento não são uma salvação?

R. Estamos enganados se acreditamos que são a salvação. Sempre esperamos o próximo messias: tablets, publicidade programática, muros de pagamento. Acabo de ver um estudo do Instituto Reuters de Oxford e descobriram que a metade dos pagamentos de assinaturas digitais vai para três marcas: New York TimesWashington PostWall Street Journal. De modo que se você é o Cleveland Plain Dealer seguir adiante é um desafio: não tem a mesma audiência e alcance, a mesma conversa leitor-assinante, não pode cobrar o mesmo, irá perder mais assinantes porque não é tão valioso. Os muros não irão salvá-lo.

P. Algumas marcas irão se salvar.

R. Trabalho com o Guardian, que optou por não erguer um muro para que seu jornalismo estivesse disponível para todos, com o que concordo. Trabalho com eles em seu programa de membros. Imediatamente percebemos que não se tratava de membros, e sim de mendigar. E pedir esmola funciona.

P. Funciona nos Estados Unidos e no Reino Unido.

R. Funciona nos Estados Unidos e um pouco menos no Reino Unido. Há oportunidades para que uma empresa de comunicação obtenha dinheiro do consumidor. Isso não significa necessariamente um muro. Muita gente dá dinheiro ao Guardian e não entra regularmente, mas está preocupada pelo meio ambiente. Por que o Guardian não cria um movimento ambiental? Têm uma oportunidade de comunidade: não pertencer ao Guardian e sim ao clube. É preciso procurar novas afinidades. As pessoas estão aí não só porque gostam de nossa marca. Sei que é difícil.

P. A reputação da imprensa é baixa. Talvez o jornalismo precise deixar de ser feito por alguém chamado jornalista?

R. Temos um papel diferente. Já não se trata somente de produzir conteúdo. É preciso pensar o que fazer com a sociedade. Meu conselho é ter coragem e testar novas ideias malucas.

P. Qual é sua opção agora?

R. Uma estratégia baseada na relação com comunidades. Precisamos ampliar a definição de comunidade. Quando pergunto aos meus alunos de jornalismo social em Nova York de quais comunidades são membros, começam com obviedades: moro no Queens, sou estudante. Então alguém na classe diz: ‘Tenho problemas de saúde mental’. Bum, a discussão muda. Há outro que diz o mesmo e, de repente, há uma conexão. É uma pequena comunidade. Temos que ampliar o conceito de comunidade além do óbvio da geografia e da demografia. Uma comunidade não são os millenials, e sim os proprietários de gatos e pais jovens. Não existem muitas notícias sobre cocô de bebê e fraldas, mas por que não podemos oferecer-lhes um mapa de sua cidade acessível aos carrinhos?

P. Mas isso ganha relevância? Serve para grandes redações?

R. Sempre ouço que não. Vamos trabalhar com diabéticos em Madri. Vamos fazer bem feito. Aprendendo a fazê-lo, poderemos repetir para muitas outras comunidades. Não acho que tenha sido feito em jornais. Quero ver.

P. Pode ser outra invenção fracassada.

R. Claro. Continua sem estar demonstrado. Há uma pequena empresa, a Spaceship Media, que por enquanto funciona em algumas cidades. Pode crescer? Talvez.

P. Alguns veículos de comunicação podem pensar que lhes resta a opção de pedir dinheiro a pessoas poderosas?

R. E que recebam o dinheiro e ouçam: se comportem. Não é o que aconteceu nos últimos 15 anos em tantos países da Europa? É algo que prejudica sua reputação. Por desespero vão à fonte do dinheiro. Também acontece com os jornais locais nos Estados Unidos. É um assunto de relevância.

P. Não parece bom.

R. É complicado. Sempre uso a invenção de Gutemberg. Ele introduziu a imprensa em 1450. Mas o primeiro jornal é de 1605. Algo que agora vemos como óbvio levou um século e meio. E os primeiros jornais fracassaram porque não tinham modelo de negócio. De modo que agora estamos como em 1475. Nos primeiros dias. O caso do Guardian é fascinante. Tinham um bilhão de dólares (4 bilhões de reais) no banco, estavam tranquilos até que lhes disseram: nesse ritmo de gasto irão durar oito anos. Isso lhes motivou. Agora não perdem dinheiro, mas continuam sofrendo. Ficaram motivados ao ver uma data de morte certa.

P. Mas continuam sofrendo.

R. Sempre. Mas só precisam sobreviver.

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Categoria(s): Comunicação
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sábado - 29/06/2019 - 09:10h
Tribuna do Norte

Nomes de expressão do jornalismo vão estrear

O jornal Tribuna do Norte reforça seu timaço com nome de expressão do jornalismo impresso do RN nas últimas décadas.

A estreia será na edição de terça-feira (2).

Rubens Lemos, Alex Medeiros, Cassiano Arruda e Vicente Serejo: um timaço na Tribuna (Foto: divulgação)

Como o Blog Carlos Santos antecipou em primeira mão (veja AQUI) no último dia 4 de junho, Cassiano Arruda, Alex Medeiros e Vicente Serejo farão colunas diárias nesse impresso.

Quem chega também é Rubens Lemos Filho, o “Rubinho”.

Sucesso, pessoal.

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Categoria(s): Comunicação
sábado - 15/06/2019 - 17:18h
Jornalismo

Revista Deguste chegará aos seus 14 anos em julho

A Revista Deguste de Turismo e Gastronomia vai completar 14 anos na sua edição de julho/2019, quando veiculará seu número 168.

A previsão é que a edição de aniversário circule entre os dias 1 e 3 de julho de 2019, após a montagem editorial até o próximo dia 20 de junho, e cumpridos os prazos de execução gráfica.

A Deguste foi fundada em 2005 na cidade de Natal, pelos jornalistas Luís Benício Tavares Siqueira e Washington Rodrigues, profissionais formados no curso de jornalismo da Universidade Federal do RN (UFRN) e com extensa experiência em veículos de comunicação e serviços de assessoria de imprensa na capital.

O conteúdo privilegia o segmento de alimentos e bebidas e o estímulo ao turismo, compreendendo restaurantes, bares, distribuidores, cafeterias, hotéis, pousadas, destinos de viagens, escolas e universidades de ensino das práticas culinárias e uma gama enorme que forma a rede que complementa o mercado turístico e gastronômico potiguar.

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Categoria(s): Comunicação / Economia
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terça-feira - 11/06/2019 - 09:46h
Caso The Intercept

Deputado Girão separa país entre bandidos e mocinhos

Em seu Twitter, o deputado federal General Eliéser Girão (PSL) escuda a Operação Lava Jato e indiretamente o ministro da Justiça do Governo Jair Bolsonaro (PSL), ex-juiz Sérgio Moro.

Deputado General Girão: um só lado (Foto: Twitter)

“A Lava Jato tem sido o maior grito de independência do Brasil nos últimos anos contra a corrupção. A decisão é sua! De que lado você quer ficar? Do lado dos criminosos ou do lado de quem os ataca? Eu sempre tive um só lado: o da honestidade acima de qualquer coisa!”

“Lugar de bandido é na cadeia ou no cemitério”

Para ele, “o cidadão de bem sabe muito bem quem são os Mocinhos e quem são os Bandidos. A começar pela Mídia que insiste em defender criminosos. Que a Polícia e a Justiça cumpram o seu papel. Lugar de Bandido é na Cadeia. Ou no cemitério”.

A intervenção de Girão é em resposta a uma série de reportagens iniciada pelo site The Intercept Brasil (veja AQUI), que reproduz diálogos entre Moro e o procurador federal Deltan Dalagnoll, ensejando compartilhamento-parceria ilegal no bojo da Lava Jato.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 05/06/2019 - 18:54h
Agora RN

Jornal terá estreia de novo colunista segunda-feira

Medeiros: segunda (Foto: redes sociais)

Novidade nas páginas do impresso Agora RN do Natal.

Na próxima segunda-feira (10), o jornalista Aílton Medeiros vai estrear coluna nesse jornal.

Que rufem os tambores.

O Agora RN é comandado pelo jornalista Alex Viana.

O jornal tem-se expandido na capital e região.

Também deverá desembarcar no interior.

Sucesso, muito sucesso ao Aílton.

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Categoria(s): Comunicação
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