terça-feira - 23/09/2014 - 21:33h
Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR)

Desembargador suspende, de novo, intervenção judicial

O desembargador José Barbosa Filho da 2ª Turma de Julgamentos do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) suspendeu, mais uma vez, nesta terça-feira (23), por meio de uma decisão liminar, a intervenção judicial na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

A entidade é controladora da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR).

Na última quinta-feira (18), uma decisão do juiz Magno Kleiber Maia, titular da 2ª Vara do Trabalho de Mossoró, afastou a diretoria da entidade e nomeou uma junta interventora para administrar a associação, que é responsável pela gestão da Casa de Saúde Dix-Sept Rosado.

Mais uma vez, o desembargador determinou o retorno da diretoria destituída e fixou um prazo de dez dias para que todas as partes envolvidas no processo se manifestem em relação ao novo recurso, que será apreciado pelos desembargadores que compõem o Pleno do TRT-RN.

Com informações do TRT-RN.

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quarta-feira - 17/09/2014 - 17:52h
TRT

Justiça acaba intervenção da Casa de Saúde Dix-sept Rosado

O Mossoroense

Decisão liminar proferida pelo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte (TRT-RN), José Barbosa Filho, suspense a intervenção na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), decretada na semana passada pelo juiz da 2º Vara do Trabalho de Mossoró, Magno Kleiber, e determina o retorno da antiga diretoria da unidade.

“Vamos tentar retornar os serviços o quanto antes, na verdade fazer uma mobilização de todos os funcionários e reorganizar o hospital, porque nesse período de intervenção vários serviços foram desativados, vários equipamentos foram retirados de seus setores e colocados em outros lugares”, informa André Neo, diretor administrativo da CSDR.

Mudanças

Durante uma semana em que a Casa de Saúde passou a ser gerenciada pelos interventores indicados pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), diversas mudanças foram implementadas na estrutura do hospital, dificultando agora a retomada dos atendimentos.

“Há setores, como a UTI Neonatal, que ficaram quase que praticamente como um ‘depósito de equipamentos’. A parte de convênios e particulares foi destinada ao SUS, tudo isso tem que retornar aos seus lugares. É um trabalho muito mais de movimentação a partir de agora”, explica André Neo.

Circulando pelo hospital, é possível identificar objetos e equipamentos utilizados no atendimento à população espalhados em corredores, próximos até de banheiros.

“Além dessa questão da retirada de aparelhos, mudanças de locais, houve desentendimentos dos médicos com a diretoria de intervenção, e não se chegou a um acordo, tanto que até agora os serviços não foram retomados. Os médicos, inclusive, ficaram mais distantes, serviços foram desativados, foi uma desassistência. O hospital está todo parado, não houve nenhum atendimento nos últimos dias”, enfatiza André Neo.

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