segunda-feira - 15/05/2023 - 22:00h
Barros Dias

Ex-desembargador será julgado por corrupção e tráfico de influência

Do Blog Território Livre

Barros Dias chegou a ser preso na Operação Alcmeón enfrentando sérias denúncias do MPF

Barros Dias chegou a ser preso na Operação Alcmeón enfrentando sérias denúncias do MPF

Seis anos depois, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5) vai julgar nessa terça-feira (16) o processo envolvendo um ex-integrante da Corte: o magistrado potiguar aposentado Francisco Barros Dias.

Em 2017, o advogado, professor e magistrado aposentado foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de tráfico de influência e corrupção passiva.

Na época, a prisão preventiva do ex-magistrado foi revogada pelo TRF por não existirem elementos de provas, que justificassem uma previsão preventiva.

Em 2021, sentença do juiz  federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, condenou o ex-magistrado por suposto esquema de compra de votos do Tribunal.

Amanhã, o tão aguardado julgamento da Corte da região.

Nota do Canal BCS – Professor, magistrado, autor de livros jurídicos, um nome exemplar e admirado nacionalmente, Barros Dias enfrenta uma situação impactante para si e para muitos admiradores. Entre eles, o criador e editor desta página.

Leia AQUI série de matérias sobre denúncias e prisão do ex-desembargador federal nascido em Olho D’Àgua do Borges, região Oeste do RN.

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sábado - 16/01/2021 - 18:54h
JFRN

Juiz federal não aceita pedido para suspensão do Enem

Guimaãres: 14ª Vara (Foto: Web)

Guimarães: 14ª Vara (Foto: Web)

O juiz federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara da Justiça Federal do RN (JFRN) e atuando em plantão neste sábado (dia 16 de janeiro), negou o pedido de suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Foram impetrados dois processos, um em ação popular (0800147-02.2021.4.05.8400) e outro assinado pela Associação Potiguar dos Estudantes Secundários e a União Metropolitana de Estudantes Secundaristas (0800142-77.2021.4.05.8400).

Nas decisões liminares, o magistrado observou que “a situação da pandemia do coronavírus não é uniforme em todo o País e as peculiaridades regionais ou municipais devem ser analisadas caso a caso, cabendo a decisão às autoridades sanitárias locais, que podem e devem interferir na aplicação das provas do ENEM se nessas localizações específicas sua realização implicar em um risco efetivo de aumento de casos da Covid-19”.

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segunda-feira - 25/03/2019 - 19:22h
Operação Lavat

Juiz nega pedido de Henrique Alves e Eduardo Cunha

Henrique e Eduardo: decisão desfavorável (Foto: arquivo)

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal, negou o pedido formulado pela defesa de Eduardo Cunha (MDB) e Henrique Alves (MDB), ex-presidentes da Câmara Federal, que pediram nos autos do processo 0812330-44.2017.4.05.8400, conhecido como Operação Lavat, para que essa demanda siga para a Justiça Eleitoral.

“Apesar de mais estes esforços das defesas dos réus Henrique Alves e Eduardo Cunha no intuito de levar para a Justiça Eleitoral a apuração dos delitos aqui denunciados, buscando apoio em recente decisão emanada da Suprema Corte do país, entendo que a situação presente neste processo não se amolda aos parâmetros delineados naquele caso. Antes que tudo, é preciso deixar bem claro que o instituto da conexão não se presta à definição originária de competência, como parecem crer as defesas dos requerentes”, escreveu o Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães.

Delitos

As defesas de Henrique Alves e Eduardo Cunha justificavam que os fatos trazidos nos autos teriam, supostamente, semelhança com entendimento do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que se encontra corroborada a tese de que há indícios de delitos eleitorais.

O magistrado Francisco Eduardo observou ainda na sua decisão: “De início, quanto à possível existência de crimes eleitorais, constato que a denúncia, em momento algum, descreve a prática de fatos tipificados nas leis eleitorais nem, muito menos, imputa aos denunciados tais tipos de delitos. É bem verdade que trechos da denúncia fazem referência a “doações eleitorais oficiais e não oficiais”, mas em momento algum se vê no texto da denúncia que tais doações teriam sido omitidas por Henrique Alves na sua prestação de contas eleitorais”.

Os depoimentos das testemunhas de defesa no âmbito da Operação Lavat serão retomados nessa terça-feira (26), a partir das 9h, na sala de audiência da 14ª Vara Justiça Federal no Rio Grande do Norte, em Natal.

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sexta-feira - 25/05/2018 - 09:54h
Em Natal

Réus da “Operação Manus” serão interrogados em julho

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, agendou para julho os interrogatórios dos seis réus da Operação Manus (veja AQUI), como ficou conhecida a denúncia de suposta lavagem de dinheiro e organização criminosa deflagrada dia 6 de junho do ano passado. O caso trata de suposto desvio de recursos da obra do Arena das Dunas em Natal.

Henrique e Cunha serão ouvidos (Foto: arquivo)

Os principais nomes são dos  ex-deputados federais Eduardo Cosentino da Cunha (MDB-RJ) e Henrique Eduardo Lyra Alves (MDB-RN).

Também constam na relação José Adelmário Pinheiro Filho, Carlos Frederico Queiroz Batista da Silva (ex-secretário de Turismo do Natal), Fernando Luís Aires da Cunha Santos Reis e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara.

No dia 4 de julho, às 9h, na Justiça Federal, em Natal, serão ouvidos Fernando Luís Aires da Cunha Santos Reis e Carlos Frederico Queiroz Batista da Silva.

No dia 5 de julho, às 9h, serão ouvidos José Adelmário Pinheiro e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara.

Videoconferência

No dia 9 de julho, será a vez de Henrique Eduardo Lyra Alves. E no dia 13 de julho o interrogatório será de Eduardo Cosentino da Cunha.

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães negou o pedido da defesa de Eduardo Cunha para que ele viesse a Natal para prestar depoimento. O interrogatório será feito por videoconferência, já que o réu se encontra preso em Curitiba.

Antes dos interrogatórios, o magistrado ainda fará as últimas oitivas de testemunhas de defesa, marcada para o dia 13 de junho, às 9h, quando estarão Aldo Eden Casso Stam, Affonso Florence e José Nobre Guimarães; os três arrolados pela defesa de Henrique Eduardo Alves.

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