quarta-feira - 24/01/2018 - 16:18h
Prefeitura de Mossoró

Médicos cobram quase R$ 3 milhões de pagamentos em atraso

Devido problema haverá paralisação de serviços a partir de 1º de fevereiro, atingindo sobretudo UPA's

UPA's são afetadas diretamente (Foto: arquivo)

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) acionou judicialmente a Prefeitura Municipal de Mossoró. Cobra pagamentos referentes a trabalho realizado por sua equipe de médicos nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2017, bem como duas parcelas do acordo judicial anteriormente celebrado e descumprido pela gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Os valores aproximam-se de R$ 3 milhões e em face disso, a Sama definiu pela suspensão dos serviços médicos a partir do dia 01 de fevereiro, quinta-feira, às 7h, “caso até a véspera não conste pagamento do referido débito ou a sua garantia pela via judicial.

Os atrasos se referem às contra-prestações dos serviços executados nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) e Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

Na petição judicial, a empresa chega inclusive a pedir “bloqueio de valores”.

Há uma audiência conciliatória já marcada. Será na próxima segunda-feira (29), às 9 horas, na 1ª Vara da Fazenda, com o juiz Pedro Cordeiro Júnior.

Nota do Blog – A “Silveirização” do Governo Rosalba Ciarlini se aprofunda velozmente.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quarta-feira - 13/12/2017 - 23:44h
Mossoró

Justiça não concede liminar para barrar a LOA 2018

Kátia Cristina Guedes Dias, juíza substituta da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, indeferiu “pedido de tutela provisória de urgência”, que um grupo de vereadores apresentou em mandado de segurança. Despacho desse dia 12 (terça-feira).

A decisão interlocutória da magistrada é referente ao Processo nº: 0821861-92.2017.8.20.5106.

Nele, os vereadores Isolda Dantas (PT), Raério Araújo (PRB), Rondinelli Carlos (PMN), Ozaniel Mesquita (PR), Petras Vinícius (DEM), Genilson Alves (PMN) e  Alex do Frango (PMB) pediram a suspensão do trâmite do Projeto de Lei Ordinária do Executivo nº 1.198/2017, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2018.

Alegaram que no texto enviado para a Câmara Municipal de Mossoró, o Executivo tinha extirpado emendas apresentadas pelos próprios vereadores.

A juíza, não obstante o indeferimento, marcou audiência de conciliação entre as partes.

Veja a íntegra da decisão clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.