Como posso escrever, sem exatamente ser solene, burocrático ou ficar equidistante da notícia, para comunicar um falecimento? Na verdade, esse não é o caso de me amparar em técnica ou qualquer formalismo textual.
Eis registro de um tempo que vai se dissipando com o adeus a pessoas, nomes… laços.
Hoje, 1º de abril, é a verdade sem volta, a despedida de Júnior. Irmão.
Passagem esperada há alguns dias, não obstante os cuidados médicos e de equipe de apoio entre o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e o Hospital São Luiz, em Mossoró. Além claro, da intercessão de outras pessoas amigas e voluntariosas.
Minha gratidão.
Cuidemos agora das providências rituais e do adeus terreno.
O nome é despedida.
Vai lá, Velho.
Descanse.
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