sábado - 01/04/2023 - 11:20h
Adeus

Vai lá, Velho!

Vá lá, 'Velho' (Foto: Ricardo Lopes/Arquivo)

Valeu, ‘Velho’ Júnior (Foto: Ricardo Lopes/Arquivo)

Como posso escrever, sem exatamente ser solene, burocrático ou ficar equidistante da notícia, para comunicar um falecimento? Na verdade, esse não é o caso de me amparar em técnica ou qualquer formalismo textual.

Eis registro de um tempo que vai se dissipando com o adeus a pessoas, nomes… laços.

Hoje, 1º de abril, é a verdade sem volta, a despedida de Júnior. Irmão.

Passagem esperada há alguns dias, não obstante os cuidados médicos e de equipe de apoio entre o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e o Hospital São Luiz, em Mossoró. Além claro, da intercessão de outras pessoas amigas e voluntariosas.

Minha gratidão.

Cuidemos agora das providências rituais e do adeus terreno.

O nome é despedida.

Vai lá, Velho.

Descanse.

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Categoria(s): Crônica
segunda-feira - 09/10/2017 - 06:26h
Saudades do Machadão

Livro resgata a memória de um “Estádio Assassinado”

“Memórias Póstumas do Estádio Assassinado – craques, jogos e saudades do Machadão” é o quatro livro do jornalista Rubens Lemos Filho a ser lançado no dia 9 de novembro em Natal na sede da AABB, na Avenida Hermes da Fonseca, 1017, às 18 horas.

É um relato sobre os anos dourados do estádio derrubado para que fosse construída a Arena das Dunas na Copa do Mundo de 2014.

Inaugurado a 4 de junho de 1972, o Machadão, inicialmente batizado de Presidente Castelo Branco no auge da Ditadura, terminou por prestar justa homenagem ao jornaliusta João Machado, presidente da Federação de Futebol por 20 anos.

Foram 39 anos como principal palco do esporte potiguar, onde pisaram os principais nomes do futebol brasileiro de Pelé a Zico, passando por Rivelino, Ademir da Guia, Tostão, Romário,Reinaldo, Júnior, Adílio, Dirceu Lopes, Samarone, Assis, Washington, Geovani, Bebeto, Sócrates e outros monstros sagrados. Além de ídolos locais como Alberi, Danilo Menezes, Hélcio Jacaré,Souza, Garcia, Hélio Show, Marinho Apolônio,Odilon, Sérgio Alves  e Dedé de Dora.

A intenção, segundo o autor, que sempre foi contrário à demolição, é reviver a época áurea do futebol potguar, quando os clássicos enre ABC e América nos anos 1970 levavam até 50 mil pessoas ao estádio, conhecido como “Poema de Concreto”pela sua arquitetura ondulada.

Reencontro com Natal

“O Machadão foi assassinado covardemente e a Copa do Mundo não rendeu qualquer benefício ao nosso Estado. Ao contrário. O patrimônio público foi comprometido e a empresa donatária da arena – onde nunca pisei graças a Deus -, leva R$ 11 milhões todo mês por 20 anos, num Estado falido na segurança, saúde e com servidor recebendo atrasado”, comenta.

Mas engana-se quem pensa que o livro tratará só de futebol.

“É um reencontro com a Natal ainda aldeota, nos anos 1970 e 80, até 90, que é relembrada em suas histórias, seus personagens, seus pontos pitorescos, seus cinemas, o Ducal Hotel, primeiro arranha-céu e também na política, com abordagem sobre todas as eleições do período em que o Machadão esteve de pé”, afirma Rubens Lemos.

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Categoria(s): Cultura / Esporte
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