O PMDB faz de conta que não é com ele, não tem nada com isso e como diria o célebre personagem do desenho animado, “Leão da Montanha”, executa uma “saída providencial pela direita (ou esquerda)”.
A decisão à unanimidade de deixar o Governo Dilma Rousseff e o PT, para atrás, alegando até mesmo (acredite) seu desapontamento com “os escândalos de corrupção”, é algo patético.
O partido que sempre esteve no poder, desde a chamada “redemocratização” do país, lava as mãos como Pilatos e passa a negar suas relações com o petismo, Dilma e a corrupção, não apenas uma, duas ou três vezes, como um Judas, mas quantas vezes forem necessárias.
Abre caminho para que outras siglas menores tomem a mesma decisão.
Praticamente decreta o fim da era petista.
Procura chegar ao poder pelo atalho do impeachment e sobreviver como sempre: governista, graças a Deus.
Vamos às cenas dos próximos capítulos.
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