sexta-feira - 14/07/2017 - 07:50h
Estado

Servidores terão salário em atraso e sem correção em 2018

Raimundo reage à ocupação e 'esgrima' com o dedo (Foto: Web)

Bem que sindicatos de trabalhadores se mobilizaram e espernearam, mas não adiantou. A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, nessa quinta-feira (13), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2018.

O texto é “cruel, muito cruel” (diria o ex-locutor esportivo Januário Oliveira). Congela o orçamento estadual do próximo ano, incluindo os valores dos salários dos servidores.

Reação

Servidores chegaram a invadir plenário e dispararam palavras de ordem, hostilizando deputados. Houve quem reagisse à pressão de forma até grosseira.

O deputado Raimundo Fernandes (PSDB) chegou a mirar o dedo médio (do meio) para manifestantes. “Esgrimou” assim.

A LDO prevê orçamento em cima de R$ 12,3 bilhões.

Então fica assim: em 2018, além de salários atrasados, nada de reajuste (mesmo que corrigindo a inflação). Emendas que tratavam desse aspecto sequer foram analisadas em plenário.

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quarta-feira - 05/07/2017 - 16:04h
Fernando Mineiro avisa

LDO do Estado propõe congelamento salarial para 2018

Às vésperas da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2018, o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) pediu especial atenção dos parlamentares da Casa, na sessão desta quarta-feira (5), para o item do projeto encaminhado pelo Governo do Estado que significa, na prática, o congelamento de gastos gerais e do salário dos servidores.

Mineiro expressa muita preocupação (Foto: AL)

O art. 21 da proposta do Governo diz que “os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como do Ministério Público, do Tribunal de Contas e da Defensoria Pública, terão como limite, na elaboração das propostas orçamentarias à conta de recursos ordinários do Tesouro Estadual, o montante da despesa originalmente fixado na Lei Estadual nº 10.152, de 27 de janeiro de 2017 (LOA 2017)”.

Com isso, seriam prejudicados diretamente os serviços públicos prestados à população em todos os setores, como Saúde, Educação e Segurança. “Se hoje temos problemas nessas áreas, imaginem com o congelamento dos gastos?”, alertou Mineiro.

Arrocho

Já o art. 39 prevê que “os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública, terão como limite, na elaboração de suas propostas orçamentárias para pessoal e encargos sociais para o exercício de 2018, o montante da despesa originalmente fixado na Lei Estadual nº 10.152, de 27 de janeiro de 2017 (LOA 2017).

O deputado afirmou que fixar as despesas para 2018 aos valores de 2017 é causar arrocho aos trabalhadores e desconsiderar também o próprio crescimento vegetativo do número de servidores.

Ele apresentou emenda ao projeto (nos dois artigos) para que seja acrescido ao valor um percentual de 4,5%, que é exatamente a estimativa de inflação para 2018.

Com informações da Assembleia Legislativa.

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