domingo - 09/04/2023 - 13:22h
Série Acervo

Como a Aceu chegou ao abandono

Construído nos anos 30 com marca de um clube de futebol, Ipiranga viveu tempos áureos

*Por William Robson

O Clube Aceu, antes das ruínas em que se encontra atualmente, foi palco de muitas alegrias. Antes denominado Ipiranga, o clube abrigava os ricos da época em grandes festas.

Prédio está em ruínas, diferente do glamour de décadas anteriores (Reprodução)

Prédio está em ruínas, diferente do glamour de décadas anteriores (Reprodução)

O prédio foi construído nos anos 30 para auxiliar no trabalho amador do time de futebol. E foi crescendo até começar a derrocada nos anos 60/70.

Quando o Ipiranga perdeu o seu glamour de outrora, o prédio ficou praticamente abandonado. Até que dois convênios passaram o patrimônio do extinto clube de futebol para a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

A sociedade mossoroense acreditava que a entidade, passando para a Uern, seria soerguida e as atividades socioculturais retomadas.

No inicio, parecia que iria dar certo. Até meados dos anos 80, atividades culturais e recreativas aconteciam com frequência, mas os anos 90 marcaram um triste capitulo na história do clube.

O prédio for abandonado e hoje serve apenas de depósito de material, arquivo e como sede do Sindicato dos Funcionários da Uern (SINDIFURRN).

O abandono é tanto que no inicio deste ano parte do pavimento superior caiu e deixou os funcionários apreensivos.

Foi feita uma inspeção e constatou que o prédio não poderia ser utilizado por não oferecer segurança Mas o atual reitor da Uern, Walter Fonseca, parece não se importar.

O clube Ipiranga é um dos mais tradicionais de Mossoró. O historiador Ra imundo Soares de Brito relembra os momentos das grandes festas e bailes pro- movidos no local onde hoje funciona a Associação Cultural e Esportiva Universitária (ACEU).

O lugar abrigava festas grandiosas e chegou a ser reduto da aristocracia mossoroense. Mas o que levou ao surgimento da Aceu foi mesmo o futebol. “Existia uma rivalidade entre dois clubes importantes na época: o Ipiranga e o Humaitá”, disse o historiador. Ambos não existem mais.

Do Ipiranga, restam apenas escombros da sede social, que estão à disposição da Uern.

Um dos sócios-fundadores, Enéas Negreiros, em entrevista à GAZETA, disse desconhecer as fórmulas de como todo o patrimônio passou para o nome da Uern, sem que os mais de 200 associados tomassem conhecimento.

Com a rivalidade no futebol, os diretores do clube resolveram, então, montar a sua sede. A principio, o futebol praticado pelo Ipiranga era considerado amador. O time não fazia parte do esquema profissional, nem seus jogadores tinham remuneração, mas o sonho de levantar uma sede social era grande, principalmente pelos dirigentes.

Houve uma certa facilidade de levantar o empreendimento. Os diretores do Ipiranga eram empresários respeitados e detentores de influência na sociedade.

Antes, o clube funcionava num prédio alugado na Praça da Redenção, mas o sonho de ver o Ipiranga um time profissional era grande. A Prefeitura apoiou a iniciativa, doando o terreno. “O padre Mota foi um dos grandes responsáveis pela construção do clube”, disse Raimundo Soares.

Enéas Negreiros explicou que a empreitada para levantar o Clube Ipiranga recebeu o apoio de pessoas como Dix-neuf Rosado, Pedro Fernandes Ribeiro e Manoel Fernandes Negreiros. “Eles se mostraram muito solícitos para apoiar a iniciativa”, comentou.

Prédio foi construído por forte patrocinador

O padre Mota doou o terreno para a construção do clube Ipiranga. Este clube, antes funcionando num prédio alugado, estava com mais de duzentos sócios cadastrados, e isso mostrava a importância que era não apenas para o futebol amador, mas para o entretenimento mossoroense.

Com a doação, seriam necessárias as campanhas para arrecadação de mate- rial de construção para levantar o prédio. Alguns abnegados começaram, então, a pedir apoio. Até mesmo os alto-falantes, muito utilizados no início do século.

Mas os apoios não eram suficientes para tocar a obra adiante. Até que o empresário Badeu Fernandes de Negreiros foi contatado.

Badeu era representante das Tintas Ipiranga em Mossoró. Ele e um grupo de abnegados do Ipiranga.

Usaram um argumento que pesou muito na hora de fechar o negócio: o clube existia em função da marca da tinta. O patrocínio foi fechado e doado uma grande quantidade.

A doação foi tão grande que apenas 20% das tintas davam para pintar todo o prédio. Os 80%, segundo Enéas Negreiros. foram vendidos e transformados em material de construção. O clube ficou pronto em meados dos anos 30.

Cessão à universidade é questionada

Um dos fundadores do Clube Ipiranga, Enéas Negreiros, em reportagem publicada na GAZETA no final do mês passado, questiona a forma como o antigo clube Ipiranga passou a ser propriedade da Uern. “Não recebi qualquer comunicação como sendo um dos sócios. Nem eu, nem ninguém”, disse.

Enéas Negreiros foi um dos fundadores (Foto: Familiar)

Enéas Negreiros foi um dos fundadores (Foto: Familiar)

Na época da transição, nos final dos anos 70, o Ipiranga contabilizava mais de 200 sócios, mas o clube vivia momentos difíceis por causa da fracassada administração.

Assim, os projetos culturais do Clube Ipiranga foram se enfraquecendo até chegar ao abandono do prédio.

Não parecia mais o Ipiranga dos anos 50 com as grandes festas e carnavais e a forte concorrência com a ACDP e AABB.

O presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADFURRN), Carlos Filgueira, disse que a entidade vai se mobilizar para que o prédio – agora abandonado pela atual gestão da Uern – possa ser reformado. “E lamentável o estado em que se encontra o clube Aceu atualmente”, desabafou Carlos Filgueira

Segundo ele, que acompanhou o processo de cessão da estrutura do Aceu para a Uern, a sociedade local acreditava que a universidade pudesse zelar pelo patrimônio e reativar as atividades cultural e esportiva do clube. “Infelizmente isso terminou não acontecendo”, relatou.

Adfurrn protestará contra o abandono da Uern

A Adfurrn vai mobilizar a categoria para pressionar o reitor Walter Fonseca a iniciar os trabalhos de restauração do prédio da Aceu.

A última recuperação no edifício foi em 85, quando o processo de revitalização estava em andamento e o Diretório Acadêmico e outras entidades trabalhavam com atividades socio-recreativas no clube. Mas na década de 90 a Aceu não recebeu mais incentivo algum. Pelo contrário. Tornou-se um prédio abandonado, que mais serve de dispensa que para a sociedade mossoroense.

No inicio, as pessoas achavam que a Aceu serviria como antigamente, para festas e atividades culturais, mas não for isso que aconteceu. Agora, a Aceu é  tratada com desdém”, disse o presidente da entidade Carlos Filgueira.

A Adfurm prepara um documento protestando contra o abandono. “Não se pode deixar um prédio daquele cair. Deveria ser tombado como patrimônio histórico. Ele existe há mais de 60 anos e conta uma história bonita de Mossoró, relata Filgueira. “Estamos prontos para encampar a luta. Não entendo por que os dirigentes da Uem não se importam com as tradições da Aceu, se é deles a responsabilidade”.

Sociedade confiou que Uern zelaria Aceu

O Clube Ipiranga estava mal das pernas nos anos 70, e a administração do clube era considerada desastrosa. Não havia mais atividades culturais no local e, aos poucos, tudo foi ficando abandonado.

Até que um convênio entre o clube e a então FURRN for assinado pelo reitor da época, João Batista Cascudo Rodrigues, para administrar a quadra de esportes, no fundo do clube.

Alguns anos depois, o convenio se estendeu a todo o prédio. Os sócios não foram comunicados do convênio, nem houve uma assembleia para definir o destino do Ipiranga, mas mesmo assim o acordo for fechado. Segundo um dos sócios na época, o professor Carlos Filgueira, a sociedade mossoroense acreditava que o Ipiranga pudesse ser revitalizado e voltar as movimentações de outrora.

“O convenio com a universidade era considerado como algo bom para quem não queria ver as tradições do clube morrerem”. disse ele. No inicio, o Aceu foi revitalizado, mas aos poucos foi esfriando, até ser definitivamente abandonado.

Prédio está em ruínas

O prédio da Associação Cultural e Esportiva Universitária (ACEU) está em ruinas. O edifício, que não recebe manutenção desde 85, pode a qualquer momento vir abaixo.

E, com ela, toda a história da cultura local, do esporte e de atividades, como os da Luízas de Marilac – que promoviam eventos para angariar fundos para os pobres e idosos

Em maio, a parte superior caiu e o laudo constatou que o prédio não tem condições de uso. Mas isso parece não intimidar o reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Walter Fonseca.

Mesmo sabendo da ameaça da parte superior cair novamente, os funcionários do Sindicato dos Funcionários da Uern (SINDIFURRN) continuam trabalhando normalmente, e claro, apreensivos.

Vice-reitor diz que instituição espera Governo

O vice-reitor da Uern, Lúcio Ney, disse que o “abandono” do clube Aceu não é mais problema da instituição. Segundo ele, foi enviado um documento à Secretaria Estadual de Infra-estrutura relatando todos os problemas na estrutura do prédio.

Em maio, parte do andar superior do Aceu veio abaixo. Daí, o reitor da Uern, Walter Fonseca, determinou a inspeção do prédio. Foi constatado que caiu por falta de manutenção. “Pessoalmente fui a Natal entregar os laudos sobre o Aceu”, disse o vice-reitor. No laudo, ficou constatado que a parte superior não tinha as mínimas condições e que precisa de reforma urgente.

“Até o momento não há uma sinalização de quando será”, disse Lúcio Ney, acrescentando que um engenheiro fez todo levantamento dos curso da reforma, mas o valor não foi fornecido. “O prédio está sem condições”, garante. Mesmo com o perigo iminente, não houve qualquer interdição, e os funcionários da Uern continuam trabalhando normalmente.

Na Aceu, funciona o Sindicato dos Funcionários da Uern, o arquivo e o almoxarifado. “A situação é pior porque não temos recursos”, disse Lúcio Ney.

O clube Ipiranga, nas primeiras décadas do século passado (Acervo do IBGE)

O clube Ipiranga, nas primeiras décadas do século passado (Acervo do IBGE)

*Reportagem especial publicada no jornal Gazeta do Oeste em 19 de dezembro de 1999, assinada pelo jornalista William Robson, que agora em blog com seu nome reproduz matérias diferenciadas que fez ao longo de décadas de profissão. Essa série tem o nome de “Acervo” (veja AQUI).

Leia tambémA morte de Elizeu Ventania;

Leia também: A chegada da Internet a Mossoró.

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Categoria(s): Reportagem Especial
segunda-feira - 12/11/2018 - 23:00h
COLUNA DO HERZOG

Olhar da governadora eleita precisa se voltar para o interior

Por Carlos Santos

Se tomarmos como mostra o que foi a campanha de Fátima Bezerra (PT), há motivos de sobra para que o interior do estado fique na expectativa de que esteja chegando ao poder uma governante não apenas para a Grande Natal, mas para o estado do RN como um todo.

Do ponto de vista eleitoral, o pleito foi resolvido pela pulverização de votos da candidata com maioria em 149 municípios no primeiro turno e 154 no segundo (veja todos os municípios AQUI). Natal impôs-lhe duas derrotas significativas em ambas etapas eleitorais.

Indústria cerâmica no Polo Industrial de Goianinha (Grande Natal) mostra distâncias entre os RN's (Foto: Rayane Mainara)

Parnamirim, também.

Em Mossoró, por exemplo, Fátima esteve poucas vezes no primeiro turno e apenas uma no segundo, mas mesmo assim venceu os dois.

O assunto pode parecer pueril, quando há uma massa de problemas em pauta à futura gestora, como a questão fiscal, o déficit previdenciário crescente, atrasos salariais, insegurança etc., mas tem uma razão de ser.

O RN em relação a vizinhos como Ceará, Pernambuco e Paraíba tem atraso de décadas numa política de interiorização do desenvolvimento. Isso amplia o êxodo para a área metropolitana e fragiliza mais ainda a economia da maioria dos 167 municípios do estado.

Boa parte vive com meio circulante exíguo, derivado de transferências constitucionais, bolsa família, ganhos de aposentados-pensionistas e economias pífias nos setores primário e terciário.

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (PROADI) desde que foi criado em 1984, alterado em 1997 e objeto de alguns ajustes em 2015, fomentou largamente a industrialização da Grande Natal. Logística (sistema multimodal) precária e a falta de atrativos diferenciados não estimularam a industrialização de regiões como Costa Branca, Oeste, Sertão Central, Seridó, Vale do Açu e outras.

Enfim, faltou-nos até o momento vontade política e visão de futuro. Não por acaso, que são identificados dois RN’s num mesmo mapa: o da Grande Natal (próspero) e aquele além da Reta Tabajara (raquítico economicamente). Nesse, distribuir pequenos “favores” e espalhar programas sociais de subsistência são iniciativas tratadas como “realizações”.

Nas urnas, houve uma rebelião contra essa política atrasada. O aviso também cabe a quem venceu. É bom que a professora Fátima fique ciente disso.

PRIMEIRA PÁGINA

Ezequiel Ferreira cumpre papel importante para Governo Fátima Bezerra – O atual presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), tem feito trabalho importante de bastidores para aplainar terreno ao diálogo entre futura governadora Fátima Bezerra (PT) e outros poderes e órgãos de Estado. A questão mais delicada em pauta é a necessidade de devolução de sobras orçamentárias.

Adriano Gadelha poderá não ocupar cargo, oficialmente, em governo – Nome de muita proximidade e confiança da governadora eleita Fátima Bezerra (PT), o servidor público federal Adriano Gadelha é sempre citado como provável secretário-chefe do Gabinete Civil. Mas é possível que isso não aconteça. Ele é servidor de carreira da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e tende a ser um assessor particular sem cargo no elenco de secretários. O assunto ainda está em gestação, que se diga.

Gadelha: confiança (Foto: Web)

Ex-vereador tem decisão favorável em segundo grau – O ex-vereador em Mossoró Clayton Jadson Silva Rolim (Solidariedade), o “Soldado Jadson”, está exultante com recente vitória no âmbito do Tribunal de Justiça do RN (TJRN). A Terceira Câmara Cível do TJRN absolveu Jadson em processo movido em 2015 pelo major Correia Lima, então comandante do 12º Batalhão da Polícia Militar (12º BPM), com sede em Mossoró/RN. Na primeira instância ele tinha sido condenado, mas decisão foi reformada no TJRN.  Soldado Jadson, que hoje integra quadros da Polícia Civil, à época fez várias denúncias contra o comandante, em defesa de integrantes da Associação de Praças da Polícia Militar de Mossoró e Região (APRAM).

Penduricalho de legislativo deverá causar estragos à próxima gestão – O atual presidente da Câmara Municipal do Assu, João Wallace (PR), admite que a adoção do “auxílio-alimentação” em sua gestão, para beneficiar os 15 componentes do plenário desse poder, o desgastaram profundamente e mexeram com o equilíbrio financeiro da Casa. Seu sucessor – a ser eleito no próximo dia 20 (veja AQUI) – vai herdar dificuldades. O próprio Wallace confessou há poucos dias em entrevista à Princesa FM 90, que foi aconselhado pelo prefeito Gustavo Soares (PR) e outros nomes governistas à não adoção desse penduricalho. Lamentou não tê-los ouvido.

Deputado Souza é nome pensado para ser líder do novo governo – Reeleito este ano para segundo mandato consecutivo à Assembleia Legislativa, o deputado Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, tende a ser o líder da bancada do governo Fátima Bezerra nesse poder. Sua experiência com um mandato de vereador, dois de vice e dois de prefeito em Areia Branca, além de uma legislatura na Casa é o principal argumento à escolha. Os dois deputados estaduais eleitos pelo petismo, vereadora de Mossoró (Isolda Dantas) e o ex-prefeito de Parelhas Francisco Medeiros, o “Francisco do PT”, vão ocupar outros papeis na configuração governista na AL.

Bernardo, Kleber e André: bancada (Fotos: Web)

Novatos formarão bancada à parte na Assembleia Legislativa – Os deputados estaduais eleitos e novatos médico Bernardo Amorim  (Avante), empresário Kléber Rodrigues (Avante) e Coronel-PM André Azevedo (PSL) vão formar uma bancada heterogênea na Assembleia Legislativa. Nessa terça-feira (13) eles fecham entendimento em Natal para essa composição, ensejando que tenham direito à presença no Colégio de Líderes desse poder. Os três vislumbram também participação em comissões técnicas e Mesa Diretora. O grupo poderá até receber reforço de mais deputados. “Vamos conversar ainda sobre como será nossa postura em relação ao governo que assumirá, que não pode ser de oposição por ser oposição, num momento crítico como esse do estado”, pondera Bernardo Amorim em conversa com o Blog.

Presidente do TJ não sinaliza com devolução de sobras ao governo – Em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, o próximo presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), desembargador João Batista Rebouças, deu a entender que não devolverá ao Executivo as chamadas sobras orçamentárias. Disse que o Judiciário recebe apenas 6% do orçamento, que o órgão precisa de uma nova sede e que pouco provavelmente o Executivo repassaria suas sobras para esse poder, caso a situação fosse inversa. Sobre a venda das licenças-prêmios pelos magistrados, o futuro presidente disse que não vê nenhum problema, pois se trata de uma situação prevista em lei. (Do Blog da Chris).

Governadora não cogita demissões, mas hipótese existe – Por discurso de campanha, por convicções ideológicas, a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) não cogita promover demissões no quadro de pessoal do estado. Mas há quem defenda um bota-fora de pelo menos 6 mil pessoas para começar a aliviar folha e torná-la pagável. Um total de 13 mil, na verdade, seria o ideal.

EM PAUTA

il’ Giardino Della Pizza – O repórter social Sérgio Chaves divulga o êxito instantâneo do restaurante il’ Giardino Della Pizza, localizado em Mossoró, ao lado do Teatro Municipal Dix-huit Rosado. É parte do complexo gastronômico do casal Giullio Anzelotti-Érika Lopes que há quase 12 anos já ostentam uma das melhores cozinhas do estado, em endereço ao lado, com a marca La Goccia Blu.

Lançamento – Será nessa terça-feira (13 de novembro), às 18h30, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Natal, na Rua Barão de Serra Branca, Candelária, o lançamento do primeiro livro do advogado Cyrus Benavides – Postagens da Vida. O autor, que é mossoroense, depois ele fará noite de autógrafos em Mossoró, em data ainda a ser definida.

Grafith – A Banda Grafith vai comemorar seus 30 anos de estrada no próximo sábado (17), a partir das 22 horas, no Arena das Dunas em Natal. O grupo natalense criado em 1988 terá outras atrações no palco como convidadas desse evento (veja AQUI) mais detalhes.

Grafith: 30 anos

Programa de TV – Mais um programa estreia na grade de programação da TV Terra do Sal (173 sistema Cabo Brisanet, Canal 14 aberto em Mossoró e 2 em Pau dos Ferros). A partir desta semana, a jornalista Nathália Rebouças apresenta sempre às 18h15 de segunda à sexta-feira, o “TS News”, espécie de revista televisiva diária com material diversificado. A apresentadora mantém-se paralelamente como secretária adjunta de Comunicação Social da Prefeitura de Mossoró.

Rádio – A radiofonia em Pau dos Ferros terá novidades nos próximos dias. Conversas avançadas encaminham investimento para uma boa chacoalhada no setor. Sucesso.

Lúcio Ney – O professor, advogado e ex-vice-reitor da Universidade do Estado do RN Lúcio Ney vai lançar no próximo dia 22, às 19h30, no auditório do Fórum Municipal Silveira Martins, o seu livro “Tribunal do Júri”. O trabalho exuma a história e trata de vários aspectos desse órgão do poder judiciário que tem a competência para julgar os crimes dolosos, ou intencionais, contra a vida.

SÓ PRA CONTRARIAR

Apesar das diferenças ideológicas extremadas, numa coisa Jair Bolsonaro (PSL) e Fátima Bezerra (PT) combinam: na extrema inexperiência como gestores. Estrearão como tal.

GERAIS… GERAIS… GERAIS…

Gostei e recomendo Meu Quintal Bistrô em Mossoró, Avenida Rio Branco, 1810, Centro – Ao lado do Teatro Municipal Dix -huit Rosado. Ótimos ambiente e cardápio.

Obrigado à leitura do Nosso Blog Ricardo Lopes (Mossoró),  Raimundo Colaça (Natal) e  Júlio Liberato (Recife).

Veja a edição anterior da Coluna do Herzog (05/11) clicando AQUI.

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quarta-feira - 20/02/2013 - 08:53h
Uern

Chapa inaugura seu “quartel general”

Integrantes e militantes de chapa oposicionista na Universidade do Estado do RN (UERN) inauguraram na noite desta terça-feira (19), o seu “quartel general”.

O evento foi prestigiado por professores, diretores, técnicos e estudantes de várias faculdades, além de apoiadores de admiradores do projeto de Gilton Sampaio e Lúcio Ney.

O comitê da campanha, localizado na avenida Antônio Campus, na frente do Campus Central, em Mossoró, servirá de base para o projeto da mudança que luta por uma UERN descentralizada e progressista.

Nesta quarta-feira (20), Gilton e Lúcio seguem com suas agendas com visitas marcadas nas faculdades de Letras, Serviço Social e Faculdade de Educação Física, pela manhã.

Ao meio-dia, Gilton dará entrevista ao programa “Observador Político” da TV Mossoró.

À tarde, eles se reúnem com professores do curso de música e à noite novamente na FALA e curso de Matemática.

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Categoria(s): Gerais
quinta-feira - 24/01/2013 - 09:23h
Uern

Gilton e Lúcio oficializam candidaturas hoje

Os professores Gilton Sampaio e Lúcio Ney registram nesta quinta-feira (24), suas candidaturas a reitor e vice da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

A confirmação do projeto da oposição está marcada para as 10h na sala da Comissão Eleitoral, no prédio da Reitoria.

Gilton e Lúcio oficializam a proposta como os nomes mais cotados para a disputa, por apresentarem um perfil de trabalho e experiência, além de contar com importantes apoios em todos os campi da Uern.

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quarta-feira - 09/01/2013 - 13:54h
Uern

Gilton Sampaio e Lúcio Ney reúnem apoiadores

Os pré-candidatos da oposição a reitor e vice na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Gilton Sampaio e Lúcio Ney, reúnem neste sábado (12), seus militantes e apoiadores para avaliar o processo pré-eleitoral e discutir a organização do grupo para a campanha que começa em fevereiro.

O evento marcado para as 8h no hotel Sabino, em Mossoró, pretende direcionar o ritmo de trabalho dos professores e iniciar a discussão da carta-programa que conterá as principais propostas dos futuros candidatos.

Gilton Sampaio é diretor do Campus de Pau dos Ferros e Lúcio Ney é professor no curso de matemática do Campus Central, além de ex-vice-reitor.

Eles já receberam apoio dos diretores dos campi de Patu e Assu e de outros diretores de Mossoró. Apresentam-se como únicos com perfil de esquerda. Os professores têm ainda a simpatia de uma militância forte e com história de lutas na Universidade.

Os registros para os candidatos a reitor e a vice-reitor ocorrem entre os dias 21 e 25 deste mês. A campanha está marcada para começar o dia 18 de fevereiro e deve durar um mês. As eleições serão no dia 20 de março.

Com informações da Assessoria de Imprensa dos pré-candidatos Gilton e Lúcio.

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Categoria(s): Educação / Gerais
sexta-feira - 07/12/2012 - 17:45h
Uern

Gilton Sampaio e Lúcio Ney fecham chapa

Fechada a primeira chapa a reitor e vice da Universidade do Estado do RN (UERN), que acontecerá no próximo ano.

Os professores Gilton Sampaio e Lúcio Ney firmaram aliança.

Gilson Sampaio é diretor do campus de Pau dos Ferros e pré-candidato a reitor.

O ex-vice-reitor Lúcio Ney, que esteve nesse cargo entre 1997 e 2001, comporá a chapa como vice.

Os dois firmaram entendimento ontem, em Mossoró.

Chapfederarada

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Categoria(s): Educação / Gerais
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