sexta-feira - 20/10/2023 - 22:26h
Escola de Governo

Evento marca mais um ciclo do programa Mais Médicos

Mais médicos Governo Lula - logo corretaA governadora Fátima Bezerra (PT), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e a secretária de Estado da Saúde, Lyane Ramalho, participam do 31º Ciclo dos profissionais do programa Mais Médicos que irão reforçar o atendimento no estado do Rio Grande do Norte. Será nesse sábado (21).

A agenda ocorrerá às 9h, no auditório da Escola de Governo e contará com a presença de autoridades da saúde pública do estado, equipe técnica da Sesap, o diretor-executivo do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde – LAIS/UFRN, professor Ricardo Valentim, além de parlamentares.

Na ocasião, será lançado o Programa +APS Potiguar (Atenção Primeira à Saúde), que fortalece a Atenção Básica em todas as regionais de saúde do estado, projeto pioneiro no Brasil. Além da apresentação do Ecossistema de Saúde Digital do RN, pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), e o encerramento da Campanha Nacional de Multivacinação.

*Haverá transmissão ao vivo (veja AQUI).

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quarta-feira - 21/06/2023 - 10:46h
Senado

Relatora do Novo Mais Médicos, senadora aguarda sanção presidencial

Como relatora, Zenaide evitou alterações que atrasassem projeto (Foto: Senado)

Como relatora, Zenaide evitou alterações que atrasassem projeto (Foto: Senado)

A senadora Zenaide Maia (PSD – RN) comemorou a aprovação, pelo Senado, do projeto de lei de conversão originado da Medida Provisória do Novo Mais Médicos (MP 1.165/2023). Esta foi a última etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional, depois da aprovação na Comissão Mista, em 31 de maio, e na Câmara, no último dia 14.

“Fico muito feliz com essa aprovação, uma vitória da saúde do povo brasileiro! Na minha opinião, enquanto médica, o Novo Mais Médicos é uma das políticas públicas mais importantes que nós temos! Esse programa, que está aperfeiçoado e com mais atrativos para os profissionais, vai salvar muitas vidas, porque vai garantir a presença do médico nas equipes que atendem comunidades vulneráveis, como as aldeias indígenas, territórios quilombolas, comunidades ribeirinhas e outras localidades que hoje não contam com esses profissionais”, declarou a relatora.

Para que o projeto não precisasse passar novamente pelo crivo dos deputados, o que atrasaria a tramitação da Medida Provisória, Zenaide não fez alterações no texto aprovado pela Câmara, que retirou o dispositivo, proposto no relatório original, que dispensava a prova prática do Revalida na renovação de contrato dos intercambistas participantes do ‘Mais Médicos’, caso estes tivessem sido aprovados em todas as avaliações periódicas do Programa, durante os quatro primeiros anos de formação.

Além disso, no plenário do Senado, foi rejeitado um destaque que transformava o Revalida em pré-requisito para a participação de intercambistas ou brasileiros formados no exterior no Programa Mais Médicos.

O texto da MP (agora, PLV 13/2023) segue para sanção presidencial. “Tenho certeza que o presidente Lula, com sua sensibilidade, vai sancionar rapidamente,” finalizou Zenaide.

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domingo - 04/08/2019 - 09:38h

Grupo do RN é exemplo de crescimento com o café

Por Josivan Barbosa

À frente do grupo fundado pelo pai há 35 anos, Pedro Lima conduziu uma história incomum para uma indústria cafeeira. Fundada em 1959, no interior do Rio Grande do Norte, longe das principais regiões produtoras de grão, a empresa iniciou a trajetória vendendo café verde.

Hoje, Pedro Lima é presidente do Grupo 3 Corações, que é dono de marcas como 3corações, Santa Clara, Iguaçu e Fino Grão.

Pedro Lima puxa comando de grupo que nasceu no Rio Grande do Norte (Foto: Pequenas Empresas, Grandes Negócios)

Batizada de Nossa Senhora de Fátima no início, a empresa passou a se chamar Santa Clara em 1985, após a segunda geração – Pedro Lima e os dois irmãos – assumir o negócio.

Desde então, fez várias aquisições e, em 2005, fechou uma sociedade com a israelense Strauss, incorporando a marca 3 Corações e mudando a denominação. Hoje, a São Miguel Holding, da família Lima, tem 50% do capital do grupo, e os israelenses, a outra metade.

Servidores públicos

Considerando-se as duas reformas realizadas até agora, a situação de aposentação dos servidores civis ficou assim:

1) A maioria dos servidores admitidos entre 2003 e 2013, que corresponde ao período entre o início da vigência da Emenda Constitucional nº 41 de 2003, proposta pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mudar o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), e a instituição do Regime de Previdência Complementar, previsto pela Lei 12.618/2012, está enquadrada na regra definitiva incorporada pelo artigo 40 da Constituição, regra esta que exige idades mínimas de 55 anos para mulheres e 60 anos para homens, sendo seus benefícios calculados como base na média dos 80% maiores salários. Os reajustes são baseados na inflação;

2) Os servidores admitidos após 2013 estão sujeitos aos mesmos critérios da regra definitiva mencionada acima, mas com uma restrição adicional – o benefício é limitado ao teto do RGPS, hoje fixado em R$ 5.839,45. Se desejar, o servido pode se filiar ao RPC, aderindo ao Funpresp, o fundo de pensão criado em 2013 para gerir a previdência complementar dos servidores. Até o limite de 8,5% do salário, a União contribui de 1 para 1 como patrocinadora do fundo;

3) Os servidores que ingressaram até 2003 podem usufruir de regras de transição e de excepcionalidade que lhes asseguram aposentadoria antecipada em relação às idades de referência (55/60) da regra definitiva do art. 40 da Constituição Federal, com preservação dos direitos de se aposentar com a integralidade (pelo último salário) e a paridade de reajustes em relação aos salários dos servidores em atividade.

A reforma da Previdência em curso também fixa idade mínima e aumenta de forma significativa a contribuição para o RPPS (de 11% até 17%, mas em escala progressiva, sobre o salário bruto) pelos funcionários.

Empregos – Mossoró em baixa

Os municípios mais dependentes de setores econômicos ligados ao consumo, como o comércio, ou que tiveram investimentos públicos e privados interrompidos foram os que mais sofreram com a perda de empregos formais neste ano. Este é o caso típico de Mossoró.

As cidades que tinham margem fiscal para retomar obras públicas e incentivar projetos inovadores como startups e qualificação profissional conseguiram contornar a situação em um momento de fraco crescimento econômico, mas infelizmente, Mossoró não está nesse time de cidades.

A maior parte das cidades que fecharam postos de trabalho está localizada na região Nordeste e aqui em Mossoró, contribuiu muito a questão dos investimentos da Petrobrás e a baixa captação de recursos para financiamento da construção civil.

Recursos para os Estados

O governo Bolsonaro preparou o Plano de Equilíbrio Fiscal, o Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro, Mansueto Almeida), com oito alternativas para que os Estados escolham três e reduzam déficits dentro do mandato dos atuais governadores. Os Estados dificilmente se sentirão atraídos a promover programa de austeridade se tiverem uma alternativa para não fazê-lo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acenou com a “cenoura” de dinheiro que será obtido do leilão da cessão onerosa, e mencionou repasse de R$ 30 bilhões. Citou também um novo pacto federativo, em benefício da federação, mas nada falou de condicionalidades. Cinco Estados já estouraram o limite de gasto com pessoal e outros 9 estão perto do limite.

Juros nas alturas

A Caixa Econômica Federal anunciou durante a semana uma redução de até 40% nas taxas de juros de diversas modalidades de crédito. Analise os números e veja se você tem a coragem de passar na calçada da CEF. O cheque especial para pessoa física e jurídica terá taxa máxima de 9,99% ao mês e crédito pessoal a 2,29% ao mês e um novo cartão de crédito internacional sem anuidade, com rotativo a 8,99% ao mês.

Para os clientes pessoa jurídica com cesta de serviço contratada serão oferecidos cheque especial com taxa também a 8,99% ao mês, além de capital de giro a partir de 0,95% ao mês, antecipação de recebíveis a 1,85% ao mês.

Mais médicos

A nova versão do Mais Médicos será denominada de Médicos pelo Brasil. Com a iniciativa, o Ministério da Saúde promete pagar salários de até R$ 21 mil, já no primeiro ano, e aumentos proporcionais a cada três anos, que culminariam em vencimentos de R$ 31 mil após uma década. Mesmo com cifras tão elevadas, o governo diz que vai pagar o programa, nos primeiros anos, com parte do orçamento que não era executado pelas gestões anteriores e com remanejamento de verbas.

Outra novidade é que os contratados passam a ser remunerados de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e não mais por meio de contratos temporários de três anos. A contratação efetiva dependerá, no entanto, de um estágio probatório. Isso porque, nos primeiros dois anos, todos os médicos selecionados terão de realizar um curso de especialização em medicina de família, sendo contratados definitivamente apenas após este período no programa.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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sexta-feira - 05/09/2014 - 16:39h
Saúde

Mais médicos para a maioria dos municípios

O Rio Grande do Norte tem cerca de 4.500 médicos, me relatou hoje um profissional da área.

Desse volume, pelo menos 3,7 atuam em Natal e arrabaldes.

Mossoró tem um pouco menos de 400.

O “restante” termina pulverizado por outros 165 municípios potiguares.

Impossível saúde de qualidade com tamanha concentração.

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segunda-feira - 08/07/2013 - 22:23h
Saúde

Governo quer levar médicos a áreas carentes

Portal G1

O governo federal lançou nesta segunda-feira (8), em Brasília, o programa “Mais Médicos”, que tem o objetivo de aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes, e permite a vinda de profissionais estrangeiros ou de brasileiros que se formaram no exterior sem a necessidade de revalidação do diploma.

A previsão do Ministério da Saúde é que até 18 de setembro todos os profissionais escolhidos dentro do “Mais Médicos” estejam atuando no país.

O programa é instituído por meio de medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff, e regulamentado por portaria conjunta dos Ministérios da Saúde e da Educação.

A medida provisória também institui a abertura de 11.447 vagas em faculdades de medicina até 2017 e, a partir de 2015, aumenta em dois anos a grade curricular das faculdades públicas e particulares de medicina, com formação voltada à atenção básica (1º ano) e setores de urgência e emergência (2º ano).

Neste período, os alunos terão uma autorização temporária para o exercício da medicina, e ganharão uma bolsa para atender no SUS.

Nesta terça-feira (9) três editais deverão ser publicados no Diário Oficial da União.

Um deles convoca os médicos interessados no programa, brasileiros e estrangeiros; o segundo é voltado aos municípios com déficit de médicos; e o terceiro seleciona as instituições de educação que vão supervisionar os estrangeiros que querem atender no Brasil.

A quantidade de vagas de médicos será determinada a partir do cruzamento dessas informações.

A estimativa do Ministério da Saúde é que sejam abertas 10 mil vagas nas periferias das grandes cidades e nos municípios do interior.

Cada um dos médicos vai receber uma bolsa federal de R$ 10 mil. O programa tem investimento de R$ 2,8 bilhões.

Saiba mais AQUI.

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Categoria(s): Saúde
segunda-feira - 08/07/2013 - 21:51h
Médicos

Rosalba apoia proposta de Dilma

A proposta da presidente Dilma Rousseff (PT) de obrigar os médicos recém-formados a atuarem por dois anos no Sistema Único de Saúde para poder terem o registro oficial da profissão recebeu elogios da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

“Faltou apenas o governo aumentar o repasse per capita da área de saúde para o programa ‘Mais Médicos para o Brasil’ ficar completo”, disse a chefe do Executivo estadual, logo após participar, da solenidade de lançamento do programa.

A governadora defende a liberação de recursos para reformar, ampliar e equipar os hospitais públicos.

A governadora Rosalba Ciarlini, através da Assessoria de Imprensa, afirmou que também concorda com a decisão do governo federal de aumentar a duração do curso de Medicina. “Acho muito justo aumentar em dois anos o período curso de medicina e tornar obrigatório o recém-formado trabalhar em unidades de saúde do SUS”, destacou.

Ao fixar os recém-formados no interior, disse a governadora, “você terá mais médicos para saúde da família”, em uma referência ao Programa Saúde da Família.

Com informações do Governo do Estado.

Veja adiante detalhes pronunciamento da presidente Dilma.

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segunda-feira - 08/07/2013 - 14:24h
Saúde e política

Dilma prepara “Mais Médicos” para interior

Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Injeção extra

O programa do governo para atrair médicos no interior do país e nas periferias, que será lançado hoje, terá investimento previsto de R$ 3 bilhões até 2014 e vai pagar salários de R$ 4 mil para enfermeiros.

Além disso, a Marcha dos Prefeitos, que acontece nesta semana em Brasília, turbinou o Mais Médicos.

Integrantes do governo afirmam que haverá recurso adicional para reforma de hospitais e compra de equipamentos para municípios pequenos, pleito das prefeituras.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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