quinta-feira - 06/06/2024 - 15:36h
Drogas

PF prende em Mossoró suspeito de envolvimento com tráfico

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em vários estados Foto ilustrativa)

Mandado de prisão foi cumprido no Aeroporto Dix-sept Rosado (Foto ilustrativa)

A Polícia Federal não revela identidade, mas prendeu nessa quarta-feira (5) no Aeroporto Dix-Sept Rosado, em Mossoró, um homem de 38 anos, investigado por suspeita de envolvimento no tráfico de drogas. Foi cumprido mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Vara única da Comarca de Almino Afonso – região Oeste.

A informação corrente é de que ele reside em Rafael Godeiro e vinha procedente de São Paulo-SP. O acusado não esboçou qualquer reação. Cientificado da ordem judicial, seguiu sob escolta para a sede da Delegacia da Polícia Federal em Mossoró.

Ato contínuo, tão logo realizados os procedimentos cartorários, o homem foi conduzido para exame de corpo de delito no Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP).

Depois, ele foi transferido para a Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Souza, na comunidade de Riacho Grande, em Mossoró, onde permanece à disposição da Justiça.

P.S. – O portal Mossoró Hoje postou matéria no fim desta tarde, com o advogado Alexandro Marques anunciando a soltura de Gildércio dos Santos Cortez. Segundo o advogado, tudo não passou de um “imbróglio jurídico.” Não houve maior detalhamento do fato pelo portal e o defensor. Nos bastidores, a versão coletada é de que não haveria, até aqui, prova consistente contra Gildércio.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
terça-feira - 05/10/2021 - 08:38h
Edson Carlos

Vereador é preso por ter arma de fogo sem registro em sua casa

Gideon foi o menos votado entre os eleitos (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

Gideon foi o menos votado entre os eleitos (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

Do Fim da Linha

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a Polícia Civil deflagraram hoje uma operação em Mossoró com objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão contra investigados em crimes de venda ilegal de armas e munições.

Um dos alvos da operação foi o vereador mossoroense Edson Carlos (Cidadania). Na casa dele foi cumprido um mandado de busca e apreensão.

Uma arma de fogo não registrada foi apreendida.

Edson Carlos foi conduzido à Delegacia Regional e deverá ser liberado mediante pagamento de fiança.

Ao todo foram cumpridos 07 mandados de prisão e 12 de busca e apreensão em Mossoró e região.

Nota do Canal BCS – O vereador cumpre seu primeiro mandato, tendo sido eleito ano passado com  924 (0,67%) votos, o que obteve menos votos entre os 23 eleitos/reeleitos. O seu partido elegeu também Gideon Ismais 1.088 (0,79%) votos.

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segunda-feira - 10/06/2019 - 07:10h
Operação Infiltrados

MP combate tentativa de compra de decisões judiciais no TJ

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta segunda-feira (10) a Operação Infiltrados, que investiga um grupo de pessoas que negociou uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça do RN (TJRN).A ação foi realizada em conjunto com as Polícias Militar e Civil, através do Núcleo Especial de Investigação Criminal (NEIC).

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em quatro locais de Natal e Parnamirim, além de um mandado de prisão preventiva de um advogado.

Segundo a investigação do MPRN, um advogado com vínculo de parentesco com autoridades do Judiciário e um servidor da Assembleia Legislativa que já foi servidor do Tribunal de Justiça prometeram a um advogado ligado a uma organização criminosa o resultado de um processo que seria relatado pelo desembargador Glauber Rego.

Em virtude de a decisão prometida não ter se concretizado, o advogado passou a extorquir os agenciadores da decisão, exigindo a devolução do dinheiro, prometendo risco à vida deles e ameaçando revelar o ocorrido e outros fatos supostamente ilícitos atribuídos a autoridades do Tribunal de Justiça.

P.S – 8h08 – O nome do advogado preso é Allan Clayton Pereira de Almeida, conforme postagem há pouco do Blog do Gustavo Negreiros.

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terça-feira - 06/06/2017 - 12:28h
Operação Manus

Dinheiro de “Caixa 2” foi usado à compra de apoios em 2014

A campanha estadual de 2014, que teve como um dos candidatos ao governo estadual o então deputado federal Henrique Alves (PMDB), é um dos focos da investigação do Ministério Público Federal (MPF) na “Operação Manus”. Há indicadores fortes de que farto dinheiro de “caixa 2” alimentou campanha dele ao governo estadual, dando combustão à compra de apoios.

O procurador da República, Rodrigo Telles, admitiu essa linha de apuração em entrevista hoje pela manhã, em Natal, ao lado de outros integrantes do MPF, representante da Receita Federal e delegados da Polícia Federal.

Preso hoje, Henrique teria usado empresas para municiar sua campanha e compra de apoios (Foto: Estadão)

Disse que MPF, Receita Federal e Polícia Federal apuram o caminho do dinheiro que irrigou a campanha de Henrique, preso hoje (veja AQUI e AQUI), tendo substancial documentação de “ilicitudes” na origem,  no uso e na tentativa de legalização desses recursos.

Houve empresas usadas “especificamente para repasse de recursos” à campanha. Algumas foram criadas pouco antes da própria campanha e outras já existiam, sublinhou Telles.

A empresa “Prátika Locações” (conheça AQUI) aparece em relevo. Chegou a sacar grandes volumes de dinheiro em espécie na campanha, despertando a atenção da Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAFI). Por suas contas passaram cerca de R$ 9 milhões.

Seu diretor, sócio-proprietário Fred Queiroz, é um dos presos preventivamente hoje (veja AQUI), ao lado de sua esposa, jornalista Érika Nesi e do filho Matheus Nesi. Atualmente, Queiroz é secretário de Obras da Prefeitura de Natal.

“A gente analisando a própria época desses saques de valores em espécie nota inclusive que nas vésperas do 2º turno foram sacados cerca de R$ 2 milhões em espécie, o que gerou a suspeita concreta de que esses recursos possam ter sido utilizados para compra de votos”, destacou o procurador Rodrigo Teles.

Compra de apoio político

“A empresa Prátika realizou diversos repasses para políticos nessa época de campanha, exatamente em momento posterior ao recebimento de repasse da conta de campanha de Henrique Alves ao governo de 2014 que indica aí também a compra de apoio político”, deduziu o procurador.

Fred e Érika foram presos também hoje

Revelou ainda, que Henrique Alves teve uma atuação para liberar o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quando aconteceu impasse sobre superfaturamento da obra da Arena das Dunas. O Tribunal de Contas só indicou o sobrepeso em 2016.

Depois de resolver o imbróglio, “a OAS deu dinheiro para a campanha de Alves para o governo do estado do RN”, disse o procurador. Mas também houve irrigação financeira da Construtora Norberto Odebrecht, Carioca Engenharia e da Andrade Gutierrez.

Empresas de fachada

Parte do valor de R$ 77 milhões foi repassado de maneira ilícita para as campanhas eleitorais, divididos em repasses oficiais e por caixa 2.

“O dinheiro declarado oficialmente na campanha saiu para empresas de fachada, que supostamente prestariam serviços para a campanha”, reiterou o delegado Osvaldo Scalezi.

“A investigação mostra um arquétipo clássico da Lava Jato: a troca de favores entre políticos e entre empresas”, comentou o delegado da Receita Federal, Francisco Aurélio de Albuquerque Filho.

Henrique Alves, Fred Queiroz, Érika e Matheus Nesi ficarão presos no RN, porém não houve divulgação do local (ou locais) especificamente.

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terça-feira - 06/06/2017 - 09:42h
Fraude na Caixa Econômica

PF ‘prende’ Henrique Alves pela ‘segunda vez’ neste terça

Do G1 Brasília e Blog Carlos Santos

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram uma operação na manhã desta terça-feira (6) para apurar irregularidades nas vices-presidências de Fundos e Loterias e de Pessoas Jurídicas da Caixa Econômica Federal (CEF). Entre os alvos com mandados de prisão estão Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha, ambos do PMDB e ex-presidentes da Câmara dos Deputados.

Henrique Alves foi preso à manhã de hoje em Natal, conduzido por agentes federais (Foto: Web)

Esta é a segunda operação do dia (veja AQUI).

Logo no início da manhã, em uma outra operação, essa sobre corrupção e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal, policiais federais foram à casa de Henrique Alves, na capital potiguar, para prendê-lo preventivamente. Cunha também é alvo no caso do estádio, mas já está preso pela Lava Jato, em Curitiba.

Odebrecht

A operação sobre fraudes na Caixa é mais uma etapa da Sepsis e Cui Bono. Além de Cunha e Alves, há mandado de prisão para outras três pessoas. Um dos focos da investigação são desvios no fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A ação desta terça foi baseada em informações das delações premiadas de ex-executivos da construtora Odebrecht.

De acordo com o MPF, os investigados praticaram, de forma continuada, os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e que, mesmo com as investigações em curso, continuam agindo para ocultar mais de R$ 20 milhões que teriam sido recebidos por Eduardo Cunha.

Ainda segundo o Ministério Público, há indícios de que os investigados movimentaram irregularmente recursos no exterior entre 2011 e 2015.

Leia também: Henrique é tratado por “safado” e “ladrão” por populares (AQUI).

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Categoria(s): Política
terça-feira - 06/06/2017 - 08:34h
Operação Manus

Henrique é tratado como “safado” e “ladrão” por populares

O ex-deputado federal (11 mandatos) e ex-ministro (duas vezes) Henrique Alves saiu por volta de 8h22 de hoje do prédio onde mora, em Natal, escoltado por policiais federais.

Henrique é  um dos presos na Operação Manus (veja AQUI), desdobramento da Operação Lava Jato.

Cercado por repórteres e dezenas de populares com smartphones à mão para fotos e filmagens, ele evitou se pronunciar.

Mas foi fortemente hostilizado por aglomerado de pessoas que resolveram esperar in loco a sua prisão.

Gritos de “ladrão” e “safado” ecoaram no lugar, enquanto Henrique entrava num veículo da Polícia Federal.

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sexta-feira - 17/10/2014 - 07:50h
Mandados de prisão

Quem viu Fernando Freire por aí?

Alguém viu o ex-governador Fernando Freire por aí?

Homem com envergadura de cerca de 2 metros e frondosa cabeleira branca, Freire é procurado há meses pela polícia por condenações decorrentes de sua passagem pelo Governo do RN.

Ele tem três mandados de prisão que não são cumpridos pela Polícia.

Outros processos estão em andamento.

Não tem sido fácil a vida do ex-governador.

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Categoria(s): Política
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