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Mossoró tem chapas definidas para disputa de prefeitura

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Chapas definidas à disputa da Prefeitura Municipal de Mossoró, com realização de diversas convenções partidárias nesse fim de semana e hoje (segunda-feira, 5). Como antecipamos, duas pré-candidaturas não se efetivaram (veja AQUI) – Tony Fernandes (Avante) e Zé Peixeiro (Republicanos) – e cinco foram homologadas. Veja abaixo:

Allyson Bezerra (UB)-Marcos Medeiros (PSD) – à reeleição

Genivan Vale (PL)-Nayara Gadelha (PL)

Lawrence Amorim (PSDB)-Carmem Júlia (MDB)

Irmã Ceição (PRTB)-Fábio Félix (PRTB)

Victor Hugo Sousa (UP)-Renan Marrocos (UP)

Seis chapas em 2020

E como foi em 2020, ano das eleições municipais anteriores? Vamos relembrar. Mossoró teve seis chapas concorrendo à municipalidade, em pleito vencido pelo então deputado estadual Allyson Bezerra (SDD), desbancando a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que tentava reeleição e o quinto mandato à prefeitura:

Rosalba Ciarlini (PP)-Jorge do Rosário (PL)

Allyson Bezerra (SDD)-Fernandinho das Padarias (PSD)

Isolda Dantas (PT)-Gutemberg Dias (PCdoB)

Cláudia Regina (DEM)-Dr. Daniel Sampaio (PSL)

Professor Ronaldo Garcia (Psol)-Yasmim Dias (Psol)

Irmã Ceição (PTB)-Nuhara Oliveira (PMN)

Resultado final das eleições 2020 em Mossoró, que Rosalba ainda contesta (Reprodução BCS)

Resultado final das eleições 2020 em Mossoró (Reprodução BCS/Arquivo)

Leia também: Allyson Bezerra derrota Rosalba e se elege prefeito.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 19/09/2019 - 16:48h
Bater, bater

Rosalbismo tem regras próprias para manter adversários longe

O primeiro Torneio de Tapa na Cara para homens da Rússia aconteceu em Krasnoyarsk, na gélida Sibéria, logo após o fim dos Jogos de Universitários de Inverno, em março deste ano.

O vencedor, com 168k, foi Vasily Kamotsky (essa figura rotunda da foto abaixo, frações de segundo antes de derrubar o oponente com um tabefe no rosto).A regra do “bateu, levou” é bastante clara. Ninguém pode se esquivar do tapa adversário. Quem bate, leva.

Na política de Mossoró, o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini  (PP) criou e exercita um esporte parecido, mas com normas próprias e um objetivo oculto: evitar qualquer debate (como recentemente mostrou o Blog do Barreto em artigo). A prefeita esquiva-se de qualquer discussão sobre seu governo, tamanha a fragilidade do próprio.

Insiste em atacar, antes que seja questionada, criticada ou denunciada por algum agente político de maior peso.

O exemplo de Collor

Não é exatamente um bateu, levou que foi uma máxima do então presidente Collor de Mello (1990/1992), prestes a cair. Ele deixava claro, que ninguém ficaria sem levar o troco à altura se o azucrinasse.

O rosalbismo faz diferente: não espera a crítica ou o ataque. Escala sua mídia para bater, bater, bater em quem se mexer.

A estratégia é cada dia mais usual, sobretudo porque o grupo da prefeita não sabe exatamente quem esmurrar. Seus alvos são variados e às vezes escolhidos ao acaso da perturbação quanto ao próprio futuro sucessório. É movido pelo medo da não reeleição (Leia: Entrincheirados, Rosados veem adversários em todos os lados) e O triunfo do medo na prévia eleitoral mossoroense).

Vai chegar um momento em que a prefeita precisará debater. Não conseguirá se esconder para sempre por trás da ferocidade crítica da imprensa amiga, que só enxerga defeitos em quem parece ser uma ameaça. Aí vai ser bateu, levou. Os efeitos podem ser mais dolorosos do que o vividos pelos participantes russos do Torneio de Tapa na Cara.

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