sábado - 05/11/2022 - 20:42h
Meme

“Patriota do Caminhão” some das redes sociais após virar mico

O defensor do presidente Jair Bolsonaro (PL) que foi gravado enquanto estava pendurado a um caminhão em Caruaru, no agreste de Pernambuco, disse ao G1 que foi “muito exposto” nas redes sociais. Agora, quer  se preservar para não continuar sendo objeto de ridicularização.

O "Patriota do caminhão" se transformou num mico nacional (Foto: Reprodução)

O “Patriota do caminhão” se transformou num mico nacional (Foto: Reprodução)

Vídeos do momento viralizaram nas redes sociais e Júnior César Peixoto já é conhecido como “Patriota do caminhão”. Na ligação, o comerciante evitou responder outras perguntas sobre o caso e preferiu encerrar a conversa sem dar mais detalhes do ocorrido ou da repercussão do caso.

“Não gostei, virei piada na internet, meus filhos estão rindo de mim até agora, e minha mãe me chamou de ‘otário’. Nunca mais,” choramingou.

Os vídeos em que o bolsonarista é flagrado pendurado em um caminhão durante as manifestações em Caruaru, no início da semana, viralizaram nas redes sociais e geraram muitos memes.

Entre os memes, há uma montagem do vídeo do caminhão com a narração histórica de uma corrida de Ayrton Senna na voz de Galvão Bueno. Em outro arquivo, o bolsonarista agarrado no caminhão decola para chegar a Marte.

O Patriota do caminhão tirou do ar seu perfil no Facebook e no Instagram.

Segundo testemunhas, o motorista teria furado um bloqueio feito pelos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) na altura do km 130 da BR-232. Um dos bolsonaristas subiu na frente do caminhão e ficou pendurado tentando impedir a passagem do veículo, que anda alguns quilômetros com o homem no para-brisa.

Do G1, Metrópoles e outras fontes.

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sexta-feira - 10/09/2021 - 23:40h
Meme

Tome cuidado!

Meme - preço do álcool e da cerveja e multa* Meme de autoria desconhecida que circula aí pela Internet

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sábado - 03/08/2019 - 10:16h
Outra vez

A muleta e o amuleto da “Rosa”

Rosalba e seu cabo eleitoral de novo (Reprodução de meme)

O rosalbismo dá  sinais claros através de páginas virtuais alinhadas, discursos próprios e seus porta-vozes na mídia convencional, de que outra vez vai recorrer à muleta e ao amuleto da campanha 2016: ex-prefeito Francisco José Júnior.

Esse foi o principal encosto eleitoral de Rosalba Ciarlini (PP) em sua eleição há quase quatro anos.

Ajudou-a sobremodo a caminhar à vitória.

Ele tinha todos os defeitos; ela, as soluções e virtudes – “Pra fazer Mossoró dar certo”.

Entende?

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sexta-feira - 13/04/2018 - 15:46h
Humor e realidade

Após “meme”, Betinha vira propaganda e poderá até viajar

Do Blog Carol Ribeiro

Aeroporto Dix-Sept Rosado liberado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), voos confirmados a partir do dia 13 de junho pela empresa Azul Linhas Aéreas, agora a torcida é para que finalmente o aeroporto de Mossoró, desativado há quase sete anos, decole.

E o melhor é que “Betinha”, a amiga da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), não vai mais esperar.

Famosa em Mossoró desde que Rosalba aproveitou a promessa de Robinson para tirar uma casquinha numa propaganda em janeiro de 2017, Betinha virou meme (peça de humor na internet) na boca dos mossoroenses (veja vídeo).

Como a promessa de Robinson finalmente foi cumprida, a agência de viagens Voo Viajar aproveitou a deixa e lembrou da amiga de Rosalba, que agora vai poder voar entre Mossoró e Recife. Amém!

Em material de divulgação sobre voos, a empresa destacada o mico no título: “Betinha já não aguentava mais esperar”.

Leia também: ‘Teatro do absurdo’ mistura Rosalba com Robinson e “Salomé”.

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domingo - 08/04/2012 - 06:40h

O que acontecerá com o livro

Por Honório de Medeiros

“A vida é líquida”, diria Zygmunt Balman, aludindo à consistência das relações entre nós e os outros, ou entre nós e as coisas e/ou fenômenos. Líquida, posto que essa consistência não tem forma definida, assume aquela que o recipiente (o contexto) impõe. Não somos estruturas rígidas que atravessam o tempo imutáveis ou pouco atingidos pelas circunstâncias, somos proteiformes, somos difusos, somos evanescentes.

Vivemos em uma época na qual as gerações mais novas escrevem tudo em uma linha. No máximo algumas poucas linhas. E somente lêem, e são treinadas pela realidade virtual com a qual convivem “full time” exatamente para isso, algumas linhas, umas poucas linhas.

Tal é o ser (e o dever-ser) que essa realidade virtual impõe: tudo é frenético, tudo é descartável, tudo é cambiante, imediato. É a maximização das potencialidades, negativas ou positivas, da nossa espécie sobrevivente e dominante, conforme descrito pela teoria da seleção natural.

O ensino, hoje, está em ruínas por vários motivos, mas desconfio que o modelo que ainda predomina está fadado ao fim, entre outras razões, mais ainda, em decorrência do descompasso com essa realidade que aos poucos se impõe, no qual não há mais espaço para uma educação que se estrutura a partir de livros, com textos pesados, longos e que exigem tempo e estudo profundo, e o tratamento do “pensar” típico dos escolásticos medievais que moldaram as bases do nosso ensino ocidental e cristão.

As gerações mais novas, que herdarão o mundo, ou o que restar dele, e sua forma de apreender e expressar a realidade, estão em processo de descompasso com aquela construída pelos nossos antepassados. Não se trata de estarmos certos e eles errados por não quererem ler livros como “Ulisses”, de Joyce, “Paidéia”, de Jaeger, ou “Em Busca do Tempo Perdido”, de Proust.

São elas, as gerações mais novas, mutações engendradas pelo meme que é a realidade virtual: caracterizam-se por viver em ritmo alucinante, pensar freneticamente, falar acelerado, em contraposição ao viver, pensar e falar arcaico, que vai sendo deixado para trás. O livro de papel sobreviverá, claro, como sobreviveu o ritual do chá no Japão moderno que a restauração Meiji instaurou, e atirar com arco-e-flecha, algo excêntrico, típico de verdadeiros “outsiders”, a partir do qual hão de se criar seitas e seus inevitáveis rituais iniciáticos.

Livros em ambientes virtuais existirão cada vez mais, óbvio. Mas nunca serão consumidos como o foram os livros de papel após Gutenberg. Assim como os monges que salvaram a civilização como nós a conhecemos, na Alta Idade Média, copiando os textos antigos e os deixando para a posteridade, será em ambiente monacal que os iniciados lerão obras como as que foram citadas acima.

O velho mundo está morrendo, viva o novo mundo, do qual serei espectador privilegiado, posto que, quando menino fui apresentado ao milagre da televisão quando já completamente cativado pelo livro de papel, e, agora cinquentão, me maravilho com as infinitas possibilidades de uma realidade sequer possível de ser imaginada antes, domínio e prisão dos que, hoje, ainda são apenas adolescentes.

Honório de Medeiros é ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN, professor e escritor

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