
Tite é jogado para o alto por jogadores campeões, como ele, da Copa América (Foto: Julio César Guimarães-EFE)
Por François Silvestre
Não foi Messi, não foi Soares e muto menos Neymar. Aliás, não foi um jogador. É o caso inédito de um torneio cujo vencedor não foi um time e sim um técnico. Isso mesmo.
Tite foi o craque dessa Copa, recheada de times medíocres e pobres de futebol. Paupérrimos.
Messi nunca foi craque na Argentina. É craque na Europa. Soares idem, no Uruguai. Quanto a Neymar, esse é uma fraude esportiva. Não é craque aqui nem alhures. É ruim dentro e fora de campo.
Tite conseguiu ser campeão com um elenco sofrível, quase ruim. E ainda deu uma lição de caráter à demagogia oficial de um governo inútil que usa e abusa de eventos populares para salvar-se da própria incompetência.
O presidente parlapatão e seu juiz de toga negociada foram ao Maracanã confirmar a pequenez da dignidade escassa.
Quase indignidade.
Tite os ignorou. E não caiu nas ciladas de quem tentou envolvê-lo, seja na presepada do campo ou na entrevista coletiva.
“Vamos falar de futebol”.
Perfeito!
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