segunda-feira - 08/07/2019 - 15:06h
Opinião

O craque da Copa América

Tite é jogado para o alto por jogadores campeões, como ele, da Copa América (Foto: Julio César Guimarães-EFE)

Por François Silvestre

Não foi Messi, não foi Soares e muto menos Neymar. Aliás, não foi um jogador. É o caso inédito de um torneio cujo vencedor não foi um time e sim um técnico. Isso mesmo.

Tite foi o craque dessa Copa, recheada de times medíocres e pobres de futebol. Paupérrimos.

Messi nunca foi craque na Argentina. É craque na Europa. Soares idem, no Uruguai. Quanto a Neymar, esse é uma fraude esportiva. Não é craque aqui nem alhures. É ruim dentro e fora de campo.

Tite conseguiu ser campeão com um elenco sofrível, quase ruim. E ainda deu uma lição de caráter à demagogia oficial de um governo inútil que usa e abusa de eventos populares para salvar-se da própria incompetência.

O presidente parlapatão e seu juiz de toga negociada foram ao Maracanã confirmar a pequenez da dignidade escassa.

Quase indignidade.

Tite os ignorou. E não caiu nas ciladas de quem tentou envolvê-lo, seja na presepada do campo ou na entrevista coletiva.

“Vamos falar de futebol”.

Perfeito!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo
quarta-feira - 09/07/2014 - 20:29h
Copa do Mundo

Argentina e Alemanha farão decisão de final imprevisível

Argentina está na final da Copa do Mundo do Brasil, com a Alemanha. Venceu a Holanda nos pênaltis, agora à tarde no Itaquerão, em São Paulo-SP.

Uma decisão de peso para uma Copa do Mundo realmente muito interessante e com resultados incomuns.

Argentina e Alemanha é a final previsível de resultado imprevisível.

Alemanha favorita, pelo estrago que fez no Brasil e pelo desempenho em toda a Copa. A Argentina capaz de surpreender, por crescer dentro da competição e ser sempre dura na queda.

Brasil pega Holanda no sábado (12), na disputa pelo terceiro lugar. Dois times emocionalmente abalados. O Brasil, um caco. A Holanda, teoricamente menos dilacerada.

Veremos.

Num dia em que Messi não jogou bulhufas, valeram as velhas raça e disciplina tática da Argentina. Virou time de Mascherano, mesmo com Messi em campo.

Setor mais criticado da Argentina, sua defesa segurou a Holanda.

Mais uma prova de que a defesa começa no ataque. É tarefa de conjunto e não só de goleiro e zagueiros.

Argentina e Alemanha; Brasil e Holanda.

Vamos aos jogos.

Compartilhe:
Categoria(s): Esporte / Opinião da Coluna do Herzog
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 16/06/2014 - 10:24h
Futebol

Uma Copa sem qualquer supertime

Até aqui, não vi nenhum supertime na Copa do Mundo do Brasil.

Nada a encantar e a nos remeter a outros tempos e a legendas do futebol, como Holanda e Alemanha em 74, Brasil de 70, Argentina em 78 etc.

Nem mesmo a Holanda de Robben e Van Persie chega a parecer diferenciada e emblemática.

Seu placar assombroso de 5 x 1 contra a Espanha é algo sui generis. Jogassem dez vezes seguidas, dificilmente algo parecido iria se repetir.

Vendo o jogo em suas minudências e não apenas os gols, observamos que a Espanha esteve a ponto de dilatar o placar de um para dois a zero. A história daquele jogo poderia ser outra.

Argentina é dependente de Messi e tem alguns lampejos de craque de Di Maria, não mais.

Uruguai é uma decepção envelhecida.

A Espanha não está morta.

Alemanha e Portugal veremos hoje.

A França não parece ter aquele “algo mais”.

O Brasil, mesmo dependente de Neymar Júnior, tem futebol e ambiente propício para chegar ao título.

A Itália não deve ser ignorada por sua tradição, conjunto e técnica.

Enfim, mas nenhum super-time até aqui.

Uma copa de muitos gols, alguns lampejos de futebol arte, mas sobretudo sob o império da marcação cerrada e conhecidos atores.

Talvez não tenhamos grandes surpresas na final.

Compartilhe:
Categoria(s): Esporte / Opinião da Coluna do Herzog
terça-feira - 14/05/2013 - 00:36h
Chiquinho, do Potiguar

Gol para Messi e Neymar assinarem embaixo

Meninos, eu vi. Testemunhei domingo (12) o gol mais espetacular no Estádio Nogueirão, em mais de 35 anos que ando por lá. Chiquinho, do Potiguar.

Lateral-direito do Potiguar driblou meio time do América e abriu placar. Comecinho do segundo tempo, cinco contendores ficaram para trás, a partir de espaço anterior ao meio de campo.

Velocidade, fôlego, técnica e frieza definiram o golaço num percurso de cerca de 50 metros.

Com direito a bola entre as pernas de um adversário e drible da vaca em outro, Chiquinho ainda botou o goleiro Dida ao chão, antes de colocar a ‘gorduchinha – mansamente – no fundo das redes.

Messi assinaria embaixo. Neymar, também

Ao final, Potiguar 2 x 1, campeão da Taça Cidade do Natal.

O Potiguar ganhou a Copa Cidade do Natal, garantiu vaga na Copa do Nordeste do próximo ano ao lado do América e acesso à Série D deste ano. De quebra, ainda pode levar o Estadual 2013.

O golaço de Chiquinho ganhou repercussão nacional através da TV ESPN, que o escolheu como o mais bonito da rodada.

Clique na caixa de vídeo inserida nesta postagem e renda-se à estética de um gol irrepreensível.

Compartilhe:
Categoria(s): Esporte
  • San Valle Rodape GIF
sexta-feira - 15/03/2013 - 06:22h
Com tudo

Momento celestial dos hermanos

Argentinos vivem momento celestial.

Já tinham Maradona como “Deus”, agora surge o Santo Papa Francisco.

E ainda tem o Messi a caminho.

É ajuda demais para uma Copa do Mundo no Brasil.

Compartilhe:
Categoria(s): Esporte / Gerais
sábado - 09/06/2012 - 19:20h
Braxil 3 x 4 Argentina

Um ‘deus’ acima, um ‘deus’ ladeira abaixo…

O apaixonado torcedor argentino vive um drama, em sua passionalidade pelo futebol: se deificar Messi mais um pouco, rebaixará seu ‘deus’ – Maradona.

Hoje, num jogão memorável (Argentina 4 x 3 contra a Seleção Pré-Olímpica do Brasil), Messi deu cinco chutes na direção do gol: fez três gols, foi bloqueado pela zaga num lance e em outro o goleiro Rafael impediu outra bola nas redes.

Gênio.

Nota do Blog – Se existisse justiça no futebol, o Brasil não teria perdido. Em boa parte da disputa amistosa esteve melhor do que o adversário. E ainda foi prejudicado pela arbitragem ruizinha.

O time Pré-Olímpico do Brasil – mesmo com importantes desfalques na defesa, mostrou muita aplicação tática e potencial de crescimento, como base à Copa do Mundo de 2014.

Gostei.

Compartilhe:
Categoria(s): Esporte / Opinião da Coluna do Herzog
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.