sexta-feira - 21/04/2023 - 09:46h
Bancada e ministérios

Agenda de Allyson em Brasília é destacada por Lawrence

A garantia da retomada de obras federais em Mossoró, obtida em Brasília (DF) pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), repercutiu na Câmara Municipal. O presidente da Casa, Lawrence Amorim (Solidariedade), elogiou o prefeito pela busca de recursos na capital federal para Mossoró.

Presidente da Câmara reforçou importância do contato com parlamentares e em ministérios (Foto: Edilberto Barros)

Presidente da Câmara reforçou importância do contato com parlamentares e em ministérios (Foto: Edilberto Barros)

Em audiência na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), terça-feira (18), Allyson Bezerra assegurou liberação de recursos para continuidade das obras de pavimentação intertravada nos bairros Alameda dos Cajueiros e Parque Universitário (veja AQUI).

Lawrence elogiou a agenda positiva do prefeito, que, segundo o vereador, está visitando parlamentares da bancada federal e buscando os ministérios, onde se resolve a parte técnica, para destravar projetos e convênios de interesses de Mossoró.

Segundo o presidente, os deputados federais e senadores, eleitos com votos de Mossoró, precisam estar de portas abertas para receber o representante maior do município, que é o prefeito, com seus secretários e seus projetos para a população.

Emendas

Ele defendeu visita à bancada federal também no final do ano, para solicitar emenda de bancada, cujos recursos o município não recebeu nos últimos anos.

Vereador em primeiro mandato em Mossoró, Amorim fala com conhecimento de causa. Antes da atividade parlamentar, foi prefeito de Almino Afonso por dois mandatos.

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sábado - 13/11/2021 - 21:16h
Brasília

Prefeito baterá à porta de ministérios e parlamentares

batendo à porta, porta, bater portaO prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) passará parte da próxima semana em Brasília.

Segue vaquejando liberação de recursos e andamento de projetos. Tem muita coisa emperrada, parada ou quase parando nos intramuros do poder.

Sem um representante no Congresso Nacional, o jeito é se desdobrar batendo à porta de ministérios, tentando abrir caminho com o esforço direto e pessoal.

Oportunidade ainda para conversar pessoalmente com parlamentares potiguares, tentando benefícios para o município de Mossoró.

É luta medonha!

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quarta-feira - 31/10/2018 - 23:48h
Governo

Presidente eleito pode ter total de ministérios da era militar

Figueiredo: 16 ministérios (Foto: IHGB)

Bem antes de tomar posse na Presidência da República, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anuncia que pretende enxugar a máquina pública. Talvez, o seu governo venha a ter no máximo 16 ministérios.

No primeiro governo federal instalado em Brasília no início dos anos 60, na gestão Juscelino Kubitschek, eram 11 ministérios e cinco órgãos da Presidência, com status de ministério. Dezesseis, portanto.

No último governo do regime militar, do general João Batista Figueiredo, eram 16 ministérios e dez órgãos da presidência.

Após essa fase, a administração mais parcimoniosa em número de ministérios foi o de Fernando Collor, eleito em 1989, com apenas 15 ministérios, além de 13 órgãos da Presidência — total de 28 pastas.

O governo Dilma Rousseff (PT) chegou a ter 24 ministérios e 15 órgãos da presidência, mantidos na era Michel Temer (MDB).

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terça-feira - 22/09/2015 - 08:12h
Sem ministério

PMDB toma distância da presidente Dilma Rousseff

Da coluna Painel do Folha de São Paulo

Livre… A recusa de Michel Temer em indicar um nome para o ministério de Dilma Rousseff foi vista por peemedebistas como a consolidação do descolamento do vice em relação à presidente.

… leve e solto Sem um pedaço na Esplanada atribuído a ele, Temer fica “alforriado” para tomar as decisões que considerar convenientes, ponderam aliados próximos.

Piscada Temer aconselhou Dilma a discutir a indicação da Câmara com o líder Leonardo Picciani e Eduardo Cunha. A petista rebateu que o presidente da Câmara rompeu com o governo, mas o vice a convenceu a fazer o aceno.

Indisposto 1 Renan Calheiros (PMDB-AL) se recusou a participar da reunião para discutir com Dilma uma indicação para a Esplanada.

Indisposto 2 Chamado, o presidente do Senado foi até a petista para dizer que essa posição não cabia institucionalmente a ele, e que o assunto deveria ser tratado diretamente com a bancada.

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