A culpa de termos nos últimos tempos na República, a figura do ministro “gravador”, não é de quem executa essa prática de submundo, mas de quem o nomeou para o cargo.
Simples assim!
Foi-se o tempo em que ser ministro era motivo de orgulho e digno de nota biográfica.
Ministério não é lugar de homem eminente.
Virou cemitério de reputações.
Cova coletiva de muitos e muitos hipotéticos brasileiros exemplares e diferenciados.
Pobre Brasil!
Veja: Ex-ministro da Cultura gravou conversa com Temer (AQUI);
Veja: Temer reage (AQUI).
Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.






















