quinta-feira - 12/03/2026 - 15:50h
Mossoró

Um passeio pelo Complexo Viário 15 de Março

Com data de inauguração para o próximo domingo (15), o Complexo Viário 15 de Março recebe cuidados finais para ser entregue pela Prefeitura de Mossoró.

Mas nesta quinta-feira (12), a gente percorreu na íntegra os seus mais de 8 quilômetros, a partir da BR-304 (saída para Fortaleza-CE), proximidades da empresa EBS, até a sua outra extremidade na BR-110 (saída para Areia Branca), em frente ao Residencial Ninho.

O impacto dessa obra ocorrerá em várias frentes, da mobilidade urbana mossoroense à economia, puxando ocupação e desenvolvimento para outra dimensão urbana.

Impactante!

Nesta postagem, veiculamos uma parte do vídeo que realizamos.

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Categoria(s): Gerais
domingo - 21/07/2024 - 10:00h

Impactos da inteligência artificial para a mobilidade

Por Luís Correia

Os Jetsons em carro voador (reprodução)

Os Jetsons em carro voador (reprodução)

Leis de trânsito sendo rigorosamente respeitadas, redução drástica no número de acidentes de trânsito, eliminação de tempo ocioso no aguardo da abertura semafórica, localização em tempo real do posicionamento do carro, carros sem motoristas, profissões em extinção. Esses são alguns dos pontos que sofreram mudanças com a implantação da inteligência artificial.

Em 1962, o canal ABC transmitiu um desenho animado, chamado Os Jetsons, com 24 episódios, que mostrava uma família do futuro que se deslocava em carros voadores. Sucesso total, o desenho voltava a ser apresentado nos anos 80. O desenho retrata um cenário projetado para o ano de 2062 cheio de tecnologia, inclusive carros voadores.

Quem assistiu a esse desenho ficava com o gostinho de viver esse tempo. Porém, no íntimo, aquilo não passava de um sonho.

É bem verdade que o primeiro veículo autônomo foi desenvolvido em 1920 por Francis Houdina. Em 1925, utilizando tecnologia de ondas de rádio, Houdina lançou o primeiro carro da história conduzido sem motorista.

Bom, vamos deixar o processo histórico para outro momento. Jetsons, sonho ou realidade?

China lança carros não tripulados chamados de Robotáxis. Disponível por meio de uma plataforma de operação, as gigantes A GAC-Toyota, a Toyota China e a Pony.ai registraram um novo consórcio Zhuifeng Intelligent Technology que será responsável por produzir a frota de Robotaxis. Esses têm a autonomia de rodar sem a presença efetiva do motorista e de acordo com as normas de segurança.

Carros autônomos dependem de um mapeamento de alta definição que inclui informações sobre sinais de trânsito, largura de via, definições físicas e estruturais, faixas de pedestres, calçadas, com alta definição de medidas e tamanhos. Com base nas informações fornecidas, o sistema traça a rota do veículo e decide as ações necessárias. Uma gama de tecnologia como sensores, câmeras e radares são componentes importantes nesses automóveis.

A tecnologia já implantada, a capacidade de explorar as redes urbanas por meio de câmeras, semáforos e outras infraestruturas urbanas, a ampla cobertura 5G e mapeamento digital favorecem o avanço na implantação dos automóveis autônomos na China.

Na perspectiva de um futuro próximo, com a ampliação globalizante dessa tecnologia, iremos perceber mudanças significativas em profissões como motoristas profissionais: taxistas, motoristas de aplicativos, mototaxistas, caminhoneiros.

Carros autônomos terão em seu arcabouço de linhas de comandos o cumprimento das normas de trânsito vigentes em cada país, o que nos possibilita  pensar em diminuição de acidentes, diminuição de vítimas em hospitais, maximização do aproveitamento dos tempos semafóricos, readequação e melhor aproveitamento de traçado geométricos. Listemos também a diminuição da necessidade de fiscalizadores das leis de trânsito, diminuição de operações de blitz e lei seca, acompanhamento tático e operacional de carros com queixa de furto ou roubo, readequação na legislação de trânsito.

Os Jetsons voavam e estamos ainda  pensando em tecnologia para veículos em solo?

A Embraer, por meio da Eve, empresa de mobilidade urbana de seu mix tecnológico, anunciou para o ano de 2026 os primeiros carros voadores brasileiros. A previsão da empresa é que em 2035 tenhamos mais de 200 carros voadores disponíveis.

A startup cearense Vertical Connect planeja apresentar em 2026 o Gênesis, carros elétricos e autônomos com capacidade para dois tripulantes. Entre os serviços ofertados, a empresa tem em seu projeto o Gênesis-GX-P, carro voador de polícia que visa o monitoramento urbano; Gênesis-GX-H atua como ambulância aérea no transporte de profissionais de saúde; Gênesis-GX-F, carro voador que opera no combate a incêndios florestais e urbanos, conta com um reservatório de 200 litros de água; Gênesis-GX-1, projetado para transportes de pessoas de um vertpoint a outro. Todos com velocidade máxima de 130 km/h, autonomia de 60 minutos de voo.

Willian Hanna e Joseph Barbera, de uma imaginação incrível, nos fizeram sonhar e por alguns minutos no íntimo da imaginação de criança, vivermos em um mundo futurístico. Erraram pouco e, se vivermos mais um pouquinho, iremos realizar as aventuras de um mundo autônomo. Certamente, teremos ganhos e prejuízos, mas isso só o futuro dirá.

Luís Correia é diretor de Mobilidade Urbana do município de Mossoró

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Categoria(s): Crônica
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sábado - 09/03/2024 - 06:48h
Mobilidade urbana

João da Escóssia é a via mais movimentada de Mossoró

João da Escóssia corta o movimentado bairro Nova Betânia (Foto: Arquivo)

João da Escóssia corta o movimentado bairro Nova Betânia (Foto: Arquivo)

Do Blog Saulo Vale

A Avenida João da Escóssia, situada no bairro de Nova Betânia, é hoje a via mais movimentada de Mossoró.

Por ela, passam cerca de 20 mil veículos por dia. Em 2021, a média era de 17 mil.

O levantamento foi feito pela Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana, que usou radares eletrônicos temporários para realizar a contagem.

O objetivo desse estudo é o de nortear mudanças que possam melhorar a circulação de veículos e evitar acidentes.

A João da Escóssia é hoje uma via majoritariamente comercial, com grandes restaurantes, shopping centers, universidades, galerias e condomínios.

Há outros empreendimentos de grande porte que se instalarão na localidade, o que tende a aumentar a circulação de veículos na via.

Presidente Dutra

O mesmo levantamento mostrou que a Avenida Presidente Dutra, no grande Alto de São Manoel, tem uma média de tráfego de 12 mil veículos por dia.

É a segunda via mais movimentada.

Essas duas avenidas são as que possuem maior porte em Mossoró.

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Categoria(s): Gerais
terça-feira - 26/09/2023 - 22:24h
Mobilidade urbana

Decreto de desapropriação abre caminho para Anel Viário de Mossoró

Allyson diz que publica decreto para desapropriação de terras, providência para construção de anel viário de mOSSORÓ - 26-09-2023O prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (UB) anunciou nesta terça-feira (26), a desapropriação de áreas para a construção do Anel Viário do Município, uma das importantes obras contempladas pelo programa Mossoró Realiza. O decreto será publicado ainda hoje no Diário Oficial de Mossoró (DOM).

O projeto contará com estradas, ciclovias e calçadões. “Essa será a maior obra de mobilidade urbana já executada pela Prefeitura de Mossoró”, pontuou Allyson.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) já emitiu autorização para construção do anel viário, uma vez que a o mesmo conectará duas importantes BRs: BR-110 (saída para Areia Branca) e a BR-304 (saída pra Fortaleza). O projeto está em fase final de aprovação na Caixa Econômica Federal para que a licitação da obra seja iniciada.

“Essa é uma obra bastante sonhada pelo povo mossoroense. Estamos dando mais um passo importante e que demonstra o nosso compromisso em transformar esse sonho em realidade. Um grande projeto de mobilidade urbana que vai desafogar o trânsito, gerar empregos e dar um salto de desenvolvimento na cidade”, destacou o prefeito.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 21/09/2017 - 14:54h
Hoje

Deputados aprovam, à unanimidade, pedido de empréstimo

O pedido de empréstimo de R$ 698 milhões do Governo do Estado à Caixa Econômica Federal foi autorizado pela Assembleia Legislativa. A votação aconteceu durante a sessão plenária desta quinta-feira (21). Os deputados aprovaram à unanimidade a mensagem 140/2017. Outra matéria também aprovada por todos os deputados foi a mensagem 137/2017, alterando a lei 9.626 de 2012, que previa obras exclusivamente para a Avenida Engenheiro Roberto Freire.

Plenário à unanimidade (Foto: AL)

A alteração na lei irá permitir que os recursos da ordem de R$ 234,8 milhões possam ser aplicados em mobilidade urbana, saneamento básico e projetos de infraestrutura turística para os municípios de Natal, Macaíba, Parnamirim, Extremoz e São Gonçalo do Amarante. Uma dessas obras é a reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal.

Polícia Civil

Originalmente, estavam previstos cerca de R$ 11,5 milhões para a área de Segurança e foi ampliado para R$ 50 milhões. Desse valor, R$10 milhões serão destinados à Polícia Civil, garantidos por emenda parlamentar.

Na discussão das matérias, o líder governista, deputado Dison Lisboa (PSD) defendeu a necessidade dos recursos para ampliar a capacidade de investimento do Governo.

“Os recursos serão usados na saúde, rodovias, amortização da dívida, saneamento básico e segurança. Foi uma atitude extremamente louvável ampliar os recursos para a Segurança. E o mais importante aqui é o objetivo do governo em pagar uma folha de pagamento, desafogando a fonte 100, responsável pelo custeio da máquina administrativa”, afirmou Dison.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
domingo - 19/04/2015 - 11:51h

Sistema de transporte público – um problema crônico

Por Gutemberg Dias

Fazer uma discussão sobre o problema do Sistema de Transporte Público em Mossoró se faz necessário, antes de mais nada, entender a dinâmica socioeconômica do município e os programas de desenvolvimento da malha urbana.

Mossoró economicamente tem sua maior expansão econômica e demográfica a partir da década de 1970 e, principalmente, logo após o início operacional das atividades de exploração petrolífera na década de 1980, quando há um crescimento natural nos fluxos migratórios e aquecimento econômico.

Nesse período os deslocamentos ainda estavam restritos ao perímetro central, onde o fluxo de pessoas acontecia com certa facilidade devido as pequenas distâncias a serem vencidas, ou seja, nesse período a mobilidade urbana poderia ser considerada satisfatória.

Porém, com o crescimento da mancha urbana patrocinado, em parte, pelo desenvolvimento econômico e pelos programas de habitação dos governos, bairros passaram a ser criados perifericamente ao núcleo central urbano e, com isso, as distâncias passaram a ser maiores, já sinalizando a necessidade de se pensar estratégias que garantisse ou facilitasse o deslocamento coletivo para esses novos territórios.

Com a expansão do tecido urbano as distancias aumentaram de forma gradativa e a necessidade de deslocamento passou a ser um problema para a massa de povo que aos poucos eram deslocadas para os bairros periféricos. Essa expansão não foi acompanhada da infraestrutura necessária no tocante ao transporte público e, naturalmente, a própria malha viária urbana foi sendo criada sem o planejamento necessário a devida implantação de políticas de transporte público coletivo.

É notório que os problemas advém de longa data e a atual administração apenas faz o favor de manter ele vivo, já que ações efetivas não são tomadas para sanar as deficiências e garantir um perfeito funcionamento do sistema que deveria responder majoritariamente pelo maior fluxo de deslocamento da população.

É sabido que apenas investir no sistema de transporte público não é a solução e, diante disso, a gestão municipal precisa fazer uma leitura ampla do problema, não se restringindo apenas a querer colocar ônibus nas ruas. Claro que essa é uma solução urgente, porém paliativa.

Em 2009, se não estiver errado, a cidade era atendida por 13 linhas que cobriam cerca de 64% da demanda do município. Saliento que esses dados são da própria prefeitura em documento que trata da mobilidade urbana no governo da ex-prefeita Fafá Rosado. Mas, acredito que na atualidade esses números são menores, principalmente, no que tange à cobertura.

Um dado do Ipea (2012) que merece ser trazido a essa discussão, mostra que em cidades acima de 60 mil habitantes no Brasil, cerca de 38% dos percursos são feitos a pé. O mais interessante disso é que esse alto índice de percursos a pé não está relacionado apenas ao problema da falta do transporte, ou seja, uma grande parte é em função do preço da tarifa.

Nesse sentido a gestão municipal em Mossoró precisa de imediato garantir uma frota suficiente na rua, mas, também, precisa se ater aos demais problemas associados ao sistema que degradam a qualidade, como a questão da tarifa, a regulação melhor de seu espaço urbano (rever a expansão horizontal), o reordenamento dos percursos, reestrutura dos corredores (vias) de acesso e, também, a regulação de veículos em áreas centrais.

Quanto a esse último ponto, a questão dos veículos, nada será resolvido se a gestão municipal não criar mecanismos eficazes para inibir o uso de veículos próprios, principalmente, no centro da cidade. Dessa forma, a criação da Zona Azul é uma ferramenta imprescindível na reestruturação do Sistema de Transporte Público, salientando que toda sua arrecadação deve ser utilizada única e exclusivamente para financiar a melhoria do sistema como um todo.

Num contexto geral, se nada for feito e se não houver um entendimento sistêmico do problema, com o crescimento populacional e, principalmente, devido a expansão da mancha urbana, Mossoró estará fadada a ser uma cidade com gigantescos (hoje são grandes) problemas no tocante a mobilidade urbana no futuro próximo.

As soluções existem e a cada ano que se passa mais caro fica para o cidadão.

Gutemberg Dias é empresário, geógrafo e mestre em Recursos Naturais

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Categoria(s): Artigo
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terça-feira - 25/11/2014 - 23:36h
Mossoró sem jeito

Prioridades que perdem para a praga dos “pardais”

Falta de estacionamento, corredores de fluidez de carros, pavimentação e transporte público devem ser prioridades no trânsito de Mossoró.

Multar, não.

Sem planejamento macro, um mal antigo no poder público de Mossoró, que nem costuma planejar, tudo fica mais difícil.

“Pardal” vira praga.

Punir, parece educativo, pois ensina pelo custo do erro.

Mas erro maior é e continuará sendo não educar.

Uma perguntinha imprescindível: quando serão concluídos os viadutos do Complexo Viário da Abolição e os sistemas vinculados a eles, que hoje estão “ornamentados” com manilhas de concreto?

Até quando Mossoró testemunhará e aceitará passivamente essa e outras aberrações relacionadas à obra que consumiu mais de R$ 72 milhões?

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Categoria(s): Administração Pública
quinta-feira - 13/03/2014 - 17:36h
Atlântida dos Trópicos

Natal se transforma numa cidade submersa

Venda de canoa, jet-ski, lancha, pés-de-borracha e escafandro sobem em Natal.

A ex-Cidade do Sol, hoje Atlântida dos Trópicos, está submersa devido chuvas nos últimos dias.

Carros flutuam ou adernam em ruas e avenidas; comércios e áreas residenciais são tomadas pelas águas.

Projeto de “Mobilidade Urbana” de Natal deve prever, claro, vias subaquáticas, além de raias para natação e aquaplanagem.

Que coisa!

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