Tem notícia mais enfadonha do que as que são relacionadas a condenações impostas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE)? Diga aí, ‘mano’!
Particularmente, não costumo noticiar nada sobre condenações, porque não gosto de concorrer à enganação da massa-gente, contribuindo à formação de uma nuvem de fumaça, à pirotecnia.
TCE condena prefeito, TCE condena ex-presidente de câmara, TCE condena ex-prefeito e ao final não acontece nada.
Os cofres públicos continuam sendo surrupiados.
E o próprio TCE não é uma ilha de hombridade.
Nos últimos meses, o seu maior destaque foi como “moeda de troca” envolvendo a sucessão municipal de Mossoró. A arrumação só não se concretizou por uma série de fatores externos e alheios à vontade dessa corte técnica.
Enquanto a formação dos TCE´s continuar ocorrendo por critérios políticos e não realmente técnicos, não se pode esperar muito desses órgãos que, em tese, são muito importantes.
Nota do Blog – Mas nem tudo é notícia ruim pelas bandas do TCE. A lista com nomes de agentes públicos que teriam avançado indevidamente no erário, é um sopro de esperança. Tem ajudado a limpar um pouco a ‘área’.
Mas chegaremos à excelência, quando concurso público para especialistas em direito econômico, direito administrativo, economia, ciências contábeis etc. viabilizar a formação do colegiado do TCE. Gente que chegue por seus próprios méritos a essa corte, com obrigações de análises eminentemente técnicas e não sob contornos politiqueiros, de compadrio e outras razões periféricas.






















