quinta-feira - 16/06/2016 - 16:44h
Cargos e verba indenizatória

Assembleia diz que Marcco comete equívocos em sua nota

A Assembleia Legislativa reagiu a nota pública divulgada hoje pelo Movimento Articulado de Combate à Corrupção do Rio Grande do Norte (MARCCO).

Esse colegiado que reúne vários órgãos técnicos e de fiscalização da coisa pública, denunciou aumento de cargos e de custos da Assembleia Legislativa, antecipando pedido de fiscalização desses atos (veja AQUI).

Deputados emitiram nota agora à tarde com números contestando Marcco (Foto: Eduardo Maia)

Segundo resposta da Assembleia Legislativa, há equívocos do Marcco. Veja abaixo:

A propósito da nota à sociedade enviada pelo Movimento Articulado de Combate à Corrupção no Rio Grande do Norte (MARCCO) nesta quinta-feira (16), a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte recebe com estranheza os dados apontados pela instituição.

Antes de detalhar, é necessário esclarecer que o Plenário da Assembleia Legislativa através da Resolução 33/2016, extingue serviços de estágios, monitoria e serviços de caráter transitório. A resolução é um prosseguimento das ações do Planejamento Estratégico e economicidade de despesas. A medida adequa os procedimentos da verba indenizatória de custeio do exercício da atividade parlamentar, assessoramento legislativo e político dos deputados da Assembleia Legislativa à Câmara dos Deputados.

Dessa forma, a Assembleia esclarece os seguintes pontos:

1)Ao contrário do propagado pelo MARCCO, a verba indenizatória conforme o artigo 3 da resolução 33 saiu de R$ 24.057,90 para R$ 33.930,50. Com a mudança normatiza-se, alinha-se e adequa-se as atividades de gabinete da Assembleia Legislativa ao que ocorre na Câmara dos Deputados, em termos legais e administrativos. A Assembleia ressalta ainda que a rubrica da verba de gabinete dos deputados estaduais não tem aumento desde 2009, ou seja, há 7 anos.

2 e 3) No artigo 13 da resolução 33 são extintas e vedadas todas as despesas com serviços prestados por pessoas físicas como estagiários ou monitores, bem como aqueles com atividades de assessoramento de caráter transitórios  nos gabinetes (contabilizado no elemento de despesa 3.3.90.36 – outros serviços de terceiros pessoa física). Tais atividades eram ocupadas por 480 pessoas que prestavam serviços de pessoas físicas para os deputados, ao custo de R$ 720 mil por mês. Portanto, a Assembleia afirma que com a edição da resolução NÃO HÁ NENHUM AUMENTO DE DESPESA NA CASA LEGISLATIVA e discorda o valor e o percentual apontado pelo MARCCO.

4) Sobre os dados do índice da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em relação ao gasto pessoal, a Assembleia Legislativa esclarece que: em dezembro de 2014 o índice da LRF era de 2,25; em abril de 2015 houve a redução para 2,24; em agosto, o valor foi reduzido ainda mais para 2,22. Em dezembro de 2015, o valor da LRF foi para 2,30. Este ano, em abril de 2016 caiu para 2,27 e a estimativa para o mês de maio é que a LRF fique em 2,26 na Assembleia Legislativa, dentro do limite prudencial que é de 2,26 e do limite legal que é de 2,38, contrastando mais uma vez com os dados apresentados pelo MARCCO.

5) As nomeações dos cargos em comissão de Secretariado Parlamentar estão sendo publicadas nos boletins eletrônicos da Assembleia Legislativa em conformidade com a resolução 033 e garantem transparência aos atos administrativos.

Diante dos fatos verdadeiros apresentados nesta nota, o Poder Legislativo discorda do posicionamento do MARCCO pela divulgação dos dados incorretos e expostos à sociedade. A Assembleia reafirma que esta gestão sempre esteve aberta a prestar qualquer tipo de esclarecimento seja ao MARCCO ou a outra instituição, ao mesmo tempo em que ressalta que o Poder Legislativo não foi procurado pelo Movimento em relação aos dados apresentados a sociedade. A atitude do MARCCO ao invés de esclarecer, confunde e provoca a desinformação da opinião pública em relação ao Poder Legislativo.

A Assembleia confia na verdade dos fatos e no esclarecimento dos dados sobre os atos administrativos.

Palácio José Augusto
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte

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quinta-feira - 16/06/2016 - 14:29h
Decisão

Marcco vai cobra fiscalização de atos da Assembleia Legislativa

O Movimento Articulado de Combate à Corrupção do Rio Grande do Norte (MARCCO) emitiu hoje nota questionando a Assembleia Legislativa, quanto à criação de novos cargos e aumento de verba indenizatória.

“Pelo ato mencionado, o Legislativo do Rio Grande do Norte aumentou a verba indenizatória para o exercício do mandato parlamentar (popularmente conhecida como “verba de gabinete”), de R$ 24.057,901 para R$ 60.686,602, o que representa uma majoração de aproximadamente 152%”, diz a nota.

“Além disso, o ato da Assembleia Legislativa criou até 72 cargos de provimento em comissão, com remuneração global de R$642.146,40 mensais (considerados os 24 gabinetes de Deputados Estaduais)”, acrescenta.

Gastos adicionais

O Marcco afirma que “todos esses aumentos representam, para os cofres públicos estaduais, gastos adicionais de aproximadamente R$ 10.549.065,60/ano (novamente, considerados os 24 gabinetes de Deputados Estaduais)”.

Segundo levantamento desse colegiado, “houve aumento exponencial dos gastos públicos na Casa Legislativa, situação oposta à que vem sendo divulgada pela Assembleia.

“Por essas razões, o Marcco representará ao Procurador-Geral de Justiça e ao Procurador-Geral do Ministério Público de Contas para que esses órgãos ministeriais apurem a eventual prática de infrações penais, de atos de improbidade administrativa e de quaisquer outros atos ilícitos praticados na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte”, anuncia.

Integram o MARCCO/RN as seguintes instituições públicas e privadas: Associação de Magistrados do RN; Associação do Ministério Público do RN; Associação dos Juízes Federais do 5 Conforme o art. 52, IV, da Constituição da República, aplicável, por simetria, às Assembleias Legislativas: IV – dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços, e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias; (Redação da EC 19/98) 6 Código Penal: Ordenação de despesa não autorizada Art. 359-D. Ordenar despesa não autorizada por lei: Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. RN; Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho no RN; Associação Nacional dos Auditores Federais de Controle Interno; Controladoria Geral do Município de Natal; Controladoria-Geral da União no RN; Delegacia da Receita Federal do Brasil em Mossoró; Delegacia da Receita Federal do Brasil em Natal; Ministério Público do Estado do RN; Ministério Público do Trabalho/PRT 21a Região; Ministério Público Federal /PRRN; Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas do Estado do RN; Ordem dos Advogados do Brasil/Seccional RN; Procuradoria da Fazenda Nacional/RN; Procuradoria da União no RN; Procuradoria Federal no RN; Secretaria de Estado da Tributação do RN; Superintendência da Polícia Federal no RN; Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no RN; Superintendência do Patrimônio da União no RN; Superintendência da Agência Brasileira de Inteligência no RN; Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no RN; Tribunal de Contas da União/Secex-RN; Tribunal de Contas do Estado do RN; União dos Auditores Federais de Controle Externo no RN; Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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terça-feira - 29/09/2015 - 20:39h
Hoje

Desembargadores recebem apoio devido nota do Marcco

A sessão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), na manhã desta terça-feira, 29, foi aberta com uma ‘moção de solidariedade’, da desembargadora Maria Zeneide Bezerra, direcionada aos desembargadores Virgílio Macêdo Júnior. e Cornélio Alves, os quais foram alvos de notas publicadas em blogs e redes sociais e pelo Movimento Articulado de Combate à Corrupção (Marcco), que teriam atingido a dignidade dos dois integrantes da Corte potiguar.

Assunto foi levantado em Câmara Criminal (Foto: TJRN)

A crítica, construída pela imprensa e pela entidade, foi direcionada à decisão que suspendeu os processo judiciais e procedimentos investigativos relacionados à Operação “Dama de Espadas”.

Segundo a desembargadora que abriu a moção e preside o órgão julgador criminal, as declarações publicadas foram além da liberdade de expressão, pois não foram feitas com responsabilidade.

“Existe todo um ordenamento jurídico, para os quais os autores das notas podem recorrer, mas não fazer algo que atinge ao cidadão. Os dois desembargadores são excelente magistrados e cumpridores da lei”, reforça a desembargadora, que foi seguida pelos demais integrantes da Câmara, o desembargador Gilson Barbosa, os juízes convocados Ricardo Procópio e Virgínia Marques.

Equívocos

A Procuradora de justiça, Tereza Cristina Cabral, bem como representantes da OAB, também acataram a moção de solidariedade. “O Marcco, por exemplo, trata-se de um movimento importante, mas, acredito que aconteceram equívocos na redação das notas”, enfatiza a procuradora.

O advogado José Maria Rodrigues, da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Currais Novos, se pronunciou em favor da moção. Para é possível vislumbrar nas notas, uma visão de defensores de um processo penal mínimo. E destacou que enquanto várias instituições tem trabalhado para a consolidação do Estado Democrático de Direito no país, há setores que não admitem que suas teses sejam contrariadas.

Legalidade

Ao se somar à moção, José Maria, salientou que o “guardião maior do Estado Democrático de Direito é o Judiciário, guardião também da Legalidade, pois é preciso respeitar as instituições, as pessoas e as suas biografias”.

A decisão criticada se refere aos Autos de Reclamação nº 2015015014-3, que definiu a suspensão dos processo de investigação a respeito da operação Dama de Espadas, a fim de se evitar uma nulidade processual. A suspensão é em caráter temporário. E a decisão final sobre a questão será tomada pela Corte Estadual de Justiça.

Veja AQUI a nota do Marcco.

A Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) também questionou a decisão (veja AQUI).

Veja AQUI a decisão que motivou essa situação.

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sexta-feira - 12/12/2014 - 05:54h
Em Natal

Robinson reafirma compromisso contra a corrupção

O governador eleito, Robinson Faria (PSD), assinou na tarde desta quinta-feira (11) Termo de Compromisso para só nomear autoridades ficha limpa para sua equipe de governo. Conforme ressaltou em seu discurso, Robinson já havia firmado esse compromisso na campanha, que hoje foi oficializado durante o evento do Dia Internacional de Combate à Corrupção, na sede da OAB/RN.

Governador assinou documento (Foto: divulgação)

O evento foi realizado pelo Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO), Controladoria Geral da União (CGU) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). No evento, o governador eleito também assinou Termo de Adesão ao Brasil Transparente, da CGU.

“Isso representa o que eu preguei na minha campanha, um governo de transparência, um governo que terá a sociedade civil organizada acompanhando. O Marcco é uma reunião de órgãos de controle fundamentais para a transparência, para fiscalizar o dinheiro público e eu mesmo vou querer estreitar essa parceria com o Marcco”, afirmou Robinson.

“Pretendo me reunir com a CGU, com os promotores do Patrimônio Público, ouvir sugestões, aperfeiçoar a questão da transparência. O segredo de combater a corrupção é dar transparência, por isso, vamos centralizar as centrais de compras, vamos fiscalizar as licitações e terão um monitoramento que eu mesmo vou pedir aos órgãos de controle e ao Marcco”, finalizou o governador eleito.

Participaram do evento o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, o coordenador do Marcco, Carlos José Cavalcanti Lima, o chefe da CGU/RN, Roberto Vieira Medeiros, o presidente da OAB/RN, Sérgio Freire, além de advogados, promotores e convidados.

 

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terça-feira - 29/04/2014 - 14:59h
Momento delicado

Pedido de impeachment de Rosalba Ciarlini é lido em AL

O pedido de impeachment contra a governadora Rosalba Ciarlini Rosado (DEM) foi lido pela Mesa Diretora da ALRN na sessão desta terça-feira (29). O processo foi protocolado na semana passada e entregue por representantes do Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN) e solicita-se, ainda, o afastamento imediato da governadora das funções.

O pedido de Impeachment entregue à ALRN denuncia a governadora pelos seguintes crimes de responsabilidade: Uso de bens e serviços públicos do Estado para promover a campanha política nas Eleições Municipais em Mossoró/RN no ano de 2012, promovendo o impedimento ao livre exercício do voto pelos cidadãos mossoroenses; Atos de improbidade administrativa imputados pelo Ministério Público Estadual; e Transporte de verbas do orçamento sem autorização legal, através da suplementação acima do limite legal permitido pela LOA 2012 e da transferência de recursos constitucionalmente vinculados à educação para pagamento de pessoal inativo.

Os representantes do MARCCO ainda denunciam a chefe do Executivo por afronta às regras de competências constitucionais que asseguram a independência entre os Poderes e órgãos com autonomia financeira (LOA 2013 e LOA 2014), através da decisão política de não repassar integralmente os valores dos orçamentos dos Poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e do Tribunal de Contas, manipulando dados financeiros para uma readequação orçamentária decorrente de frustração de receita inexistente (corte orçamentário arbitrário por ato governamental ilegal em 2013 e ausência de qualquer ato em 2014;  e descumprimento generalizado das decisões do Poder Judiciário em todas as áreas de Governo. Pelo menos 26 ações descumpridas.

Segue o passo a passo do processo de impedimento:

1 – Leitura em plenário do pedido protocolado na Assembleia Legislativa e remessa à CCJ
2 – CCJ analisa a admissibilidade formal, verificando se há legitimidade dos proponentes e se atendem aos requisitos legais, se os fatos citados constituem objeto de investigação no âmbito do Legislativo e se as partes citadas são passíveis de serem responsabilizadas.
3 – Processo segue para o plenário para deliberação final sobre a admissibilidade ou não do pedido.
4 – Não sendo acatado, o processo de impeachment é arquivado. Caso seja admitida a denúncia pelo plenário, a Mesa Diretora emite ato para que seja criada uma comissão especial formada por cinco deputados estaduais eleitos. Paralelamente, cópia do processo é remetida ao Tribunal de Justiça do Estado. O TJRN sorteia cinco desembargadores.
5 – É instalado o Tribunal Especial, presidido pelo presidente do TJRN, e formado pelos cinco deputados e cinco desembargadores. Este tribunal vai analisar o mérito da denúncia.
6 – O afastamento, caso seja necessário, se dará por votação do Tribunal Especial e aprovação de dois terços de seus membros.

Com informações da AL.

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quarta-feira - 23/04/2014 - 14:54h
Governo do Estado

Marcco pedirá impeachment de Rosalba Ciarlini

Revista Bzzz e Marcco

Pela segunda vez, a Assembleia Legislativa do RN receberá o pedido de impeachment da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Desta vez, a iniciativa é do Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN), que agendou a apresentação formal do pedido para esta quinta-feira (24), às 10h.

Em nota enviada à imprensa, o movimento explica que irá pedir também o afastamento imediato da chefe do Executivo estadual. A justificativa citou exemplos dos problemas que foram considerados para o pedido.

“São problemas recorrentes noticiados diariamente na imprensa local: falta de atendimento médico aos pacientes SUS; péssima qualidade da água servida às populações do interior do Estado; falta de vagas e interdição da quase totalidade dos estabelecimentos socioeducativos; e incremento significativo da criminalidade urbana e da taxa de homicídios no Estado”, diz a nota.

Por fim, há a explicação de que o pedido tem como base a prática de crimes de responsabilidade previstos na Lei nº 1.079/50, que seriam, segundo o Marcco, motivos suficientes para que fosse determinado o impeachment de Rosalba.

Em novembro de 2013, a ALRN recebeu outro pedido de impeachment contra a governadora, feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde) e assinado também pelos vereadores de Natal Amanda Gurgel (PSTU) e Sandro Pimentel (PSOL).

Na oportunidade, o documento não seguiu o trâmite, uma vez que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa votou pelo não recebimento por considerá-lo inconstitucional.

Nota do Blog – Sinceramente, sinceramente… é pouco provável que o pedido avance e resulte no afastamento da governadora.

Não há interesse político da maioria da Casa, devido os estragos que isso promoveria no processo sucessório estadual.

Além disso, o próprio lengalenga burocrático tende a arrastar processo dessa natureza por meses.

Estamos no final da gestão. O fim já chegou.

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segunda-feira - 31/03/2014 - 07:04h
Juízes

Movimento pede eleições diretas nos tribunais de justiça

Hoje (Segunda-feira, 31 de março), acontece o lançamento da campanha, em todo o País, onde os juízes vão pedir eleições diretas na escolha de presidentes e vice-presidentes de Tribunais brasileiros.

O ato em Natal, será às 16 horas na sala da presidência do Tribunal de Justiça do RN (TJRN).

A presidente da Associação dos Magistrados do RN (AMARN), juíza Hadja Rayanne de Holanda Alencar, entregará ao presidente do TJRN desembargador Aderson Silvino um requerimento pedindo a alteração do regimento interno dessa corte, visando as eleições diretas.

O momento é histórico e lembrará ainda os 50 anos do Golpe Militar.

Nesse contexto, o Movimento Articulado de combate à Corrupção (MARCCO) emitiu nota técnica em apoio ao ato de amanhã, reforçando essa luta conjunta dos magistrados de todo o Brasil.

Nota do Blog – Excelente iniciativa.

O processo de formação de nossos tribunais é pernicioso, claramente viciado, e nitidamente politiqueiro.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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