sábado - 31/08/2019 - 15:32h
Ceará

Ex-governador palestra na Jornada Cultural do Museu do Sertão

Mota: literatura (Foto: Web)

Quem está em Mossoró nesse fim de semana é o ex-governador cearense (1983/1987) e ex-deputado federal Gonzaga Mota (PSDB).

Ele participa de programação no Museu do Sertão, zona rural de Mossoró, que tem como mentor o professor, escritor e ex-diretor da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM, hoje Ufersa), Benedito Vasconcelos Mendes.

Jornada Cultural do Museu do Sertão é o evento em que Mota figura como palestrante, ele que também é professor e escritor, com aposta num viés cultural em sua Livraria Escritores do Ceará.

Outros escritores, intelectuais e vetores da cultura regional também integram a programação.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 30/08/2018 - 13:17h
Museu do Sertão

Feira de Livros de Autores Mossoroenses será sábado

Autores locais estiveram reunidos (Foto: divulgação)

A I Feira de Livros de Autores Mossoroenses ocorrerá de 8 às 12 horas do próximo dia 1º de setembro (sábado próximo), no Museu do Sertão, por ocasião da XIII Jornada Cultural do Museu do Sertão.

A I Feira de Livros de Autores Mossoroenses está sendo organizada pelo Museu do Sertão, em parceria com a Academia Mossoroense de Artistas Plásticos (AMARP).

Mais informações sobre a referida feira de livros poderão ser solicitadas ao Museu do Sertão pelo WhatsApp 84 99972-2139 ou a Amarp, pelo telefone 84 9 8702-6123.

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Categoria(s): Cultura
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quinta-feira - 06/04/2017 - 10:46h
Abandono

“Coleção Mossoroense” retrata face real da “Capital da Cultura”

Por Caio César Muniz

Conheci a Fundação Vingt-un Rosado um ano após a sua criação. Fui levado por Cid Augusto para iniciar o processo de publicação do meu primeiro livro. Naquele ano também surgiriam para a nossa literatura os poetas Marcos Ferreira e Genildo Costa, Cid Augusto já estava na seara, já era gente grande.

Em 1999 fui procurado por Vingt-un Rosado para digitar UM livro, depois, sem uma conversa prévia, digitei dois, três, mil livros… Me tornei um auxiliar próximo de Vingt-un. Que sorte a minha! Não pelo emprego, mas pela oportunidade da convivência. De 1999 a 2005 tive um aprendizado sem igual.

Acervo da "Coleção Mossoroense", um trabalho de muitas décadas, virou amontoado de papel e caixas (Foto: Caio César Muniz)

O dinheiro da Fundação vinha de pequeno convênio quase permanente com a Prefeitura Municipal de Mossoró. Nos tempos de Vingt-un ele comprava de papel, de insumos gráficos, depois, com a necessidade de sairmos do ambiente familiar da casa de Vingt-un e ocuparmos um espaço mais neutro, este pequeno convênio servia para pagar o custeio da Fundação: (aluguel, água, luz, telefone, funcionários).

Nunca foi pago em dia, mas saía. Firmamos convênios paralelos, mas específicos para fins de publicação, não podiam ser aplicado e outros fins.

Desde o final do último mandato da prefeita Fafá Rosado (PMDB) a coisa começou a ganhar conotações catastróficas. Os atrasos se tornaram muito grandes e as renovações não aconteceram. Também foram ignorados por Cláudia Regina (DEM) e por Francisco José Júnior (PSD).

Com isto, há cerca de quatro anos, a coisa se tornou insustentável. Era preciso Reduzir custos ao máximo e a Fundação deixou uma sede ampla e acolhedora para ganhar rumos incertos.

Uma organização do acervo, realizado por professores e alunos do curso de História da UERN, foi por água abaixo. Três ano de trabalho e recursos jogados fora.

Aquela mudança dividiu o acervo: uma parte para o Museu do Sertão, na comunidade de Alagoinha, mal acondicionado, empilhado, exposto à umidade e poeira. Outra parte foi para uma residência em um bairro de Mossoró.

Nestas mudanças, sem pessoas qualificadas para tal, só Deus sabe o quanto foi perdido de obras raras da biblioteca particular de Vingt-un, de documentos, de obras da Coleção.

No final do mandato de Francisco José Júnior, para dar uma resposta, mesmo que rasa e paliativa, os acervos foram novamente transferidos de ambiente, agora para o piso superior do Museu Lauro da Escóssia.

Empilhado, empoeirado, sem acesso ao público. Novamente imagine-se no quanto se perdeu do acervo pela má condução.

Nós, os funcionários, fomos dispensados, não havia mais como arcar com a bola de neve que estava se tornando o atraso de salários. A gráfica foi desativada.

Há de se ressaltar aqui o empenho do diretor-executivo Dix-sept Rosado Sobrinho. Somos testemunha do seu esforço, até aqui em vão para erguer a Fundação.

Retirou do seu próprio bolso, comprometendo inclusive seu patrimônio pessoal, recursos consideráveis até aqui.

Agora o acervo faz a sua quarta mudança de local. Vai para a Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte. Confio na inteligência e experiência de pessoas como Eriberto Monteiro e Maurílio Carneiro, além de Raniele Costa,que continua realizando o seu trabalho junto à Fundação.

Acho que, enquanto a Fundação Vingt-un Rosado não tiver uma sede própria, ela não estará segura. Assim, mesmo sem apoios financeiros, ela estará guardada em definitivo em local apropriado.

Aos chefes da política e da da cultura de Mossoró, só um pedido: não deixem este patrimônio se perder (mais ainda), tenham sensibilidade para com o nosso passado para que tenhamos um futuro mais digno.

PS: Hoje (06 de abril) a Fundação Vingt-un Rosado completa 22 anos. Em sua história, nada, nunca foi fácil, mas agora está muito, mas muito pior.

Nota do Blog – Em Mossoró, há a disseminação errônea de que vivemos numa “Capital da Cultura”. O epiteto não lhe cabe. É outra falácia, outra mentira deslavada que faz parte da construção de um imaginário de poder, carregado de personalismo politiqueiro.

Na verdade, Mossoró é cemitério da cultura. Os casos se multiplicam, com destruição do seu corredor cultural arquitetônico – também por muitos Rosado, que se apresentam em propaganda como seus guardiões.

E tudo pode ficar ainda pior, pois a prioridade é a “política de eventos”, para parecer que se faz cultura e continuar mitificando gente que entende e gosta de cultura, tanto quanto eu de física nuclear.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Artigo / Cultura
segunda-feira - 28/11/2016 - 20:52h
Novembro e Dezembro

Natal e Mossoró sediarão Seminário Internacional de Cultura

Idealizado pela União Brasileira de Escritores (UBE-RJ) e organizado em conjunto com várias academias e entidades culturais do Rio Grande do Norte, as cidades de Natal e Mossoró sediarão o “II Seminário Internacional Encontro das Américas: Literatura, Arte e Cultura em terras Potiguares”.

Em Natal, o evento ocorrerá de 30 de novembro a 3 de dezembro e em Mossoró de 3 a 7 de dezembro próximos.

Em Natal, o evento será realizado na Academia Norte-Rio-Grandense de Letras-ANRL, Pinacoteca do Estado, entre outros e, em Mossoró, na TV a Cabo de Mossoró-TCM, na Faculdade Diocesano de Mossoró, na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e no Museu do Sertão, dentre outros espaços culturais da cidade.

O evento tem como objetivo geral propiciar a integração e o intercâmbio de escritores e poetas do Nordeste com todas as demais regiões Brasileiras e países das Américas. Ainda, fomentar o debate sobre temas sócio-históricos, culturais e contemporâneos, enquanto busca estimular a produção literária de consagrados e de novos autores.

Debates

Na ocasião, serão realizados debates e palestras, programação histórico-cultural, com a participação de intelectuais, escritores e artistas potiguares, das demais regiões do Brasil e de países das Américas, bem como lançamentos de diversos livros, de produções individuais e coletivos, dentre eles, a Coletânea Literária II Seminário Internacional Encontro das Américas: Literatura, Arte e Cultura em terras potiguares e Antologia Literária Feminina Potiguar.

As inscrições serão feitas nos locais do evento, de forma gratuita, mas aceita-se a doação de um 1kg de alimento não perecível para doar às instituições de caridade locais. Os participantes receberão certificado de participação.

A programação completa do evento se encontra publicada no Portal do Jornal Sem Fronteiras (veja AQUI).

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Categoria(s): Cultura
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