“A glória é fugaz, mas a obscuridade é eterna.”
Napoleão Bonaparte
Jornalismo com Opinião
“A glória é fugaz, mas a obscuridade é eterna.”
Napoleão Bonaparte
“Os sábios são os que mais buscam a sabedoria. Os tolos pensam tê-la encontrado.”
Napoleão Bonaparte
“A vitória pertence ao mais perseverante.”
Napoleão Bonaparte
Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler foram derrotados pelo “General Inverno”, expressão consagrada na antiga Rússia, que traduz a força avassaladora da temporada invernosa no vasto território dos czares e dos ditadores comunistas.
Cada um em seu tempo, séculos XIX e XX, começou a perder campanhas militares gigantescas na teimosia e na autossuficiência.
Foram devorados pelo ego, sejamos claros.
O General Inverno vive em todos nós, precisando ser respeitado e administrado.
“Nada é mais difícil e, portanto, tão precioso, do que ser capaz de decidir.”
Napoleão Bonaparte
“Os homens são sempre contra a razão, quando a razão é contra eles.”
Napoleão Bonaparte
Digo há meses, muitos meses, bote anos até, que o presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), não será candidato a governador em 2022.
Ezequiel é uma das maiores inteligências da política contemporânea estadual, sobrevivente do expurgo eleitoral ocorrido nas urnas em 2018.
Tem juízo.
Não age por impulso ou qualquer tipo de açodamento; por ódio ou paixão.
Move-se por aquilo que Napoleão Bonaparte definia como forças que fazem qualquer homem sair da inércia: o interesse e o medo.
Portanto, dobro a aposta: Ezequiel não será candidato a governador.
Anote, por favor.
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“Um líder é um vendedor de esperança.”
Napoleão Bonaparte
“Jamais interrompa um adversário quando ele estiver cometendo um erro”.
(Napoleão Bonaparte)
Recomendação atual nesses tempos de guerra tóxica.
Alguns vão desabando em queda livre, dia após dia, sem que seja preciso qualquer empurrão.
Até chegar o fim.
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Em nossa capital, onde vivo parcialmente, discute-se o poder de transferência de votos do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).
Que tem voto, tem. Quem duvida?
Qualquer resmungo em contrário, basta olhar a planilha de votação das eleições ao governo estadual ano passado, quando venceu em Natal com boa maioria nos dois turnos. Foram 70.478 no primeiro e 90.064 de vantagem no segundo, sobre a governadora eleita Fátima Bezerra (PT).
Porém transferir para outrem, alguém à sua escolha para governar Natal, não é um fenômeno simples.
Muda, muda tudo. Ou muda muito, digamos.
Candidato ele não poderá ser. Porém tende a influir no pleito no papel de apoiador, numa medida em que nenhuma régua consegue ser precisa para dimensionar a elasticidade dessa força no palanque e nas urnas.
É imprescindível que haja, por exemplo, o mínimo de identidade entre apoiador e apoiado, um pingo de afinação. Transferência de votos é como transfusão de sangue: tem que existir compatibilidade.
O eleitor parece muito mais atento e indócil do que no passado. E, Carlos Eduardo, não é nenhum líder messiânico ou carismático em Canaã, “a terra prometida”.
A seu modo crítico, o natalense anda muito refratário à ideia de ser massa de manobra e seguir cegamente qualquer voz de comando. É de sua natureza política não querer ser vaquinha nesse presépio.
A capital pode ser esquadrinhada e subdividida entre vários nomes influentes, mas todos são microlíderes, aldeões.
O ex-prefeito pedetista é um dos escassos sobreviventes do concílio de referências políticas de Natal, onde já figuraram Aluízio Alves e Wilma de Faria, por exemplo. Eles fazem parte do passado, de uma Natal que passou também.
“Um líder é um vendedor de esperanças”, definiu Napoleão Bonaparte. Convenhamos: não está fácil transferir votos e esperanças numa embalagem só.
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“Nada é mais difícil, e por isso mais precioso, do que ser capaz de decidir.”
Napoleão Bonaparte
Tem um sentido tragicômico, próprio do “Teatro do Absurdo”, o enredo da suposta retomada de voos comerciais em Mossoró no Aeroporto Dix-sept Rosado. A história não está concluída, mas já produziu disparates que revelam como é fácil manipular a boa-fé de milhares de pessoas com mentiras deslavadas e propaganda fantasiosa.
Seus efeitos colaterais podem ser igualmente catalogados, atingindo em cheio os autores de tanto faz-de-conta. O povo, de novo ludibriado, é um detalhe.
O governador Robinson Faria (PSD) e a prefeita Rosalba Ciarlini (PSD), cada um com seu aparato de divulgação remunerada e “mídia espontânea”, se digladiaram até bem poucos dias no anúncio de paternidade-maternidade de algo que nunca existiu. Ambos, por desconhecimento de causa, orientação equivocada de auxiliares e boa-fé/ma-fé asseguraram o que não podiam oferecer.
Protagonizaram uma versão “aérea” do que podemos definir como outro estelionato político-administrativo. Os dois saem perdendo. Rosalba, mais ainda, principalmente porque sua gestão não tem qualquer responsabilidade legal sobre gestão do aeroporto e o próprio voo. Tentou tirar proveito do feito alheio e se deu mal.
Oportunismo
Desde 2015, seu primeiro ano de governo, que Robinson havia prometido reativar o aeroporto comercialmente e pulverizou informação de que tudo estaria “certo” com a Azul. Rosalba Ciarlini entra nessa trilha por oportunismo, na ânsia de mostrar serviço no inicio de sua gestão.
No dia 4 de janeiro deste ano, Rosalba é orientada e puxa para seu gabinete no Palácio da Resistência, executivos da Azul Linhas Aéreas (veja AQUI). A audiência foi fabricada às pressas e fora da agenda oficial. A delegação tinha encontro em Mossoró apenas com emissários do governo estadual.
Mas sua Comunicação oficial e não oficial espalhou que entrara nas discussões para “garantir” os voos. Sem ela e a prefeitura, nada prosperaria.
Dependeria dela, Rosalba, o sucesso da operação. Em caso de fracasso, claro que se encontraria algum culpado. O governador, por exemplo.
Sua milícia cibernética caprichou na estratégia de repetir a inverdade em escala industrial, para tentar transformá-la numa verdade irrefutável.
Robinson também apostou na guerra da comunicação, mas perdeu feio em volume e projeção.
Vídeo, “Betinha” e Salomé
O desenrolar dos acontecimentos mostrou que a decisão da prefeita foi precipitada e quixotesca, a transformando num mico ambulante. Poderia ter ficado caladinha em seu canto. Levaram-na à ridicularização pública.
O ó do borogodó dessa situação que deveria envergonhar governador e, prefeita, veio mais adiante. O estopim para um duelo midiático, que torpedeou Mossoró e o estado, foi anúncio de que a Azul Linhas Aéreas começaria rota Recife-PE-Mossoró no dia 12 de março (veja AQUI).
A máquina de propaganda rosalbista divulgou vídeo nas redes sociais com diálogo dela com uma interlocutora ao telefone, alcunhada por “Betinha”. Na fala, Rosalba antecipava a ‘sua’ conquista e prometia que em breve a amiga pernambucana estaria voando para Recife. A cena, própria de esquete de programa humorístico de quinta categoria, rendeu vários memes (postagens de humor) na Internet, como um que a remetia ao personagem “Salomé”, do humorista Chico Anysio.
Com o avanço dos dias e semanas, o certo foi ganhando forma de incerto, improvável e impossível. O próprio governador desembarcou em Mossoró em março, para ser mais realista com os fatos (veja AQUI).
Paralelamente, Rosalba passou a ser retirada da cena do “crime”. Nesse ínterim, a ordem era colocar no local as impressões digitais do contendor, o governador Robinson Faria.
Até hoje, o governador é empurrado para assumir o fracasso. Ele é parcialmente culpado, mas é desonesto creditar a ele toda essa pantomima por pura deslealdade.
O caso parece, por seu lado, típico de assessoramento por incapazes e ansiedade para acertar.
Desse episódio lamentável, os seus protagonistas podem tirar valiosas lições. Uma delas, ensinada pelo gênio político-militar Napoleão Bonaparte em duas assertivas:
– Do sublime ao ridículo, não há nada mais do que um passo.
– Nunca interrompa seu inimigo enquanto este estiver cometendo um erro.
À sociedade, resta-lhe ficar mais atenta e ser menos babaquara com promessas de fancaria de políticos que vivem situações administrativas desgastantes. Eles, com raríssimas exceções, sempre precisam de algum tipo de bandeira para dar demonstração de competência, não importando se a verdade seja a sua primeira vítima. Depois, o povo.
Veja AQUI série de matérias que conta fatos recentes envolvendo a retomada dos voos comerciais em Mossoró.
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“A arte de governar consiste em não deixar envelhecer os homens nos seus postos.”
Napoleão Bonaparte
“Os sábios são os que mais buscam a sabedoria. Os tolos pensam tê-la encontrado”.
Napoleão Bonaparte
“A vitória não pertence aos mais fortes, mas sim aos que a perseguem por mais tempo”.
Napoleão Bonaparte
“Não lute demais com um inimigo, ou você vai ensinar a ele toda a sua arte de guerra.”
Napoleão Bonaparte
“A grande arte é mudar durante a batalha. Ai do general que vai para o combate com um esquema.”
Napoleão Bonaparte
“O grande político conhece-se pelo fato de os seus pensamentos viverem depois da sua morte ou da sua derrota.”
Napoleão Bonaparte
Uma blitz.
É assim que vai começar a campanha a prefeito e vice da Coligação Unidos por Mossoró, amanhã (sábado, 12), para as eleições suplementares do dia 4 de maio.
Os candidatos Larissa Rosado (PSB) e Alex Moacir, nomes a prefeito e vice, com sua estrutura e militância, devem ocupar o populoso bairro Santo Antônio entre 8 e 22h, em caminhadas, corpo a corpo e outras atividades de catequese eleitoral.
O Santo Antônio é a região mais populosa de Mossoró, considerada estratégica à vitória eleitoral.
Quem vence a batalha na área, é como se conquistasse sua Waterloo*.
* Batalha de Waterloo (veja AQUI) é a denominação do embate considerado decisivo para derrota do imperador francês Napoleão Bonaparte, durante três dias de junho de 1815, que resultou em sua derrota. As tropas aliadas foram comandadas pelo inglês Duque de Wellington.
A expressão “seu Waterloo”, através dos tempos, se fixou como símbolo de derrota sem reparos na vida de alguém.
O Santo Antônio é esse “teatro de guerra” eleitoral em Mossoró.
“Um líder é um vendedor de esperança.”
Napoleão Bonaparte
“Todo o homem luta com mais bravura pelos seus interesses do que pelos seus direitos.”
Napoleão Bonaparte
“Não lute demais com um inimigo, ou você vai ensinar a ele toda a sua arte de guerra.”
Napoleão Bonaparte


