segunda-feira - 18/09/2023 - 12:20h
Almeida Castro

Pediatras retornam ao trabalho, mas avisam que podem parar de novo

Números de atendimentos no HMAC impressionam e mostram dimensão de seus serviços (Foto: cedida)

Atendimentos no HMAC voltam à plenitude, nos serviços que cabem à Neo Clínica SS (Foto: Arquivo)

A Neo Clínica SS, sociedade de pediatras com atuação em Mossoró, recebeu pagamento parcial de contrato com o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Assim, os seus integrantes resolveram retornar ao trabalho. Mas, “se a situação persistir em 2 semanas, o prazo de atraso ultrapassará 60 dias, o que pode gerar o mesmo problema,” alerta.

Os serviços de UTI Neonatal, UCINco e salas de parto estão em pleno atendimento. Houve crédito referente ao mês de maio na sexta-feira (15). A conta ‘pendurada’ agora é a partir de junho.

Estavam paralisados desde quarta-feira (13) passada – veja AQUI, em face de dívidas que também afetam outras especialidades médicas. Conta do Governo do Estado (veja AQUI) chegou a ser bloqueada, por ser devedor da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), entidade gestora do HMAC.

Em Nota, a Neo Clínica SS detalha a situação, admitindo nova paralisação se não houver atualização do pagamento:

Comunicamos que, embora não tenhamos obtido nenhuma resposta formal sobre possíveis soluções para a regularização dos pagamentos atrasados, da Apamim, na sexta-feira ela quitou a produção médica mais antiga (maio, com 74 dias de atraso). Com isso, o prazo máximo de atraso reduziu-se para 48 dias (junho). Diante desse fato, não poderíamos continuar com a paralisação, pois estaríamos descumprindo o contrato assim como eles fizeram. Portanto, os pediatras retomaram as atividades na sexta-feira. No entanto, entendemos que se a situação persistir em 2 semanas o prazo de atraso ultrapassará 60 dias, o que pode gerar o mesmo problema.

Leia também: O verdadeiro Hospital da Mulher de Mossoró e região.

A Apamim/HMAC está sob intervenção federal desde setembro de 2014.

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Categoria(s): Saúde
quinta-feira - 30/04/2020 - 17:36h
Médicos

Prefeitura de Mossoró e Estado se juntam em dívida milionária

A Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado empilham dívidas com profissionais médicos, em plena pandemia. Os valores somados passam de R$ 4 milhões.A Prefeitura de Mossoró deve os meses de outubro, novembro e dezembro de 2019 aos médicos das Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Genecologia e Obstetrícia (NGO) e Neo Clínica SS (NEO).

Os profissionais receberam os valores referentes aos meses de 2020.

Já o Governo do Estado deve valores referente aos meses dezembro de 2019, janeiro, fevereiro, março e abril de 2020 à empresa Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA), CAM, NGO e à Cooperativa de Fisioterapeutas (COOPERFISIO).

Os médicos não pararam suas atividades até aqui, em face do quadro de pandemia decorrente da Covid-19, o que seria sacramentar a morte de incontáveis pacientes dessa patologia e tantas outras.

Nota do Blog – Não acredite em informação oficial de municipalidade e Estado. Duvide sempre. Quase nada do que é noticiado oficialmente pode ser levado a sério. O realismo fantástico é este. Na verdade, muito pior.

Por outro lado, de se lamentar que boa parcela desses profissionais na próxima campanha esteja integrada a mutirões de atendimentos na periferia, a serviço de seus captores e algozes. É uma espécie de Síndrome de Estocolmo Branca Coletiva (SEBC) – patologia comum ao meio, com muitas exceções – ainda bem.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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