sexta-feira - 11/02/2022 - 16:08h
Confronto

Policiais civis desobedecem decisão judicial e ocupam Governadoria

Membros da Polícia Civil do RN ignoraram decisão judicial (veja AQUI) exarada dia passado, que considerou ilegal paralisação desse segmento funcional do estado, além de determinar seu retorno ao trabalho.

O movimento está mantido, inclusive com ocupação do prédio da Governadoria no Centro Administrativo, em Natal, por vários manifestantes, nessa sexta-feira (11).

A categoria realizou um ato com cruzes e um caixão em volta da Governadoria e, em seguida, resolveu entrar no prédio para esperar alguma resposta – noticia o Sindicato dos Policiados Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (SINPOL/RN).

O outro lado

Já o Governo do RN emitiu nota reiterando interesse em manter diálogo, mas assinalando que “aguarda o cumprimento da decisão judicial”. Veja abaixo:

Nota

O Governo do Estado aguarda o cumprimento de decisão judicial por parte dos servidores da Polícia Civil do Rio Grande do Norte para retorno de suas atividades normais. E reitera a disposição em retomar os diálogos com as categorias, desde que cumpridas as determinações contidas na ação impetrada pelo Ministério Público no Tribunal de Justiça.

Pessoal da Polícia Civil quer dialogar diretamente com a governadora Fátima Bezerra (PT), que até o momento se esquiva de um encontro direto com seus representantes. Eles pedem garantia de manutenção do Adicional por Tempo de Serviço (ADTS) em seus vencimentos, que o MPRN entende como ilegal através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Se houver pronunciamento judicial que acolha a tese da ADI, a Polícia Civil terá redução salarial de 35%.

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Categoria(s): Administração Pública / Segurança Pública/Polícia
sexta-feira - 08/12/2017 - 05:56h
Pobre RN Sem Sorte

‘Reforma’ governista tenta mudar rumo sem mudar essência

Fechado em si, com seus problemas também domésticos, o governador Robinson Faria (PSD) surpreendeu a todos no dia passado. Anunciou de surpresa uma “reforma política e administrativa”.

Segundo ele, “para alinhar a gestão com as novas medidas e com todos os esforços necessários para a sua implementação.”

Horas antes, pela madrugada, mais surpreendente foi sua mulher Julianne Faria (PSD), ao proclamar a própria saída da Secretaria de Estado do Trabalho, Habitação e Ação Social (SETHAS).

A “Nota à População”, publicação oficial do Governo do RN para informar das mudanças, foi um atestado da barafunda em que está metido o governador e seu grupo: um emaranhado de informações e desinformações exposto em texto colegial, com destaque para um “recado” à própria mulher do governador, como se a coisa pública fosse um negócio de família.

De verdade, não houve reforma alguma. Ocorreram remanejamentos de gente de um lado para outro do próprio governo e assunção de peças que pouco devem acrescentar à engrenagem combalida do governo.

Leia também: Julianne sai, pela madrugada, do governo do marido Robinson AQUI;

Leia também: Robinson faz reforma de supetão após saída de Julianne AQUI.

As acomodações revelam racha muito mais familiar do que político, arengas resolvidas por impulso, sem enxergar essência e de fato priorizar o interesse público. O Estado, nota-se, é tratado como “empresa familiar”, por gente que “nasceu em berço de ouro”.

O RN não está imerso nessa crise por acaso e dela não sairá resolvendo pendenga conjugal, diferenças familiares e priorizando projetos eleitoreiros seja lá de quem for.

Pobre RN Sem Sorte!

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
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