quinta-feira - 17/10/2024 - 23:54h
Está escrito

Os “independentes” pedem passagem

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa (segredos do mundo)

Ainda estamos contando a história das eleições de 6 de outubro, a mais de dois meses da posse dos eleitos à próxima legislatura, mas já existem vozes falando em “bloco independente” na Câmara Municipal de Mossoró.

Já vi esse filme antes.

Fita velha, propósitos de sempre.

“A história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa.”

A terceira, a quarta, a quinta…

Está escrito, meu caro Marx.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 14/10/2021 - 23:42h
Mossoró

Sim, é mais do que possível melhorarmos a Câmara Municipal

No dia 15 de novembro do ano passado, a Câmara Municipal de Mossoró passou pela maior renovação de sua história. De um total de 23 assentos disponíveis à Casa, 17 teriam novos nomes.

Em 2016, 13 novos vereadores ganharam lugar nesse poder, porém quando existiam 21 vagas.

A mudança estupenda em números e rostos, também trouxe uma ampla representatividade social, da cidade à zona rural, com os eleitos distribuídos em 14 partidos, sendo o Solidariedade o de maior contingente, com quatro vitoriosos.Respeito - 2

Apenas seis vereadores – Zé Peixeiro (PP), Ricardo de Dodoca (PP), Francisco Carlos (PP), Didi de Arnor (Republicanos), Genilson Alves (PROS) e Raério Araújo (PSD) – conseguiram se reeleger, em relação à legislatura que estava em vigor (2017-2020). Vale lembrar, que oito não concorreram (veja AQUI) por razões diversas.

Sete tentaram e não conseguiram: Petras Vinícius (DEM), Tony Cabelos (PP), Alex do Frango (PV), Aline Couto (PSDB), Rondinelli Carlos (PL), Flávio Tácito (PP) e Ozaniel Mesquita (DEM).

Duas vereadoras, em especial, acabaram substituídas por filhas nas eleições 2020: Izabel Montenegro (MDB), que estava na presidência, e Sandra Rosado (PSDB). A primeira foi barrada por problema judicial advindo da Operação Sal Grosso e lançou a advogada Carmem Júlia. A segunda optou por lançar a ex-deputada estadual Larissa Rosado.

Maria das Malhas (PSD) não tentou reeleição, mas apostou no neto Lucas das Malhas (MDB), que se elegeu.

Todo esse preâmbulo, ou “nariz de cera“, conhecido jargão jornalístico, propõe-se a mostrar como é frágil o mandato parlamentar, ainda mais o de um vereador. Quem está dentro quer continuar e, quem ficou de fora, entrar.

O funil é muito estreito e quem consegue passar por essa depuração das urnas, mesmo assim ainda pode ter dificuldades. É o caso de alguns que estão com mandatos questionados judicialmente (veja AQUI e AQUI).

Por que estou me alongando ao recapitular números, fazer observações e empinar alguns argumentos?  Por interesse em alertar os atuais vereadores quanto ao tamanho da responsabilidade individual e coletiva que repousa em suas mãos. E acrescento: tudo pode ruir por falta de zelo ao mandato e aos compromissos que se pactuou numa campanha, com o eleitor-cidadão.

Essa é uma semana que a Câmara Municipal de Mossoró até podia esquecer ou apagar dos seus anais. Porém, é mais sensato que guarde para não ignorar e repetir o que fez e o que deixou de fazer. Em apenas uma sessão ordinária na quarta-feira (13), haja vista feriado da terça-feira (12), a imagem que passou à sociedade e a milhares de pessoas, além dos limites de Mossoró, foi de uma casa sem recato; sem um pingo de cuidado com o encargo de representar o povo.

Há alguns meses, numa entrevista ao programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), a jornalista Carol Ribeiro pediu-me uma avaliação da nova Câmara Municipal. Argui que não era possível maior opinião, pois a própria pandemia afetara seu funcionamento normal, limitando-a a reuniões virtuais.

Sugeri mais um tempo para aguardar a retomada da normalidade, sentir a convivência entre contrários, o comportamento de novos e antigos ocupantes desse poder. Temos novidades alvissareiras, a confirmação de expectativas positivas quanto à gente advinda da legislatura anterior e surpresas desagradáveis. E aqui não trato de bifurcações ideológicas e antagonismos políticos, quem é esquerda ou direita, governista ou oposicionista.

Nossa carência é mais primária: precisamos de um pingo de consciência social, respeito à divergência, zelo à outorga popular do mandato e apetite em servir e não apenas se servir desse privilégio que é ser vereador.

Duelos com troca de ameaças e desafios para confrontos ‘lá fora’ (veja AQUI), vereador com dedo em riste trovejando provocações contra uma vereadora – Raério Araújo x Marleide Cunha (PT) -, não combinam com a Casa que já foi de Francisco Borges, Vicente Rêgo, Soldado Jadson, Assis Amorim, Chico da Prefeitura, Lázaro Paiva, Elviro Rebouças, Milton Silveira, Maria Lúcia Ferreira, Jota Belmont, Cláudia Regina, Lupércio Luiz, Francisco Lobato, Petras Vinícius, Herbert Mota, Genivan Vale, Tomaz Neto e tantos outros ótimos parlamentares que tivemos. São muitos, mas listo o que a memória no momento prospectou.

Eu, como cronista diário da política há quase 40 anos, posso até obter mais visualizações, cliques, seguidores e comentários com o ambiente de cortiço que noticio, mas como cidadão, eleitor, com ótima relação com maioria dos vereadores, quero mesmo é plasmar nessas páginas virtuais à história e pro futuro, algo mais edificante.

Sim, é mais do que possível melhorarmos.

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segunda-feira - 14/08/2017 - 17:13h
Zzzzz!!!

Uma câmara pacífica ou passiva?

Do Blog Carol Ribeiro

Desde primeiro de janeiro, quando teve início a atual legislatura, a Câmara Municipal de Mossoró tem um comportamento diferente do que vinha demonstrando nos últimos anos.

Brigas, discussões e as “picuinhas”, se existem, ficam nos bastidores.

Em plenário, as discussões têm acontecido em paz.  Os vereadores se orgulham e dizem que conseguiram, finalmente, uma Câmara Municipal pacífica.

“Recuperar a imagem dos vereadores” é o que muitos “novatos” apontaram como meta desde que foram eleitos. Contudo, mais que a tranquilidade, a Câmara também perdeu os grandes debates sobre temas importantes para a cidade e os problemas que precisam ser resolvidos.

Falta o imprescindível “parlamentar”, falar, discutir.

A oposição, responsável por levantar as problemáticas discutíveis, salvo raras exceções, permanece “ala muda” – assim como eram esses mesmos vereadores na legislatura passada, quando ocupavam a bancada governista.

Mais que pacífica, passiva.

Alguma reclamação ou questionamento que surge no plenário, dali não passa, não repercute nas ruas e nem impede aprovação de projetos que beneficiem tão somente o interesse do Palácio.

E assim, o governismo agradece.

Nota do Blog Carlos Santos – Assino, sonolento e solenemente, seu escrito, Carol.

Sem tirar nem pôr.

Zzzzzz!!!!

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