sábado - 26/04/2025 - 10:48h
Hospital Infantil de Mossoró

Embargo de obra atende à lei e Apamim agradece apoio político

Entidade respeita atuação fiscalizadora e dissipa versão de politicagem à decisão do município
Arte para divulgação em redes sociais (Reprodução do BCS)

Arte para divulgação em redes sociais (Reprodução do BCS)

A interventora da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Larizza Queiroz, entidade responsável pela gestão do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), emitiu Nota à Imprensa sobre o embargo temporário de projeto de suma importância: construção do Hospital Infantil de Mossoró.

Há poucos dias, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB) embargou obra por falta de Alvará de Construção. Seguiu procedimento padrão em nome da segurança de trabalhadores e dos futuros usuários da edificação. Daí surgiu polêmica que ganhou contornos politiqueiros, surfando na teoria da conspiração.

A nota da Apamim esclarece os fatos e vai ao encontro da realidade fática e técnica do episódio. Só isso. Nada além disso. Veja abaixo:

A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) vem a público esclarecer os fatos relacionados ao embargo temporário da obra do projeto do Hospital Infantil de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte.

A APAMIM respeita integralmente a atuação da autoridade fiscalizadora competente, reconhecendo o exercício regular do seu dever institucional de fiscalização. Desde a notificação do embargo, o corpo técnico da instituição tem adotado todas as medidas necessárias para prestar os devidos esclarecimentos e atender diligentemente às exigências apontadas, com vistas à pronta desobstrução da situação.

Reiteramos que a gestão municipal, por meio das secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Urbanismo, demonstrou total solicitude na busca pela resolução da questão, colocando seus respectivos corpos técnicos à disposição para colaborar com a continuidade das atividades do projeto.

O Prefeito Allyson Bezerra também manifestou total apoio à iniciativa, reafirmando seu compromisso com os objetivos e os fins do Hospital Infantil. Sua gestão tem se mostrado sensível às necessidades da população mossoroense, colocando-se à disposição para contribuir com o pleno andamento do plano de trabalho, dentro do que for possível no âmbito da administração pública local.

Na mesma oportunidade, a APAMIM renova os agradecimentos e o compromisso institucional diante do acolhimento ao projeto por parte do Senador Styvenson Valentim. Destacamos sua postura política inovadora, comprometida com os reais interesses da população do Estado do Rio Grande do Norte, sendo um verdadeiro agente de transformação da realidade social do povo potiguar.

O projeto do Hospital Infantil de Mossoró torna-se, a cada dia, mais concreto e possível, graças ao comprometimento de agentes públicos e políticos alinhados com os verdadeiros interesses da população.

Nossos mais sinceros agradecimentos a todos os envolvidos.

Mossoró/RN, 23 de abril de 2025.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 23/04/2025 - 18:22h
Em Mossoró

Prefeitura embarga obras de hospitais por falta de alvarás de construção

Local onde será erguido o Hospital Infantil fica na Rio Branco (Foto: Jornalismo TCM)

Local onde será erguido o Hospital Infantil fica na Rio Branco (Foto: Jornalismo TCM)

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB) embargou obra de construção do Hospital Infantil de Mossoró, da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM). A edificação começou dia 21 de março e até o momento não apresentou sequer o pedido de Alvará de Construção, documento indispensável.

O alvará tem, por exemplo, a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) para engenheiros, bem como o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) para arquitetos. É legalmente impossível se levantar um prédio sem a plena garantia de segurança para quem trabalha e àquelas pessoas que vão utilizar o imóvel. 

Mesma situação acontece com o Hospital da Liga do Câncer, que também começou obra sem ter o indispensável: Alvará de Construção. O Hospital Infantil será erguido na Avenida Rio Brando e o Hospital da Liga no terreno onde funcionou por décadas o Hospital Duarte Filho.

Em nota oficial, o município esclareceu os dois casos (veja abaixo), que foram rapidamente transformados numa pauta político-eleitoral pelo senador Styvenson Valentim (PSDB), com mote de ‘teoria da conspiração’. Em vídeos lançados em redes sociais, o senador rosnou.

Ele é patrono de recursos de emendas federais para tocar os dois hospitais, o que é contestado pela mídia ligada à governadora Fátima Bezerra (PT).

Veja abaixo a nota da Prefeitura de Mossoró

A Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB), informa que a obra de construção do Hospital Infantil, da APAMIM, está embargada em razão da falta de documentação legal, que garante a sua segurança. Ou seja, a obra não possui alvará de construção e sua execução assim está ilegal e impossibilitada de ser liberada por um servidor público da carreira urbanística.

A obra foi iniciada no dia 21 de março de 2025 de forma ilegal, sem ao menos ter pedido de alvará por parte da  Apamim, que só foi feito no dia 15 de abril. Os fiscais urbanísticos da Prefeitura, que são servidores efetivos, identificaram a ilegalidade da obra, notificaram, mas a direção do hospital não compareceu no prazo legal. Restando a obrigação dos servidores embargarem a obra ou correrem o risco de responderem pelo crime de prevaricação.

No que se refere também à obra do Hospital da Liga do Câncer, é importante explicar a sociedade que é mais uma edificação que está sendo executada sem alvará de construção e portanto de forma ilegal. A instituição foi notificada pelos fiscais, servidores efetivos do município, e mesmo depois disso está sem o controle de legalidade e de segurança.

A Prefeitura de Mossoró reconhece a importância da realização das obras para a saúde pública do Município, bem como está à disposição para contribuir para a devida regularização dos trabalhos.

A Secretaria de Urbanismo orienta a população que obras executadas sem alvarás e sem nenhum controle podem resultar em sérios riscos à segurança, como já ocorreu em outros casos em todo o país. Esclarece também que os servidores efetivos estão realizando o trabalho pautados na legalidade e obrigação de suas funções.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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quarta-feira - 15/01/2020 - 09:22h
Dívidas

Obra de Universidade Federal é embargada por prefeitura

Por Wilana Dantas

Uma dívida de mais de R$ 100 mil reais ocasionou o embargo da obra de construção da nova sede da Escola Multicampi de Ciências Médicas, que estava sendo erguida no terreno do Ceres da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Caicó.

Obras estão paralisadas (Foto: WD)

Informações chegadas a nossa reportagem dão conta que a empresa responsável está devendo a cifra correspondente a Alvarás e Imposto sobre Serviços (ISS).

Antes do embargo, a construtora foi notificada várias vezees.

Mas não procurou acordo com a prefeitura.

Agora, a empresa deverá procurar a Prefeitura para poder retomar a obra.

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Categoria(s): Administração Pública
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