domingo - 04/06/2017 - 18:36h
Cláudia Gadelha

Lutadora mossoroense vence polonesa no “UFC Rio 8”

Do Globo.com

Ambas derrotadas pela campeã peso-palha, Joanna Jedrzejczyk, Cláudia GadelhaKarolina Kowalkiewicz fizeram o co-evento principal o UFC Rio 8 nesse sábado (3), e quem levou a melhor foi a brasileira. Com um jogo de chão afiado, a número um do mundo na categoria encaixou um mata-leão aos 3m03s do primeiro round.

Kowalkiewicz não segurou as lágrimas e chorou assim que a luta foi encerrada, sendo consolada por Gadelha no octógono.

– Eu tenho dito que você não pode conseguir coisas diferentes fazendo a mesma coisa. Eu me desafiei e sou uma nova lutadora agora. E vai ser muito difícil me vencer novamente – disse a lutadora mossoroense.

Saiba mais detalhes e veja a luta clicando AQUI.

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Categoria(s): Esporte
domingo - 29/12/2013 - 09:48h

De Anderson Silva a Spartacus, do Octógno ao Coliseu

Por Carlos Santos

Atrações comuns na TV em botecos, bares, espetinhos etc. da periferia a endereços elegantes, lutas de MMA (artes marciais mistas) viraram uma febre no Brasil. Encantam pela ferocidade dos lutadores.

Pontapés, cotoveladas e bofetes em horário nobre levam milhões de pessoas ao êxtase e delírio, como se estivessem no Coliseu há centenas de anos.

Basquete, futebol e vôlei são trocados por um valor esportivo que é inoculado de forma distorcida na maioria dos jovens. Reflexo: mais violência.

Inversão de valores parecida com o que temos em novelas globais, em horário nobre, com enredos permeados de adultérios, espertezas vis e fragilização da família.

Não promovo o falso moralismo, mas levanto discussão com base científica e vivência empírica.

A violência lá fora é, em parte, resultado do que temos em casa. Ou não temos.

Sou uma raridade na madrugada brasileira: não assisti luta entre o brasileiro Anderson Silva e o norte-americano Chris Weidman. Pelo o que li no Twitter, nosso Silva levou outra sova.

Que se recupere. Parece ser um vencedor, mesmo espichado no octógono.

O velho esporte bretão ainda me fascina.

No ringue, opto por Spartacus em Roma. O Gladiador do cinema enche meus olhos.

Dois homens ensanguentados numa ratoeira não me atraem. Mas respeito quem gosta.

Essas diferenças é que nos fazem humanos e únicos.

Debater, sem sopapos, nos torna inteligentes e sábios.

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Categoria(s): Esporte / Opinião da Coluna do Herzog
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