segunda-feira - 10/06/2019 - 08:20h
Operação Infiltrados

Advogado preso tem ligações com facção “Sindicato do RN”

O advogado Allan Clayton Pereira de Almeida, preso na manhã desta segunda-feira (10) na Operação Infiltrados, por participação em esquema de tentativa de compra de decisão judicial (veja AQUI), não é um desconhecido para o Ministério Público do RN (MPRN), polícia e Justiça do RN.

O Blog do Gustavo Negreiros revelou em primeira mão o nome dele, após as primeiras notícias sobre a Infiltrados.

Motim na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP) tentou afetar bloqueadores (Foto: PM/arquivo)

Allan Clayton apareceu em maior evidência na Operação Medellín, deflagrada no dia 6 de setembro de 2016 (veja AQUI), quando foi preso. Seria um dos responsáveis por crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores de líderes da facção criminosa “Sindicato do RN”.

A investigação apontou que o grupo deu ordens e bancou série de ataques ocorridos no Estado entre o fim do mês de julho e início de agosto de 2016.

Foi reação dos criminosos à instalação de bloqueadores de sinal de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim. Desencadearam uma série de ataques (108) a alvos públicos e privados em 38 cidades.

Leia também: Sexto dia de ataques chega com força ao interior do RN;

Leia também: “Sindicato” desafia Governo e PCC.

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segunda-feira - 14/03/2016 - 08:44h
Justiça Federal

Laíre, Sandra e Larissa Rosado têm bens bloqueados

Do Mossoró Hoje

Em três processos públicos, os juízes federais Orlan Donato Rocha e Lauro Henrique Lobo Bandeira, respectivamente da 8ª e 10ª Vara Federal de Mossoró, decretaram a indisponibilidades dos bens imóveis (casas e apartamentos) em nome dos ex-deputados Sandra Rosado, Laíre Rosado e Larissa Rosado em Mossoró, pelos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores, e estelionato majorado.

Laíre, Sandra e Larissa Rosado enfrentam mais problemas com Justiça Federal (Foto: Tribuna do Norte)

Na ação, o Ministério Público Federal destaca que Laíre Rosado, em “conluio” com outros agentes públicos e empresários de Mossoró, teriam desviado recursos repassados pela União, através do Convênio Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM), gestora do Hospital Maternidade Almeida Castro, no período que antecedeu a agosto de 2014.

Valor atualizado

O MPF destaca que Sandra Rosado, então deputada federal, aprovava e tratava da liberação dos recursos em Brasília e o marido dela, Laire Rosado tratava de desviar os recursos através de “uma série de operações, inclusive em conjunto com empresários de Mossoró, numa tentativa de dificultar o rastreamento e o destino final dos recursos”.

O juiz Orlan Donato Rocha, tratando sobre o convênio, decreta a indisponibilidade dos bens dos acusados para ressarcimento dos cofres públicos no valor de R$ 1.382.975,92, que correspondente ao valor atualizado do convênio.

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