quinta-feira - 15/11/2018 - 07:40h
Operação Cui Bono

Três ex-deputados do MDB viram réus na Justiça Federal

Geddel, Cunha e Alves: defesa em dez dias (Foto: Web)

Por Camila Bomfim (Do G1)

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, aceitou nessa quarta-feira (14) a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra os ex-deputados federais Geddel Vieira Lima (MDB-BA), Eduardo Cunha (MDB-RJ) e Henrique Alves (MDB-RN) e mais 15 pessoas.

Com a decisão do juiz, eles se tornaram réus no processo e passarão a responder a uma ação penal.

A aceitação da denúncia não representa a condenação dos investigados. Isso porque eles ainda serão julgados e podem ser condenados ou absolvidos.

Vallisney deu dez dias para as defesas apresentarem respostas à acusação e deu 15 dias para a Polícia Federal apresentar um relatório “pormenorizado sobre os bens e respectivas destinações apreendidos no interesse deste processo”.

A denúncia foi apresentada na Operação Cui Bono, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado para investigar fraudes na liberação de crédito pela Caixa Econômica

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terça-feira - 05/09/2017 - 11:59h
Geddel Vieira Lima

PF encontra malas com dinheiro que pode ser de ex-ministro

O Globo

A Polícia Federal (PF) encontrou nesta terça-feira(5) um “bunker’ em Salvador (BA) que seria, supostamente, utilizado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima ( Secretaria de Governo) para armazenagem de dinheiro em espécie. Geddel cumpre prisão domiciliar na Bahia. O valor ainda não foi divulgado.

PF apreendeu dinheiro em imóvel supostamente ligado a Geddel e encaminha transporte da grande fortuna (Foto: divulgação)

A PF deflagrou hoje a Operação Tesouro Perdido, que cumpriu mandado de busca e apreensão emitido pela 10ª Vara Federal de Brasília.

Segundo a PF, os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial.

A localização do “bunker” foi possível após investigações nas últimas fases da Operação Cui Bono.

Geddel é reú em processo em que é investigado por obsturção de Justiça. O ex-ministro é suspeito de tentar impedir que o doleiro Lúcio Funaro fizesse uma delação premiada.

Na denúncia apresentada à Justiça Federal, o MPF afirma que o ex-ministro teria tentado atrapalhar a Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa, de onde o ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff.

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