quinta-feira - 08/08/2024 - 07:42h
Operação Aleivosia

Ex-vereador é preso por participação em crime de estelionato

Diogo Rodrigues teve condenação, mas defesa vai recorrer da decisão (Foto: arquivo)

Diogo Rodrigues é velho conhecido do submundo da política (Foto: arquivo)

Nesta quarta-feira (07), policiais civis da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) prenderam o ex-vereador Diogo Rodrigues da Silva no bairro Passagem de Areia, em Parnamirim, Grande Natal. A prisão faz parte da “Operação Aleivosia” e foi realizada com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão.

Diogo Rodrigues é suspeito de estelionato qualificado por fraude eletrônica contra uma idosa de 70 anos. Segundo as investigações, o suspeito teria supostamente usado sua posição e contatos para aplicar golpes em empréstimos consignados, causando prejuízos financeiros significativos aos idosos.

De acordo com a Polícia Civil, a “Operação Aleivosia” (que significa traição ou crime cometido com falsas demonstrações de amizade; perfídia, deslealdade), visa desmantelar um esquema que explorava as vulnerabilidades das pessoas da terceira idade, subtraindo recursos e causando danos econômicos.

Rodrigues já havia sido preso e condenado em primeira instância por peculato-desvio, compra de votos e corrupção passiva, crimes que resultaram na cassação de seu mandato. Em 2021, ele foi um dos principais alvos da “Operação Fura-fila” (veja AQUI).

Chegou a ser cassado em agosto de 2022 (veja AQUI).

Prisão do ex-vereador aconteceu nessa quarta-feira (Foto: Polícia Civil)

Prisão do ex-vereador aconteceu nessa quarta-feira (Foto: Polícia Civil)

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Categoria(s): Política / Segurança Pública/Polícia
terça-feira - 30/08/2022 - 20:38h
Operação Fura-fila

Juíza cassa vereador por fraudes no Sistema Único de Saúde

Do G1 RN e Canal BCS

A juíza Tatiana Lobo Maia, da 50ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte, determinou a cassação do diploma do vereador de Parnamirim, Diogo Rodrigues da Silva (PSD), e a inelegibilidade do político pelos próximos oito anos.

Diogo Rodrigues teve condenação, mas defesa vai recorrer da decisão (Foto: arquivo)

Diogo Rodrigues teve condenação, mas defesa vai recorrer da decisão (Foto: arquivo)

O parlamentar foi denunciado pelo Ministério Público do RN (MPRN), em 2021, por fraudes no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os votos recebidos pelo então candidatos também deverão ser considerados nulos, segundo a decisão. A magistrada também determinou pagamento de multas que somam quase R$ 80 mil.

Responsável pela defesa do vereador, o advogado Cristiano Barros disse que vai recorrer da decisão. “Não há um só eleitor que tenha comparecido em Juízo para confirmar o que o MP alegou”, argumenta.

As investigações apontaram que desde 2017 uma organização criminosa inseria dados falsos e alterava informações legítimas no Sistema Integrado de Gerenciamento de Usuários do SUS (SIGUS), sistema informatizado utilizado pela Sesap e por alguns municípios do Estado para regular a oferta, autorização, agendamento e controle de procedimentos ofertados pelo SUS.

O caso

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou no dia 20 de abril de 2021 a Operação Fura-fila. Vice-presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Diogo foi um dos alvos, chegando a ser afastado do cargo e preso (veja AQUI).

Com o apoio da Polícia Militar, a Operação Fura-fila cumpriu dois mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e ainda outros 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, Monte Alegre, Areia Branca, Brejinho, Frutuoso Gomes, Rafael Godeiro e Passa e Fica.

Também houve o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na cidade de São Paulo. Ao todo, 27 promotores de Justiça, 42 servidores do MPRN e 90 policiais militares participaram da ação.

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segunda-feira - 21/06/2021 - 08:28h
Desgaste

Câmara de Vereadores é marcada pela prisão de 3 parlamentares

A Câmara Municipal de Parnamirim, na Grande Natal, vive um momento de profundo desgaste em sua imagem. Virou, literalmente, caso de polícia.

Num curto espaço de tempo, três dos seus 18 vereadores (conheça parlamento AQUI) foram presos e afastados de mandato por envolvimento em atos ilícitos.

Diogo, Ítalo e Rhalessa foram presos e afastados: poder manchado (Fotomontagem BCS)

Diogo, Ítalo e Rhalessa foram presos e afastados: poder manchado (Fotomontagem BCS)

No dia 20 de abril, no rastro da Operação Fura-fila, do Ministério Público do RN (MPRN), foi preso e afastado do cargo o vice-presidente da Casa, Diogo Rodrigues da Silva (PSD).

É acusado de ser um dos mentores de esquema em operação desde 2017. A organização criminosa inseria dados falsos e alterava informações legítimas no Sistema Integrado de Gerenciamento de Usuários do SUS (SIGUS), programa utilizado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP/RN), para regular a oferta, autorização, agendamento e controle de procedimentos ofertados pelo SUS.

Entre os envolvidos apareceu o nome até do deputado estadual Manoel Cunha Neto (PSB), o “Souza” – veja AQUI.

Mais dois

Já na última sexta-feira (18), outra vez a CMP foi abalada com polícia à sua porta e interior. A Operação Dìzimo do Ministério Público Eleitoral (MPE) levou à prisão os vereadores Ítalo Siqueira (PSDB) e Rhalessa Cledylane Freire dos Santos (PTN) – “Rhalessa de Clênio” – veja AQUI.

Além deles, o ex-vereador Alex Sandro da Conceição Nunes da Silva, o ex-chefe de gabinete do vereador e presidente do Partido Solidariedade em Parnamirim Sandoval Gonçalves de Melo e o diretor do Clube de Futebol Visão Celeste, Danilo Rodrigues Peixoto de Vasconcelos. Os três também são pastores evangélicos. Antes de encerrar o dia estavam soltos (veja AQUI).

Sobre eles pesam acusação de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro, peculato e associação criminosa na cidade de Parnamirim durante campanha eleitoral do ano passado.

Tem mais

Na Operação Mateus 7:15, deflagrada em novembro do ano passado, foram apreendidos aproximadamente R$ 70 mil em espécie a poucos dias das eleições municipais em endereços vinculados ao ex-vereador Alex Sandro da Conceição Nunes da Silva (Pastor Alex).

No esquema aparecem nomes de outros políticos que passariam emendas parlamentares municipais para uma entidade filantrópica.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 20/04/2021 - 19:26h
"Operação Fura-fila

Deputado Souza contesta envolvimento do seu nome em investigação

O deputado estadual Manoel Cunha Neto (PSB) – “Souza” –, investigado por peculato eletrônico, corrupção passiva e falsidade ideológica, na Operação Fura-fila, deflagrada pelo Ministério Público do RN (MPRN) nessa terça-feira (20), pronuncia-se.

Em vídeo gravado e publicado em suas redes sociais, ele diz que não está inteirado sobre detalhes da investigação e o porquê do envolvimento do seu nome.

Deixa claro, que seu gabinete atende regularmente muitas pessoas que buscam informações sobre exames e cirurgias, dando orientação e agilizando providências como vários outros políticos o fazem.

Assegura que tudo será esclarecido nas instâncias necessárias.

Leia também: Deputado Souza e vereador são alvos em esquema “Fura-fila”.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Política / Saúde
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