terça-feira - 27/07/2021 - 23:26h
Reflexão

Sobre desculpas

Desculpas - postagem no Twitter dia 27 de Julho de 2021 e também Blog e FaceAcompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
sexta-feira - 14/09/2018 - 20:10h
Análise

Ecos da pesquisa Datafolha de hoje

Jair Bolsonaro (PSL) espera o contendor do segundo turno.

Marina Silva (REDE) já foi.

Geraldo Alckmin (PSDB) cambaleia para fora do ringue.

Fernando Haddad em marcha batida para enfrentar o capitão.

Ciro Gomes (PDT) tem fôlego, mas seu adversário direto agora é Haddad, não Bolsonaro.

País marcha aos extremos.

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quinta-feira - 12/07/2018 - 23:24h
RN

A difícil sobrevivência política na disputa 2018

A pré-campanha eleitoral até aqui mostra um mosaico fragmentado.

Quase nada é consistente e confiável.

Políticos e marqueteiros precisam repensar campanha em face do tempo exíguo, amputação de antigos artefatos de propaganda, surgimento de outros e o fenômeno do não voto.

A figura do líder político, com ou sem mandato, não foi triturada nessa centrífuga. Ela ainda pesa, mas bem menos. Ou quase nada.

O formador de opinião não é mais aquela figura clássica descrita pelas ciências sociais.

Como sobreviver nessa arena, ser visto e lembrado?

Eis a questão.

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segunda-feira - 12/09/2016 - 07:42h
Opinião

Cada candidato, cada campanha

Hoje, o Blog Carlos Santos vai começar a postar série de matérias sobre candidatos e campanhas majoritárias de Mossoró.

Serão análises sintéticas, em que emitiremos opiniões e avaliações, alimentando o bom debate.

É o que estamos vendo agora, antes do pleito.

Acompanhe nosso Twitter AQUI. Notas e comentários mais ágeis.

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  • Repet
quinta-feira - 28/06/2012 - 10:11h
A eficiência possível

Se o patrimônio é público, é nosso! (Republicado)

No dia 6 de abril deste ano, às 11h57, este Blog publicou postagem com o título acima (Veja AQUI). Abaixo dele, um texto em defesa do patrimônio da coletividade e contra manobras ardilosas que visam desmanchar o serviço público, facilitando terceirizações muitas vezes criminosas, verdadeiros consórcios de larápios, sindicatos do crime.

Veja abaixo o teor do artigo, que parece atualíssimo:

Temos bolsões de excelência no serviço público e crescente melhoria em outros tantos. Mas em alguns outros, quase nada funciona. Por quê?

Entendo que a intervenção estatal pode dar respostas satisfatórias às demandas sociais. Basta ser cobrado, punir com rigor os maus servidores e incentivar quem queira ascender numa carreira baseada na qualificação, no interesse e em méritos, nunca no compadrio ou arranjo politiqueiro.

Na coisa pública, parece que a Saúde é ‘casa de mãe-joana’. Se não está satisfeito, peça para sair. Vaza! Inaceitável é maltratar o cidadão comum, que na prática lhe paga o salário.

No Hospital Materno-Infantil Maria Correia (Hospital da Mulher), em Mossoró, recentemente inaugurado, controlado por uma Oscip (organização civil que faz serviço público de forma terceirizada), tem médico e enfermeiro reclamando. Estão irascíveis porque são obrigados a trabalhar certinho. Não querem ser punidos por atrasos e outros desleixos.

Devem estranhar, porque no público muitos trabalham como bem entendem. Acham que não são empregados e que não possuem patrão. Se recebem uma punição, queixam-se ao chefe político e tudo é sanado em prejuízo à coisa pública.

Existe excelência no serviço público também sem Oscip, fundações, ONG´s etc. Polícia Federal, Advocacia Geral da União (AGU), Receita Federal, Previdência, Caixa Econômica (CEF), setor portuário e Correios (no passado) são exemplos de eficiência pública. A Petrobras é essa gigante transnacional que orgulha o Brasil, uma das maiores empresas do mundo, símbolo de eficiência.

O Banco Central virou paradigma, em meio à crise mundial no setor financeiro norte-americano e bancarrota europeia.

Onde há prioridade ao funcionamento técnico, os resultados têm aparecido. Onde a prioridade é politica, os resultados nós conhecemos.

As melhores universidades do país são públicas, vocês sabem? Vocês conhecem a excelência do Hospital Sara Kubistchek?

O público é viável.

O caminho do serviço público é a ‘meritocracia’, o planejamento estratégico, prêmio aos melhores e punição à escória. São alguns princípios da iniciativa privada que se fundem aos propósitos inequívocos do Estado do Bem-Estar Social, ou seja, o bem comum.

É-nos vendida a ideia de que tudo que é público é ruim, para que aceitemos a terceirização, ONGs, Oscips, fundações etc. como panaceias. Erro crasso que a propaganda dirigida espalha, tentando nos iludir com tal inverdade.

Há um monte de gente criticando o serviço público e uma multidão ainda maior querendo desembarcar nele. Que paradoxo, não? Risível.

Se o patrimônio é público, é nosso. Portanto, não permitamos que saqueadores, espertalhões e maus servidores destruam o que nos pertencem, facilitando a prosperidade de uns poucos.

O patrimônio público é nosso!

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