Quem pode decidir a eleição em Mossoró em favor da oposição é a massa-gente.
A elite social, não.
Essa já tem seu lado. É conservadora nos costumes, relações e voto.
É governista por essência, por identificação e porque é quem menos precisa da municipalidade e seus serviços primários e primordiais, como educação e saúde, ou mesmo infraestrutura. No que necessita para si, pro seu negócio e dos seus, sabe a quem procurar.
Já com a patuleia que vive nas bordas da cidade e no campo, é diferente.
Depende de tudo.
E tudo dependerá de suas escolhas em novembro, para tentar melhorar ou continuar com a fórmula que é enraizada pela propaganda viral: ela (prefeita Rosalba Ciarlini-PP) faz, fez e sabe fazer.
Compreender essa lógica que é histórica e perversa, em muito ajudará os competidores adversários à vitória.
Galvanizar as insatisfações e carências da base dessa pirâmide e mexer com a indiferença e egoísmo de classe que ‘está por cima’, apontarão o caminho ao oposicionista mais sagaz. Não é uma panaceia, mas um começo.
É imprescindível uma compreensão sociológica, política, ou até mesmo da psicologia e psicologia social do mossoroense, para se avançar ao êxito nas urnas. Não é apenas uma caça estabanada ao eleitor e ao voto. Ser do contra é muito pouco. A maioria o é. “E daí?”
No governismo, não há o que mudar, assim entende seu núcleo mandante. Mas, calibrar.
A fórmula quase sempre tem dado certo politicamente. Porém, é nítido que acendeu o sinal amarelo há certo tempo, sobretudo depois das eleições de 2018, quando os resultados foram desastrosos.
Tudo tem começo, meio e fim. As eleições desse ano fazem parte de um plano de subsistência e sobrevida que se quer esticar. É um ciclo que está perto do the end!
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